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Posts com a Tag Roger Federer

quinta-feira, 24 de setembro de 2009 Copa Davis, Tênis Masculino | 11:31

Logo de cara.

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Dos confrontos sorteados para a primeira rodada do Grupo Mundial da Copa Davis 2010 dois se destacam.

A Sérvia recebe os EUA. Djoko e Tipsarevic vão ter a oportunidade de fazer uma recepção bem calorosa para os americanos. Será que eles vão para o saibro, já que Blake, Roddick, Querrey e outros menos cotados são razoavelmente ignorantes nesse piso? Não que Tipsarevic seja lá muito esperto na terra, mas Djoko pode fazer a diferença. Os sérvios têm ainda Zimonjic para as duplas e os americanos, suspeito, vão ter dificuldades em levar os melhores.

Mas o grande jogo da primeira rodada vai ser Espanha x Suíça no saibro espanhol. Isso se Nadal e Federer jogarem. Não sei qual eram os planos de ambos quanto a participação em uma primeira rodada. Mas agora, com esse sorteio, aquele que não jogar vai ficar parecendo que fugiu da raia. A ver.

O Brasil, que ficou no Zonal, aguarda o vencedor de Uruguai x Rep. Dominicana. O vencedor dessa chave enfrenta o vencedor de Canadá x Colômbia. Teoricamente devemos ter mais uma chance na repescagem.

federer_nadal_600 Rivais na Copa Davis

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quinta-feira, 17 de setembro de 2009 Light, Tênis Masculino | 18:56

Almoço familiar

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Estava lendo os comentários dos leitores e pensando no impacto que a derrota de Roger Federer teve em sua carreira  – considerando que ele deixou de ganhar seu 16º GS e uns U$800 mil de prêmio, diferença que dava para fazer uma festa com as crianças ali na FAO Schwarz, não muito longe do hotel onde ele ficou.

Por outro lado, o rapaz não tem que provar mais nada a ninguém em termos de conquista, o que é um alívio na vida de qualquer um. Para melhorar o seu (o dele) astral, o suíço chegou aos U$50 milhões em prêmios, só como que ganhou na 1ª rodada do U.S Open, o que também deve fazer um bem danado para o bolso, o ego e alma de quem não chegou aos trinta. Percebam que não acrescentei um centavo de contratos mil.

Acho que a D. Ruth ficou mais chateada do que ele. Meu sobrinho disse que no meio do quinto set, para a surpresa e irritação do novo financista da família, a digna senhora simplesmente levantou-se e desligou a TV, alegando que o Federer não estava jogando bem e fim de papo. Os argumentos realistas do jovem, do tipo que o jogo não acabara, que queria ver o fim (suspeito que intimamente ele torcia pelo argentino – neto desnaturado) e que torcedor é para a vitória e a derrota, foram simplesmente ignorados enquanto ela providenciava um chá de camomila para acalmar os nervos.

Hoje ela apareceu aqui em casa para almoçar. Queria tecer e, suspeito, em uma surpreendente recaída, ouvir os comentários do filho entendido no tênis. Preferi investir na bela massa que estava a nossa frente e em conversas mais familiares, que normalmente podem até terminar mal. Uma coisa é certa; tentar uma conversa lógica, tranquila e equilibrada sobre o desempenho do campeão na final não ia melhorar nosso relacionamento.

E se ele diz que não está nem aí com a derrota, porque eu vou estragar o meu almoço em tão querida companhia?

new-york-storefront As gemeas ficaram sem o ursinho.

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terça-feira, 15 de setembro de 2009 Tênis Masculino | 14:07

Analisando a final masculina

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Já percebi que a maneira que sou obrigado a me concentrar quando realizo comentários na TV, me dificulta lembrar adequadamente os detalhes para analisar a partida posteriormente.

Como a maioria dos leitores acompanhou a partida não é necessário repassar. Fico então, até pelo exercício de memória, com os momentos e detalhes que fizeram a diferença.

Federer entrou em quadra confiante e jogando o seu melhor tênis. Variava os golpes magistralmente e ainda pincelava com apropriadas subidas à rede. Há muito tempo que eu não o via jogar como no 1º set.

