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Posts com a Tag thomaz berdich

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Aberto da Austrália | 14:04

O ex.

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Bem, graças à SKY, hoje podemos gravar programas e assistir quando quisermos – e sem comerciais!. Por isso devo assistir algo da partida pelas semis entre Berdich e Murray. Um confronto que promete. À parte da rivalidade, no bom sentido, entre ambos, e a disputa direta pelo ranking – Murray é #6 e Berdich #7 – os dois atualmente tem um crucial detalhe a mais a considerar. Pelo menos assim pensa o resto do mundo.

No ano passado, quando Murray anunciou a contrataçao de Amelie Mauresmo como técnica – e só podia ser ele, que adora ter a mae nas arquibancadas, a faze-lo (quanto será que a mae teve a ver com a decisao??) o seu circulo íntimo nao gostou nada. E chiaram. Em um primeiro momento Andy conseguiu contornar a situaçao. Mas nao durou.

Primeiro foi-se o preparador físico – aquele careca que sempre estava por perto – e em Novembro, após uma longa conversa, foi-se Daniel Valverdu, ex colega de treino na Espanha e que ficou cinco anos a seu lado como hitting partner (o cara que o aquece, treina com o tenista, come com o tenista e só, espero, nao dorme com o tenista – as mulheres top só treinam com eles, e nunca entre elas). O venezuelano se dava super bem com Ivan Lendl, com quem foi esperto o bastante para aprender. Mas o relacionamento com Mauresmo nao vingou e os dois acharam melhor a separaçao.

Meados de Dezembro Berdich descartou seu antigo técnico e o preparador físico. Contratou um preparador croata e Valverdu. Com a mudança radical, e na temporada que completará 30 anos, já devia estar pensando em dar um upgrade na carreira. Também chacoalhou a árvore.

Um detalhe – e isso já é lógica minha e nao um fato que eu tenha lido ou ouvido.

Nao é grande segredo que Berdich esticava um olho na direçao de Lendl, seu conterrâneo, desde de que este abandonou o barco de Murray. Deve ter insistido quando decidiu fazer e reviravolta na carreira. Lendl nao quer saber de viajar mais. É bem possível que Berdich tenha ouvido de Lendl que Dani Valverdu era o cara. Vale lembrar que o técnico declarou, mais de uma vez, a importância de Daniel no seu trabalho e na carreira de Murray e que tinha gostado muito de trabalhar com ele, Dani. Berdich comprou a idéia.

A vitória de Berdich sobre Nadal, que teve lá seus petelecos táticos, mostra o dedo de Valverdu. Na sua ultima entrevista no AO, Murray teve que responder a várias perguntas sobre o assunto. Se esquivou, dizendo que enfrentaria Berdich e nao o ex-técnico. Nao foi nem um pouco indelicado com o rapaz.

Mas deixou seu cutucao: disse que se Daniel sabe bastante de seu jogo, ele sabe o que Dani pensa do jogo de Berdich; “porque ele me disse”. Ouch

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Aberto da Austrália, Rafael Nadal | 18:16

Mudou?

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Assistir jogo no meio da madrugada ninguém merece. O Maraucci me diz que chegou às 5h da manha na ESPN para render seja lá quem for e que o jogo entre Nadal e Berdich já era. Naquela hora eu estava tendo todos os tipos de sonhos maravilhosos que um homem pode desejar – e posso garantir que Nadal e Berdich nao fazem parte de nenhum deles. Quando muito alguma bobagem com a Ester Satorova, atrás de seus óculos escuros e fazendo carinha de desamparada.

Entao? Bem, entao o Berdich ganhou do Nadal, algo que nao estava no radar de ninguém, a nao ser de um dos dois. Sim, porque de bobeira tamanha freguesia nao iria para o ralo. Eram 17 derrotas seguidas. Isso é um massacre para a auto estima de qualquer um. E uma injeçao de confiatrix para quem está na outra ponta.

Ou o Rafa entrou duvidando ou o Berdich estava viajando. Como milagres nao existem, é mais fácil acreditar que Nadal piscou e o outro aproveitou. O que nao seria de surpreender pelo tempo que o espanhol ficou longe das quadras.

O jeito que vou acreditar que o Berdich mudou – uma das alternativas acima – é se ele ir lá e ganhar o seu primeiro Grand Slam, algo que ele já deveria ter feito antes. Porque volume de jogo ele tem, mas sempre lhe faltou o que lhe faltava para bater Nadal (tem nome pra isso?). Aí sim eu vou começar a acreditar em papai noel. Mas, por enquanto, me contento se ele bater o MalaMalucoMurray. Esse confronto promete, pois um dos dois terá que vencer. Curiosidade: o checo lidera 6×4, inclusive as duas ultimas, em 2013. A Esterzinha pode ganhar horas extras nas tvs do mundo.

