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Posts com a Tag gustavo kuerten

sábado, 9 de outubro de 2010 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 01:15

O sucesso olímpico

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Li algumas notícias sobre a entrevista de Gustavo Kuerten no Rio de Janeiro, na divulgação de sua partida/exibição contra Andre Agassi em Dezembro.

O catarinense parece estar assumindo sua porção porta-voz do tênis brasileiro, talvez para certo desespero de um ou outro ex-tenista que não perde uma oportunidade de tentar se impôr como essa figura no tênis nacional.

Por um tempo, Kuerten parecia indeciso sobre seu futuro, no tênis e longe dele, algo que parece lhe estar mais claro, pelo menos por enquanto. Afinal, há uma Olimpíada no horizonte e muitas exibições a serem jogadas.

Quanto ao segundo assunto, ainda vamos ler e ouvir bastante a respeito, já que o Grupo Globo está envolvido na parada. Quanto ao primeiro, Kuerten surpreendeu ao afirmar que não vê muitas possibilidades de sucesso do tênis brasileiro nas Olimpíadas do Rio. O tenista diz que a história do tênis brasileiro atrás de medalhas é para após o Rio.

Disse o catarinense – “É irreal montar uma equipe forte com 8 a 10 tenistas até 2016”. “Podemos até chegar próximos, mas é preciso investir em treinadores”. “Nos Jogos do Rio, a construção de resultados não é a única coisa importante”. “É necessário desenvolver o esporte para pensar em se tornar uma potencia olímpica”. “O tempo para montar a equipe de 2016 é escasso”. “Pelo menos o Bellucci tem chance de disputar uma medalha. Ele vai evoluir nos próximos anos”.

O contraponto de suas declarações foi a resposta imediata do atual Presidente da CBT, Jorge Lacerda Rosa, catarinense que estreou como dirigente do tênis, para salvá-lo, há cerca de uma década atrás, com o aval de Kuerten,.

Rosa diz: “A cobrança por resultados é agora. Ninguém está pensando no futuro”. Ops!!; uma certa contradição no pedaço!

O presidente diz também que corre atrás de um terreno para um centro de treinamento em São Paulo há seis anos. Tenho claro em minha memória ele apresentando uma maquete de um terreno e suas edificações para um centro de treinamento em Floripa, em uma reunião na CBT, quando ele era presidente da federação catarinense, quase 10 anos atrás, assegurando aquilo ser uma sua aposta e uma certeza.

Causa surpresa esse conflito de idéias e objetivos de duas pessoas que sempre se pensou serem parceiros. Não tenho notícias há quanto anda o relacionamento entre ambos, mas as declarações não sugerem estar tão afinadas.

Entendo as declarações de Kuerten como pragmáticas – uma arte que ele sempre foi exímio e o tempo só aperfeiçoa. Por detrás de suas palavras, está a exigência de que é preciso investir na formação de tenistas e que sem isso não há chances de sucesso, só de boas surpresas – no que está coberto de razão.

Jorge Rosa admitiu, na mesma entrevista, que hoje a CBT arrecada anualmente cerca de R$12 milhões – porém não encontrei nada explicitando aonde e como é gasto cada Real.

No entanto, a declaração de Kuerten sobre “força olímpica” e “equipe de seis ou oito tenistas” é um tanto distante da realidade. O Brasil já bateu na trave em duas ocasiões para conquista de uma medalha olímpica. Uma com Jaime Oncins em Barcelona, quando perdeu no quinto set para um russo – se vencesse ficaria no mínimo com Bronze. E depois com Meligeni em Atlanta, onde o tenista perdeu duas oportunidades, contra Brugera e Paes, quando, após excelente campanha. Se tivesse ganhado um desses dois jogos teria uma medalha. O tênis nas Olimpíadas segue sendo mais dependente de esforços e brilhantismos individuais do que coletivos.

O fato é que não dá para afirmar que exista a tal “potencia olímpica”, nem que seja necessário mais de um tenista brilhando para termos sucesso no Rio.

