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Posts com a Tag Nalbandian

sexta-feira, 25 de novembro de 2011 Copa Davis, Masters, Tênis Masculino | 00:56

quemquantas

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Quem quiser entender o valor e o porquê daquele 6/0 do Federer sobre o Nadal é só ter assistido o 2º set da vitória sobre o Mardy Peixe. Aliás, brincando com minha mulher, sobre o assombro de alguém carregar o nome “peixe” no sobrenome. Aí eu lembrei do pinto, do coelho, lobo, aranha, leão, bezerra, leitão, mas não porcão, e até barata. Aí não achei o “peixe” nada demais.

O Nadal sem a disposição, a entrega, a loucura, a marra, a obstinação não é Nadal – é Normal. E normal não é nadal. Alguém aí escreveu que ele se encheu de ser Nadal. E aí vai ser o que? Menininha de cachorrão? Não vai não. Não sei como vai ser a Davis, mas acho que nalba, delpo e capitão vasquez estão se regozijando com a janela que se abriu. Nada que umas semanas de pescaria e um trato de xiscagem não resolva. Enquanto isso, o Operário quer virar Engenheiro.

E alguém aí disse que o Djoko era um gentleman por cumprimentar a Peixe após a derrota na frente de 15 mil pessoas. Aí tomou seu banho, fez sua massagem e foi para a entrevista coletiva e obrigatória rezar o seu rosário de desculpas. Pelo menos ficou quase um ano sem precisar delas.

Será que o Tsonga perguntou para o Nadal, antes de entrarem em quadra, se o espanhol estava se sentindo bem e melhor?  E será que perguntou depois do jogo?

Quantas declarações e quantas desculpas você já leu do Operário Ferrer?

O Murray não tem técnico, nem mesmo o Lendl, que formaria com ele a dupla “pelo amor de deus”, mas tem uma matilha de preparadores físicos, fisioterapeutas, massagistas e a escambau. Aí, no fim da temporada, ele ganha três torneios seguidos, sendo dois sem maior importância, perde nas quartas de Paris e estoura a virilha no 1º jogo do Masters dentro da sua casa. Quem ele vai despedir??

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domingo, 11 de julho de 2010 Copa Davis, Tênis Masculino | 12:55

Para quando Setembro vier.

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O fim de semana de Copa Davis teve, como acontece muitas vezes, seus heróis individuais na única competição coletiva do tênis. É como eu sempre digo: ou o país tem um time muito equilibrado, com dois bom singlistas e uma ótima dupla, ou tem alguém que assume a responsabilidade e decide a coisa em seus próprios termos. Nas quartas de final tivemos nem tanto ao mar nem tanto a terra em pelo menos três dos quatro confrontos, pelas mãos de Michael Llodra, Novak Djokovic e David Nalbandian.

É bom os espanhóis ganharem o jogo da Copa daqui a pouco. Porque a estima da Fúria foi um pouco abalada pelo “chocolate” que eles tomaram dos franceses na Copa Davis este fim de semana, sem a presença de seu alpha-dog Nadal.

O 5 x 0 que Michael Llodra e amigos aplicaram em Verdasco e companheiros não será esquecido tão cedo, por nenhum dos dois países. Não há muito a comentar, a não ser o fato de que se há um tenista imprevisível solto por aí é o maluco-beleza Llodra. Bateu o Verdasco e liderou a vitória nas duplas e com a vitória do Monfils sobre o Ferrer tornou os jogos de Domingo inócuos.

O Chile pagou um preço alto pela ausência, por contusão, de Fernando Gonzalez . Massú está longe de sua melhor forma e Capdeville nunca esteve à altura do outros dois. Um passeio para a Rep. Checa que, é bom lembrar, também esteve desfalcada de Berdich e Stepanek, seus dois melhores tenistas. Como escrevi, qualquer um dos dois times, nessas formações, era presa fácil para qualquer outro quadri-finalista.

