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Posts com a Tag paris

sábado, 1 de junho de 2013 Roland Garros | 08:24

Civilidade

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Hoje tive mais uma visão da diferença entre morar em são Paulo e Paris. Sentado à mesa, em uma esquina da Bolv Raspail, tomava meu cafe da manha com um casal e uma criança ao lado. Estávamos a cerca de dois metros da rua e a três metros da esquina, bem movimentada alias e um ótimo lugar para ver a vida passar.

Assim q acabaram de comer, o casal e o garoto de uns 2 anos de idade e acompanhado de um patinete, q alias se pronuncia da mesma maneira, levantaram, deram uns quatro passos em direção à esquina, com todas atenções voltadas ao garoto e o patinete q ele decidiu q alguém mais teria q carregar. O pai deu uma rápida olhada ao sinal de pedestre do outro lado da rua e atravessou, com mulher e filho, sem sequer dar uma olhada na direção de onde vinham os carros dobrando a esquina. Eu quero saber se por aí alguém tem essa tranqüilidade, essa certeza de colocar um filho de dois anos no meio de uma rua cheia de carros sem olhar para os lados, só crendo na civilidade alheia.

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quinta-feira, 23 de maio de 2013 Roland Garros | 10:43

Granizo

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Preciso chegar logo para por ordem nas coisas em Paris. A cidade ainda não entendeu que é primavera e que lá, como cá, deveria ter céu azul e sol gostoso nesta época. Não estou gostando nada e já vou mandar email para o Pedrão a respeito. Enquanto isso, El Boniton postou uma foto que tirou com seu celular do piso da Quadra Central. Isso aí embaixo são granizos sobre o saibro, que interromperam, por instantes, o seu treino.

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terça-feira, 5 de junho de 2012 Tênis Masculino | 18:15

Cognac, s'il vous plait

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O melhor que Del Potro e Tsonga fazem depois desta terça feira é comprar uma garrafa de Cognac Hennessy Eclipse cada um, eu ia falar para dividirem já a bouteille custa $2000 Euros cada uma, existem algumas bem mais caras, mas com o prêmio de $155 mil Euros garantidos, eles podem se dar a esse luxo para ajudar enfrentar a noite que indubitavelmente irá lhes assombrar.

Delpo tinha dois sets a zero enquanto Federer estava naquele padrão “será que estou despenteando meu cabelão?” quando alguém na arquibancada falou mais alto do que a etiqueta sugere, lhe tirando do estado de estupor, o que acabou lhe irritando, e o fez lembrar que slice também vale quando enfrentando um adversário de 2m de altura. Virou o jogo. Delpo teve dois sets a zero, mas nunca sentiu o gostinho da vitória. Meia garrafa talvez resolva.

Já Tsonga nem uma inteira vai lhe dar a paz que irá buscar entre os lençóis. Talvez melhor mesmo seria um passeio pelo bas-fond de Paris em busca do afeto de alguma perversa que não tenha a menor ideia do significado do anglicismo match-point e seja boa de copo, de ouvido e do que mais a natureza lhe proporcionou.

Nos três primeiros sets, Djokovic lembrou o Djoko de dois anos atrás, correndo atrás de tudo e rezando pelo erro adversário. Tsonga foi muito mais audaz, como apreciaria o conterrâneo Danton “audace, tojour l’audace”. Ia para as bolas vencedoras, de esquerda e direita, do fundo e à rede – um tenista muito mais interessante de assistir. Compreensível – um tinha muito a ganhar o outro muito a perder.

Mas o diabo sempre está à espreita em uma quadra de tênis. Depois de ter quatro match-points, onde se não justificou a idolatria de Danton também não foi nenhuma Mauresmo, Tsonga viu o sérvio crescer das trevas e mostrar que nos Bálcãs o buraco é mais embaixo. Na hora da onça beber água, no finzinho do quarto set, o sérvio encarou o francês, que se fez de morto ao dizer que nenhum deles franceses tinha chances ao título, tática que quase funcionou, assim como encarou a torcida francesa que tentava manter o orgulho local em alta após todas as chibatadas que os europeus em geral veem levando.

Após ver a vaca francônica pular a cerca e invadir o brejo de barro do quinto set, Tsonga desistiu emocionalmente, enquanto Djoko ficou ainda mais forte. O set final foi um passeio, mais tranquilo do que uma promenade pelas ruas de St Germain. Tsonga afirmou que foi a pior derrota de sua carreira. Mas isso ficou para trás. Enquanto Djoko irá tomar um ou dois goles de uma Moet Chandon só para celebrar, Tsonga terá que enfrentar seus fantasmas, o que promete ser pior do que os que enfrentou naquela meia hora do quinto set. Por que é tão humanamente difícil se recompor após uma grande decepção?

