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Posts com a Tag serena williams

quinta-feira, 25 de novembro de 2010 Tênis Feminino | 14:34

Balzaquiana #1

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Considerando os seus 29 anos, a contusão de Serena Williams que a forçou a antecipar ontem que estará fora do Aberto da Austrália em fins de Janeiro, onde já foi penta campeã, tem uma dimensão maior do que à primeira vista.

Primeiro porque o seu ranking de #1 do mundo vai para a beleléu. Segundo e por aí afora, ela já perdeu os primeiros meses da temporada 2010 por conta de uma contusão no joelho e agora não joga desde Wimbledon – e não joga tão cedo.

Como já escrevi anteriormente, a real situação de como ela cortou o pé e danificou ligamentos foi contada, por ela, bem por cima. No fundo é um mistério. Ela celebrava a conquista de Wimbledon, em uma bar/restaurante em Munique, quando, descalça, ou em outra versão de sandálias, pisou em cacos de vidro e lá se foi o pé, a temporada, o Aberto da Austrália, o #1 no ranking e sabe-se lá mais o que. Ela chegou a jogar uma exibição logo após o acidente com Cljisters, em Bruxelas, mas acabou mesmo passando por uma cirurgia. Hoje ela diz que a contusão provavelmente piorou por conta de ter feito mais do que devia muito cedo na recuperação – o que não é tão insólito.

Como a moça está prestes a se tornar uma balzaquiana e tem inúmeros interesse fora das quadras, muitas coisas podem passar por sua cabeça. Mas, se for esperta, o que acredito, não vai largar as quadras, onde é a melhor do mundo, para ser, por exemplo, como gostaria, atriz ou desenhista de moda. Porque aí, além de não ganhar vai perder.

Serena e sua bota.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 14:15

Ausência sentida

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Grandes expectativas podem se tornar grandes dramas. Havia uma enorme expectação sobre a presença de Serena Williams no Aberto dos EUA 2010, em virtude dos acontecimentos no ano passado, quando a tenista ameaçou uma juíza de linha, que terminou com sua desclassificação na partida contra Kim Cljisters, incidente que lhe gerou muitas críticas, assim como à federação americana, que preferiu se fazer de boba a punir a sua melhor tenista da década.

Bem, o drama seguirá, por enquanto, sem um final feliz, já que Serena não jogará em N. York, alegando uma contusão. Como sempre, a moça não dá maiores explicações sobre suas contusões, o que sempre foi uma de suas atitudes perante o circuito.

O que se sabe, através de pessoas a ela chegadas, é que logo após Wimbledon ela cortou a parte de cima de um pé em um incidente em um restaurante em Munique, do qual ninguém dá maiores detalhes. Ela não joga desde então, passou por uma cirurgia e só deve voltar a jogar no Aberto de Tóquio, no fim de Setembro.

Serena enviou um texto, através de seu agente, dizendo que a ausência este ano é um dos “momentos mais devastadores de sua carreira”. Imagino se mais devastador do que o do ano passado.

O torneio respondeu que “sua ausência será sentida, mas o torneio é sobre a competição e os jogadores em quadra e o evento será memorável como sempre”, o que não me pareceu exatamente uma declaração de amor.

O que ela enviou pessoalmente, que também gerou o maior bafafá, foi uma mensagem pelo Twitter durante o recente torneio de Los Angeles. Parece que ela pediu ingressos para amigos e o torneio não deu. Ela tuitou que isso era uma ofensa a ela e tudo que fez pelo tênis americano e completou dizendo que as pessoas deveriam boicotar o torneio.

Por essas e por outras que o relacionamento de amor e ódio entre as irmãs Williams e o tênis americano segue, mesmo que por vezes o drama seja público e por muitas não o seja.

Ahh, Jo W. Tsonga e Tommy Haas tambem avisaram que não jogam.

Serena e seus amigos no U.S. Open.

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sábado, 3 de julho de 2010 Tênis Feminino | 13:30

Década Williams em Wimbledon

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No intervalo do jogo Argentina x Alemanha coloquei de volta no televisionamento de Wimbledon e estava lá a Serena, com o troféu nas mãos e à frente de um quadro de madeira com o nome de todas as campeãs de Wimbledon. Com a câmera em cima dela, sorriu, virou-se para o quadro e com o indicador foi contando, alto, os títulos das irmãs Williams. Nos últimos 11 anos as irmãs ganharam nove (5 Venus e 4 Serena), além dos quatro títulos juntas em duplas. O que mais é preciso escrever a respeito?

Sei que os ingleses só levantam estátuas de seus próprios heróis, algo compreensível. Talvez um dia, quando não mais competirem, os americanos venham homenagear as irmãs como elas merecem – afinal um dos estádios em Flushing Meadows tem o nome de Louis Armstrong e duvido que um grande clube de jazz venha a ser chamado de Irmãs Williams.