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segunda-feira, 27 de maio de 2013 Roland Garros, Tênis Masculino | 15:07

Vinte e dez

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São 8 horas e o frio invadiu a Central. Mas o local está fervendo. Monfils, que pela personalidade se inspira com a ocasião, está fazendo o melhor confronto da 1a rodada contra Berdich, como eu já havia cantado anteriormente.

A partida está no quinto set e três deles foram decididos no tie break. É o jogaço da rodada. São dois top 10 se enfrentando logo de cara – lembrando que o francês se contundiu um tempão e perdeu o ranking.

Monfils correndo como o diabo da cruz e Berdich dando paulada em tudo que aparece – e indo muito à rede, bem mais do q o normal. Nao tem jeito de dizer como isto vai acabar.

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sexta-feira, 29 de março de 2013 Tênis Masculino | 00:37

Tática

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Se não foi surpreendente, já que tinha um retrospecto positivo no confronto, a vitória de Richard Gasquet sobre o checo Thomas Berdich foi interessante de assistir. Primeiro, porque é sempre divertido assistir o francês, nem que só pelas suas esquerdas anguladas ou aqueles tapas maravilhosos na paralela valem o ingresso e os aplausos.

Mas há a tática também, já que a vitória sobre o tcheco mão pesada vem não só pelas suas habilidades, mas por uma rígida, interessante e pré determinada técnica. Como o Blog está muito bem frequentado, por diversos e determinados connosseurs do nosso esporte que nunca viram slice tão venenoso quanto o que vem da Basiléia, proponho um pequeno exercício para todos. Qual a principal característica(s) da tática usada pelo francês para bater o checo Thomaz Berdich pelo contundente placar de 6/3 6/3? Larguem suas raquetes, levantem do sofá e encarem o desafio. O acertador recebe um free pass para o melhor inferninho de South Beach.

Gasquet – lá vem slice…

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sexta-feira, 18 de maio de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 12:48

A identidade Berdych

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Algumas dúvidas e curiosidades devem ficar na mente dos fãs do tênis mais do que outras. Uma delas pode ser o do por que Thomas Berdych não tem ainda mais sucesso no circuito. Atentem para o “ainda mais”.

Frequenta o seleto clube dos Top10 há anos e seu melhor ranking é o atual #6. Sua melhor performance em Grand Slam foi a final de Wimbledon 2010, mesmo ano que foi à semis de Paris. Pouco, para o seu tênis.

O checo é dono de um estilo vistoso, agressivo, potente. Não é um paparra que fica rezando pelo erro alheio. Berdych vai para o pau. Se ganhar é obra dele, quando perde também. Neste detalhe reside seu valor e seu pecado.

A maior parte do tempo Thomas é um tenista perigoso, com golpes penetrantes, apurando e acuando oponentes, não os deixando respirar, graças ao seu amplo arsenal. Ótimos serviços, 1º e 2º, forehand e backhand flats que andam barbaridade.

Se conseguisse jogar razoavelmente no mesmo padrão TODOS os pontos, seria praticamente invencível. Não consegue.

E o que acontece, então?

É simples, mas deve ser complicadíssimo em sua cabeça. A maior parte do tempo Berdych é capaz de jogar em um determinado padrão com uma pequena oscilação, o que é totalmente compreensível. Esse padrão que o leva a grandes performances e vitórias.

Porém, contra tenistas perigosos, não necessariamente melhores que ele, mas estes inclusos, em determinados momentos da partida, aqueles momentos “da onça beber água”, Thomas joga em um ou mais degrau abaixo. Nesses momentos, o tenista mais inspirado, garrudo, atento, casca de ferida, pode entrar chutando a porta e roubar a partida do checo, que passou 97% da partida jogando muito bem e o resto não tão bem e às vezes pior.

Foi o que aconteceu, por exemplo, na final de Madrid – seu game de três aces seguidos e duas duplas faltas consecutivas se tornou um clássico inigualável – e hoje na derrota para Nadal. No 2º set, com 4×2 acima e serviço, jogou muito mal dois pontos. No 4×4 repetiu a dose. Poderia ter levado a partida para o 3º set e até ganhar. Mas foi embora mais cedo.

No entanto, para quem é fã do tênis e gosta de assistir boas partidas é um tenista imperdível. Nos faz sonhar com as possibilidades do improvável ao jogar tão reto e tão forte. Joga no constante limite dorisco, alguém que deveria empolgar um público que cresceu assistindo os clips da MTV e filmes como os da série Bourne. Uma ótima e interessante alternativa ao estilo “poupança”, conservador e com o mínimo de risco.