O confronto mais esperado era entre sérvios e croatas, mais do que nada pela história envolvida. Os croatas tinham a vantagem de jogar em casa, em Split, local de uma encardida torcida. Mas os sérvios têm Djokovic. E o cara é tenista e garrudo para orgulhar qualquer país. Ele chegou a Split com uma única agenda; bater a Croácia. Volta para casa feliz e completo. Bateu Ljiubicic e Cilic sem perder um único set. Esse é um daqueles jogadores de Davis que abençoa um time. Nas duplas o “Gatuso” Tipsarevic e o excelente Zimonjic bateram Cilic e Dodig.

Um outro tenista que se pode chamar de “copeiro” é o argentino Nabaldian. O cara não joga o circuito, vive contundido, tem uma bela pança, prefere acompanhar carros de corrida, mas se tiver Copa Davis o técnico pode chamá-lo e abrir o sorriso. O cara bateu Davydenko em três sets na primeira partida do confronto e acabou com o Youzhni pelo mesmo placar na quinta partida. Frio como gelo. Curto e grosso.

Nas semis a França recebe a Argentina e os sérvios jogam em casa com os checos, quando Setembro vier.

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domingo, 7 de março de 2010 Tênis Masculino | 16:21

Seguro viejo

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E os suecos caíram na milonga Argentina. Em uma vitória anunciada, assim que Nalbandian iniciou a encenação de chegar em cima da hora para o confronto, os suecos pagaram o preço de ser um time de um homem só. Pelo seu lado, a Argentina mantêm a tradição de grandes times de Copa Davis, mantendo a mais injusta escrita da competição ao continuar sem um título.

Nalbandian mais uma vez prova que a competição continua muito viva, pelo menos no coração daqueles tenistas que tem como prioridade jogar por seu país.

O jovem Leonardo Mayer expos a fragilidade do segundo tenista sueco ao vencer o kamikaze Johansson sem maiores dramas, o que deixou o time argentino bem vivo para o segundo dia.

Zeballos aguentou o tranco ao lidar com a pressão nas duplas, ponto que ficara claro então decidiria o confronto. Mais uma vez a Suécia sentiu falta de um tenista a altura do confronto, o que não tira o brilho da vitória da dupla Argentina, já que Nalbandian tem mais cojones do que o Soderling qualquer dia da semana.

No sábado, após a dupla, eu mencionei à minha mulher que Tito Vasquez chamaria Mayer e Nalbandian e teria o seguinte dialogo: Leonardo, pode ir lá, jogar a vontade, enfia a mão na bola e dá uma canseira no boludo Robin,  porque, de qualquer maneira, depois El Pança entra em quadra e ganha de quem tiver do outro lado da rede; o pizzaiolo ou o kamikaze. Certo, Pança? Ao que o cordobes retrucaria: seguro viejo, tranquillo.

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 22:00

Curtas

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Depois de oito meses longe das competições, David Nalbandian volta a jogar e na sua primeira partida sente uma contusão no abdômen. Certas coisas, e pessoas, não mudam. Depois de tanto tempo seria de se esperar que o rapaz voltasse protegido fisicamente, mas…

Se a final de Brisbane, entre as belgas Henin e Clijsters for um sinal do que vem por aí, as tenistas da Europa Oriental vão ter que contratar psicólogos ambulantes para acertarem suas cabecinhas. Está certo que as belgas são ótimas e fizeram uma final emocionante e tecnicamente elevada, mas ficarem fora do circuito um tempão. Voltam dominantes e colocando as adversárias para correr. Essa realidade diagnostica algo errado com o tênis feminino.

Só para comparar os dois comentários acima, Henin sentiu o glúteo após uma chegar a uma final que só foi decidida no tie-break do terceiro set. Ou seja, se preparou fisicamente para voltar.

E os Politicamente Corretos atacam novamente. O Comitê Ético do Tênis suspendeu a russa Ekaterina Bychkova por 30 dias, vai perder o Aberto da Austrália, e aplicou-lhe multa de U$5 mil dólares. A razão? Ela teria recebido algum tipo de proposta para entregar uma partida e não reportou oficialmente o fato.

