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Posts com a Tag victoria azarenka

sábado, 1 de junho de 2013 Roland Garros | 07:52

Imaginação

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A pirigueti Alize Cornet está dando um trabalhão à gemedora Azarenka. Ganhou o primeiro e vai perdendo o segundo, apertado. A francesinha está se inspirando com a sua presença na QC, q é o q os melhores fazem à frente de seu publico. Quanto a Azaremka, ela enfia mão na bola com gosto, sabe mudar a velocidade da bola, é forte mas nao tão rápida, seu pior defeito. E nao consigo deixar minha imaginação rolar quanto àquele queixado quadrado.

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domingo, 27 de janeiro de 2013 Tênis Feminino | 15:05

Ojeriza

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Ontem não me dei ao trabalho de acordar de madrugada. Primeiro que agora existe o luxo de se gravar e assistir, a hora que se quiser, dando um pulo nos comerciais, que foi o que fiz quando veio a chuva, após o met tênis e o cair da tarde. Além disso, não gosto das das tenistas envolvidas. Do estilo ainda gosto, um pouco, da Na Li, que pelo menos verga o corpo para sacar e um pouco de graça para jogar – a Azarenha parece um robô sacando, zero de molejo.

Mais grave, tenho certa ojeriza pela personalidade de ambas. Primeiro, que fique claro, tenho enorme respeito por qualquer atleta que atinja o que ambas atingiram em suas carreiras. Infelizmente Azarenka mostrou o que é, e, mais sério, onde estão as cabeças dessas moças atualmente, que é o que me irrita, ao sumir no vestiário por 10 minutos no game anterior a que sua adversária sacaria para o set. Se fosse eu não estaria lá quando voltasse – pior, a arbitragem atual é conivente com essas macaquisses. A própria Sloane, que ficou por lá contando carneirinhos, disse que na 2ª rodada já havia tomado idêntico aluguel de outra. Como a moça é nova no circuito, as outras forçam a barra. E Azarenka ainda mentiu de tudo quanto foi jeito quando perguntada a respeito; pior, ficou ofendida com as perguntas e a indignação geral. A que ponto chegou.

A Li é daquelas que tratam as pessoas como se fossem serventes e em publico vende, para quem quiser comprar, a imagem de gueixa bem humorada. Não vou entrar em detalhe, quem quiser que leia suas entrevistas. Atentos, pois parecem textos traduzidos pelas ferramentas de internet que não funcionam.

O que dizer do jogo? Como dizia o amigo Bebeto Freitas sobre o vôlei, quando este era em sets até 15. É um jogo até 12 e outro, mais tenso e para poucos, depois. A chinesa mandou no jogo até a hora de vencer em dois sets – aí segurou o braço. No set final, Azarenka procurou não inventar e a Li, mais uma vez, amarelou na hora da onça beber água. A bielorussa é mais jogadora e o resultado espelhou isso.

Mais tarde, o jogo dos machos.

A campeã.

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012 Porque o Tênis., Tênis Feminino | 13:26

Redenção

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Foi a melhor final feminina em muito tempo. As ultimas que foram a três sets foram a vitória de Arantxa Sanches pra cima de Steffi Graf em 1994, mas Arantxa ninguém merece, e a vitória de Steffi no ano seguinte sobre Seles. Equilibradas mesmo, decididas na hora da onça beber água no set final como ontem, só em 1985 com a vitória de Mandlikova sobre Navratilova, uma bela zebra, em mais de um sentido (posso imaginar a cara de incógnita da esmagadora maioria dos leitores) e a vitória de Martina no ano anterior sobre Evert.

A vitória de ontem foi uma espécie de redenção de Serena, uma redenção tardia, a tenista já tem 30 anos, porém bem vinda. Depois de muita conversa em casa, mais com a mãe do que com o pai, que nem sei se estava presente, eu não o vi, Serena decidiu que iria jogar como uma dama e não como uma bagaceira, que é o que mais de uma vez o fez.

Como colocou a D. Oracene, e muito bem, ontem era mais importante a filha não perder a tranquilidade, não enlouquecer, e não ser expulsa de quadra. “É muito mais importante ela ter uma mente estável. Tinha que ser bem claro. Não se pode perder o controle”.

