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Posts com a Tag Murray

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 Copa Davis | 21:53

Esvaziando a Davis

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Será que os novos ídolos do tênis estão com a intenção deliberada de esvaziar a Copa Davis? Muito se tem falado sobre um novo formato, algo que já escrevi aqui e uma furada, pelo o que a Davis representa para o tênis como um todo.

A verdade é que cada vez mais os tenistas querem jogar cada vez menos. Ou pelo menos preferem se dedicar àquilo que lhes interessa. Quem já disse que tenista é um símbolo do individualismo que beira o egoísmo?

Só para se ter uma idéia a quanto anda essa “participação”, nos próximos confrontos – 5 a 7 de Março, faltam ainda três semanas – cinco dos top 7 tenistas do ranking mundial elegeram deixar seus times na mão, por uma razão ou outra: Federer, Nadal, Murray, Del Potro e Roddick.

Destes, não dá para criticar severamente o americano e o espanhol, sempre disponíveis para seus capitães. O argentino também não parece ser um que vá ficar escapando com frequência, mas está com o pulso machucado. A Argentina enfrenta a Suécia fora de casa e também duvido que Nalbandian compareça.

Já Roddick cansou de carregar o Blake e nem quis ouvir falar da fria de ir a Belgrado enfrentar Djokovic na terra, uma semana antes de Indian Wells e Miami, estes nas duras. Vai sobrar feio para os grandalhões coadjuvantes Isner e Querrey, porque o Blake continua com alergia ao saibro.

Já Murray deve estar cansado de carregar um bando de pernas de pau nas costas, inclusive o irmão. Do jeito que ele aparenta ser, não será a única vez que vai deixar os britânicos falando sozinhos.

Nadal, que precisa economizar o corpo, deve ter pensado; “bem, se o outro (Federer) não vai, eu também posso ficar de fora”, se referindo à indesculpável decisão de Federer de não participar do confronto contra a Espanha. Uma pena, pois o confronto seria histórico. Isso sim é uma esvaziada.

descontentamentoEsvaziando…

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 Tênis Masculino | 13:06

Calibrou

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O que eu achei curioso, considerando que o Blog é de tênis, foi a ausência de comentários sobre as estratégias da final masculina do Aberto da Austrália.

O confronto foi extremamente tático no 1º set, quando foi decidido. Após Federer desenrolar o novelo no set inicial a partida “andou”. O 2º set foi um passeio, até pela decepção e frustração de Murray, e o terceiro foi o mais “aberto” pelas circunstâncias e emocional de ambos .

Murray veio com a idéia de amarrar o jogo. Federer veio crente que encontraria uma resposta com o andar da carruagem. Nos primeiros seis games o escocês manteve seu intento. Mas a partir do momento em que o suíço começou a passar bolas para a paralela e declarar aberta a temporada da correria, o jogo se soltou e Roger pode deixar seu talento e habilidades fluir. E aí ele está em casa.

O segundo set foi um show de um homem só.

O terceiro teve a viajada padrão de Federer quando está na frente do placar e Murray invadindo os limites do risco, já que para ele se tornou tudo ou nada. O homem virou um agressor, papel onde ainda se sente desconfortável. Chegou a sacar para fechar e levar a partida para um quarto set, onde a partida, tenho certeza, voltaria a ser amarradinha, como no início do jogo, pelo menos por um tempo.

Murray não conseguiu manter o padrão, o sempre crucial saque o abandonou, os aces e serviços forçados não fizeram sua parte e a oportunidade escapou-lhe pelos dedos. Alea jacta est.

Federer voltou a jogar como antes de 2008 e até melhor. Ninguém (leia-se Nadal) anda maltratando sua esquerda, consequentemente sua confiança, e assim sua direita voltou a ser uma arma de destruição em massa, como diriam os bélicos gringos.

Para quem ainda não prestou atenção, por conta dessa renovada confiança, Federer voltou a ter a capacidade de movimentação e utilizar os “passos de caranguejo” que o possibilitam fugir da esquerda para dizimar de direita. É um demônio de qualquer canto da quadra com aquele petardo. A primeira bola ele talvez alise, uma segunda raramente, mas o padrão, conseqüência da confiança, talento, velocidade e técnica é que jogou na direita dele vai tomar pancada.