Se Bellucci, ou qualquer outro, conquistar um ouro, ou mesmo uma prata olímpica, já nos lavaria a alma. Se tivermos uma dupla faturando uma segunda medalha, três tenistas seria tudo o que precisamos para um sucesso olímpico.

Por outro lado, se Kuerten foi elegante com Bellucci, não dá para ignorar que tenistas como Tiago Fernandes, Clezar, Monteiro e outros jovens que podem surgir e brilhar nos próximos seis anos, terão cerca de 24 anos em 2016, tempo mais do que o necessário para amadurecerem e trazerem resultados. (Alguém se lembra de Del Potro, por exemplo, seis anos atrás?)

Se é para pensar estritamente em Olimpíadas do Rio, temos que investir, nas mais diversas maneiras, nesses tenistas que já começam a produzir resultados como infanto-juvenil. Afinal, uma menina de 14 anos terá 20 em 2016, a idade da atual numero 1 do ranking.

Se é para pensar o tênis no longo prazo, o que é sempre uma ótima idéia, é necessário, como insiste Kuerten, pensar o esporte como um todo, reestruturando o que nunca foi estruturado (o que em si é um absurdo), pensar o tênis como um esporte a ser praticado por jovens famintos por resultados, que hoje não tem acesso aos clubes e academias, e que tenham o perfil psicológico e físico corretos e exigidos para encarar o circuito profissional. Investir no pessoal técnico, antes mesmo de investir no atleta, o que só é feito para inglês ver (figurativamente e de fato), construir o tão prometido Centro de Treinamento, e, não menos vital, deixar de lado o eterno “oba oba” marqueteiro e partir para a geração de resultados, quando, infelizmente, é exatamente o inverso que acontece.

Como será a medalha dos Jogos do Rio?

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terça-feira, 5 de outubro de 2010 Light, Tênis Masculino | 23:05

Expandindo 2

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Para quem ainda não sabe ou adivinhou, o que Gustavo Kuerten divulgará na quinta-feira no Clube Caiçara na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, é a sua partida-exibição contra o escritor Andre Agassi na quadra coberta do Maracananzinho no dia 11 de Dezembro.

Para quem esqueceu, neste fim de ano celebra-se 10 anos da conquista de Gustavo Kuerten do Masters de Lisboa, onde ele conquistou também a primeira colocação no ranking da ATP. Seu adversário na final de então: Andre Agassi.

Kuerten x Agassi – Premiação em Lisboa.

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Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 13:16

Expandindo

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Ainda esta semana, Gustavo Kuerten anuncia sua parceria com a GEO Eventos, empresa do Grupo Globo e da RBS, grupo gaucho reprodutor do sinal da rede Globo no sul do país.

A GEO Eventos foi criada este ano para aproveitar o momento que o Brasil passa a viver como sede das Olimpíadas e da Copa do Mundo. Eles vão organizar eventos esportivos, shows musicais – trazem Eminem em Novembro. A empresa tem um caminhão de dinheiro para aquisições e já começou a disparar em várias direções.

Adquiriram esta semana a Almasurfe, ligada ao esporte de praia e antes já havia adquirido, entre várias outras, a HSM, empresa de eventos corporativos criada originalmente por dois tenistas, Jose Salibi e Harry Uffer.

O que a GEO Eventos acertará com Gustavo Kuerten só saberemos em detalhes na quinta-feira, quando os envolvidos fazem um anuncio à imprensa no Rio de Janeiro.

A cada dia que passa o tenista vai deixando mais claro seus objetivos profissionais; que não parecem ser na direção dos palcos, como pensou-se quando ele foi estudar para ser ator, e sim de volta às quadras, mesmo que por linhas indiretas.

GEO Eventos – nova parceira de Gustavo Kuerten.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009 História, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 19:09

Capitão Kuerten

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Já que não devemos rasgar dinheiro não podemos perder as pautas que nos dá Gustavo Kuerten em uma de suas raras entrevistas.