Anos vivendo com o Sr. Richard – o homem que, dizem, espancava a mulher, e por ela se mandou assim que deu, e não conseguiu deixar a ira e o racismo para trás, sempre jogando com o tema racismo nas cercanias das quadras – e o inimaginável sucesso das filhas deram a Sra. Oracene o equilíbrio e a serenidade para lidar com o mundo e tentar passar isso às filhas sem que elas perdessem o diferencial que as destacou no circuito.

Venus já tinha negociado melhor esse ranço, mas Serena, até pela personalidade, adorava jogar seu jeito na cara alheia, o que nunca caiu bem mesmo em New York. Não se sabe se veio primeiro a galinha ou o ovo, e se o público “sentiu” a diferença de postura. O fato é que este foi o primeiro U.S. Open que o público abraçou as tenistas negras americanas.

O clima para a final foi lançado por Serena após a semifinal, quando pegou o microfone e chamou o público ao brio: “Pessoal, sou americana, e a última por aqui. Go USA!”. Não lembro ela deixar evidente que ser americana vinha antes de ser negra.

Serena confessou, nas entrevistas pós final, que sempre sentiu uma frieza vindo das arquibancadas, para ela e sua irmã. Em finais contra outras americanas ou mesmo estrangeiras como Hingis, Jankovic, Stosur ou Clijsters a história era sempre a mesma. “As pessoas não estavam prontas para nos ver vencer ou torciam contra mesmo. Era muito estranho”.

Mais estranho é que ela acha que as coisas começaram a mudar após o incidente no ano passado, quando ela teve um ponto tirado após gritar durante o mesmo. No que a juíza estava certa e ela e o público errado. Mas quem disse que a massa tem sempre razão? Até porque ali a juíza bobeou em não explicar, como se todos soubessem as regras do jogo. Um erro começou a consertar outro – bola pra frente.

Fora isso, o jogo foi emocionante o bastante para me fazer sair correndo de casa quando o sinal caiu e assistir em bar próximo com a leal companhia da minha mulher. Ela que tem poucos anos de tênis – antes era sofasista, mas dedicação o bastante para já ter trazido seu primeiro troféu estadual para casa – até hoje é inconformada com a dificuldade de se fechar um set, em especial uma partida. Sua torcida ontem era pela Azarenka, até porque sangue novo tem prioridade. Por conta disso ficou frustrada com a inoperância a partir do 3×5 no 3º set.

Serena abriu nesse game 40×0, um nãonão por parte da bielorussa, que ainda permitiu que a outra fizesse 0x40 no seu saque. Sete pontos seguidos e perdidos na hora de fechar o jogo não vai dar certo.

Ontem Victoria descobriu, finalmente, que além de 1ª do ranking tem tênis para enfrentar e bater qualquer uma, o que, espero, vai lhe assegurar mais sucesso que outras #1 que tivemos no tênis feminino em anos recentes. Mas, ainda não foi sua hora. Serena trouxe de sua infância em Los Angeles um ou outro componente que falam alto na hora da onça beber água. Especialmente se ela aprendeu que esses componentes a servem melhor se ficarem no inconsciente, enquanto ela coloca seu foco principal no seu enorme arsenal tenistico.

Serena – finalmente feliz.

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012 Tênis Feminino | 11:34

#1 garantido

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Com uma vitória no jogo mais emocionante de ontem, uma verdadeira briga de foice em um dia que quase não aconteceram jogos pelas chuvas, Victoria Azarenka garantiu que será a #1 do mundo ao final do U.S. Open. Para isso, ela acabou com os sonhos de Sam Stosur defender seu título, a derrotando por 6/1 4/6 7/6. Na semifinal enfrentará a vencedora da partida entre Maria Sharapova e Marion Bartoli, interrmpida pela chuva com a vantagem de 4xo no 1o set para a francesa. O que, conhecendo as duas, ainda não quer dizer muito. Neste momento, o americanos dizem que os jogos começam como programado, às 12h de Brasília. Mas há prognóstico de chuvas.