E foi isso que aconteceu quando, após cinco ou seis games no jogo, Federer passou a jogar qualquer esquerda na paralela, Murray devolvia na cruzada e começava a apanhar. O escocês até tentou devolver algumas de volta na esquerda do Mestre. Mas aí já era tarde. O cara já estava no delírio da confiança. A direita já estava calibrada. Assim como calibrou o resto.

Abaixo, exemplos de uma arma de Destruição em Massa

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 Tênis Masculino | 13:08

Bicicleta

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Eu já tinha total pé atrás com aquela frescura generalizada entre os tenistas profissionais de ficar tentando um “Grand Willie” todas as vezes que levam um lob, sendo obrigados a viver com menos de 1% de aproveitamento positivo no ponto. Agora mais ainda.

A semifinal entre Murray e Cilic foi dividida entre dois capítulos. O primeiro com um domínio do croata por um set e meio e o segundo a partir do momento que o escocês consegue a primeira quebra na partida, após 11 tentativas, com um ponto magnífico e uma jogada espetacular.

Dá para dizer que um ponto muda o trajeto e o ritmo de uma partida. Já vi acontecer muitas vezes. Só que nessa partida a mudança veio após uma das jogadas mais incríveis do torneio. A partir daquele momento o croata muxou e o escocês cresceu. E essa tendência foi até o aperto de mãos.

Desde o voleio junto à rede, onde Murray foi obrigado a se contorcer todo para mal colocar a raquete na bola e passá-la para o outro lado, e, após levar o lob, ter a garra e velocidade de correr atrás, realizando a escolha correta do golpe, e ter o talento para executá-lo, surpreendendo o adversário.


“A Jogada”, a partir dos 14 segundos.

Ou então a partir dos 38′ no video abaixo, que tem ainda um bonus na 1a jogada.

 

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 19:22

Iscas

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As chinesas Zheng Zie e Li Na

As chinesas Zheng Zie e Li Na

Fugir da madrugada e fazer os comentários na TV logo cedo tem lá suas vantagens e desvantagens. Hoje perco as semifinais femininas e faço, às 6:30, a primeira semifinal masculina; Marin Cilic x Andy Murray. Vocês decidam se foi para o bem ou para o mal.

O Federer, que é cabeça de chave 1 vai ter um dia a menos de descanso para a final. Os dois jovens, que ainda buscam seu 1º título de GS vão brigar para ver quem vai à final. Murray já esteve lá, no U.S. Open 08 e perdeu. Cilic nunca jogou uma semifinal.

Tênis por tênis Murray está mais adiantado e tem mais recursos. Mas como todos devem ter percebido por agora, só isso não basta na hora da onça beber água em um GS.

Murray tem muito mais a perder e mais pressão. Não sei quantos jornais tem na Croácia, mas sei quantos jornalistas ingleses viajam o circuito em tempo integral. E eles não alisam nem um pouco nas expectativas.

Cilic tem o salutar hábito de jogar em cima da linha e apurando o adversário. Isso pode ou não atrapalhar Murray. Depende da tática escocesa. Provavelmente vamos ver Murray variando a altura da bola e balões não estão descartados. Será que ele vai ficar jogando iscas ou vai atacar?

Dos quatro confrontos entre eles Murray venceu três. Um em Copa Davis, na grama, um em Roland Garros e outro em Madrid, na dura. Perdeu a ultima, no U.S. Open. Avaliem como quiserem.

Um dia os apressados fãs do Davydenko, ou seriam os secadores do Federer?, vão aprender uma ou duas coisas sobre a hora da onça beber água no circuito. Doha é uma coisa, Grand Slam é outra. Três sets é uma realidade, cinco é outra. Por isso, e por outras, nunca vou concordar com a mudança, pedidas por alguns poucos, de três sets em GS.

