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quinta-feira, 6 de junho de 2013 Roland Garros, Tênis Masculino | 06:07

E os sul americanos?

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Por que a ausencia de grandes tenistas sul americanos, homens e mulheres, entre os pros e o juvenis em Roland Garros. Afinal, sul americanos sempre tiveram excelentes saibristas – é uma cultura e uma tradição. Agora este hiato, contaminando também os juvenis.

Nas 4as de final do juvenil feminino não tem nenhuma sul americana. É só americanas (2), russas (2), suíça, eslovaca, croata e alemã. Bia Maia caiu na 3a rodada para uma suíça leve e rápida, que erra pouco e que eu duvido vá jogar muito tênis, apesar de ser inteligente para jogar e ter um pai que a empurra – nunca se sabe

Mas Bia tem arsenal de sobra para bater a suíça, cabeça #2. Mas fica claro que ainda falta algo na fórmula. Os golpes estão lá, o jogo, tático e mental, ainda não.

Nas 4as masculinas, temos dois chilenos, o que deve estar deixando o país andino feliz e, de certa forma, nós. Um deles, Guillermos Nunes, tem muuuuita habilidade, mãos rápidas, todos os golpes, ligeirinho, mas tem 1 metro e meio (não tem 1.65M!) Duvido que vá crescer muito e mais ainda que vá conseguir um lugar ao sol entre os pros que hoje são atletas altos e fortes. Mas, por enquanto, dá uma canseira nos marteleiros ignorantes que dá gosto de ver – o mundo é cruel. Um outro para se ficar atento é o italiano Gianluize Quinzi, com seu estilo Nastase, o que cai bem em um italiano. Mas faltam brasileiros e mais sul americanos nessa chave.

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Roland Garros, Tênis Masculino | 05:58

Duplas sul americanas

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Marcelo Melo não conseguiu passar à final das duplas mistas. Mas pelo menos, para ele, conseguiu “vingar” a derrota para o ex-parceiro Bruno Soares na duplas masculina, eliminando-o nas mistas.

Soares ainda está vivo na masculina – joga hj contra os irmãos Bryan a semifinal. Jogo tenso. Apesar de dividir a responsabilidade e o estresse com o parceiro – e isso é imensurável na tênis – as duplas são para quem gosta de viver perigosamente. O jogo muda muito de direção e comando, bem mais do que nas simples. Uma bobagem e o jogo se vai. E vc pode perder o 1o set como se fosse um panga e ganhar o jogo no 3o. É muito rápido, não só a velocidade das bolas, mas também o ritmo e a direção do jogo.

Nas 4as, Soares e Peya pareciam caminhar para o cadafalso – perderam 6/1, sem mais delongas e não conseguiam cacifar o break points que surgiam, o que é sempre um mal sinal. Dava para sentir a frustração no ar. Mas, a experiencia de ambos os manteve na partida, cavando, insistindo e conseguiram levar o jogo para o 3o set. Uma questão de um ou dois pontos que foram para o lado certo e quebraram no 4×4.

Talvez um dos poloneses tenha sentido as costas por alí, no final do 2o set. Talvez não, tenha sido no início do 3o set. De qq jeito, logo no início do 3o, no 2×1, vi que tinha algo estranho. Os poloneses não sentaram e ficaram conversando de pé, ainda dentro da quadra onde jogaram o ultimo game. Fica claro agora que estavam conferenciando sobre seguir ou não. Jogaram mais um game e desistiram.

Se Soares e Peya não tivessem conseguido aquela quebra no 4×4, quando tiveram várias outras, assim como os adversários tiveram oportunidades de fechar o game, o jogo poderia ter acabado e a contusão ter sido driblada ou mesmo não aparecer.

A dupla de franceses Mahut e Llodra tambem passaram por estresse logo na 2a rodada. Perderam o 1o set fácil para o Mirnyi e o Tecau. No 2o ainda não tinham chegado perto de um BP, com o Mahut enterrando legal, mas chegaram no TB e venceram. No 3o set os adversários sacaram no 5×4 e deixaram escapar. A essa altura a quadra 2, uma quadra fechadinha, charmosa, com um ambiente ótimo e com o publico quase “dentro” da quadra estava em ebulição. O publico levou os franceses à vitória. Agora estão na outra semi, enfrentando o Cuevas e o Zeballos, dupla uruguaia/argentina.

Seria legal que vencessem e enfrentassem Bruno e parceiro na final. Afinal, o tênis sul americano foi sofrível neste Roland Garros, o que levanta uma questão a ser comentada: porque os sul americanos, que sempre tiveram grandes saibristas não estão com ninguem no topo, pelo menos nesse piso?

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quarta-feira, 21 de julho de 2010 Juvenis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 17:20

Uma realidade.