Imediatamente pessoas como John McEnroe – que é o Caetano Veloso do tênis, e tem uma opinião sobre tudo – e Svetelana Kuznetsova caíram de pau. Svetlana disse que nunca foi informada sobre a obrigação de dedurar quando assediada para entregar partidas. E adiantou que nos vestiários outras tenistas afirmam o mesmo. Perguntada se já foi assediada respondeu: “e vou falar alguma coisa para ser suspensa?!”

A WTA e a FIT insistem que elas todas foram informadas sim senhora, tanto que suspenderam a russa para servir de exemplo. Pau na Ekaterina, enquanto isso a Serena, que ameaçou engasgar uma juíza, não foi suspensa um dia sequer.

O fato é que não é nenhum segredo que quem faz esse tipo de proposta é criminoso e criminoso não vê com bons olhos ser dedado. Por isso, os tenistas ficam com o pé atrás. Vocês têm idéia do que é a Máfia Russa? A Ekaterina deve ter. Estamos sempre lendo sobre o assunto e nunca ninguém foi preso por assediar. Lembro que até o Flávio Saretta falou, sem papas na língua, ter sido assediado.

No caso, concordo com McEnroe. O assunto está sendo focado nos tenistas. O assunto deveria ser focado tanto nessa vergonha ser permitida sem nenhum problema mundo afora, como, principalmente, os criminosos que assediam tenistas.

TENNIS-WOMEN/THAILANDEkaterina – sobrou para ela.

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sábado, 28 de novembro de 2009 Masters, Tênis Masculino | 23:26

Motivação extra

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Confesso que não presto atenção nos “bolões” dos leitores, mas duvido muito que alguém tenha sido macho de colocar Del Potro x Davydenko na final do Masters. E se aparecer uma nota preta no ucraniano/russo nos sites aposta ingleses, podem apostar que foi a mãe ou, mais provável, a mulher dele que, ao contrário dele, não esconde suas emoções. Fico só imaginando o carequinha lidando com aquela bomba russa – bem vamos ficar na realidade.

Esse negócio dos leitores ficarem criando desculpas para o suíço ou então tentando convencer alguém de que o cara não é mais o mesmo é delírio de torcedor. E como eu já escrevi antes, e o Belluzzo não me deixa mentir, fanatismo é um passo além da ignorância.

O fato é que Federer já estava mentalmente contente com a temporada, apesar de pela cara que fez ao cumprimentar o adversário no final da partida das duas uma: ou não gosta nada do carequinha ou ficou chateado com a derrota. Do outro lado da rede, Nikolay não mostrou a menor emoção.

De qualquer maneira, um pouco que estivesse fora do eixo foi o bastante para abrir a porta ao Davydenko que jogou muito tênis, sim senhor. Além disso, ele que é meio amarelão em grandes momentos, jogou muito na hora da onça beber água. Aguentou a pressão que nem gente grande e jogou um 30×30 no último game, aquele da direita cruzada no contra pé, como um campeão.

Del Potro e Soderling têm o mesmo tênis. Assistir um ou outro na final não vai fazer grande diferença. Prefiro o argentino por questões geográficas. Comendo por fora, não se pressionando por vitórias e com aquela mesma cara de paisagem de sempre chegou lá. Em nenhum momento demonstrou querer tanto esse título como os outros. Talvez por isso chegou à final.

No entanto, amanhã Delpo tem uma motivação extra. Mostrar ao Nalbandian, e aos fãs argentinos, que não é só o Pança que ganha o Masters. No entanto, eu talvez tenha uma motivação extra em ver o Davydenko vencer – ver como é a cara dele vibrando, o que, espero, só a mulher dele conhece.

TENNIS-MEN/FINALSTENNIS-MEN/MASTERS

Vamos deixar algo bem claro: NINGUÉM bate Nikolay Davidenko 13 vezes seguidas!!

Vem cá, meu carequinha!

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terça-feira, 18 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 19:28

Quadris

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O argentino David Nalbandián foi operado nos quadris, a mesma operação de Gustavo Kuerten, no dia 13 de Maio. Afirma que não volta às competições antes de Janeiro, no Aberto da Austrália, o que seria um hiato de, no mínimo, oito meses.