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quinta-feira, 24 de maio de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 11:39

Quinta-Feira

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Quem leu meu texto poucos dias atrás http://paulocleto.ig.com.br//2012/05/20/em-nice/ não ficará tão surpreso com o placar da derrota de Thomaz Bellucci para Simon – 7/5 6/0. Um primeiro set disputado, jogado, e um segundo set sem empolgação.

É quinta-feira e, suponho, a cabeça de Bellucci já está dividida entre Nice e Paris. Não serei eu que direi que deva ser assim ou assado, pelo contrário, mas imaginava que poderia ser. Afinal, anos acompanhando o circuito e tenistas servem para alguma coisa. Desta maneira, Bellucci chega a Paris mais “rodado” do que se não jogasse Nice.

O maior sonho de consumo do brasileiro é bons resultados em torneios Grand Slams, que é onde o tenista tem o melhor palco para mostrar suas qualidades, além de oferecerem mais pontos e maiores prêmios. E o Grand Slam onde Thomaz Bellucci tem mais chances de brilhar é no saibro de Roland Garros.

Veja mais fotos na nossa página do Facebook: https://www.facebook.com/BlogDoPauloCletoTenisnet

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011 Light, Minhas aventuras, Tênis Masculino | 12:02

Tarja preta

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No sábado, logo após acompanhar as semifinais de Paris, estava sentado à mesa ao ar livre com amigos, quando senti um incomodo nas costas. Levantei para dar uma esticada quando um estalo atravessou meu corpo. Algo nas costas fugira do lugar e não me pareceu bom.

O que não estava bom ficou bem pior e acabei por ter as costas totalmente travadas de uma maneira que nunca senti. E olhem que tenho problemas nas costas a muito tempo. Por mais que me medicasse nada adiantava – com o tempo estava ficando mais drogado que o pessoal da Cracolandia.

É simplesmente inacreditável as limitações que surgem com o travamento das costas. Se você nunca teve, primeiro nunca queira ter. Mas tendo, fica sem condições de tentar ficar em pé, sentar, girar o corpo para pegar uma caneta – nulo! A única posição sem dor constante á a deitada e imóvel.

Por conta disso peço a compreensão de vocês, já que escrever no computado é inviável. Como estamos todos voltando dos feriados, ainda hoje vejo um médico. Pelo jeito a droga terá que ser dupla tarja preta para me ajeitar.

Enquanto isso, tentem se comportar e manter o padrão elevado. Em São Paulo temos as Finais dos Challengers, estaos às portas de Londres e a dois passos da final da Davis. Eu logo estarei batendo umas bolinhas com vocês.

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011 Masters, Tênis Masculino | 16:13

Escolha

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Rafa Nadal mandou um au revoir para os franceses e avisou que não joga o Aberto de Paris na próxima semana. Os Masters 1000 são obrigatórios para os tenistas que para eles se classificam, a não ser que contundidos – algo que não é o caso do espanhol. Ele mesmo nos informa no seu facebook que não joga Paris porque quer se preparar para o restante da temporada: o Masters de Londres e a final da Copa Davis. Ele avisa também que tem treinado bastante nas ultimas duas semanas com um juvenil chamado Frederico, o que deixa evidente que machucado não está.

O Aberto de Paris, jogado na semana que vem, é jogado sobre um piso rápido, o qual Rafa nunca venceu e que não deve fazer parte de sua lista de favoritos. Fatos que provavelmente têm algo a ver com a sua estratégia. Londres é jogado duas semanas depois e a final da Davis imediatamente na semana seguinte. O primeiro é jogado em piso duro indoors e a Davis em saibro coberto.

O assunto todo é uma sinuca de bico – eu me refiro à final Copa Davis, um evento capital e tão tarde na temporada. Esse é bem o caso do Calendário não amigável que os tenistas tanto reclamam. Nadal decidiu priorizar o Masters e a Davis, o que deixa evidente, mais uma vez, onde está seu coração. Lembro que esse assunto foi a razão principal da desavença entre Nabandian e Del Potro na final da Davis jogada em Mar Del Plata.

Os cachorrões estão jogando esta semana, jogam Paris e Londres, o que comprova que o foco deles é Paris e, mais ainda, Londres (só Federer que tem suas razões especiais para jogar, e ganhar, em Basel).