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Olimpíadas, Tênis Feminino | 10:39

Badminton

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Como alternativa acompanhei um pouco do badminton. Bem interessante. O jogo requer, além de muita agilidade e pernas, uma “mão” incrível, algo na linha de como era o tênis nos tempos antigos, quando a habilidade falava mais alto do que hoje.

Assisti um pouco da vitória de uma chinesa de Formosa, mirrada e ágil, sobre uma finlandesa grandona e mais dura e depois a vitória de um russo de 2m, bem ágil para o tamanho e abusando da envergadura para cobrir a quadra – chama aí o Isner para assistir-, sobre o chinês com as características opostas. Ou seja, em cada uma das disputas prevaleceu um perfil.

Mas o que gostei mais é que o esporte exige pontos razoavelmente longos e, o melhor, muitas alternativas de alturas, entre lobs e curtas, e forças, alternam pancadas com carinhos só possíveis para quem tem “mão” sobrando e pleno domínio da ação do pulso. Além disso, o jogo é extremamente tático, já que as variações acima permitem angulações, curtas e lobs e contra-pés. Para quem gota de um jogo ágil e tático é um prato cheio. E ainda não assisti as duplas, que são ainda mais ágeis e plásticas.

No fim voltei para o tênis e a Azarenka e achei a bielorussa um pouco limitada. Isso que dá comparar.

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segunda-feira, 28 de maio de 2012 Tênis Feminino | 09:37

Aza tremeu, mas passou

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Cai da cama, após um fim de semana puxado, pelo menos no quesito estrada, liguei a TV lá pela 7.30 e a Azarenka, #1 do mundo, estava no meio de um papelão. Perdeu o 1o set 7/6 e perdia por 4/0 para a italiana Alberta Brianti. Estava a dois games da grama.

Em uma demonstração da mais pura ignorância, só dava pancada nas bolinhas, errava todas ! No fundo, era estresse de 1a rodada da principal favorita, ela que ainda não tem grandes resultados na terra. Não vou dizer que o fato de ter contratado logo a Mauresmo, que tremia mais do que vara verde em RG tinha algo a ver, porque seria maldade.

A partir do 4×0 a Brianti achou que iria desclassificar a melhor do mundo só cozinhando em banho maria. Dançou! Aos poucos, a outra foi armazenando pontos, tirando um pouco a mão da bola – e que mão pesada tem a bieolorussa – entrando no placar.

A italiana ficou mais paralisada do que transito em véspera de feriado, olhou a banda passar e perdeu por 6/7 6/4 6/2. Ou seja, a partir do momento que acordei a partida foi 12/2 para a Aza. Agora a moça terá que conversar um bocado com seu técnico e com sua guru Mauresmo (noossaaa!), mas o pior já passou. Conseguir virar um jogo desses na 1a rodada dá uma injeção de confiatrix.

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terça-feira, 10 de abril de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:19

Amelie e Zazá

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A atual #1 do mundo, Victoria Azarenka está trabalhando com a tenista francesa Amelie Mauresmo. Do que se sabe até agora, o técnico de Victoria, Sam Sumik, continua trabalhando com a bielorussa.

Talvez a contratação tenha a ver com a temporada de saibro européia que começa esta semana e termina em Roland Garros. Apesar de francesa, Amelie sempre teve mais sucesso em outros pisos e nunca se deu bem em casa, sempre amarelando quando jogando na frente de seu público.

Não se sabe as razões da atual #1, mas a contratação foi uma exigência que ela levou a seu técnico e que este concordou na hora, até porque não deve ter outro jeito. O time está reunido em Monte Carlo e vem treinando no MCCC, local do torneio da cidade e onde, este fim de semana, a França foi derrotada pelos EUA.

Até perder em Miami para a Marion Bartoli, Azarenka estava invicta na temporada, o que não a impediu de pensar em novas maneiras de crescer em quadra. A foto abaixa, tirada no clube de Monte Carlo, tem o interessante detalhe do uso elástico para treinamento físico em quadra, algo semelhante ao de Bartoli, cuja foto postei na página do Blog no Facebook. Só que Victória é amarrada na cintura e um assistente segura o elástico.

