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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016 Brasil Open, Rio Open, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 13:15

Super quinzena

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Este ano será, de longe, o mais interessante para os fãs de tênis brasileiros. Desde os anos 80 e 90, quando o país chegou a ser o 2o a ter mais torneios, após os EUA, que não temos algo nesse padrão. E, atenção, me refiro somente ao quesito eventos, e não às conquistas do jogadores, algo que em 2016 também não começou nada mal.

 

Mas nunca houve um igual e será difícil igualar 2016, já que teremos os Jogos Olímpicos no Rio, o que nos deve oferecer o mais próximo que teremos de um Grand Slam no país.

 

Além desse mega evento teremos, em uma memorável quinzena, o Rio Open e o Brasil Open, em São Paulo. É tênis para ninguém botar defeito. E três semanas depois teremos o Miami Open, que se não fica no Brasil nunca fez muita diferença para muitos fãs brasileiros. É tênis na veia.

 

Já estou com a cabeça no Rio. Estou, de longe, seguindo o que acontece em Buenos Aires esta semana para ter uma idéia do que pode acontecer no Rio. Fica melhor de escolher os jogos quando o Rio vier. Dá para ver quem está embalado ou se embalando, quem está zicado (e agora esse verbo ficou com conotações ainda piores), quais jogos equilibrados que aconteceram lá que se repete por aqui (o que sempre é sinal de “vamos tirar isso a limpo), quem está com vontade e quem parece que só veio passear e pegar a garantia. Emfim….

 

À parte disso, teremos nas quadras do Jockey Club um diferencial não presente em BA que separa os meninos do homens. O extremo e úmido calor!

 

Estava xeretando a previsão do tempo no Jardim Botânico e, até onde se enxerga, fala em 40o ao redor do horário do almoço. Aliás, não me sinto nada confortável com “hora do almoço”, já que essa varia conforme a vontade do freguês. Prefiro “noon” ou “le midi”. Preciso de uma palavra mais bem descritiva. E meio-dia não vale. Ou vale?

 

De qualquer maneira, os organizadores só vão colocar jogos em quadra após as 14.30h. Ajuda, mas não anula o mencionado diferencial. Ali pra ganhar tem que estar bem preparado e querer muuuito. Em um teórico jogo entre Ferrer x Isner eu sou capaz de quebrar a banca!

 

Pelo andar da carruagem, o Brasil Open não ficará tão atrás – este Carnaval ferveu em Sao Paulo. Não é Rio 40o, mas o bicho pega. Correr atrás da peludinha nessas condições, durante umas 3 hs, não é para qualquer um.

 

Mas para nós espectadores será uma quinzena impar. E se não se programarem e acertarem seus ingressos de antemão, depois não adianta choramingar.

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sábado, 15 de fevereiro de 2014 Tênis Brasileiro | 14:56

Cheguei

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Ontem fui à festa de 80 anos do sograo, que está inteiraço, comi, de leve, bebi, bem de leve, dancei de levinho, dormi quase cedo, acordei e fui para o aeroporto. Ri de Janeiro. Rio Open!

Vôo tranquilo, apesar de eu nunca estar tranquilo em vôos. Trinta e cinco minutos eu levo para ir perto de carro em Sao Paulo. Quando vou – procuro nao ir e fazer tudo a pé ou de moto.

O tempo mudou. Nao vejo uma janela de azul, mas o mormaço está aqui. Minha amigo disse que antes de sair da casa que feche as janelas porque vai chover forte.

No caminho passo por algumas obras, que sao muitas. O carioca está sofrendo e vai sofrer nos próximos anos. Mas a cidade vai ficar bem melhor a partir de 2016 – ano olímpico.

A Banda de Ipanema se reune às 16h na Praça Osório. Fiquei tentado. Tenho uma festa no Recreio dos Bandeirantes, na casa do Walter “Gringo” Preidikman. Lá é quase outra cidade. Ele vai reunir um pessoal do tênis por lá. Banda de Ipanema, que nunca vi, ou Bandeirantes?

O Nadal chegou, tá treinando e amanha vai ao Maraca – como cantei antes. Flamengo x Vasco. Um docinho de coco para quem adivinhar para qual time ele vai “torcer”.

Fui. Nao sei onde.

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