A cada torneio jogado eu fico pensando com meus botões se o Djoko vai conseguir ganhar outra GS. Sei não. Agora ele deixou em casa o ex-técnico Vajda e trouxe o Todd Martin. Não vi nenhuma melhora que explicasse a decisão. Ele disse que vai variar de técnico, o que é inédito. Pelo o que a cabeça dele aprontou hoje eu não sei se é a melhor opção. Djoko, que abandonou a quadra no ano passado contra Rodick, também nas quartas, quando defendia o título, disse que teve diarréia antes do jogo e vomitou no vestiário no meio da partida. Mas disse que só comeu pasta?? Se desculpa ganhasse jogo conheço um caminhão de gente lá no clube que seriam campeões de Wimbledon.

Essa Azarenka é uma casca de ferida de primeira grandeza. A moça só tem uma coisa na cabeça – e não é o que alguns marmanjos estão a pensar – é atacar toda e qualquer bolinha que passe na frente dela. Ainda vai ganhar o seu GS. Só quero ver quantos.

O Google que se cuide por que a ESPN vai rocknroll na China esta noite. Duas chinesas nas semifinais. É certo que nenhuma das duas é a favorita, mas acabaram com a festa da Venus, Wozniacki, Hantuchova, Szavai, Kirilenko, Bondarenko, Bartoli etc. Qual será a audiência da TV chinesa?

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 16:46

O sorteio da chave masculina

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A maioria dos tenistas fica apreensiva com a publicação da chave do torneio. Afinal, o rolar dos dados decide a sorte de muitos, para o bem ou para o mal. Alguns – eu sempre suspeito essa afirmação – juram que não olham, mesmo depois que o torneio começa. São adeptos de um susto por vez.

Como sempre, alguns gostaram do sorteio, outros nem tanto e vários devem ter odiado – mas não o confessam nem debaixo de boladas.

Como não odiar o sorteio o Luczak, que enfrenta o Nadal, e o Andreev, que enfrenta o Federer? Voar até o outro lado do mundo para encarar esses malas?! Apesar que existem uns “losers” que adoram pegar essas encrencas logo de cara para poderem dizer que pegaram o favorito ou o campeão. Tem cabeça para tudo.

Federer enfrenta Igor Andreev na 1ª rodada, mas tem Davydenko, o zebrão, nas quartas e, talvez, Baghdatis, uma zebrinha, antes.

Djoko e Gasquet, que voltou jogando bem, podem se encontrar na 4ª rodada. Haas e Tsonga podem colidir na 3ª rodada em um jogo de atacadores. Nessa chave, Marcos Daniel tem um clássico sul-americano com o colombiano Falla – uma partida bem ganhável para o brasileiro. O vencedor encarara o Soderling.

Thomaz Bellucci encara o casca-de-ferida russo Teimuraz Gabashvilli. Não é fácil, mas tem que ganhar essas. O vencedor encara Roddick. Nessa chave tem ainda o Berdich, o Querrey e o Gonzalez.

O Marin Celic vai, infelizmente, acabar com a carreira do mago Santoro. O Delpo, se jogar, por conta de contusão, enfrenta aquele baixinho Russel que quase eliminou Kuerten em Roland Garros. Se vencer, encara o vencedor de Blake x Clement, um jogo que pode ser tanto emocionante como de cortar os pulsos.

O Murray caiu na chave do Nadal, nas quartas-de-final, o que viria a ser uma partidaça, com um monte de coadjuvantes entre eles. Os que podem incomodar são o Monfils, que está mais perto do escocês, e o Isner e o Kohlschreiber que estão perto do Nadal – ou seja, o espanhol não está, como eu, perdendo o sono. Nessa chave temos uma 1ª rodada também tanto imperdível como de cair no sono. Stepanek e Karlovic se enfrentam em mais uma melhor de cinco. Na última, o croata bateu o recorde mundial de aces e fez a proeza de perder o jogo.

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Alguem ao olhar a Chave.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010 Tênis Masculino | 18:45

Opções

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Poucos anos atrás não havia muito que inventar. Os tenistas tiravam suas férias, onde pensavam e faziam tudo, menos tênis. Voltavam aos treinos para realizar a pré-temporada, o momento quando refazem suas prioridades e estratégias, pensando o que querem e como conseguir.