O ultimo torneio jogado por Nadal foi Xangai, na 2ª semana de outubro, duas semanas atrás, derrotado precocemente na 2ª rodada pelo alemão Mayer. Obedecendo as contas que os cachorrões fazem, Nadal até poderia jogar Paris, já que descansa também esta semana. Como no Masters lhe é assegurado jogar no mínimo três partidas, ele deve então adquirir algum ritmo para o evento e a semana seguinte. Mas é a final da Davis que deve ter falado mais alto, mais uma razão para os espanhóis tirarem o chapéu para seu ídolo.

Nadal e a Copa – gosta tanto que se pudesse comeria.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 22:18

Limites

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Com certeza o segundo semestre da temporada 2011 não será algo que trará boas memórias a Thomaz Bellucci e seus fãs. Ele fez uma aposta, consciente e, mais do que provável, sob a orientação de seu técnico, Larry Passos, mas não se pode dizer que teve o sucesso esperado.

A estratégia de Bellucci era dar o pulo do gato com sua carreira e estender seus limites. Numero 21 do ranking ele já foi, o projeto era quebrar a barreira dos top 20 e testar a barreira dos top 10. Não foi nesta temporada, o que não quer dizer que não vá ser em outra.

A escolha de seus torneios, assim como foi a escolha do técnico, espelha a ambição do tenista brasileiro, algo saudável em um esportista. Se o tenista não almeja crescer na carreira com certeza começa, e merece, cair.

No entanto, não basta planejar bem, tem que executar bem. E foi aí que Thomaz fracassou, pelo menos se levarmos em consideração sua estratégia e ambição. Neste segundo semestre, o brasileiro apostou em grandes eventos, não se escondendo nos torneios menores.

Jogou todos os Masters 1000, viajou mais cedo para a América do Norte, começando em Los Angeles, se guardou na semana anterior aos Grand Slams, foi à Ásia, onde jogou os torneios maiores e mais difíceis, voltou ao Brasil, e voltou à Europa por duas semanas. Tudo como deveria.

Alguns exigem que deveria ter feito diferente. Poderia, mas não seria um calendário melhor. Para jogar Estocolmo ou Moscou teria que ir direto da Ásia – onde jogou dois eventos – jogar na semana seguinte em St Petesburgo ou Viena e depois Basel/Valencia, Paris, um Master 1000. Seria uma viagem de seis semanas por dois continentes e vários fusos, além de ter que voltar e jogar em São Paulo. Infelizmente o tenista atual, por diferentes razões, não está mais acostumado a fazer isso. E nem é bom fazê-lo. É pensar pequeno e pensar só em ganhar dinheiro.

O plano ideal é fazer pequenas intervenções – só que a ideia é conseguir resultados positivos nessas oportunidades. Se não se consegue ganhar, qualquer estratégia vai por água abaixo.

Critica-se Bellucci por jogar alguns torneios com a mesma tranquilidade que o criticam por jogar um outro torneio. Falam que ele deveria jogar torneios menores como St Petesburgo ou Viena, ao mesmo tempo em que deveria ficar longe de Basel. Infelizmente são críticas de sofasistas que enxergam e criticam uma mesa já posta. Só que o calendário é escrito na melhor das hipóteses 42 dias antes, e muitas vezes bem antes disso, obedecendo uma estratégia maior.

Muito mais vital para a carreira de Thomaz do que acertar suas prioridades de calendário, será ele aprender, ou conseguir, ganhar jogos apertados. É aí que o bicho está pegando para o brasileiro. Desde Los Angeles, Bellucci venceu três partidas e perdeu oito – sem contar a Davis. Nas que perdeu, só tomou um cacete em uma – para Gasquet. Em todas as outras o jogo foi equilibrado. Um tenista com confiança e de sucesso vence essas partidas.

Na Davis, onde foi elogiado, deixou escapar uma partida que poderia ter mudado o seu destino, assim como o do time brasileiro. Ele jogou bem? Jogou. Lutou? Sim. Mas não venceu e o tênis é cruel. Assim como a vida, os adversários e os torcedores. Essa é a realidade de um profissional de um esporte altamente competitivo. Se não gostar e lidar com pressão não sobrevive.

Por isso, discutir e criticar o calendário do tenista é pueril, até porque, como eu já disse, ele não errou. Pecou na execução, o que é outro assunto. Talvez se possa criticá-lo por sonhar alto, algo que eu não faria. Prefiro esse perfil ao de alguém que se esconde, onde quer que seja e pela razão que for, para não enfrentar grandes desafios, onde estão os grandes riscos e as grandes conquistas.

Seus pontos atuais devem mantê-lo nos grandes torneios durante pelo menos no primeiro semestre. Dependendo dos resultados, talvez Bellucci tenha que reavaliar sua estratégia. Mais uma vez a diferença estará na execução e não na escolha dos torneios. Só espero que ele mantenha a coragem fora das quadras e consiga se encontrar dentro delas.