Delpo entrou hesitante e errando muito, especialmente a direita, seu golpe que mais vacila sob ataque e em momentos tensos. Assim como muitos tenistas, o seu golpe mais arrasador é também o que pode cometer mais erros quando atacado.

O plano de jogo do suíço funcionou à perfeição até um set acima, saque, 5×4 30×0. O rapaz vai pensar uns bons dias no que aconteceu dali para frente. Acabou perdendo o game, o tie-break e o set. À parte de não ter quebrado, por pura acomodação, Delpo uma segunda vez consecutiva logo no início do segundo set, quando teve dois break-points. Se vencesse o segundo set acabava emocionalmente o jogo. Congelou o suíço ou o argentino, se vendo definitivamente contra a parede mostrou o seu melhor? Lembram da passada de direita na corrida no 30×30? E logo em seguida, set point, a mesma bola. As bolas do jogo.

Até então Delpo jogava com receio quando o suíço subia, tentando lobinhos inócuos que não lhe ganharam um ponto sequer. Naquele game foi para a passada em duas oportunidades, surpreendendo o adversário.

Federer terá que digerir ainda ter deixado escapar a oportunidade de fechar a partida no 5×4 do quarto set, quando esteve a dois pontos de ganhar o torneio. Assim como perder os dois tie-breaks da partida, logo ele que tem um excelente retrospecto – bem melhor do que o de Delpo – nessas ocasiões. Mais ainda, e isso nem sei se vai pensar, teria que analisar por que deixou de variar os golpes, em especial o slice, quando o argentino começou a jogar bem.

Mas como em qualquer vitória em cinco sets, especialmente uma final, o resultado não foi consequência dos erros do derrotado. Delpo soube ficar na partida, não largar o osso e levantar seu padrão em momentos decisivos.

A partir de um momento, ao contrário do que vinha fazendo contra outros adversários, Delpo tirou a mão do 1º serviço e passou administrar a altíssima porcentagem – 75% – de primeiros serviços em quadra, o que tirou o adversário de cima de si e lhe deu espaço para trabalhar os games.

Soube também, e aí sua maior virtude tática na partida, reverter o resultado da estratégia do adversário de atacar sua direita. Até o crepúsculo do segundo set, só empurrava – pelo menos para seu estilo – a direita. Após a passada na corrida, deixou de ser alvo e passou a soltar os tiros, até chegar àqueles golpes ridículos, tamanha a força que começou a gerar, acertar e intimidar com a direita. Varreu o adversário da quadra.

Coroando sua vitória, Delpo soube administrar o emocional quando encostou e quando passou à frente, ficando claro que poderia vencer a partida. Se isso não fizesse, teria dado ao grande campeão uma oportunidade de voltar à partida – o que não aconteceu. Fechou-lhe a porta e agarrou a taça.

Assistam, logo no início do vídeo, as duas passadas que mudaram a partida.

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segunda-feira, 14 de setembro de 2009 Tênis Masculino | 15:38

A final masculina

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O campeão fica com U$1.6 milhão e o vice U$800 mil. Del Potro foi o 3º do US Open Series e tem U$125 mil de bônus se perder e U$250 se vencer.

O campeão recebe 2000 pontos no ranking o vice 1000.

É o 1º latino-americano na final do US Open desde 1977, quando Vilas venceu na terra de Forest Hills.

Independente do resultado Federer será o 1º e Del Potro o 5º do próximo ranking.

Federer venceu os 6 confrontos com Del Potro. Tres este ano. Um deles, na semi de RG, 6/4 no 5º set.

Os dois venceram 18 sets e perderam dois.

Federer passou 12:54 h e Potro 14:04 h em quadra.

Federer tenta vencer pela 6ª vez consecutiva. Em todas as finais teve adversários diferentes.

A última vez que perdeu foi em 2003 para Nalbandian.

Federer chegou a 22 semifinais consecutivas – recorde absoluto.

Federer é o primeiro a chegar a todas as finais de GS na mesma temporada em três ocasiões.

