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Posts com a Tag maria sharapova

terça-feira, 1 de maio de 2012 Copa Davis, Olimpíadas, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 18:47

Sinuca olímpica

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Fortes rumores indicam que a FIT irá mudar uma das regras de elegibilidade para a participação das Olimpíadas do Rio de Janeiro, o que pode complicar um pouco a vida dos tenistas.

Atualmente é obrigatório que um(a) tenista se disponibilize para participar da Copa Davis ou Fed Cup, em duas ocasiões nos dois ultimos anos que precedem os Jogos. Agora a FIT quer que o tenista se disponibilize quatro vezes em quatro anos. É óbvio que a Federação Internacional quer forçar os tenistas a jogar mais os seus principais eventos, e não menos como tem sido a tendência nos últimos anos. Cada vez mais homens e mulheres dizem que estão contundidos na hora de defender seus países ou eclarem que a Copa Davis atrapalha seus calendários individuais. Não é preciso seguir o tênis de muito perto para saber quem é quem no assunto.

Por enquanto só Sharapova – que jogou exatas duas vezes em dois anos, enquanto Kuznetsova e Zvonareva, por exemplo, comparecem a toda hora – chiou, dizendo que advertiu a FIT que a mudança traria problemas e que a FIT decidiu não ouvir suas colocações. Em breve, devemos ouvir mais sobre o assunto, vindo de outros tenistas e dirigentes.

Se for importante para Sharapova jogar as Olimpíadas, assim como para outros tenistas, eles jogarão o que a FIT demanda e ainda o farão afirmando que tem muito orgulho em defender o país. Se não, ciao e bençao – é só ver o recorde de presença deles. São poucos que fazem esse pouco caso, priorizando aonde lhes convem, independente de defender o país ou não.

Aliás, eu não duvidaria que nos anos próximos Sharapova mude de cidadania, defenda algumas vezes o EUA na Fed Cup, assim como Navratilova fez no passado, e desfrute o melhor dos dois mundos. Algo que duvido seriamente passe pela cabeça de, pr exemplo, Roger Federer.

Maria – falta de tempo para defender a Rússia.

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quarta-feira, 18 de abril de 2012 Curtinhas, Light, Tênis Feminino | 12:35

Segura a peruca

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Antes do Post da vitória do Bellucci, e que vitória! um Post curtinho só para amansar os mais nervosos fãs de Maria Sharapova que estavam choramingando nos comentários. A moça divulgou que as fotos dela com cabelos curtos foram feitas com uma peruca e que o seu cabelo continua longo como sempre. Isso aqui está virando coluna de fofocas.

De qualquer jeito, acho que os cabelos curtos ficaram ótimos na russa, ao contrário do que a maioria parece pensar – eu e a maioria sempre andamos em trilhos distintos. Ela ficou com cara de mulher e mulher interessante. Fugiu do óbvio. Trouxe um ar de mistério. Mas a maioria, dos homens e consequentemente das mulheres, quer mesmo o óbvio, o fácil, o saturado, aquilo que sabem que todos vão gostar. A personalidade é só uma peruca, que se coloca e tira.

Fora que poucas coisas na vida são mais sensuais do que estar atrás de uma mulher bonita e interessante, na fila, no elevador ou por aí, e poder dar uma boa olhada na sua nuca exposta. Mas isso exige sutileza.

Maria Sharapova, na mesma seção de fotos – com cabelos curtos e longos.

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sábado, 31 de março de 2012 Tênis Feminino | 02:10

Enrolona Radwanska

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Na manhã em que perdeu para a Radwanska, a francesa Marion Bartoli foi vista na quadra de seu hotel em um daqueles treinos malucos que seu pai/técnico desenhou para a moça. Quem já viu não acredita, quem não viu não vai acreditar igual.

Não vou dizer que não faça algum sentido, mas diria que existem outras maneiras de fazer a mesma coisa e momentos distintos. Além disso, é o tipo da coisa que só um pai pode obrigar uma filha a fazer – técnico nenhum convenceria uma pupila.

A moca é amarrada pelos tornozelos no alambrado do fundo da quadra por um tipo de corda elástica e tem que bater nas bolinhas lançadas pelo pai. Às vezes são bate-bolas, às vezes são bolas lançadas com as mãos. E às vezes com uma raquete com um tipo de capa cobrindo as cordas e, lógico, pesando mais.