Talvez um dia Thomaz seja obrigado a aceitar suas limitações. Talvez ele consiga crescer como jogador e derrotá-las. Só tenho a certeza que ele se sentirá melhor, pelo resto de sua vida, se souber que tentou ser o melhor que pode ser e não se curvou às forças de uma realidade que tentam impor a ele. Adversários, fãs e sofasistas.

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terça-feira, 7 de junho de 2011 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:57

Emoção

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Fechando o torneio de Roland Garros, coloco um vídeo que o leitor Santos Dumont garimpou na internet. Nele fica evidente o que acredito ser mais importante sobre o torneio. É um evento extremamente emocional. É assim que o vejo e estou na companhia, entre tantas outras pessoas que conheço, de nosso maior tenista, Gustavo Kuerten. Acho que esse vídeo, mais do que nada, fala sobre isso: emoção. Em Paris. Em Roland Garros.

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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 11:27

Lafayette

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Todo brasileiro, talvez melhor toda brasileira, que vai a Paris, logo descobre as Galerias Lafayette, o mais tradicional magazine, ou shopping, de Paris. Como os organizadores estão sempre buscando um lugar típico da cidade para uma “oportunidade fotográfica” para divulgar o evento, e a cidade, mundo afora, desta vez o escolhido foi o teto das galerias.

O pessoal de Roland Garros não brinca em serviço com seu evento e fizeram uma mini quadra de saibro no teto. Nas fotos dá para ver que o saibro é igual ao de RG e que não daria para jogar uma partida por ali. Mas com uma vista daquelas quem se importa.

Nas fotos vemos os convidados para a visita e o bate bola: Richard Gasquet, Jo Tsonga, Sam Stosur, Aninha Ivanovic, o que deixa de ótimo tamanho e alguns pegadores de bola. Na foto com os troféus do torneio, masculino e feminino, que os tenistas levam uma miniatura para casa, o fundo a mais bela cidade do mundo, com vistas ao longe da Madelaine e a Torre Eiffel e logo próximo os fundos da Ópera Garnier de Paris.
 
Por essas e outras é um evento único e o meu preferido.

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domingo, 10 de abril de 2011 História, Tênis Masculino | 20:54

Campeão do público

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Já faz algum tempo o tenista Yannick Noah vem ganhando a vida, se é que ele precisa fazê-lo, como cantor em uma banda, sem deixar de fazer algumas, raras, exibições tenisticas. O pessoal do torneio Masters que deve acontecer em São Paulo em Maio tentou trazê-lo – ele sempre foi um fã do Brasil e dos brasileiros, mas Noah tem um compromisso musical na mesma época e sua presença vai ficar para outra oportunidade.

Yannick voltou às manchetes internacionais – porque na França é sempre notícia – este fim de semana por conta de uma ameaça de morte que sofreu pouco antes de um concerto com sua banda na cidade de Roanne, França. O tenista/cantor levou a carta que recebeu no hotel à polícia, prestou a queixa, mas seguiu com a apresentação. Felizmente, como acontece na maioria das vezes, ficou só na covardia da ameaça.

Noah é um daqueles tenistas que faz falta no circuito, por conta de sua personalidade e seu tênis arrojado – ele foi o ultimo francês a vencer Roland Garros e oúltimo a fazê-lo sacando e voleando. Foi a ultima vez de fato que os franceses foram ao delírio, pois eles nunca conseguiram se emocionar com canadense/francesa Mary Pierce, a última a ganhar em Paris que era mais complicada do que falar grego.

Extremamente simpático e divertido ele era o inverso de Pierce – a Quadra Central adorava torcer por ele. O francês/camarones encantava a todos. Chegou a vir ao Torneio de Itaparica, mas só para jogar futebol durante o dia e dançar á noite, se recusando a participar do evento. Lembro que ele subiu no vôo da Air France de volta a Paris, após passar três dias de folia na ilha, de shorts, camiseta regata e descalço – e posso garantir que não era amigo de um chuveiro. Ninguém levantou um dedo para impedi-lo de tomar seu assento na 1ª classe.

Atualmente passa ainda um bom tempo nos EUA, para onde mudou após encerrar a carreira. Seu filho estudou por lá e joga no Chicago Bulls, o mesmo time que jogava Michael Jordan. Desde que conseguiu deslanchar a carreira de cantor voltou a passar um bom tempo em Paris. Gostava do Brasil pela negritude, pelo futebol, pela música e, presumo, as pessoas. Presta uma homenagem ao país, sendo sócio de um restaurante, na sofisticada ilha de St Barthelemy, chamado “Do Brasil”. Paga um tributo mais sutil com a música do vídeo abaixo.


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