Federer tenta vencer seu 16º GS. Também inédito.

Federer tem 40 vitórias consecutivas no US Open. Na sua frente só Bill Tildem com 42.

Se vencer será seu 40º título em quadras duras.

Del Potro foi responsável pela pior derrota de Nadal em GS.

Del Potro tem 20 anos e 355 dias.

Seu melhor resultado em GS foi a semi em RG 09.

É o 6º argentino a chegar a uma final de GS.

Gaston Gaudio foi o ultimo não europeu a a vencer um GS, em RG 04.

É a 4ª final do argentino este ano. Venceu Auckland e Washington.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009 Light, Porque o Tênis. | 12:32

Irritação e qualidade

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Às vezes fico um pouco irritado com a posição de alguns leitores, e outros torcedores que encontro por aí afora, e o desdém que encaram a imensa maioria dos tenistas, com a exceção daqueles que elegeram como ídolos. O que mais me irrita é a maneira como chegam a desprezar qualquer um que não esteja ganhando Grand Slams ou brigando diretamente para tal. O negócio chega a ser tão ridículo que tentam menosprezar jogadores de enorme qualidade como se fossem pouco mais do que meros carregadores de malas em aeroporto, sem desmerecer a classe.

A maioria dessas pessoas não tem muita, ou nenhuma, ligação com o esporte. Se tem a escondem muito bem ou, pior, não tem nenhuma estima pelo que fazem. Não descarto também a possibilidade de simplesmente desmerecerem outros por conta da frustração interior de não conseguirem se sobressair em algo. Sei lá o que é, mas é irritante.

Desconhecem as dificuldades enfrentadas para se tornar excelente em uma atividade qualquer, em especial a esportiva, e, mais em especial, a tenistica. Isso porque o tenista, para se sobressair, tem que comer a pão que o diabo amassou por toda sua adolescência e mais um tanto, além de possuir, e construir, uma série de qualidades. E essas qualidades têm que, lógico, ser em maior número e mais fortes do que as deficiências que todo ser humano carrega. Ao contrário de um atleta de salta com vara, por exemplo, tem que ser execente técnica, fisica e emocionalmente, além de lidar com um adversário tentando destruí-lo. Quando escrevo sobressair, lembro os milhares que naufragam antes de se posicionar entre os profissionais que tem uma carreira dentro do tênis – algo ali em torno dos 150 do ranking mundial.

Tenho certeza que a maioria dos meus leitores ficaria contente se, entre os 20 e 30 anos de idade, pudesse gerar uma renda semelhante a esses indivíduos ou, mais realistamente, se pudesse gabar de estar entre os, digamos, 100 melhores do mundo em suas respectivas atividades. No meu ponto de vista, qualquer pessoa dentro dessa categoria é uma pessoa que demanda respeito.

Para não me alongar no assunto – já que o tempo médio do leitor no site é de 02:18 minutos por visita – lembro que o tênis é um esporte para se curtir como certas outras atividades na vida. Existem coisas intrinsecamente intuitivas e universais para se apreciar – uma bela paisagem, uma bela forma, uma mulher boa, ou qualquer coisa de gosto pessoal.

Outras exigem que se aprofunde para serem apreciadas de fato. Um bom quadro, uma boa música, um bom vinho, muitas outros gostos adquiridos e, atento, uma boa mulher. Porque senão se corre o risco de tomar sangue-de-boi como se fosse um vinho de qualidade – um dos 100 melhores do mundo, por exemplo – pendurar o quadro de um contemporâneo enganador como se fosse um artista telentoso, e se babar por uma bunduda qualquer como se fosse uma boa mulher. Aliás, mais uma razão porque admiro tanto Federer como Nadal. Eles sabem o que um bom homem precisa. E não é de uma mulher boa.

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terça-feira, 25 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 13:30

Nossa Senhora!

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Nossa! A idéia me veio à cabeça naqueles instantes anteriores em que cedemos nossa consciência e caímos no sono. Tenho uma técnica infalível para adormecer – a qual não abro nem a pau Juvenal – que inclui esquecer qualquer coisa a ver com o mundo prático e mergulhar no delicioso universo da fantasia. Foi ali, naquela vulnerabilidade que a idéia me assaltou.