A prática com elástico não é nenhuma novidade, mas não deixa de ser interessante comparar o trabalho das duas tenistas, o que, talvez, evidencie, o quanto o papai Bartoli é um personagem, vamos dizer, estranho, já que o esquema de Marion é bem mais intrusivo, complicado e, estranho.

Quando fiquei sabendo de Mauresmo, por um instante fiquei preocupado com o uniforme que Azarenka vem usando esta temporada – o shortinho – até lembrar que ela não esconde de ninguem que namora o também tenista, Sergei Bubka Jr, filho do ubber-campeão de salto com vara, e com quem ela vive em Monte Carlo.

Amelie solta a bola para Zazá, sob os olhos de alguém que não é Sam.

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domingo, 18 de março de 2012 Tênis Feminino | 20:20

Procura-se uma rival

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Não há duvidas de que a confiança é uma droga extremamente benéfica e produtiva, mas, como toda droga, tem seu lado negro. O da confiança é que deixa o indivíduo a um curto passo da soberba, algo que outro dia tive a audácia de associar ao Sr. Federer e uma das minhas leitoras ficou extremamente magoada com o fato.

Eu diria que se a confiança tem o poder de nos levar aos céus, a soberba pode nos colocar a um curto passo do precipício, sem nunca esquecer que quem tem a confiança aguçada pelas constantes vitórias e bons resultados, seja lá a atividade que for, sempre acha que o precipício está à distância de uma galáxia.

Não se preocupem os fãs do suíço que a minha inspiração no momento veio de uma frase da campeã Vic Azarenka, a moça que roubou a poção mágica do Djoko e que está há 23 partidas invicta na temporada, algo capaz de deixar a confiança de qualquer um correndo solta nas veias.

Não vou escrever que há pelo menos uma temporada insisto que uma hora, e não demoraria, a moça seria a melhor do planeta, o que, aliás, me lembra, de que não tenho nenhuma saudade da Serena Williams.

No entanto, voltando ao assunto, como já disse, foi uma frase da Azarenka, que me lembrou das tiradas da tal Serena, mais pelo espírito da coisa do que pela capacidade de verbalizar tal frase. Mas, vamos lá:

“Eu acho que seria bem interessante jogar contra mim mesma, para eu tentar encontrar uma maneira de me bater, para que então eu pudesse então melhorar ainda mais”.

Hoje, após liquidar com Maria Sharapova – que disse antes da partida estar buscando uma revanche pela derrota no Aberto da Austrália – por 6/2 6/3, mantendo a invencibilidade na temporada, sua frase deixa no ar a possibilidade de que sua maior, e possivelmente única, rival no momento pode ser ela mesma.

Azarenka, voando baixo.

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sexta-feira, 16 de março de 2012 Tênis Feminino | 14:21

As semis femininas

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Duas semis distintas e interessantes na chave feminina. Maria Sharapova enfrenta Aninha Ivanovic. Antigas rivais se encontrando em novas realidades. Sharapova lidera 3×2 nos confrontos, venceu as duas ultimas, sendo a última no AO 08. A sérvia luta para voltar a competir entre as cachorronas, de onde saiu para brilhar nas revistas fashion mundo afora. Aliás, as duas são as moças que mais brilham nesse cenário entre as tenistas, para o detrimento das unhas das adversárias. Maria tenta ficar por ali, no cangote da Azarenka, na briga pelo topo do ranking.

A confiança, sempre um quesito vital no tênis feminino, aponta para Maria, especialmente após a apertada vitória sobre a maletakirilenko. Mas há muita torcida pela Aninha, que também deve estar se sentindo todatoda depois de bater Wozniacki e a Bartoli.

A outra semi é entre o tremAzarenka, a intensa bielo-russa que não é nenhuma florzinha que se cheire ou se maltrate. A Radwanska, que decidiu desfolhar a margarida, que o diga. Quase levou dois pneus nas quartas. Até ficou a dúvida – a Azarenka deixou a “amiga” fazer o game no 5×0?

Victoria vai enfrentar a alemã Angelike Kerber, desconhecida da maioria, mas que foi às semis do U.S. Open, e deve na próxima semana estar entre as top 15. A alemã já tem seu fã clube, inclusive aqui no Blog.