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O amigo Felipe Fonseca, que mencionei no post anterior, se entregou, junto com sua equipe, liderada por Daniel Gildin, ao trabalho de levantar alguns dados sobre um aspecto do tênis profissional. Tem muito a ver com seu trabalho, mas não deixa de ser interessante como um todo, em especial para os tenistas mais jovens e os pais destes.

 O objetivo do levantamento era identificar padrões de resultados entre tenistas de 18 anos que possam indicar suas chances de chegar ao top 100 do ranking da ATP. O método utilizado foi a pesquisa de resultados que tenistas que alcançaram o top 100 tiveram até 18 anos de idade. A análise foi feita com os 100 melhores tenistas do ranking da ATP em duas datas diferentes: Janeiro de 2008 e Janeiro de 2010, utilizando datas da ATP e a FIT

 Resultados:

 1. 75% dos top 100, quando tinham 18 anos, estavam pelo menos entre os 500 melhores do ranking da ATP e/ou entre os 30 melhores do ranking juvenil da ITF.

 Além disso:

27% deles ganharam pelo menos um jogo na chave principal no Circuito ATP

34% deles chegaram a pelo menos uma semifinal de torneio Challenger

23% deles foram campeões de pelo menos um torneio Challenger

 2. Outros resultados que os tenistas do top 100 alcançaram até 18 anos:

20% deles ganharam no mínimo uma rodada na chave principal de um torneio ATP

17% foram campeões de no mínimo um Challenger.

25% alcançaram no mínimo uma semifinal de Challenger.

 3. 7% dos top 100, quando tinham 18 anos, não tinham os chamados “resultados expressivos”, então “arriscaram” ao entrar no circuito, pois seus resultados até os 18 anos não eram convincentes. Estes resultados que chamamos de “não expressivos” eram:

Estavam ranqueados acima de 800 no ranking da ATP ou acima de 200 no ranking juvenil da ITF

Estes mesmos tenistas precisaram em média 5 anos para alcançar o top 200 do ranking da ATP aos 23 anos de idade, e em média 6 anos para alcançar o top 100 do ranking da ATP aos 24 anos de idade.

 4. 6% dos top 100, quando tinham 18 anos, optaram pelo tênis universitário nos EUA.

Estes tenistas precisaram em média 4 anos para alcançar o top 200 do ranking da ATP, aos 22 anos de idade, e em média 6 anos para alcançar o top 100 do ranking da ATP, aos 23 anos de idade, geralmente com um diploma debaixo do braço.

 5. Comparativo entre tenistas que “arriscaram muito” e os que optaram pelo tênis universitário.

 Tenistas que arriscaram muito:

 Nome                      Ranking ITF aos 18 – Idade entrada no top 200 ATP-Melhor ranking ATP 

Igor Andreev              116                                             19                                                    18

Potito Starace            530                                              20                                                    27

Simon Greul               545                                                23                                                    55

Ivo Karlovic              417                                               23                                                     14

Santiago Ventura      390                                               23                                                    65

Florent Serra             432                                                 24                                                    36

Paolo Lorenzi        Sem ranking                                    24                                                    83

 Tenistas que optaram pelo tênis universitário nos EUA

 Nome                  Ranking ITF aos 18 -Idade que entrou no top 200 ATP-Melhor ranking ATP

Rajeev Ram             37                                             20                                              78

John Isner                93                                             21                                              19

James Blake             92                                             21                                                4

Michael Russel        36                                              21                                              60

Peter Luczak          318                                            22                                                 64

Benjamin Becker   199                                            24                                                 38

 Os “Universitários” chegaram ao top 200 antes que “arriscadores” e atingiram melhores rankings ATP que estes. E todos os primeiros têm diplomas de universidades entre as 50 melhores dos EUA.

 Conclusões do pessoal da “Daquiprafora”.

 1. 75% dos jogadores no top 100 da ATP, aos 18 anos, alcançaram pelo menos os seguintes resultados:

Top 500 do ranking ATP

Top 30 do ranking ITF

Pelo menos uma semifinal de torneio Challenger

 2. Entre os tenistas presentes no top 100 do ranking ATP nas datas pesquisadas, apenas 7% estavam fora do top 800 ATP e do top 200 ITF aos 18 anos. Eles demoraram, em média, cinco anos para chegar ao top 200 após concluir a carreira juvenil.

 3. 6% dos jogadores no top 100 da ATP jogaram tênis universitário. Todos estiveram pelo menos entre os 10 melhores tenistas universitários da NCAA. Chegaram ao top 200 da ATP com 22 anos em média, exatamente 4 anos após iniciar a carreira universitária, o que coincide com o término do curso.

