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Posts com a Tag maria sharapova

quinta-feira, 23 de julho de 2009 Tênis Feminino | 13:01

Ombros e pernas

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Tem horas que eu fico pensando se alguns tenistas pensam que todos são tolos e podem falar qualquer abobrinha que ninguém irá distinguir o joio do trigo. Talvez o adjetivo caia mais próximo da própria realidade.

Seis semanas após chegar às quartas de final de Roland Garros e a segunda rodada de Wimbledon, Maria Sharapova diz que jogará em Stanford porque “agora está 100% em forma com seu ombro, até porque se não tivesse não jogaria”.

Então qual é a verdade? Ela não estava 100% em Paris, quando conseguiu seu melhor resultado no saibro parisiense? Talvez estivesse só uns 46% quando perdeu na segunda rodada em Londres? E por que jogou se não estava 100%, contradizendo o que agora afirma ser uma verdade incontestável.

Por essa e outras é que a russa é considerada uma deusa calada – ou gemendo – e uma enroladora e marqueteira quando começa a discursar. Mas é uma lutadora em quadra e continuará enfeitiçando fãs e editores esportivos com sua figura.

Maria – o ombro está 100%.

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quarta-feira, 24 de junho de 2009 Tênis Feminino | 12:31

Champagne e flores

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Definitivamente as mulheres me fazem sofrer. Não a minha, mas as que ganham a vida com uma raquete nas mãos. Eu ia escrever que já vi esse filme centenas de vezes, e vi, mas tenho que acrescentar que a maioria das vezes com um final diferente.

Estou me referindo à vitória de Gisela Dulko, a charmosinha argentina, sobre a charmosona Maria Sharapova. Aliás, Gisela parece ser a versão feminina do Galã de Praga – já namorou, entre outros o Gago (argentino de Real Madrid), o Robredo, o Verdasco e, até onde sei, é a namorada do Gonzalez.

Dulko tinha 6/3 3/0 e tudo para liquidar a fatura em dois sets, rapidinho. Foi quando percebeu que poderia bater Sharapova, na Quadra Central. O emocional mudou e o braço encolheu barbaridades. Perdeu seis games seguidos e foi obrigada resolver a questão no terceiro set.

Para sua sorte alguém lhe cochichou que Maria é horrível tanto para correr para frente atrás de curtinhas, como para vencer o ponto quando consegue chegar na bola. Além disso, a confiança da russa está a galáxias de onde um dia esteve.

Os últimos games foram um sofrimento para as duas, seus fãs e amigos e aqueles como eu que acompanharam o martírio pela TV. Era um tal de “ganha você que eu não quero”, que deu dó. No fim, quando Gisela, no mais puro desespero, já tentava curtinha de primeira bola em match point, os erros de Maria determinaram sua derrota. O torneio perde um de seus grandes charmes, mas um monte de garanhão está atrás de champagne e flores.

Dulko – mulheres com raquete na mão: muitas emoções.

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terça-feira, 19 de maio de 2009 Tênis Feminino | 17:24

Bem vinda

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Que Roger Federer, que Rafael Nadal! Os jornais de hoje publicam é a foto, bem grande, de Maria Sharapova. Lembro que quando escrevia minha coluna no “O Estado de São Paulo” todas as vezes que eu mencionava a moça alguém encontrava uma boa foto da moça para acompanhar. Eu podia mencionar marmanjos à vontade que não aparecia foto. C’est la vie, e está de bom tamanho.

Não coloquei a moça nas Menções Honrosas do fim de semana porque a moça só estreou, vencendo, na segunda-feira, que não é fim de semana. Mas os apressadinhos não queriam saber de detalhes, pelo menos não esses. A russa, que atualmente é a #140 do ranking, estreou no modesto Torneio de Varsóvia batendo a italiana Tathiana Garbin em três sets. Na segunda rodada, amanhã quarta-feira, enfrenta a bielorussa Darya Kustova.

Maria vinha treinando e postergando desde a virada do ano. Chegou a jogar duplas em Indian Wells. Agora tateia sua volta uma semana antes de Roland Garros. Ela está direto na chave do torneio e deve confirmar sua participação.

Mas seus olhos estão mesmo voltados para os eventos na grama. Joga Birmigham e Wimbledon, onde deve ter mais chances do que na terra de Paris. A moça não competia em simples há quase 10 meses e já está deixando seus patrocinadores nervosos. A cirurgia no ombro não teve a recuperação esperada e rumores afirmam que a moça teria problemas daqui para frente. Como ela é a tenista com grandes patrocinadores a situação é complexa. Afinal ninguém quer outra Kournikova.

Maria; olho na bola e nos curativos

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sábado, 11 de abril de 2009 Tênis Feminino | 12:24

Dói

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Já vi esse filme antes, só espero que desta vez tenha um final diferente, pelo menos do ponto de vista do tênis.

Maria Sharapova não joga um torneio – de simples, porque de duplas ela jogou em Indian Wells, mas não conta muito – desde da primeira semana de Agosto. A razão é um problema no ombro que não vai embora.