Como já nomearam um dos estádios com o nome de um tenista negro – Arthur Ashe – e o complexo com o de uma mulher – Billie J. King – ambas nomeações políticas, acima de tudo, fica a duvida para quem, um dia, será nomeado o outro estádio em Nova York. Lembrando que não faltarão nomes e egos que  se acharão à altura da honra.

Irmãs Williams em Wimbledon – A Força.

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terça-feira, 29 de junho de 2010 Tênis Feminino | 19:24

Tremidas, mandigas e encrencas

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É interessante ver como atualmente mais e mais tenistas conseguem jogar de igual com as irmãs Williams, mesmo quando estas jogam bem. O tênis feminino mudou bastante e, ainda bem, continua mudando.

As moças são mais fortes do que eram alguns anos atrás e conseguem bater na bola com força e técnica. É uma pena que não apareçam mais com um estilo mais vistoso, tipo Henin, mas essa ausência é uma realidade também no masculino. O que está totalmente fora do padrão é o saque das mulheres. Nesse fundamento o tênis feminino está bem atrasado.

A chinesa Na Li não vai dormir hoje. Alias, vai mesmo é para o chão se o técnico/maridão decidir jogar duro. Seu jogo com a Serena estava equilibradíssimo, 5 x 5, 40 x 0, saque da Li quando a chinesa tremeu. Foram duas duplas-faltas e outras peripécias para perder o saque, o set e o jogo.

Se é para falar de tremida, será que dá para falar em padrão no feminino? Kanepi, a estoniana – será que é isso mesmo? – abriu 4 x 0 no 3º set, 5 x 2 e deixou a habilidosa canhotinha Kvitova rir por ultimo 8 x 6. Como a moça vai dormir sabendo que tinha essa vantagem, tremeu e perdeu? O tênis é cruel, e mais cruel ainda sou eu, sabendo dessa dificuldade e de fora criticando a moça.

A búlgara Tatiana Pironkova deu um chocolate (6/3 6/2) na penta campeã de Wimbledon Vênus Williams. E sem apelar para balões e outras mandigas de pangarés. Enfiou mesmo a mão na bola e usou variações de golpes, inclusive atraindo a americana à rede para passá-la.

Vera Zvonareva é uma tenista bem sólida e não é de hoje. É sempre uma encrenca. Hoje conseguiu manter o padrão, o que nem sempre consegue fazer, e eliminar a queridinha Kim Clijsters, uma tenista que vence ou perde sempre do mesmo jeito.

Semifinais femininas na quinta-feira: Serena x Kvitova e Zonareva x Pironkova. Eu torço por finalistas inéditas.

Apesar das surpresas e tudo mais, quem brilhou hoje no All England foram as duas aposentadas Kournikova e Hingis. No torneio de veteranas elas eliminaram as britanicas Hobbs e Smith.

Pironkova, Kvitova e as aposentadas.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009 Tênis Feminino | 20:48

FALANDO ALTO EM MURMURIOS

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A FIT finalmente vestiu as calças e divulgou a punição a Serena Williams pelas ofensas e ameaças à juíza de linha que lhe aplicou um foot fault em momento crucial da partida pelas semifinais do U.S. Open contra Kim Cljisters.

São U$82.500,00 de multa, que pode ser dobrada se nos próximos dois anos ela cometer alguma falta grave em torneios de Grand Slam. Além da multa, ela seria suspensa do U.S. Open se cometesse tal falta. Não me perguntem o que é uma falta grave, já que nem a FIT sabe determinar. A pessoa que determinou a punição chegou ao nirvana da lógica ao afirmar que uma “falta grave” é algo que possa ser caracterizado como uma falta greve. Ahh, sim! Acho que, se ela realmente tentasse enfiar uma bola garganta abaixo de uma juíza de linha, a tal falta seria caracterizada.

Trocando em miúdos, ela paga a multa e não apronta nenhuma grande baixaria, o que até hoje eu não lembro de ela tê-lo feito anteriormente, e estamos conversados.

A multa é a campeã desde de que a mulher de Jeff Tarango enfiou a mão na cara do juiz francês que trabalhou em uma partida sua em Wimbledon, há mais de 20 anos atrás. Vale lembrar que a mulher do Tarango, um dos maiores malas que o circuito já teve que aguentar,era francesa e conhecia um juiz de outros carnavais.