O Mané sempre dominou intuitivamente a arte do marketing e, ao contrário dos tolos, tem uma boa idéia da ressonância de suas declarações. Até por isso, como tenista não saia muito da esfera das declarações óbvias e positivas. Esta semana deu um passo à frente.

Posso lhes assegurar que o catarinense não é nenhum tolo – muito distante disso. É uma das pessoas mais inteligentes intuitiva e emocionalmente que conheci. À parte de uma capacidade de assimilação e raciocínio excelentes, e muito acima do padão, que utilizou nos limites de uma quadra de tênis, poderia, se quisesse – como sugeriu ao hesitar entre estudar matemática e artes cênicas – investir em outras paragens. Boa parte da razão de seu sucesso provém dessa rara convivência de inteligência emocional, inteligência intuitiva e inteligência para exatas.

Por isso não se deve tomar suas declarações como a de outros que estão por aí, implorando por atenção, gesticulando como birutas e falando muito porque é de graça e sempre há tolos que babam com asneiras.

Acho que Gustavo está, aos poucos, chegando a termos com uma nova fase de sua vida e que, aparentemente, não está ainda claro qual, quando e como será esse novo ato.

O que começa a ficar claro é que hoje ele se vê, eventualmente, atuando dentro do tênis. Sua recente presença na festa da Fundação Agassi, a quem criticou duramente pelo livro publicado, na comitiva do Brasil que brigava pela sede olímpica, na exibição da Sharapova e as entrevistas à Globo e ao Correio Braziliense dizem que ele está pronto para uma exposição maior. Como será sua participação de fato o tempo dirá ou, mais provável, ele decidirá.

Na entrevista ao Correio ele diz, de uma forma não muito clara, que se vê um dia fazendo mais parte da Copa Davis. Afirma não se ver como técnico de tenistas e sua participação na equipe será “de qualquer forma, até mesmo como capitão”. Kuerten completa o assunto dizendo que ainda “não é o momento, pois não tenho a capacidade, maturidade e disponibilidade para isso”.

Pode ser; eu pensaria ser a terceira alternativa a mais forte em seu raciocínio. Suspeito que a provável momento do Capitão Kuerten na equipe chegará com a maturidade tenística de Thomaz Bellucci e o despontamento de jogadores como os juvenis Guilherme Clezar e Thiago Fernandes, este treinado por seu ex-técnico Larri Passos, ambos com futuros promissores e, talvez, os potencialmente melhores profissionais que surgiram nos últimos tempos. A cabeça de Gustavo Kuerten, o pragmático, nunca foi só para usar boné.

gugamao Kuerten e suas opções.

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009 Tênis Masculino | 18:05

RIVALIDADES DISTINTAS

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Interessante as recentes declarações de Gustavo Kuerten sobre Federer. Lembra que as três vezes que jogou com o suíço foram pós sua 1a cirurgia. Perdeu a 1a na terra de Hamburgo em 2002, venceu a 2a na quadra dura de Indian Wells em 2003 e venceu a última em Roland Garros 2004. Vale lembrar que esta foi a única derrota de Federer em GS na temporada, a qual fechou com 18 vitórias e nenhuma derrota contra os top 10.

Kuerten sugere que eleger um melhor da história é subjetivo e afirma que só pode ser feito em cima de estatísticas, o que concordo. Diz que não dá para comparar gerações, por conta de serem diferentes adversários. Acrescento que as circunstâncias, também diversas, realizam uma enorme diferença, fazendo dessa eleição algo razoavelmente subjetivo.

Criando certa polemica, Kuerten diz que o suíço não teve as mesmas dificuldades de tenistas como Connors, Lendl e Sampras que tinham adversários mais dispostos a brigar pelo topo do ranking. É um prisma para se olhar, só não sei o quanto correto.

A questão é se os atuais não têm a disposição ou não têm a qualidade dos dois melhores – Federer e Nadal. Duas coisas distintas, mesmo que parecidas. Algo que colocaria ambos em patamares técnicos gritantemente distintos de seus adversários que é a visão geral atual e, óbvio, não a de Kuerten.