Passavam cerca de três semanas entre academia e quadra, fortalecendo e protegendo a musculatura, aumentando a velocidade, afiando as raquetes e os golpes. Escolhiam entre os escassos torneios preparatórios e embarcavam para o primeiro GS da temporada. Não havia muito que inventar.

Hoje, se olharmos os melhores, e lá para baixo não é muito diferente, cada cabeça uma sentença e as opções são varias, pelo menos em o que e quantas semanas competir antes do GS.

O Federer jogou uma exibição e um torneio lá nas arábias. O Nadal também. Os dois encheram a mala de petro-dólares, pegaram o avião e fecharam a preparação para a Austrália duas semanas antes. Devem ter parado em alguma ilha do Pacifico para contar a grana e descansar um pouquinho. O Nadal já descobriu que voltou a ser um perigo. O Federer nem tanto.

O Roddick foi a Brisbane para ganhar um torneio e confiança. Se deu bem, apesar de que a competição era amena. O Davidenko, ninguém o convidou para a exibição, foi lá e venceu Doha – acho que foi o que se deu melhor. É um novo Davydenko?

O Murray só jogou a Hopman Cup, um caça níqueis, mas uma maneira de jogar umas partidas tranquilas já na Austrália, o que o Djoko fez uns dois anos atrás, quando venceu o evento e dançou logo no início do AA. Não quis voltar. Ficou só com uma exibição sem vergonha. Delpo, Soderling e Verdasco também – só na maciota, e assim mesmo o argentino se machucou. Este está à meia boca há alguns meses.

São várias cabeças e várias sentenças – não existe mais um consenso. O que fica claro é que os torneios preparatórios que os australianos realizam, ficaram reduzidos aos tenistas do segundo escalão. Os cachorros grandes preferem só aquecer os motores onde lhes molham as mãos bem molhadinhas, o que não é o caso dos preparatórios. Se alguém pensa que eles vão a Doha pelo clima está delirando.

Como escrevi acima, o único cachorrão que se apresentou nos preparatórios, e se deu bem, foi o Roddick. Talvez a nova realidade só sirva para confirmar que os tenistas adoram mesmo uma graninha, o que ninguém pode recriminar.

Talvez sirva também para os australianos pensarem como os ingleses, que fazem um torneio forte, onde vários cachorrões jogam, em Queens e deixam a semana anterior a Wimbledon para treinos leves. Mas ali ninguém pode fazer nada na grama nas semanas anteriores por conta de Roland Garros. O Aberto dos EUA e Roland Garros, possuem uma realidade bem distinta, com um encorpado circuito preparatório, inclusive com eventos da Série 1000.

Pensando bem, os australianos continuam em uma sinuca como sempre estiveram. Mas souberam fazer da adversidade a motivação para realizar o GS mais apreciado pelos tenistas – apesar de ser jogado na pior época, do outro lado do mundo e um fuso horário lazarento.

south-pacific-mapMuitas opções no Sul do Pacífico

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009 Masters, Tênis Masculino | 22:42

Dói!

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Os ingleses ficaram sem seu jogador nas semifinais por um game. E, pior, justamente por conta de um argentino.

Faz tempo que um grupo não era decidido por um placar tão apertado. O saldo favorável de games de Federer foi quatro, Del Potro dois e Murray um. Com certeza, o escocês vai ficar, mesmo que inconscientemente, fazendo contas durante a noite. “Qual foi mesmo o game que eu não deveria ter perdido?” Ou quais deveria ter feito – uma má lembrança será como “largou” o terceiro set contra Federer (6×1).

Para azar do Murray houve o empate de três tenistas – se tivesse empatado só com Delpo ele estaria na semifinal por ter vencido o confronto deles. E não me venham com teorias conspiratórias entre Federer e Delpo!