Além desses treinos, vamos chamar de diferenciados, a moça é hilária em quadra. Desde os agachamentos antes de sacar ou devolver, os intermináveis pulinhos de costas para adversárias, a maneira como segura e balança a raquete à sua frente enquanto ameaça a adversária com a maior das devoluções fazem daquele figura com penteado de crente algo totalmente distinto do atual tênis feminino.

Há quem goste, quem não goste, quem se divirta, quem ria, quem quase chore. Mas a moça me parece ser do bem e viver em uma realidade paralela. Ela é o pai, um médico que abandonou a profissão para se dedicar à filha tenista. Mas ele, apesar das esquisitices familiares, também parece ser do bem, apesar de que juntos formam uma dupla de outro planeta.

Tudo isso foi o bastante para eliminar a Zazarenka, mas não o bastante para incomodar a Radwanska, que segue sendo a tenista mais “enrolona” do circuito, graças ao seu talento, suas habilidades muito bem camufladas, um jogo pensado, uma raridade entre as moças, aliada a um jeito “cool” de ser dentro da quadra. A Radwanska não é a favorita na final, mas pode, com muito menos bolas, enrolar a engessada russa Sharapova.

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domingo, 18 de março de 2012 Tênis Feminino | 20:20

Procura-se uma rival

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Não há duvidas de que a confiança é uma droga extremamente benéfica e produtiva, mas, como toda droga, tem seu lado negro. O da confiança é que deixa o indivíduo a um curto passo da soberba, algo que outro dia tive a audácia de associar ao Sr. Federer e uma das minhas leitoras ficou extremamente magoada com o fato.

Eu diria que se a confiança tem o poder de nos levar aos céus, a soberba pode nos colocar a um curto passo do precipício, sem nunca esquecer que quem tem a confiança aguçada pelas constantes vitórias e bons resultados, seja lá a atividade que for, sempre acha que o precipício está à distância de uma galáxia.

Não se preocupem os fãs do suíço que a minha inspiração no momento veio de uma frase da campeã Vic Azarenka, a moça que roubou a poção mágica do Djoko e que está há 23 partidas invicta na temporada, algo capaz de deixar a confiança de qualquer um correndo solta nas veias.

Não vou escrever que há pelo menos uma temporada insisto que uma hora, e não demoraria, a moça seria a melhor do planeta, o que, aliás, me lembra, de que não tenho nenhuma saudade da Serena Williams.

No entanto, voltando ao assunto, como já disse, foi uma frase da Azarenka, que me lembrou das tiradas da tal Serena, mais pelo espírito da coisa do que pela capacidade de verbalizar tal frase. Mas, vamos lá:

“Eu acho que seria bem interessante jogar contra mim mesma, para eu tentar encontrar uma maneira de me bater, para que então eu pudesse então melhorar ainda mais”.

Hoje, após liquidar com Maria Sharapova – que disse antes da partida estar buscando uma revanche pela derrota no Aberto da Austrália – por 6/2 6/3, mantendo a invencibilidade na temporada, sua frase deixa no ar a possibilidade de que sua maior, e possivelmente única, rival no momento pode ser ela mesma.

Azarenka, voando baixo.

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sexta-feira, 16 de março de 2012 Tênis Feminino | 14:21

As semis femininas

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Duas semis distintas e interessantes na chave feminina. Maria Sharapova enfrenta Aninha Ivanovic. Antigas rivais se encontrando em novas realidades. Sharapova lidera 3×2 nos confrontos, venceu as duas ultimas, sendo a última no AO 08. A sérvia luta para voltar a competir entre as cachorronas, de onde saiu para brilhar nas revistas fashion mundo afora. Aliás, as duas são as moças que mais brilham nesse cenário entre as tenistas, para o detrimento das unhas das adversárias. Maria tenta ficar por ali, no cangote da Azarenka, na briga pelo topo do ranking.

A confiança, sempre um quesito vital no tênis feminino, aponta para Maria, especialmente após a apertada vitória sobre a maletakirilenko. Mas há muita torcida pela Aninha, que também deve estar se sentindo todatoda depois de bater Wozniacki e a Bartoli.