No entanto, há imagens dela treinando sets, e sacando, desde o fim do ano passado. Uma tenista como Sharapova depende muito do saque, conseqüentemente do ombro, e realmente não dá para jogar com dores. No entanto, rumores cada vez maiores começam a circular dizendo que a moça considera abandonar o tênis. Esta semana,foi uma outra russa, Nadia Petrova, que sugeriu que a contusão poderia afastá-la das quadras permanentemente, algo desmentido pelo agente de Maria. Pode ser, até porque fofocas de vestiário, especialmente o feminino, se não valem tanto, dizem alguma coisa.

Outros rumores dizem que a moça tem condições físicas de jogo, mas não tem confiança no jogo e não que virar saco de pancadas de conterrâneas, sérvias ou Williams.

O que vai acontecer eu não sei, mas o fato é que a moça vem enrolando barbaridades. Primeiro disse que voltaria a jogar na Austrália, três meses atrás. Não dá para dizer que vai voltar se não existia alguma possibilidade física. Desde então, foram só ameaças ou promessas não cumpridas.

Enquanto isso, Maria vai fazendo o tour de festas e eventos de patrocinadores, competindo diretamente com Anna Kornikova, outra conterrânea que um dia foi tenista e abandonou as quadras precocemente, por não dar contas das exigências da carreira. Como a maior fatia do Maria que fatura, e não é pouco, vem de fora das quadras, como era o caso da Anna, um abandono prematuro faria um estrago nos “a receber futuros” da moça.

No final das contas, pode ser que tudo que as moças precisem é de uma razoável conta bancária, o que elas já tem, e de uma boa dose de carinho, o que elas correm atrás, com todo o direito e afinco. No entanto, a história mostra que uma mulher bem amada e, principalmente, amando, não é tão perigosa em quadra quanto uma carente. Por outro lado. Kim Cljisters, amando e mãe, quer jogo novamente. Só resta saber – e essa a grande pergunta – qual a maior ambição feminina?

Maria e Charlie Ebersol, o caso, e Anna e Enrique Iglesias, um velho caso.

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terça-feira, 13 de janeiro de 2009 Tênis Feminino | 12:01

Censura

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Chegou a censura. E no último lugar que eu esperava – o Aberto da Austrália. Os australianos têm que ser considerados os mais liberais, junto com os franceses, dos realizadores de um Grand Slam. Em uma ação, mais esperada dos sisudos do All England, o torneio avisou que vai checar, cuidadosamente, o uniforme das moças antes delas entrarem em quadra. E se alguém entrar em quadra com o que eles consideram impróprio podem levar até U$2 mil de multa. Em tempo, não sei informar quem vai checar e se estão abertas inscrições para tal.

A gota d’água, segundo Wayne McKewen, árbitro do torneio, foi o conjuntinho, em especial a blusa transparente, da francesinha Alize Cornet em Perth, na Hopman’s Cup. Não é de hoje que Alize assumiu o papel de fêmea-juvenil em quadra – lembram, foi chamada de algo como maquina-sexual pelo boca-mole Justin Gimelstob.

A ameaça teve o endosso de Margareth Court, uma das maiores tenistas da história. A atual pastora afirma que tenista não precisa desses artifícios e que jogadoras sem soutien e vestindo blusas transparentes “podem ter seus jogos afetados”. O raciocínio me parece de quem censura e precisa oferecer uma desculpa. Posso admitir que nos tempos atuais, onde muitas mulheres ligadas ao entretenimento se colocam em um papel duvidoso, a linha entre o bom e o mau gosto é tênue.

Considerando, sem encontrar nisso uma razão, como jogadoras de volei e as moças do atletismo competem, acho até que as tenistas são, de muito longe, as mais elegantes, e ainda estão a uma boa distância do mau gosto. A minha torcida é que uma, ou mais, das moças encarem os cartolas, pague a multa e desfile seus talentos, com muito bom gosto, em quadra.

Alize e sua transparência

Maria seria barrada nos vestiários australianos?

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domingo, 11 de janeiro de 2009 Tênis Feminino | 23:43

Durona

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A moçada pode começar a chorar – Maria Sharapova não joga o Aberto da Austrália. A moça segue com problemas no ombro direito que a aflige desde Março e a impede de jogar desde Agosto. Ela fez então 10 semanas de fisioterapia, voltou a sacar recentemente e voltou a sentir a dor. Foi decidido ir para uma cirurgia e depois de um tempo voltou à fisio.

Ela havia anunciado que voltaria no AA mas mudou de idéia após descobrir que estava longe da forma técnica ideal. Maria não é tenista habilidosa e fluente e por isso demora mais a voltar à forma técnica.

Talvez fosse o caso de mexer um pouco na sua maneira de sacar, o que, confesso, não é tarefa fácil. Mas esse fundamento sempre foi o calcanhar de Aquiles da moça. Mas se não dá para mudar movimento podia tentar, ao menos, trabalhar em ser mais solta no movimento, pois acredito que é essa sua “dureza” a razão das dores no ombro e a faz “encolher” o braço e cometer tantas duplas faltas em momentos tensos.

Maria terá que esperar sentada para voltar às quadras.

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