 4. De um modo geral, se com 18 anos o tenista não tem resultados expressivos (top 500 ATP / Top 30 ITF / 1 semifinal de Challenger), ele precisa de pelo menos 4 ou 5 anos para chegar ao top 200.

5. Se o período de desenvolvimento necessário para um tenista que não é um expoente chegar ao top 200 é 4 ou 5 anos, e no top 100 da ATP há 6% de “não expoentes” e 7% de “ex-universitários”, é razoável concluir-se que tanto o caminho “arriscado” quanto o tênis universitário oferecem as mesmas chances de levar o tenista ao top 100.

6. Se tanto o caminho “arriscado” quanto o tênis universitário podem levar ao top 100, porque então não escolher o caminho que:

Garante um diploma, afinal de contas, não são todos os tenistas que chegarão ao top 100

Custa muito menos, pois é a universidade que faz o investimento no desenvolvimento do tenista (técnicos, treinamentos, uniformes, equipamentos, competições).

7. Todos que optaram pelo tênis universitário ficaram entre os 20 melhores da 1ª divisão da NCAA.

Portanto, se um tenista não alcança o top 20 do ranking da NCAA, as chances de chegar ao top 100 são mais remotas.

Finalmente um olhar sobre os tenistas brasileiros que alcançaram o top 100 no ranking da ATP em 2010 para fins de comparação com as estatísticas mencionadas na pesquisa:

                                 Ranking FIT aos 18-               Idade entrada no top 100 ATP-               Melhor ranking ATP

Thomaz Bellucci       15                                                  20                                                                  26

Marcos Daniel           20                                                  27                                                                   56

Thiago Alves             11                                                    27                                                                   88

Ricardo Mello           15                                                       24                                                                50

 Como se vê, todos os brasileiros acima estiveram entre os 20 melhores juvenis do mundo aos 18 anos.

 À parte das conclusões do pessoal do “Daquiprafora”, tomo o levantamento como resposta para aquele sem numero de delirantes que acreditam que ter sucesso no circuito profissional seja de alguma forma fácil e, em especial, como exemplo para os inúmeros pais e jovens que me perguntam quais as chances de seus filhos terem sucesso entre os profissionais, mesmo não se encaixando entre os chamados “expoentes” ou apresentando os chamados “resultados expressivos aos 18 anos”, época em que os jovens geralmente fazem suas opções quanto ao estudo ou profissionalismo no tênis.

 Como escrevi no post anterior, a tênis é um grande “abridor de portas”. No entanto, é uma das responsabilidades do tenista, e seus pais enquanto jovem, reconhecer, priorizar e escolher quais portas irá atravessar vida afora.

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terça-feira, 20 de julho de 2010 Juvenis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 18:14

Vantagens

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Sempre fui um firme crente que um trabalho bem feito, seja qual for, realizado com entrega e permanente busca pela melhora, trará ao executor satisfação pessoal e financeira, duas boas razões para se levantar da cama e ir à luta.

Por isso, sempre me encantei com trabalhos em empreendimentos que fogem ao padrão e criam algo que acrescente ao indivíduo e, sempre que possível, à coletividade.

Um amigo meu, Felipe Fonseca, foi estudar em Winthrop nos EUA e jogando tênis pela universidade nos campeonatos universitários pagou por seus estudos graças a uma bolsa. Para quem gosta de tênis, assim como de estudar e abrir horizontes em sua vida, um casamento perfeito. Voltou e fundou um negócio que possibilita outros brasileiros com as mesmas paixões, talentos e força de vontade realizar seus sonhos.

Desde 2001, quando fundou a empresa “Daquiprafora”, conseguiu um total de U$45 milhões em bolsas universitárias para cerca de 800 atletas/estudantes brasileiros, sendo $23 milhões e 530 delas para o tênis, sua paixão original. Além do tênis, trabalha com esportes como natação, golfe, futebol, vôlei, atletismo e basquete em universidades como Harvard, Duke, South Carolina, Purdue, Columbia, Cornell, UCLA, Rice, South Florida, Auburn, entre as quase 300 escolas onde tem atletas. Só em 2009 a “Daquiprafora” enviou184 estudantes para os EUA, sendo 92 tenistas. Entre os tenistas brasileiros nos EUA atualmente estão Henrique Cunha, Bruno Rosa, Diego Cubas, Rafael Garcia, Jennifer Widjadja, Nicole Herzog e outros. Os bolsistas recebem – dependendo de seus históricos e das escolas – de 40 a 100% do custo das universidades, que vão das anuidades a moradias e alimentação, além do material esportivo necessário para ser competitivo.

Como fui técnico da Copa Davis por quase duas décadas, além de técnico de inúmeros tenistas e equipes juvenis e profissionais, ouvi, com enorme frequência, perguntas vindas de pais curiosos, ansiosos, aflitos e, não tão raro, delirantes a respeito do futuro tenistico de seus filhos. Apesar de minha história pública estar ligada ao tênis competitivo, só fui nele parar porque minha paixão e história é mais ampla.

