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Posts com a Tag venus williams

terça-feira, 10 de janeiro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 01:12

Saudades

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Thomaz Bellucci venceu sua primeira partida da temporada batendo o português Rui Machado em Auckland. Não é uma vitória para se empolgar, mas é uma vitória em uma primeira rodada em um primeiro torneio da temporada, o que é de bom tamanho.

Machado não é exatamente um tenista de quadras duras, mas nem Thomaz pensa ser, o que eu continuo achando um erro estratégico do paulista.

Além disso, jogar em Auckland é sempre um feito per si, já que aquele lugar é um inferno para os tenistas – venta mais do que em Fortaleza, outro inferno tenistico. Pior do que Auckland só Wellington, pelo menos na Nova Zelandia.

Venus Williams divulga que não joga em Melbourne. Nunca se sabe exatamente as razões das irmãs Williams, mas Venus vem anunciando sofrer de uma doença de autoimune para a qual não há cura e que causa fatiga e dores. Ela havia anunciado jogar esta semana e no AO – não jogará nem um dos dois. Ela jura que volta – a balzaquiana tem 31 anos.

Todos sabem que Marat Safin se elegeu deputado na Rússia, com ou sem maracutaia nas eleições, como acusa a oposição. Poucos lembram que a outra candidata tenista – esta derrotada – era Anna Chakvetadze, que acabou não sendo eleita.

Como a moça não é de ficar parada, decidiu voltar à carreira que havia desistido, pelo menos temporariamente – lembram dos desmaios em quadra? Anninha venceu a cabeça #3, Monica Nicolescu, uma tremenda surpresa, em torneio disputado em Hobart, Austrália, esta semana. Parece que estava com saudades.

Chakvetadge – já que não foi eleita deputada, posso publicar sua foto com as bolinhas. Sorry aos fãs do Thomaz.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:46

Perigo à vista

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Os americanos são mesmo umas peças. Nem sei mais se a questão é esse negócio de “politicamente correto”, já que essa causa eles abraçam quando querem e sob o prisma que bem entendem. Depois que eles “decidiram” que a batata frita (french fries) passaria a ser chamado de batatas da liberdade (freedom fries), após os franceses não comprarem a idéia de eles invadirem quem e quando quisessem, eu acredito quase em qualquer coisa.

A organização do evento, com o consentimento, eu diria com a orientação, da Federação Americana de Tênis, decidiu que Serena e Venus Williams não terão um “ranking” diferenciado para a determinação dos cabeças-de-chave. Eles irão obedecer o ranking da WTA.

É bom lembrar que em passado recente eles fizeram escolhas diferentes nessa área, algumas bem criticadas outras nem tanto. Lembro quando eles deram um “downgrade” em Alex Corretja, que colocou a boca no trombone nos vestiários e na mídia e houve até ameaça de boicote – tanto lá como em Wimbledon que é bem mais “politicamente incorreto”. O fato ajudou a eleger Corretja presidente da ATP, fato que ajudou a colocar o tênis americano no caixão que hoje vive. Mas isso é outra história.

Como Serena é a #29 do ranking, ela pode, teoricamente, enfrentar uma das cachorronas logo na 3ª rodada. Lembrando que recentemente Serena vem chutando as meninas à gosto. Só para complicar, Venus sequer será cabeça de chave, podendo cair logo na 1ª rodada com a irmã ou, por exemplo, com a “cruzadinha” Wozniacki, que não deve estar gostando nada dessa história.

Fechando o assunto, e voltando à questão das ambiguidades americanas, se vocês abrirem o site do torneio hoje, duas das cinco notícias principais do evento são sobre Serena e a chamada principal do evento é uma foto-montagem de Djoko e Serena. São mesmo “politicamente corretos” enquanto objetivamente incorretos.

Serena – estrela e favorita, mas cabeça de chave não….