Suspeito que tal intrusão foi motivada por uma leve culpa, veneno que nos faz sofrer e sobressaltar, que rondava o coração por conta de não ter escrito, ainda, um post sobre a vitória de Roger Federer em Cincinnati. Premeditado, porém sem maldade. Afinal, meus leitores merecem um pouco de diversidade na vida, ou pelo menos no blog.

O que eu iria escrever? Que o Roger jogou bem, está em ótima fase, viajando na confiança? Grande novidade. Descrever os aspectos técnicos e táticos é sempre interessante, para mim e, espero, para os leitores. Gosto também do lado emocional, no entanto, percebo, ser um tanto mais subjetivo para leitores mais “torcedores” que vêem neles razões obscuras para enaltecer ou denegrir momentos de seus favoritos. Mas, após a conquista inédita de 15 Grand Slams, Cincinnati pareceu “só” mais um mero título para o suíço; quase cotidiano.

Fora isso, como meu pai nunca me deixou esquecer, de uma maneira nem tanto agradável, sou um pouco rebelde. Acaba o jogo é já vem o leitor exigindo? Quem tem tal obrigação é funcionário público, apesar de serem os que menos aparentam tê-las. Eu preciso de, e adoro ter, inspiração para o trabalho. Estou aqui por ser um entendido, mas, acima de tudo, um apaixonado. E, como toda paixão, não deve ser negada nem forçada. Confesso, porém, que isso é mais bonito escrito do que sempre realidade.

De volta àquele momento mágico quando a idéia me invadiu, a reação natural foi: Nossa, Nossa Senhora!! Desculpem a blasfêmia; mas e se for isso?

Imaginem que agora, ao invés de desmotivado, desinteressado e estressado pelos recordes conquistados, o que não seria de todo surpreendente, o campeão percorra caminho inverso. Imaginem que, por conta da mesma razão acima e da ampliada felicidade familiar, com a chegada das duas pequerruchas, o cara fique mais feliz, solto, à vontade, inspirado. Ele, um tenista que depende bastante da criatividade intuitiva e de uma maneira depreendida e confiante de jogar, do que será capaz? Nossa Senhora!

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domingo, 23 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 06:17

O esperado.

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Os dois resultados das semifinais – vitórias em dois sets – confirmaram o que era esperado. Murray já não tinha o mesmo gás pela sequencia de jogos, fora a tal viagem de carro, e Nadal ainda procura seu momento ideal.

Pode-se dizer que ambos os derrotados fizeram o melhor das circunstâncias. Nadal vai aos poucos entrando em jogo e pegando confiança em seu físico, dois aspectos primordiais em seu estilo. Chegar à semifinal é uma vitória para um tenista que passou pelo trauma que ele enfrentou. Se jogasse mais um torneio estaria no ponto para o U.S. Open. Terá que se contentar com treinos em New York e boas primeiras rodadas.

Murray chegará bem ao U.S Open. Está no ritmo, na confiança e tem o respeito dos adversários. Ficou claro que já tinha dificuldades em manter a mesma concentração, após vencer no Canadá e jogar praticamente toda a semana seguinte. Mas é exatamente esta dificuldade que acredito ser o quesito que pode determinar se conseguirá vencer seu primeiro GS.

Independente do resultado de hoje, os dois finalistas já estão contentes e prontos para o U.S. Open. Federer já viu que pode jogar no seu padrão mesmo com as meninas no quarto ao lado e Mirka lhe dando menos atenção. Suas duas últimas partidas mostram que está quase no ponto para o GS. A vitória hoje seria a cereja no bolo.

Novak Djokovic é ao mesmo tempo o mais descontente e o mais feliz dos quatro. Descontente porque o tenista que esteve, mais de uma vez, para ser o segundo do mundo, hoje tem que se preocupar em se manter o quarto. Fora que não tem tido a temporada que esperava e está com dúvidas sobre o seu pessoal de apoio, o que é sempre um motivo de instabilidade.