No entanto o tênis, na verdade o esporte, mais verdade ainda a atual sociedade como um todo, adora mesmo o super-vencedor, o que é compreensível mas limitante, sem mencionar a idolatria ao pseudo vencedor, aquele que “vende” uma imagem de sucesso e os idiotas compram sem pensar duas vezes, o que não é o forte deles, anyway.

Thomas Berdych não é nem um nem outro. Não passa de um excelente tenista, com golpes impares, resultados excelentes (para quem discorda pense em um Berdych brasileiro), sem um quilo de carisma, um humor e personalidade um tanto suspeitas, mas com uma namoradinha bonitinha que as câmeras de TV adoram. Ahh, tá de ótimo tamanho.

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Berdych – golpes retos e no limite.

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segunda-feira, 14 de maio de 2012 Tênis Masculino | 00:37

Contra pé na contra mão

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Não foi só alguns leitores que foram traídos pela ansiedade de ler algum comentário sobre a vitória de Roger Federer em Madrid. Até minha mãe, a mãe de todos os fanáticos pelo Federer, me chamou a atenção pela falta, com a elegância e educação de sempre, ao contrário de alguns raros idiotas, ou teria sido somente um?, que acham que ao escreverem aqui estão falando com a mãe deles.

Eu sempre digo que o tenista é, quando bom e acima de tudo, um administrado de crises. Tanto na visão micro como na macro. A conquista de Federer em Madrid deixa isso, mais uma vez, claro.

O suíço deixou de lado as distrações e focou nas soluções. Além disso, utilizou o vasto repertório para poder jogar de maneira variada, buscando alternativas para sua zona de conforto incomodada, como a de todos. Tentou aqui, tentou ali e foi levando até ficar com o título.

Teve sorte? A sorte acompanha os mais bem preparados. Administrou também as situações críticas, como contra Raonic e, especialmente, contra Berdich, na final.

Escorregou como todos, só que buscou o equilíbrio ou mesmo usou e abusou do talento maior para consertar golpes prejudicados pelo desequilíbrio.

Na verdade, essa foi um das benesses que trouxe essa quadra que deu errado pelo fator “escorregar demais”. Ela obrigou o pessoal sair da “caixa do conforto” e entrar na “caixa mágica”. Mostrou quem tem mais e quem tem menos capacidade de adaptação. Quem pratica um tênis agressivo e quem vive de contra ataques, sugando a energia do golpe alheio. Que nos fez ver também que tênis maravilhoso e agressivo tem o Berdich.

Como eu escrevi outro dia, e tão poucos sofasista repercutiram, o circuito europeu seria muuuuito distinto se houvesse mais quadras rápidas de saibro – como um dia Roland Garros foi – e menos “uniformidade”. Pela altitude ou pela maneira de preparar o piso. Não estou defendendo nem um nem outro, pelo contrário. Mas, como muitas coisas na vida, quando se há mais alternativas e contrastes, os que vão se sobressair são aqueles mais dotados – Darwin já explicou bem o assunto.

Madrid foi o torneio que chacoalhou o circuito que estava acomodado com a padronização que trouxe uma série de benefícios ao circuito. No entanto, como quase toda zona de conforto, por vezes é bom balançar o barco para ver quem sobra remando. Esta semana, ele, mais uma vez, mostrou porque é o tenista mais completo das ultimas décadas e quiça de sempre. Esta é para os não sofasistas – viva o contra pé!!

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Federer – um artista sempre criando.

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sábado, 20 de agosto de 2011 Tênis Masculino | 21:31

Final de Cincinnati

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A vitória de Andy Murray sobre Mardy Fish na semifinal de Cincinnati teve um sabor de vingança para o escocês. No ano passado ele foi eliminado pelo americano, que iniciava a reviravolta em sua carreira, em uma partidaça, resolvida no TB do 3º set. Além disso, o americano tinha 4 vitórias em 7 confrontos, o que devia ser um certo incomodo para o #4 do mundo.

Murray vai enfrentar na final adivinhem quem?  Ficar dando detalhes da temporada de Novak Djokovic está se tornando redundante. Mas já que é uma final, aqui vai. Sua vitória sobre Thomaz Berdich foi a 57ª do ano. Ele vai tentar vencer o 6º Masters 1000 da temporada, mais um recorde para o sérvio, que corre atrás de um outro recorde que daria muito o que falar, principalmente nos EUA; bater o de John McEnroe que, em 1984, venceu 59 dos primeiros 60 jogos da temporada. Ele precisa bater Murray na final de amanhã e mais dois jogos em Nova York, onde seria a grande vedete da mídia.