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Light, Tênis Feminino | 14:09

As 10 mais do Forbes

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A revista Forbes divulgou, e o portal iG publicou, a lista das esportistas mais bem pagas nos últimos 12 meses. Que fique claro, apesar de que a Forbes não o deixa; isso são estimativas. Porque o que elas ganham só elas, seus agentes e, talvez, algum órgão da Receita saibam. Por exemplo, a 2ª da lista, Caroline “cruzadinha” Wozniacki, apesar de dinamarquesa, declara a residência em Monte Carlo, um paraíso fiscal.

Que a Maria Sharapova, 24 anos, seja a primeira da lista não é surpresa. É de longe a mais fotografada, especialmente fora das quadras. Lembro que quando escrevia no “Estadão” uma fulana vencia um evento e publicavam uma foto da Sharapova que perdera na semifinal. Uma loira de 1.88m de altura, com os traços finos, com um fino senso fashion e marqueteira na “úrtima” vai vender melhor do que algumas cafonérrimas que se metem a gostosonas ou fashionistas e que mal conseguem construir uma sentença. O fato de ela não ganhar um Grand Slam desde 2008 (Austrália) e não ser a #1 desde 2005 não mexeu em nada com seus cifrões, o que, de certa forma, delineia as prioridades dos patrocinadores.

Caroline é a 2ª da lista. A moça é a atual #1 do mundo do tênis, loirinha, eu já não acho bonitinha, mas tem uma legião que acha, então faz algum sentido sua colocação. Imaginem se começar a ganhar Grand Slams – afinal ela completou 21 aninhos.

E se a Na Li aparece em oitavo lugar, após vencer Roland Garros em Maio e ir à final do AO em Janeiro, mostrando que a moça deve faturar com o tempo megas-dólares, ou pelo menos megas-yuans, por resultados em quadra, ainda sobrou um lugarzinho na lista para Aninha Ivanovic, que faturou U$6 milhões nos últimos seis meses, após ter perdido na 1ª rodada de dois dos três GS da temporada, ser #18 do ranking, após ter sido #1 em 2008, quando venceu Roland Garros. Também com 1.88m, mas morena, para um contraponto, a moça prova que aquele corpão e o jeitinho de menina ainda vale milhões.

As duas irmãs Williams estão com rankings horríveis – Venus #34 e Serena #79 . Venus não ganhou nada este ano. Serena nem jogou durante um ano. Mas venceu o AO e Wimbledon no ano passado. As moças não jogam muito, mas quando jogam fazem um estrago, o que é, no mínimo, ambíguo. Além disso, são negras, o que tem suas vantagens e desvantagens nesse mundo maluco que vivemos e, mais ainda, aonde vivem.

O que mais salta aos olhos nessa lista das 10 primeiras esportistas bem pagas, é que sete são tenistas. O que me faz pensar que, independente de diferentes pontos de vista sobre o assunto, o pessoal da WTA está com sua estratégia de marketing afiada. Este mês li em algum lugar o Emilio Sanches metendo o pau na WTA e seu circuito. Ainda bem que as moças não contrataram o rapaz.

De qualquer maneira, no mundo dos esportes, as mulheres tenistas reinam absolutas, o que dá uma importância enorme ao tênis feminino, assim como evidencia uma perspectiva interessante de como o mundo gosta de ver suas mulheres; de sainha e raquete na mão.

1º Maria Sharapova Rússia Tênis 25 milhões
2º Caroline Wozniacki Dinamarca Tênis 12,5 milhões
3º Danica Patrick Estados Unidos Automobilismo 12 milhões
4º Venus Williams Estados Unidos Tênis 11,5 milhões
5º Kim Clijsters Bélgica Tênis 11 milhões
6º Kim Yu-na Coreia do Sul Patinação no gelo 11 milhões
7º Serena Williams Estados Unidos Tênis 10,5 milhões
8º Na Li China Tênis 8 milhões
9º Ana Ivanovic Sérvia Tênis 6 milhões
10º Paula Creamer Estados Unidos Golfe

Maria – super fashion e mega dólares

Aninha – entre as bolas e as fotos.