Feliz porque conseguiu bater seu arqui-rival Nadal na final e vai à decisão com um tenista que, talvez, não tenha aquele sangue nos olhos atualmente – pelo menos não em um M1000. Essa é sua chance e o melhor cenário para quem está precisando de uma injeção de auto-estima e confiança.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 09:27

A chave de Cincinnati

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Olhando a chave de Cincinnati, o segundo M1000 nas quadras duras americanas se preparando para o U.S. Open, percebe-se que:

Roger Federer só tem freguês na chave, mas terá que enfrentar a garra de Andy Roddick, louco por uma revanche, desta vez na frente de seu publico, mas não ainda no seu palco favorito, nas quartas-de-final.

Andy Murray e Juan Del Potro, finalistas no Canadá, podem se encontrar em uma outra quartas-de-final.

Rafael Nadal enfrenta Gael Monfills na sua segunda rodada. Quem vencer pode enfrentar Tsonga. Chave encardida.

Novak Djokovic e Nikolai Davydenko estão na mesma chave. Assim como James Blake, Nicolas Kiefer, Gilles Simon e John Isner. Aiii, meus sais!

Como a chave foi feita antes da segunda-feira, Nadal ainda é o segundo cabeça de chave e Murray o terceiro.

Este torneio é ainda mais importante do que o Aberto do Canadá como preparatório ao U.S Open. Quem será que vai mostrar serviço? Será que alguém pode correr por fora?

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 19:46

Coisa de louco

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Tem jogos que são verdadeiros “porta de hospício”. Esse jogo entre o Federer e Tsonga é um deles. O post não é uma análise técnica da partida, que eu não sou Freud, e sim do acontecimento, que se não é comum também não é raro.

Para quem não sabe, Federer abriu 5×1 no 3º set – foram 11 games de 13 após perder o 1º set e o adversário “sentir” uma contusão – sacou duas vezes para fechar a partida e não o fez. Em seguida, o francês, após vencer 6 games consecutivos, sacou para fechar no 6×5, teve três MP e não conseguiu terminar, até graças às bolas de risco do campeão. O tie-break, que já é coisa de maluco, foi do francês, que só foi fechar com uma dupla falta do suíço.

O incomum no fato de hoje são os protagonistas. Tsonga é mais um tenista de levar viradas e Federer de aplicar. Além disso, se trata do 1º e o 7º do mundo e não tenistas de dois pangarés quaisquer. Sei, sei; isso pode acontecer com qualquer um!

Já ganhei e já perdi partidas dessa maneira – sacando, duas vezes para vencer, ou recebendo duas vezes para perder. No primeiro caso, a confiança que se instala pode durar dias e é a mais pura e procurada droga, ou alteração da percepção, como diria Aldous Huxley, que o tenista pode experimentar sem lavar pau no anti-doping, nos fazendo sentir como os verdadeiros reis da cocada preta.

O segundo caso nos abre as portas do inferno, nos fazendo sentir pior do que o … do cavalo do John Wayne (me desculpem a figura de linguagem, mas é algo que ouço da boca dos tenistas nessas ocasiões), permitindo a invasão de várias formas de dúvidas em nossa preciosa auto estima. É garantia de pelo menos uma noite de insônia e, caso a vergonha na cara seja das maiores, um sofrimento ainda mais intenso e prolongado, com inescapáveis e dolorosas chamuscadas na confiança.

Hoje Tsonga dorme o sono dos justos, assim que alguém tirar aquele sorriso de seus lábios, e Mirka avisou que esta noite o maridão pode pegar a mamadeira e fazer companhia para as meninas no quarto ao lado enquanto repensa os pontos da partida, porque ela vai aproveitar para dormir.

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sexta-feira, 7 de agosto de 2009 Light, Tênis Masculino | 14:17

O paizão

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Logo após divulgar fotos de suas filhas, tiradas por seu pai enquanto as meninas soluçavam, Roger Federer avisou que chega a Montreal ainda hoje para se preparar e jogar o Aberto do Canadá. O time de cachorros grandes estará completo novamente.

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