Uma coisa é o tenista reclamar, ser chato, desagradável, tentar garfar, e até mesmo fazer uma reclamação mais incisiva. Outra é aquilo que Serena fez em quadra e naquela circunstância. Nos EUA aquilo dá cana. No entanto, no passado já vimos a ATP, aquela do Agassi, se omitir até em casos como o do Marcelo Rios ofendendo o juiz brasileiro Carlos Bernardes de coisas pior do que a Serena falou e ficar por isso mesmo.

A multa falou alto, a punição foi um murmúrio. Se o pessoal tivesse mesmo coragem e Serena não fosse a #1 do ranking ela ia ficar em casa um bom tempo assistindo tênis pela TV. Mas então os australianos seriam penalizados e por isso chiaram. A Federação Americana, que deveria ter agido, ficou o tempo todo fingindo que não era com ela. A punição de hoje é o resultado de centenas de horas de conversas entre todos os envolvidos. Muito mais um meio termo do que uma punição.

Clique aqui e assista ao vídeo

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009 Tênis Feminino | 13:06

Culpa

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A Federação Americana reflete a culpa do resto da sociedade americana e segue se eximindo de punir a baixaria de Serena Williams no Aberto dos EUA. Logo após o incidente eles prometeram agir imediatamente; averiguando e punindo. Averiguar o que? Todo o mundo assistiu a agressão verbal e as ameaças. Quanto ao que a mocinha falou é só perguntar àquela juizinha que, na verdade, não deveria nunca mais entrar em uma quadra de tênis. Só que o que ela fez não justifica a que a Serena fez.

Se a Serena fosse branquinha, ou pior ainda, russa ou imaginem argentina, teria tomado um gancho que estaria considerando virar dona de casa. Mas a culpa, e o fato da moça ser a primeira do ranking mundial, não deixa os dirigentes agir.

Agora veio à cena Patrick McEnroe, capitão do time da Copa Davis e chefe do programa de desenvolvimento da federação, declarando que não faz sentido punir a moça a essa altura do campeonato. Ele argumenta que já passou muito tempo e os punidos seriam os australianos, que ficariam sem a tenista em seu Grand Slam.

Patrick não deixa de ter razão, mas, ao que parece, essa era a estratégia dos americanos, que usaram seu contratado para lançar a idéia pela mídia. Patrick critica a falta de atitude da federação, mas lança a desculpa perfeita para não agirem.

Agora os australianos também pressionarão o FIT para que tudo fique como está e que o incidente seja varrido para debaixo do carpete. Vamos ver como fica. Lembram quando a gente falava que nos EUA essas coisas não acontecem??

serena_585x350_628439a Serena delicadamente explicando que não foi foot-fault.

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:16

Uniformes

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Já que mais de um leitor mencionou o novo uniforme do Rafael Nadal e a ausencia de uniforme da Serena Williams, aproveito para publicar fotos de ambos e mais uma de bonus.

Nadal inaugura no Oriente uniforme com camisetas verdes e shorts azul marinho com traços verdes/brancos. O rapaz vai, aos poucos, se afastando do estlio Hulk. Aliás, alguem podia dar um toque ao Del Potro – aquelas camisetas não caem nada legal para ele. O cara não tem físico para isso.

Serena, que não parece ter muita cerimônia em tirar a roupa em público, brindou os leitores da revista ESPN americana – os fãs brasileiros do canal aguardem por novidades nessa área – com o estilo peladona, sem mais nem menos.

Já Jelena Jankovic, que tambem não faz muita cerimônia para mostrar o bumbum em quadra, desta vez esbanjou bom gosto com seu uniforme lilás da marca chinesa ANTA – sem trocadilhos e sem mencionar as pernas da moça, please.

nadal-beijing-5

espn serena

TENNIS-WTA-ATP-CHN

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:42

Saco de gatas

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Não é a toa que não levo o tênis feminino tão a sério como o masculino. Preconceito? Não, só mesmo uma outra dimensão, uma outra qualidade. Tem lá seus encantos, suas emoções, mas é um mundo, um espetáculo diferente.

Atualmente está mesmo um saco de gatas. As melhores tenistas não conseguem se manter, vencer os grandes eventos, nem administrar seus emocionais.

Qual a tenista numero 1 do mundo? Não me perguntem, porque dependendo do critério é uma, e a semana que vem pode ser outra, e se o critério for outra então! Se depender do ranking da WTA – que segundo a Serena Williams não vale o saiote rosa que ele usa achando que é um objeto de desejo e de alta-costura, e na verdade é só mais uma ofensa ao bom gosto – é a Dinara Safina. Será que é mesmo?

De qualquer maneira, já faz algum tempo que o circuito feminino não tem nem pé nem cabeça – talvez tenha outras coisas. Ou alguém se convence  que faz algum sentindo a Kim Cljister abandonar a carreira, ser mãe, voltar após mais de dois anos, jogar uns três torneios e vencer um Grand Slam?