5,5 milhões
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sábado, 3 de julho de 2010 Tênis Feminino | 13:30

Década Williams em Wimbledon

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No intervalo do jogo Argentina x Alemanha coloquei de volta no televisionamento de Wimbledon e estava lá a Serena, com o troféu nas mãos e à frente de um quadro de madeira com o nome de todas as campeãs de Wimbledon. Com a câmera em cima dela, sorriu, virou-se para o quadro e com o indicador foi contando, alto, os títulos das irmãs Williams. Nos últimos 11 anos as irmãs ganharam nove (5 Venus e 4 Serena), além dos quatro títulos juntas em duplas. O que mais é preciso escrever a respeito?

Sei que os ingleses só levantam estátuas de seus próprios heróis, algo compreensível. Talvez um dia, quando não mais competirem, os americanos venham homenagear as irmãs como elas merecem – afinal um dos estádios em Flushing Meadows tem o nome de Louis Armstrong e duvido que um grande clube de jazz venha a ser chamado de Irmãs Williams.

Como já nomearam um dos estádios com o nome de um tenista negro – Arthur Ashe – e o complexo com o de uma mulher – Billie J. King – ambas nomeações políticas, acima de tudo, fica a duvida para quem, um dia, será nomeado o outro estádio em Nova York. Lembrando que não faltarão nomes e egos que  se acharão à altura da honra.

Irmãs Williams em Wimbledon – A Força.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:42

Saco de gatas

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Não é a toa que não levo o tênis feminino tão a sério como o masculino. Preconceito? Não, só mesmo uma outra dimensão, uma outra qualidade. Tem lá seus encantos, suas emoções, mas é um mundo, um espetáculo diferente.

Atualmente está mesmo um saco de gatas. As melhores tenistas não conseguem se manter, vencer os grandes eventos, nem administrar seus emocionais.

Qual a tenista numero 1 do mundo? Não me perguntem, porque dependendo do critério é uma, e a semana que vem pode ser outra, e se o critério for outra então! Se depender do ranking da WTA – que segundo a Serena Williams não vale o saiote rosa que ele usa achando que é um objeto de desejo e de alta-costura, e na verdade é só mais uma ofensa ao bom gosto – é a Dinara Safina. Será que é mesmo?

De qualquer maneira, já faz algum tempo que o circuito feminino não tem nem pé nem cabeça – talvez tenha outras coisas. Ou alguém se convence  que faz algum sentindo a Kim Cljister abandonar a carreira, ser mãe, voltar após mais de dois anos, jogar uns três torneios e vencer um Grand Slam?

Agora, a Aninha Ivanovic, que eu já chamei de Ivanisevic, talvez tentando passar alguma boa vibração para aquele serviçinho empurradinho, perde mais uma primeira rodada e diz, novamente, que deu para ela esta temporada. Estamos em Outubro e a moça já largou duas vezes.

A Safina perdeu na 2ª rodada em Pequim – número 1 do mundo perder na 2ª rodada não é exatamente normal – desta vez para uma convidada dos chineses e #226 do ranking. Isso, após perder, na semana passada, na 2ª rodada para uma qualifier de Taiwan cujo ranking é melhor nem saber. Para não ficar devendo, Venus Williams também se foi na 2ª rodada, perdendo para uma russa, Anastasia Pavliuchenkova.

Para não ficar só nas tristezas, Maria Sharapova, que vai jogar aqui em São Paulo ainda este ano, venceu um torneio após um jejum de 1 ½ ano. A russa bateu a sérvia Jankovic, que abandonou com dores no braço ainda no 1º set. Maria já foi a 1ª do mundo, perdeu quase todos os pontos e está de volta ao 15º lugar.