Jogo desde os seis anos, minhas quatro irmãs foram campeãs juvenis brasileiras, minha mãe está com 83 anos, joga diariamente desde que se aposentou e era assídua antes disso. Tenho certeza que seu ótimo astral e excelente saúde, física e mental, passam por essa prática. Meu pai madrugava diariamente para estar em quadra às 6h, antes de ir para o trabalho. Jogou até morrer, vítima de câncer, nunca teve um quilo a mais do que deveria e divirtiu-se maravilhas com o tênis, assim como divertiu e ensinou a muitos outros.

Para mim o tênis é muito mais do que a competição esportiva que se acompanha pela mídia, recheada de ídolos e super atletas. Sempre foi “o esporte”, parâmetro de minha formação, bálsamo das atribulações diárias, motivador para a prática esportiva, assim como de uma eterna razão para a incessante busca da auto-melhora e a auto-estima.

Mas, tão importante e marcante, é um “abridor de portas” social na sua melhor concepção. No dia a dia me possibilitou abrir inúmeras, inclusive a da possibilidade de estudar nos EUA, bem antes do Felipe e sua empresa – que veio facilitar a vida de centenas em algo que antes era restrito a poucos – possibilitando a divina simbiose da paixão com a necessidade de “ganhar a vida”. E, por mais que eu me enfiasse mundo afora, sempre encontrei uma quadra e mais de um novo amigo para jogar. E quando estou por aqui, graças ao tênis-social fui criando e mantendo um rol de amigos com os quais muito me divirto.

Por isso, quando perguntado sobre as chances de um jovem se tornar um “campeão profissional”, prefiro oferecer as histórias acima. Muitas vezes não é exatamente o que querem ouvir, mas sempre elegi obedecer às minhas verdades do que ceder a de outros para manter aparências e “amigos”.

Essas “vantagens” do tênis são infinitamente mais reais do que as de um jovem qualquer ter sucesso como profissional. Para deixar isso mais claro em números, que nunca mentem, amanhã publico um post sobre levantamento feito pela “Daquiprafora que considero um “must” de leitura para todo jovem tenista e seus pais.

Se a maioria dos pais fizesse questão de que seus filhos aprendessem o tênis pelas razões outras que mencionei neste post, e outras similares, e não pelo do longínquo e árduo sonho de ver seus filhos se tornarem novos Gugas, algo viável porém com um caminho muito mais sofrido e frustrante que qualquer um deles possa imaginar, a esmagadora maioria desses jovens asseguraria um canal mais viável para a felicidade para o resto de suas vidas, além de criarem oportunidades de crescerem, pessoal, social e profissionalmente. É isso que o Felipe escolheu para si e hoje tenta tornar possível para centenas de outros jovens que souberam escolher suas prioridades e realizar suas opções.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 Juvenis | 16:13

Tigres, e tigresas, asiáticas.

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Como eu mencionei a semana passada o Orange Bowl, nada mais justo do que atualizá-los com os resultados do torneio que terminou este fim de semana.

Entre os meninos até 18 anos o título ficou com o indiano Yuri Bhambri, que bateu na final o americano Jarmere Jenkins. Entre as meninas, a WC Julia Boserup correu por fora e ficou com o título após bater outra WC americana, Christina McHale. Parece que eles estão escolhendo bem as convidadas.

Uma questão interessante que aparece no final da temporada dos juvenis é: será que os investimentos no tênis asiático finalmente vão começar a dar frutos? Não deixa de ser curioso descobrir que dois asiáticos fecham o ano como os melhores juvenis do mundo. Entre as mulheres, Noppawan Lertcheewakarn – imaginem eu ter que falar o nome da moça na TV – foi à final de Wimbledon e venceu 4 torneios na Ásia para ficar com o título.

Entre os rapazes, Tsung-HuaYang ficou com o cedro após vencer RG e ir à final do AO, além de vencer as duplas no AO e Wimbledon. Aliás, bom sinal um tenista que jogue bem simples e duplas. O indiano Bambri ficou em segundo lugar e o brasileiro Jose Pereira, que investiu no circuito juvenil ficou em 9º, e Henrique Cunha em 18º. Entre as meninas brasileiras nenhuma entre as 25 primeiras.

Com a palavra a Confederação Brasileira de Tênis. Ou alguma asiática.

E, só para confirmar, junto com os juvenis, a FIT obedeceu o ranking e indicou formalmente Rafael Nadal e Jelena Janjovic como os Campeões do Mundo.

Noppawean e seu estilo heterodoxo.

Tsung, um tenista de dupla qualidade.

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