Agora, a Aninha Ivanovic, que eu já chamei de Ivanisevic, talvez tentando passar alguma boa vibração para aquele serviçinho empurradinho, perde mais uma primeira rodada e diz, novamente, que deu para ela esta temporada. Estamos em Outubro e a moça já largou duas vezes.

A Safina perdeu na 2ª rodada em Pequim – número 1 do mundo perder na 2ª rodada não é exatamente normal – desta vez para uma convidada dos chineses e #226 do ranking. Isso, após perder, na semana passada, na 2ª rodada para uma qualifier de Taiwan cujo ranking é melhor nem saber. Para não ficar devendo, Venus Williams também se foi na 2ª rodada, perdendo para uma russa, Anastasia Pavliuchenkova.

Para não ficar só nas tristezas, Maria Sharapova, que vai jogar aqui em São Paulo ainda este ano, venceu um torneio após um jejum de 1 ½ ano. A russa bateu a sérvia Jankovic, que abandonou com dores no braço ainda no 1º set. Maria já foi a 1ª do mundo, perdeu quase todos os pontos e está de volta ao 15º lugar.

Para movimentar mais um pouco o circuito, se Serena Williams vencer sua próxima partida em Pequim, contra a russa Ekaterina Makarova, volta a liderar o ranking da WTA, o que talvez seja a melhor coisa para a Safina, já que a irmã caçula do maluco/beleza carregou esse título como se fosse uma cruz e debaixo do chicote.

Isso eu tenho que reconhecer na Serena. Ela pode ser uma mala sem alça, mascarada no “urtimo”, arrogante como ela só, de um mau gosto de dar dó, mas ela carrega a faixa de “número um” com muito mais confiança do que as outras.

SERENA_WILLIAMS_BIG_BLACK_BOOTY                 

Serena de pinky e Dinara sofrendo.

     Dinara-Safina

 

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quinta-feira, 2 de julho de 2009 Tênis Feminino | 13:32

Chega.

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O melhor mesmo é eu me afastar desse negócio de previsão, independente dos comentários dos meus leitores. Esse negócio de acertar tudo fica desagradável e causa uma expectativa futura que não é o perfil do blog nem a minha intenção. Além do que eu começo a mexer com os “odds” das apostas.

De qualquer maneira, um pesado manto de luto cai sobre o blog com a derrota de Eleninha, que jogou como nunca, e é verdade, e perdeu como sempre, nessas horas. E para não tirar o mérito de quem merece, perdeu naquela bola no set abaixo, 3×4, 30×40 e a Serena enfiou uma bola que, mostrou o tira-teima, caiu na pontinha da linha da forquilha. Vai ter coragem e acuidade assim lá longe. Até alí só dava Eleninha, que iria, então sacar para fechar 7/6 6/3. Venceu Serena, que é uma verdadeira vencedora.

A segunda partida – vitória de Venus sobre Dinara, eu não vou sequer comentar. Só sei que a família Williams vai ver um sabadão muito feliz. Venus já tem cinco títulos de simples em Londres. Serena tem dois. As duas tem três títulos de duplas e estão nas semifinais deste ano. Festa total.

Serena e Venus – vencedoras.

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quinta-feira, 9 de abril de 2009 Tênis Feminino | 13:10

Desculpas e sinceridade.

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O ranking feminino segue sendo um cassino. Agora sai Serena Williams e entra Dinara Safina. Não vou precisar escrever muito sobre o assunto. Faço minhas as palavras da própria Dinara, que herdou um pouco da transparência que sempre afetou e ilustrou seu irmão.

Dinara afirma que está orgulhosa, mas que preferia chegar ao topo do ranking de outra forma. Ou seja, vencendo algo de impacto. Por isso diz que nos próximos meses terá que provar a todos ser merecedora da honra.

Dinara, assim como Jankovic recentemente, chegou ao topo sem nunca vencer um GS. Como não jogou bem em Indian Wells e Miami, chegou graças aos percalços da atual #1, Serena Williams, que perdeu a final de Miami, e com isso os pontos, no Sábado e, esta semana, jogando sobre o saibro, sem nenhum tempo para fazer o ajuste, perdeu na primeira rodada do Torneio de Marbella, onde, aparentemente, apareceu só para pegar um caminhão de Euros e perder para a perigosa Klara Zakopalova, #99 do ranking.

Mais uma vez a americana, que é a rainha das desculpas, justificou a derrota por conta da contusão. Até onde eu saiba, atleta contundido não deve competir. Mas isso é no mundo real. Prefiro a sinceridade da Safina.

Serena, quando muito, aproveitou a praia em Marbeilla, para a felicidade de Safina

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