Para movimentar mais um pouco o circuito, se Serena Williams vencer sua próxima partida em Pequim, contra a russa Ekaterina Makarova, volta a liderar o ranking da WTA, o que talvez seja a melhor coisa para a Safina, já que a irmã caçula do maluco/beleza carregou esse título como se fosse uma cruz e debaixo do chicote.

Isso eu tenho que reconhecer na Serena. Ela pode ser uma mala sem alça, mascarada no “urtimo”, arrogante como ela só, de um mau gosto de dar dó, mas ela carrega a faixa de “número um” com muito mais confiança do que as outras.

SERENA_WILLIAMS_BIG_BLACK_BOOTY                 

Serena de pinky e Dinara sofrendo.

     Dinara-Safina

 

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009 Tênis Feminino | 12:51

Empurradinho

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Elena Dementieva, Maria Sharapova, Ana Ivanovic, Venus Williams, Jelena Jankovic e Dinara Safina – o que elas têm em comum? À parte de serem metade da lista das Top 10 do ranking mundial, o fato de possuírem uma tremenda e inacreditável dificuldade em sacar.

O saque é o único momento em que o tenista tem a bolinha na mão e há muito pouco que o adversário possa fazer para atrapalhar a execução do golpe. Assim sendo, teoricamente é o golpe mais simples do tênis. Agora vá explicar isso para as moças acima e uma série de outras no ranking da WTA; eu arriscaria dizer a maioria.

Não vou dissecar o movimento e a técnica de cada uma delas, até porque não é o tema do post. Mas adianto que, estranhamente, quase todas tem graves defeitos técnicos no saque, ao contrário do resto dos golpes. Mas o que me assombra é a dificuldade emocional de lidarem com esse golpe, dificuldade que parece restrita às mulheres. Até porque se algum homem trouxer essa dificuldade emocional para o circuito será arrasado por implacáveis adversários e desaparecerá.

Podemos até dizer que alguns homens têm dificuldades técnicas – como é evidente e mais reconhecida em Rafa Nadal. Mas o espanhol, que tem a maior força mental do circuito, além de um espírito inquebrantável, não desmorona emocionalmente pelas dificuldades que tem em sacar. Senão não seria quem é.

Mas as mulheres sofrem barbaridades com isso. Por que? Só posso especular. São mais frágeis emocionalmente, como parece ser o caso de Dementieva e Ivanovic? Porque tem sérios problemas técnicos, como Safina e Venus, além das outras? Ou porque, mais uma das contradições do circuito, as mulheres são muito melhores (na verdade, excelentes) devolvedoras do que sacadoras? De tudo um pouco – ou muito.

As mulheres crescem treinando contra rapazes e técnicos que sacam forte, o que é um bom treino. Mas ninguém pode sacar por elas. As mulheres que se sobressaem no circuito são, em sua maioria, extremamente sólidas e fortes em seus golpes, incluindo a devolução, o que castiga as sacadoras, especialmente as que não conseguem gerar força e velocidade nas bolas.

Acho que tem muito a ver com isso porque até poucos anos atrás – quando as mulheres não eram tão fortes, e consequentemente não tinham devoluções tão devastadoras – elas sacavam bem mais fraquinho. Tinham dificuldades em manter o saque, mas não desmoronavam tão drasticamente como agora. Imagino porque quando davam aquele “empurradinho” não vinha uma tremenda pancada.

Não acredito que seja uma questão de carência de força física feminina. Primeiro porque já vi mulheres sacando bem forte. Inclusive algumas das mesmas tenistas da lista acima, em especial Sharapova e Venus – quando não estão encafifando mentalmente tem uma bela pedrada no saque. O desmoronamento é emocional.

Um pouco deve vir da tradição do tênis onde o sacador tem a obrigação de vencer seus games. A partir do momento em que uma tenista começa ter seu serviço desrespeitado e quebrado, como se fosse uma terceira classe qualquer, altera-se toda a estrutura emocional da moça.