Só que o talentoso escocês não é flor que se cheire. Além de adorar jogar sobre o piso duro rápido, como o de Cincinnati, onde venceu em 2009, Murray e Djoko formam uma das grandes rivalidades da nova geração – ambos têm a mesma idade. Já se enfrentaram nove vezes, com seis vitórias do sérvio, sendo uma delas na final de Cincinnati de 2009, que faz parte da série das três vitórias consecutivas de Murray, que na época indicava que daria seu grande pulo, enquanto Djoko tinha suas dificuldades com o serviço e a definição de seu estilo, algo que, aparentemente, resolveu, e que o britânico não. Mas, quanto mais Djoko se aproxima de McEnroe, mais aumenta a pressão sobre ele. Talvez, por um lado, até seria bom para ele perder amanhã e chegar ao US Open com menos tititi e mais à vontade para o 3o título d GS da temporada, que deve ser sua grande meta do que resta da temporada.

A razão oficial de Thomaz Berdich para abandonar a partida de hoje, imediatamente após perder 0 1º set, depois de sacar em 5×4, será por conta do ombro, que sentiu na partida anterior. Mas para mim, a razão é exatamente aquela que o separa de um jogador como Rafael Nadal, que nunca faria um papelão desses e que, não custa lembrar, foi uma das características de Djokovic que sumiram em sua nova e vencedora fase. Alguém sacar para vencer o set em uma semifinal, deixar escapar, perder 11 dos 12 pontos seguintes e ir á rede apertar a mão do adversário exige uma personalidade que não condiz com a de um grande campeão.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010 Tênis Masculino | 23:47

Ceia

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Passei o dia na rua acertando tarefas inadiáveis e estou cansado. E apesar de perder a vitória do Murray sobre o Pança Nalbandian – fico imaginando se o escocês jogou muito ou o argentino jogou pouco – não pude deixar de assistir a partida entre Federer e Berdich e, por fim, deixar minha opinião por aqui.

PARTIDAÇA.

É sempre uma maravilha, e “a thrill”, acompanhar uma partida repleta de emoções aliadas a um volume técnico exuberante. O que os dois jogaram foi de encher os olhos. E o que nos apresentaram de determinação pela vitória foi de encher o coração.

Quem viu, viu, quem não viu, perdeu.

Faz tempo que eu não via o Federer demonstrar querer tanto uma partida fora do cenário de GS. Dava para ver que ele veio para a quadra com o tcheco atravessado na garganta. É muito mais interessante ver o suíço jogar dessa maneira, aliando seu talento com uma vontade inquestionável, do que vê-lo quando a soberba lhe inunda, deixa o descaso tomar conta de seu coração e acaba sendo derrotado por velhos fregueses.

Hoje ele também esteve às portas de perder, após dar uma “travada” no fim do segundo set, na hora da onça beber água, quando chegou a dar duas duplas faltas em um game que lhe custou o set.

No terceiro set Berdich, aproveitando a brecha emocional do oponente, abriu 4×2 e foi sacar no 5×4, verdadeira hora da onça beber água. Foi o game da partida. Os dois voltaram à quadra saltitando como boxeurs, sob os aplausos e gritos das arquibancadas, todos deixando transparecer a importância do game.

Só mesmo quem já sacou para fechar um jogo difícil e repleto de importâncias paralelas para saber como é a adrenalina bombando nas veias e mexendo, para cima e para baixo, com a qualidade dos golpes. Os dois jogaram muito, considerando a importância e as circunstâncias.

Foram quatro ou cinco break-points para Federer, que não conseguia igular o set, enquanto Berdich não conseguia criar a vantagem e o match-point. Partida para se assistir na beira da poltrona e chutando sem querer a quina da mesa de apoio.

Brigando, segurando, soltando, apelando, arriscando, sliçando e drivando Federer finalmente quebrou levando o estádio ao delírio.

O tie-break foi uma dureza para Thomaz Berdich que esteve, momentos antes, tão perto e tão longe da vitória. Federer fechou a partida e deixou escapar um breve e simbólico sorriso por uma vitória que ele sabia ser crucial para seus planos de voltar a ser numero dois do ranking, e mais, sonhar mais realisticamente com mais uma conquista em um Grand Slam. Para fazer isso terá que manter a vontade que parecia ter perdido, e agarrar uma confiança que ainda não recuperou.

Agora entram em quadra Djokovic e Chardy; um antepasto após uma ceia – eu vou dormir, na caminha.

Federer – sorriso perceptível.

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