O que deve tirar mais o sono de Murray, além de ficar de fora de sua própria festa, é ver Delpo, com quem tem uma encardida rivalidade, mais uma vez lhe dar uma rasteira. A maior delas, lógico, o fato do argentino ter conquistado um GS antes dele. Isso sem falar que o argentino vai se aproximando de seu ranking.
Como sempre acontece, Murray vai esnobar a derrota e o fato e ficará falando do sucesso de sua temporada e das expectativas para a próxima. Mas que dói, dói.

mur

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009 Masters, Tênis Masculino | 10:29

A diferença

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Com a vitória sobre Andy Murray, Roger Federer confirmou a posição de #1 para a temporada de 2009. É a quinta temporada que encerra como o melhor do mundo e o 2º tenista a conseguir voltar a fazê-lo, após perder essa posição no fim da temporada. Como o homem está jogando por grandes feitos, fica a pergunta se ele conseguirá manter a motivação para o resto do torneio. Porque fechar a temporada como #1 falará mais alto em seu currículo do que um eventual título em Londres.

Por outro lado, a partir do momento que o Masters saiu de onde o Judas perdeu a bota – Xangai – e passou a ser jogado em Londres, talvez seja o bastante para um ultimo esforço mental por parte do suíço na temporada.

À parte dessa incógnita, a partida contra Murray foi interessante taticamente. Pelo 1º set, parecia que o escocês pudesse enrolar o suíço mais uma vez. Mas Federer foi humilde o bastante para jogar, quando necessário, no esquema do adversário e não sucumbir aos erros não forçados. Foi paciente a partir do segundo e não hesitou em ficar trocando slices de esquerda.

No final das contas, Federer levou a melhor porque tem também a agressividade e o ataque – tanto do fundo como na rede. Sem falar naquela direitaça. Murray continua contando só com a habilidade, a enrolação e a força das pernas. E fica bravo quando sugerem que ele deve ser mais agressivo. Disse que vai ganhar um GS é dessa maneira. Bem, por enquanto vai esperar.

TENNIS-MEN/FINALSFederer – cinco vezes número 1

E para quem não entendeu, olhem o dedinho…

Britain Tennis ATP Finals


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terça-feira, 24 de novembro de 2009 Light, Masters, Tênis Masculino | 12:50

Savile Row?

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Qual dos elementos abaixo está mais, e o que está menos, confortável, e o mais, e o menos, elegante, com a vestimenta formal que os organizadores acharam por bem colocar nos tenistas, por conta do evento ser jogado em Londres? Os dois elementos mais atrás, de chapéu coco, não contam.

Adianto, não por ter “inside information”, mas por utilizar simples métodos utilizados por famoso residente da Baker Street, próxima do local da foto, que as vestimentas não pertencem aos jogadores e sim foram cedidas pela produção local – atentem para o detalhe dos bolsos duplos em quatro deles, dois com bolsos altos e o mesmo corte do bolso em mais dois – o que prejudica, ou pensando bem, ajuda os tenistas.

Vejamos a avaliação fashion de nossos leitores. Opiniões femininas valem dobrado.

TENNIS-ATP-MASTERS

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009 Tênis Masculino | 12:01

Pinóquio

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O primeiro dia do Masters não trouxe maiores surpresas a não ser pelas atuações abaixo do padrão dos envolvidos. Federer errou mais do que se espera, especialmente na direita de ataque. Talvez o fato de ter perdido duas partidas seguidas teve alguma influencia na sua confiança. Mas lembrando o velho Federer, encontrou uma maneira de perder a terceira seguida. Ficou no ar a pergunta se o diferencial foi a sua mágica ou o Verdasco deixando escapar, mais uma vez, uma grande vitória.

O confronto entre Delpo e Murray prometia pela rivalidade entre os dois. Os dois não se bicam há tempos. Como deixaram de ser garotos brigando por uma rodada e se tornaram campeões lutando por grandes títulos e pelo topo do ranking, deixaram as picuinhas de lado e passaram a se respeitar, o que é bom e todo mundo gosta. Um lá outro cá.

O jogo não foi lá grande coisas. Como Murray lembrou, ambos não jogaram muito desde o U.S. Open. Um porque estava contundido, outro porque deu uma bobeada em sua carreira, após seu primeiro grande título, que ainda vai se arrepender.

No final Murray foi menos ruim. O que achei interessante foi a declaração do argentino sobre a interrupção causada por um sangramento em seu nariz. “Não foi nada demais. “É que tenho um nariz bem grande – esse é o problema”. Falou, Pinóquio.

lascado_pinoquio_02

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