A outra semi é entre o tremAzarenka, a intensa bielo-russa que não é nenhuma florzinha que se cheire ou se maltrate. A Radwanska, que decidiu desfolhar a margarida, que o diga. Quase levou dois pneus nas quartas. Até ficou a dúvida – a Azarenka deixou a “amiga” fazer o game no 5×0?

Victoria vai enfrentar a alemã Angelike Kerber, desconhecida da maioria, mas que foi às semis do U.S. Open, e deve na próxima semana estar entre as top 15. A alemã já tem seu fã clube, inclusive aqui no Blog.

O tremAzarenka começou o ano como Djokovic na temporada passada; são 21 vitórias e nenhuma derrota – a mulher a se bater. Mas como um dia a casa cai, a esperança será a ultima a morrer para todas as suas ansiosas adversárias.

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terça-feira, 6 de março de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 14:22

Um luxo

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Há exibições e há exibições. Geralmente elas não valem o esforço de sair de casa e algumas nem de se ligar a TV – sou mais um confronto acirrado entre pangarés.

Mas a de ontem, no Madison Squere Garden, em New York, e televisionada pela ESPN-HD valeu o tempo, inclusive a invasão na madrugada.

Primeiro porque se os tenistas normalmente perdem a mão e avacalham demais quando se “exibem”. Ontem foi diferente até pelo palco e pela cidade, onde já dizia Frank “if you make there you make it anywhere”, não é local para se errar a mão sem pagar um preço caro. Os quatro envolvidos deixaram isso bem claro pelos esforços, pelas atitudes e declarações.

Todos eles foram unanimes, e bem treinados, em enaltecer o MSG, mais famoso local esportivo/entretenimento no planeta. Ficou até constrangedor tanta insistência e confete. Mas, afinal, ninguém quer perder a boquinha que paga bem e dá uma tremenda visibilidade.

Todos se saíram bem, uns melhores do que outros. As moças jogaram em um limbo entre a exibição e o sério, mais pela primeira, até porque Caroline é uma brincalhona. Apesar de ter sido a que mais “sentiu” a quadra não se apertou, se divertiu e não se preocupou com o fato que Maria Sharapova jogava sério e para ganhar – o que mais se esperaria?

O ponto alto da partida das moças foi quando Caroline perguntou ao público se não havia “algum gostosão no local para dançar com ela”. Mais do que depressa, seu namorado, o campeoníssimo Rory McIlroy, atual #1 do mundo do golfe, com uma tremenda carinha de cachorro rejeitado e surpreso pela audácia, se ofereceu antes que algum bonitão quisesse ver o que a Dinamarca tem para oferecer além do Noma. Bem à vontade, o rapaz não dançou, mas pegou a raquete da namorada e jogou um ponto, e venceu, contra a russa de 1,88m, no que fez muito bem. Foi dormir pensando, “huuumm, tonight Rory 2 x WTA girls 0!”

A partida entre Federer e Roddick foi outro departamento. Deveriam evitar um jogo masculino depois do feminino. A velocidade de bola e de corpos fica gritaaaaante.

Roddick não vem ganhando nem no truco contra a mulher, a quem, infelizmente, não vi no local. No tênis então não está mais nem entre os 30 melhores do mundo. Ele sabia que ontem, apesar das circunstâncias, era uma oportunidade de redenção.

E o americano foi o melhor da noite. Sacou como nunca – valeu o ingresso só pela aula de saque. Foi brincalhão, pelo menos no seu humor, que pode não ser muito afiado, mas é americano. Foi simpático com o público. Foi reverente com o adversário, mas deixou claro que estava com toda intenção de ganhar a tal exibição. Federer jogou bem, ficou de coadjuvante para as brincadeiras, sorria o tempo todo, mesmo sem saber porque, não tentou roubar o papel principal de Andy, tentou levar para o 3º set, mas não se desesperou por não conseguir.

Foi um espetáculo que valeu pelo o que se propôs que era uma noite de luxo, numa cidade onde o luxo é praxe, tendo como protagonista um esporte que é um luxo permanente e estrelas que sabem valer essa qualidade.

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segunda-feira, 5 de março de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 00:46

De Dubai para o MSG

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Uma coisa que eu não preciso fazer a esta altura do dia é me aprofundar sobre a vitória de Roger Federer em Dubai, batendo o MalaMurray na final em dois sets. Novidade? Nenhuma.