O tremAzarenka começou o ano como Djokovic na temporada passada; são 21 vitórias e nenhuma derrota – a mulher a se bater. Mas como um dia a casa cai, a esperança será a ultima a morrer para todas as suas ansiosas adversárias.

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quinta-feira, 8 de março de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 14:16

Amizades à parte

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Parece que os recentes tempos de “amizades” no circuito podem estar chegando ao fim. O que vinha sendo interessante e bem mais civilizado do que os tempos de Connors, McEnroe, Lendl, Agassim, Sampras e outros tantos que imperaram até recente.

Federer e Nadal, os dois maiores rivais da ultima década veem se desentendendo nas sutilezas das declarações à imprensa, mostrando que eles não morrem de rir mais juntos. Durante algum tempo ambos nos fizeram crer que além do respeito óbvio e explícito que existe entre ambos, algo mais existia, na linha de uma amizade.

A cisão começou a ficar evidente quando ambos apoiaram candidatos diferentes para a presidência da ATP, ganhando o do suíço, que é o presidente dos tenistas enquanto Rafael é o vice. Por detrás das escolhas existem pontos de vistas distintos sobre como o circuito deve ser administrado.

Ficou mais aparente quando Nadal declarou, durante o Aberto da Austrália, que Federer se omitia como porta voz dos tenistas e deixava “os tenistas se queimarem enquanto bancava o bom rapaz”. Essa pegou na testa.

Na ocasião Federer assimilou e fez cara de paisagem. Já em Indian Wells, com a sutileza que lembra o seu estilo, tanto de bater nas bolinhas como o de ajeitar o topete, Federer declarou que os árbitros não estão impondo a regra dos 25 segundos entre pontos, o que é um fato, mas tem alvo certo: Nadal e Djoko, dois que abusam da paciência dos adversários e do público, além de afrontarem a regra do tênis.

No entanto, o suíço teve algum cuidado ao fazer a declaração. Ele menciona especificamente Nadal – “eu não sei como em uma partida de quatro sets Rafa não é penalizado uma única vez”. A resposta sobre o tema pode ser vista na maneira em como o espanhol pressiona e reage contra os juízes que ousam dar-lhe uma penalidade por tempo.

Federer chegou a dizer que ele também deve invadir o tempo de vez em quando e que os juízes deveriam adveertí-los de quando isso acontece. Ele diz que o publico não deve gostar muito das demoras, mas que mesmo assim ainda não é a favor de colocar um cronometro em quadra para essa finalidade – o que pelo menos acabaria com o assunto. Quer a gemada mas não quebrar os ovos.

Porque na verdade, não é só o que demoram entre o fim do ponto e o posicionamento para sacar. Tem também o que demoram para sacar, especialmente em pontos importantes.

De qualquer forma, as declarações, nominais e pessoai, assinalam o clima entre ambos, mesmo que não o confirmem. Os dois tenistas podem se encontrar nas semifinais, se ambos chegaram até lá, o que coloca um pouquinho mais de pimenta no tempero que já é bom.

Também entre as mulheres o clima esquenta, aí já nem tanto uma surpreeeeesa. E não por parte de Maria Sharapova, que já avisou que não têm amigas no circuito e que quadra não é lugar de nhenhenhé. Foi entre duas tenista que até a pouco eram amiguinhas: Radwanska e Axarenka.

A polonesa Radwanska comprova a tese que as mulheres guardam mágoas por mais tempo do que necessário ou faça bem à saúde. A moça em Indian Wells voltou ao assunto de Doha, quando acusou Azarenka de milongar além da conta com uma peseudo contusão no calcanhar na partida que, adivinhem, ela perdeu.

Azarenka catimbou? Sim. A mensagem foi devidamente enviada? Sim. Agora, minha filha, segura a peruca e trate de deixar a raquete falar por você e bata na moça em quadra, até porque ela é a #1 e pode ser a sua adversária nas quartas de Indian Wells. Outro joguinho imperdível.

BFFs no more – at least for a day from Stephanie Myles on Vimeo.

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