Talvez o Hermano tenha se inspirado, se é que se pode dizer isso, melhor precavido, nas dificuldades que Gustavo Kuerten teve com sua recuperação e a ausência de uma cura definitiva, como esperado.

Para quem não lembra, Kuerten operou pela primeira vez logo após Buenos Aires, em Fevereiro de 2002, onde perdeu para Agustín Calleri na 1ª rodada, quando chegou a se auto flagelar com raquetadas na perna, deixando marcas feias, por conta da frustração causada pela dor incessante há meses. Kuerten reclamou de dores na região praticamente todo o segundo semestre anterior. No mesmo dia decidiu pela cirurgia, na tentativa de sanar uma contusão que sentia há meses. Voltou a competir em fins de Abril.

Nalbandián disse que “a opção de operar foi acertada, pois não estava conseguindo jogar direito, sofria demais”; se supõe que se decidiu pela cirurgia assim que começou a lhe incomodar. Quanto à recuperação, afirma que “no começo preciso dar um passo de cada vez. Preciso treinar com consciência e com exercícios específicos”. Segundo o médico que o operou, o mesmo espanhol que tem supervisionado o joelho de Rafa Nadal, Nalbandián vem progredindo bem, mas só agora, após três meses, entra no segundo terço de sua recuperação. Só este primeiro terço é um tempo maior do que o que Kuerten levou para voltar às competições, após a primeira cirurgia.

À parte das diferentes políticas e estratégias de recuperação, fico pensando o que está levando os tenistas atuais a passarem por tal cirurgia – nos quadris, na junta da parte superior de fêmur – algo raro entre tenistas antes de uma década atrás.

Que eu saiba, Kuerten, Norman, Hewitt, Levy, Sargesian e Nalbandián passaram por isso, contra nenhum, que eu saiba, antes do Norman. Nem sequer na mesma perna eles estão tendo, para dizer que é pela perna de apoio no “open stance”. Kuerten era na direita, Nalbandián e Hewitt na esquerda, Norman em ambas. É óbvio que o esforço exigido pelo tênis atual tem tudo a ver. Mas qual a razão específica? Preciso pensar melhor no assunto. Enquanto isso, lerei meus leitores.

Nalbandian explica sua recuperação.

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sexta-feira, 20 de março de 2009 Tênis Masculino | 17:58

Os match points

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Já que tantos falam a respeito, coloco abaixo o vídeo dos match-points que Nalbandian teve contra Nadal em Indian Wells, naquilo que pode ser caracterizado como uma partida deveras interessante, por mais de uma razão, pelo menos até o fim do segundo set.

Só para chamar a sua atenção:

A dificuldade de Nadal em acertar o 1º serviço nos iguais e como o acerta nos MP.

Como Nadal sempre saca o 2º no mesmo local e o argentino antecipa.

Como Nadal varia o 1º nos MP.

Como Nadal tem a confiança de ir para as bolas e as linhas nos MP.

Como a devolução forçada de Nalbandian sai muito pouco no 2º MP.

Quinto MP. Nadal só apara a devolução, David pifa a 1ª direita, Nadal manda na linha, Nalbandian segura a 2ª direita e Nadal vai de novo para a linha. Aquela 1ª direita do argentino foi o único momento que ele teve a oportunidade de ser agressivo nos MP e, no entanto, não o foi. E quem aqui disser que o cara é amarelão desde já eu sentencio; cale-se ou pegue uma raquete e faça melhor, pelo menos nessas circunstâncias. 

 

 

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quinta-feira, 19 de março de 2009 Tênis Masculino | 20:19

Pro saco.

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Para quem leu o trecho da entrevista do Rafael Nadal, após a vitória desta madrugada, publicada pelo leitor Martin A, no post “Mario em Harvard”, ofereço a minha “tradução”. O técnico dele mandou ele fugir da esquerda do adversário, o golpe mais sólido de Nalbandian, e passar a bola para a direita. Ele mesmo admitiu ter medo da esquerda adversária.