Vale dizer que a frase mais marcante do suíço sobre sua vitória foi algo na linha de “não há substituto para a confiança”. Quem joga esse esporte do capeta sabe o que ele quis dizer.

Vale lembra que Roger vinha ganhando torneios desde o fim da temporada passada, sempre “indoors”, o que faz uma boa diferença para seu estilo e jogo. Ele disse também que era muito bom voltar a ganhar “outdoors”. Até porque ele só volta a competir indoors bem no final da temporada.

Federer fez bom uso da influencia que tem lá pelos Emirados. A quadra estava rápida como ele gosta e como provavelmente exigiu. As quadras rápidas estão mais raras do que adolescentes pacientes, o que vem sacrificando e extinguindo o tênis agressivo do saque/voleio. Vai-se indo um dos últimos dos moicanos e se instala de vez a época dos passadores de bola estilo Nadal, Djoko, Murray etc.

A minha curiosidade a respeito e única chance de desvio de rota a vista é a eleição do atual Presidente da ATP Brad Drewet, aliado de Federer. Só lembrando, para um pessoal que não deve ter ideia do fato, Drewet era um tenista australiano, canhoto e voleador. Mas eu não apostaria nenhum dólar australiano que ele vá mexer na velocidade do jogo com Federer a pouquíssimo tempo da aposentadoria e os outros cachorrões só indo à rede atrás de curtinhas e para trocar de lado. Mas…

Enquanto Indian Wells não começa, que quiser se divertir um pouco e ver como tenistas como Federer, Roddick, Sharapova e Wozniacki ganham um dinheirão que você não ganha em cinco anos em pouco mais de uma hora em um dos locais mais famosos do esporte, o Madison Square Garden e na cidade mais cosmopolita do mundo é só ligar na ESPN-HD nesta 2ª feira às 21h e assistir as duas partidas, na companhia de Marco Antonio Rodrigues e Paulo Cleto, e se aproveitar os jogos e economizar de U$50 a U$1000, que é o que custam os ingressos. Eu adoro TV!

A foto que Federer enviou assim que saiu do aeroporto em NY vindo de Dubai.

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sábado, 28 de janeiro de 2012 Tênis Feminino | 11:29

Forja

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Quem acompanhou meus comentários na TV, internet e aqui nas ultimas duas temporadas ouviu e leu, mais de uma vez, meus comentários sobre a inevitável subida ao topo do ranking da intensa Azarenka. Veja um deles em: http://paulocleto.ig.com.br//2011/04/02/as-pernas-da-vitoria/

Era uma questão de tempo e amadurecimento – ela invadia a área da ansiedade extrema em momentos importantes. Aos poucos foi administrando o problema, crescendo dentro do circuito e chegou à Melbourne, após conquistar Sidney, respaldada pelo #3 no ranking mundial.

Victoria deu um cacete na Sharapova. Sem piedade nem dó. A russa deve ter sentido vergonha, especialmente no 2º set, quando levou um banho de realidade que poucas vezes deve ter levado na carreira. Ambas possuem, razoavelmente, o mesmo estilo, com a diferença de a garota ser muito bem mais veloz, o que faz diferença na velocidade que a bola feminina está andando, e ter um pouco mais de margem de erro (spin) nos golpes.

A questão era se Azarenka manteria as emoções sob controle, já que se perdesse a precisão dos golpes seu jogo iria para a cucuia. E, convenhamos, a moça não sabe, e não ganha de ninguém, se tiver que “empurrar” a bola.

A bielorrussa tem qualidades e personalidade para brigar pelo topo do ranking e conquistar outros GS carreira afora. Vai ter a companhia de Kvitova, outro talento que já ganhou seu Slam, mas ainda está longe de ter chegado ao seu melhor tênis. Se os deuses ajudar terão a companhia de novos valores e, eventualmente, de alguma das várias tenistas que, em dado momento, podem surpreender qualquer outra.

O tênis feminino atravessa um momento interessante, rico e, principalmente, com profundidade de valores. Victoria Azarenka é um desses nomes, que hoje mostrou uma maravilhosa capacidade de aliar intensidade, força, velocidade, técnica, postura e coragem, uma aliança que forja campeões.