Uma coisa eu posso garantir: a partir do momento em que o tenista começa a pensar para sacar a maionese desanda. As minhas duplas faltas só aparecem, e raramente, quando por alguma razão o pensamento ruim – o da duvida – invade. Duvidei é batata; dupla falta. Fora isso a dupla falta só aparece quando conscientemente vou para um pouco mais no segundo saque. Nessas ocasiões não estou nem aí com a DF. Fico até contente por ter feito o que fiz.

Se você joga tênis sabe como é. Se não joga vai continuar pensando que isso é uma grande frescura. No entanto é a mais pura verdade. Como dizia Fernando Pessoa – pensar muito nunca tem bom fim. E alguma coisa está fazendo aquelas meninas pensarem demais.

Maria – beleza física e feiura técnica.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009 Tênis Masculino | 13:14

Abaixo do padrão

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Dá para entender a performance do Thiago Alves? Dá. Mas não é fácil de aceitar. O rapaz vem fazendo um esforço danado para se enfiar entre os 100 melhores e assim entrar nos grandes e melhores eventos; quando consegue – congela.

O primeiro set foi uma das coisas mais horríveis que ele deve ter passado e jogado. Foi um erro atrás do outro, não saia jogo. O Hewitt só teve que ficar por lá, fazendo o feijão com arroz e tocando o boi para frente.

Jogo mesmo só foi sair quando o brasileiro decidiu, no seu emocional, que a vaca estava galopando em direção ao brejo e que o resultado, a derrota, seria inevitável. Ai entram aquelas vibrações de “dane-se”, o corpo relaxa, as bolas começam a entrar e o tenista pode, finalmente, se concentrar em fazer o que sabe e não ficar se martirizando com as coisas negativas que invadem a cabeça. Thiago só jogou algo parecido com o que sabe no terceiro set. Muito tarde.

Foi uma pena, porque a carreira não oferece tantas chances que possam ser desperdiçadas impunemente.

Comparo, de uma maneira obliqua, a performance da Venus Williams na estréia ontem à noite. A americana também jogou muito abaixo de seu padrão. Só que encontrou uma maneira de vencer. Essa é uma das características das irmãs. Com uma certa frequência as irmãs jogam de uma maneira horrível, bem abaixo de seu padrão, mas assim mesmo saem de quadras vitoriosas. Ontem ficou claro, mais uma vez, a razão. Ao invés da esmagadora maioria das tenistas, e dos tenistas, quando começam a errar as irmãs não se acovardam e se entregam. Saem batendo ainda mais, indo quase que para um “tudo ou nada” e suas consequências. Ou seja – ganham ou perdem jogando com coragem. E, consequentemente, como campeãs.

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quinta-feira, 2 de julho de 2009 Tênis Feminino | 13:32

Chega.

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O melhor mesmo é eu me afastar desse negócio de previsão, independente dos comentários dos meus leitores. Esse negócio de acertar tudo fica desagradável e causa uma expectativa futura que não é o perfil do blog nem a minha intenção. Além do que eu começo a mexer com os “odds” das apostas.

De qualquer maneira, um pesado manto de luto cai sobre o blog com a derrota de Eleninha, que jogou como nunca, e é verdade, e perdeu como sempre, nessas horas. E para não tirar o mérito de quem merece, perdeu naquela bola no set abaixo, 3×4, 30×40 e a Serena enfiou uma bola que, mostrou o tira-teima, caiu na pontinha da linha da forquilha. Vai ter coragem e acuidade assim lá longe. Até alí só dava Eleninha, que iria, então sacar para fechar 7/6 6/3. Venceu Serena, que é uma verdadeira vencedora.

A segunda partida – vitória de Venus sobre Dinara, eu não vou sequer comentar. Só sei que a família Williams vai ver um sabadão muito feliz. Venus já tem cinco títulos de simples em Londres. Serena tem dois. As duas tem três títulos de duplas e estão nas semifinais deste ano. Festa total.

Serena e Venus – vencedoras.

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