Com isso ficou mais fácil para o argentino encontrar o revés do espanhol, seu golpe mais frágil, pois era só jogar cruzado – o que é mais fácil e mais seguro. Assim Nadal saiu de sua zona de conforto; jogar com seu forehand para cima do revés adversário. Foi só quando o rapaz descobriu sozinho que não era por aí que mudou a escrita do jogo.

Quanto ao Nalbandian “amarelar”, bobagem; não é o perfil do argentino. Seu perfil está muito mais para perder o set – na bacia das almas e após ter chances claras de bater o melhor do mundo, simplesmente perdeu o foco, o serviço logo de cara – e então mandar tudo para o saco.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 Tênis Masculino | 18:28

Primeiro dia, ou noite?

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Não precisei entrar no avião e voar por cima da Antártida para o outro lado do mundo para ser obrigado a lidar com o fuso horário. Bastou começar a trabalhar na cobertura do AA na ESPN. Uma noite e já fiquei torto. Fui deitar 5:15h da manhã, que é hora de padeiro não de tenista. Enfim.

Logo no 1º dia e os brasileiros já estão fora. Nada bom. Roddick deu uma surra no sueco Rehenquist, que é um tremendo fantasma. Djoko passou pelo italiano Stoppini, mas ainda está fora de jogo e com a direita indecisa. O Federer jogou bem um set, acomodou e jogou para o gasto. O Potro está jogando muito.

O Safin ganhou; atenção Roger. O Nalbandian venceu em quatro – nunca em três. O jovem australiano, 16 anos, Tomic, bateu o Staracce em quatro sets e venceu três tie-breaks; tem jogo e personalidade! O garoto é a grande esperança dos donos da casa, apesar do pai problemático.

O Baghdatis voltou a vencer, o Moya voltou a perder e o Santoro venceu o Juan C. Ferrero; a decadência é uma tristeza. O Berdich deu um pau no Ginepri, o que não é fácil. O Tipseravic venceu em 5 sets; normal.

No melhor jogo da rodada, o Gilles Muller bateu o bonitão Feliciano Lopez 16/14 no 5º set. Enquanto eles jogavam o quinto set eu era obrigado a comentar o jogo da Sugyama contra a Dubois; castigo!

O David Ferrer venceu, o Gremelmeyer, em 5 sets; sempre na marra. O Niemenem, finalista em Sidney, abandonou no 2º set contra o Mathieu; o corpo pifou. O Robredo, que deve vir ao Brasil, venceu, fácil, o americano Reynolds. O sempre perigoso Celic passou pelo africano Anderson. O talentoso Malisse voltou a jogar, após longa contusão e ser obrigado a jogar o qualy; bateu o maluco do Llodra.

Djoko – caras e bocas                          Robredo – pensando no sol da Bahia

Nalbandian – sempre mirabolante           Niemenem – corpo cedeu.

 

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 Tênis Masculino | 16:49

Semifinais de Sidney

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Às portas do Aberto da Austrália, que os canais ESPN começam a transmitir a partir deste sábado para domingo, às 12:30 da madrugada, com os comentários deste que lhes escreve, Oswaldo Maraucci e Jaime Oncins, a ESPN-BRASIL mostra nesta sexta-feira, a partir das 8:30 da manhã, as duas semifinais de Sidney.

Para quem gosta de tênis duas excelentes partidas: David Nalbandian enfrenta Richard Gasquet, dois talentosos tentando chegar à 1ª final da temporada. Nalbandian tanta também tirar o gosto amargo da final da Copa Davis e Gasquet apagar a má impressão que causou, também na Copa Davis, ao ser acusado de afinão pela capitão Forget. Os dois têm talento para dá e vender, o que deve nos propiciar uma ótima partida.

Logo depois Novak Djokovic segue tentando adquirir o ritmo que lha falta para chegar a Melbourne em condições de defender seu título. O adversário será o finlandês Jarko Niemenem, que não precisou jogar as quartas-de-final por conta das dores nas costas de Jo Tsonga, que está ameaçado de não jogar o AO.

Para quem pensa que tênis é só Federer e Nadal, as duas partidas podem, fácil, alargar seus horizontes. No sábado a final será às 11hs. Espero vocês.

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