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:27

1000!! e sem surpresas

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Os meus leitores são um capítulo à parte no meu Blog. Logo que resumo meu trabalho na ESPN e ligo para minha mulher, ela me avisa que o Blog está bombando e que o pessoal está excitado com a aproximação dos 1000 comentários.

Como marquei hora com meu colega Romeu para bater umas bolinhas no Clube, mesmo debaixo do sol que ferve São Paulo, mesmo que só para tirar a inhaca, não vou poder postergar muito este meu post, que não será o definitivo do dia – adivinhem qual será o tema deste!? Será que será antes do milésimo – eu e o Federer flertando com esse numero redondo!

O fato é que o tema de outro recente post – “Fabulous Four” – acabou sendo profético sobre o Aberto da Austrália. Os quatro melhores do mundo chegam às semifinais, provando que eles estão um degrau acima do resto.

Um colega meu de ESPN me pergunta se isso não mostra um momento menor do circuito. É a história do meio copo d´água. Eu vejo como um momento diferenciado, só que pelo melhor. São quatro excelentes tenistas e qualquer um deles pode ficar com o título que não seria nenhuma surpresa.

Desses quatro, Djoko, Nadal, Federer e Murray, só este não tem um título. Por isso, e só por isso, a minha “torcida” pelo Mala. Aí nos próximos, incluindo as Olimpíadas, teríamos realmente quatro tenistas em igualdade de condições. MalaMurray precisa de um título para tirar esse urubu dos ombros e poder explorar seus limites.

Na chave das mulheres uma interessante ambiguidade. Três tenistas – Kvitova, Sharapova e Azarenka – com chances de terminar a quinzena como #1 do mundo, algo muito difícil de acontecer e que acrescenta no drama do torneio – CruzadinhaWozniacki não poderá, pelo menos por enquanto, levantar seu dedinho indicador mundo afora.

No entanto, a favorita ao título, o que também não quer dizer muito, ainda é Kim Clijsters, que, e aí a ambiguidade, está fora dessa corrida. Ela tem jogado menos e seus pontos não são o suficiente para a colocar na “briga”. A belga de 28 anos tem mais experiência do que todas e quatro títulos de GS. Ela e Sharapova já foram #1 do mundo e ambas já venceram em Melbourne. Kvitova nunca foi #1, mas ganhou Wimbledon. Por fora, a intensa Azarenka, que nunca foi #1 nem ganhou um GS. Mas aí também a vitória de qualquer uma delas não será uma surpresa.

Uma homenagem aos leitores deste Blog. Abss

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Masters, Tênis Feminino | 11:34

Risotas ao Bósforo

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Parece que a semana de Maria Sharapova em Istambul não foi lá muito proveitosa para a moça. Dentro e fora da quadra. Como eu sugeri no fim de Turkish Delights alguém iria tremer. E foi a fashion russa. A moça deve ter feito as contas com seu ambicioso manager de quanto poderia faturar e o bracinho travou.

Até aí, normal. Nada a se reclamar ou recriminar. Só ganha ou treme quem entra em quadra.

Opssss. Aí danou. Após perder duas partidas seguidas e ver suas chances de se tornar #1 da temporada naufragarem nas águas do Corno D’Ouro, a simpática resolver abrir a gaveta das desculpas, descobrir uma contusão e mandar o público ir plantar favas lá pelos lados do Mar Negro. Como já dizia Andre Agassi, há muitas luas atrás, “imagem é tudo”. E assim o mundo dos marqueteiros prossegue mais forte do que nunca, independente da realidade, até porque para isso existem as versões e as declarações bem elaboradas mesmo que irreais.

Ouvi dizer que quem passou parte da noite de ontem tomando pequenos goles da raki, observando da varanda de seu quarto a lua iluminar o Bósforo enquanto deitava sobre a Rumélia foi a dinamarquesa, que assegurou a posição de Numero 1, mesmo perdendo para a ranheta Zvonareva, o que comprova que a moça impera mesmo não se sobressaindo.

Com tranquilidade, alegria contida e um CD rolando, preenchendo o vazio da ausência de um golfista com as famosas estrofes do clássico da Broadway de Leonard Bernstein. Houve um amigo que jura que ouviu também a doce voz do Milton atravessando as parede, tudo entremeado por gostosas risotas.

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