Já que diferentes prismas são sempre possíveis, coloco algo que possivelmente apimentava e, consequentemente, incrementava as rivalidades de então, como lembra o brasileiro.

Ao contrário do que acontece hoje, onde os adversários se respeitam e mesmo se gostam – vejam o relacionamento de Federer com Nadal, entre outros – antigamente não era raro um ódio latente, muito bem trabalhado e lustrado, entre os grandes rivais, mesmo quando devidamente camuflados. Isso fazia parte da “escola” americana.O livro do Agassi, aliás excelente, joga uma luz pessoal sobre o assunto.

Para deixar mais evidente essa teoria é só considerar o que o “ódio” mais conhecido, entre os bons tenistas do circuito atual, fez em termos de qualidade de jogo e competitividade: Nadal e Soderling.

Abaixo alguns exemplos de rivalidades de então.

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domingo, 13 de dezembro de 2009 Light, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 22:04

Manézinho em Brasília

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Na semana passada Gustavo Kuerten deveria ter recebido das mãos do presidente Lula a ‘Cruz do Mérito Desportivo”, a mais alta condecoração esportiva no país. Mas como a agenda do presidente é um tanto concorrida, a data mudou e, teoricamente, deve acontecer ainda este mês.

Lembro quando ele recebeu a “Medalha do Mérito Desportivo” – atentem que há uma sutil diferença no nome da condecoração – Kuerten deu de presente ao Presidente, para a minha surpresa, um exemplar de “Gustavo Kuerten e Roland Garros – Uma história de Amor”, livro escrito por este bloguista contando as aventuras e o sucesso do Mané em Paris.

Como o livro dele – o que ouço é que será escrito na primeira pessoa – ainda não foi escrito, não sei o que o rapaz vai levar para Brasília, já que uma raquete também foi entregue em outra oportunidade. Talvez ele aceite sugestões.

guga lula livro 2 A obra prima trocando de mãos.

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sábado, 5 de dezembro de 2009 Light, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino | 22:16

No condomínio.

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Depois da paspalhada tcheca na sexta-feira sequer hesitei na minha decisão. A força ímpar de meus leitores ajudou na decisão. Acordei sem pressa e da mesma maneira me meti na Castelo Branco, uma estrada lotada e chata em seu começo, mas que depois nos leva para novos horizontes.

Depois que o transito limpou, com Stevie Wonder reverberando nas caixas, a viagem de uma horinha foi fácil. O local da exibição Sharapova x Dulko é um belíssimo condomínio que um dia foi duas belíssimas fazendas. Com as chuvas de verão, o verde dos gramados e o vermelho dos Flamboyants nos fez sonhar com um terreninho por aquelas bandas.

O pessoal que organizou realizou um belo evento e o jogo foi a cereja do bolo. Foram felizes até na prudente idéia de cobrir a quadra, que ficou ótima e com lugar para quase 1000 pessoas. O piso era o mais usado no circuito indoor na atualidade – madeira pintada.

O jogo deu para o gasto. Nenhuma das duas queria fazer a outra sofrer. Como lembrou Gustavo Kuerten, sentado na lateral de uma das arquibancadas, as mulheres são por demais competitivas para fazerem uma boa e divertida exibição. Por isso o jogo foi sisudo e sério. Maria está lenta para as laterais, mas os golpes estão lá, assim como o instinto de jogar bem os pontos importantes. Gisele soube ser uma boa e feliz coadjuvante. Que não existam dúvidas, a estrela é a russa.

Uma das conversas das arquibancadas e corredores era se a mais bonita era Gisela ou Maria. Divisão na parada. Consenso; Maria é um mulherão, impressionante pelo tamanho e a juba loura, mas argentina é mais bonitinha, além de mais simpática. Maria é a rainha da marquetagem, algo que ela realiza com eficaz burocracia.

Encontrei amigos e pessoas que não via há tempos, o que é sempre um prazer e uma alegria. Um evento desses reúne uma fauna heterogênea, o que é parte do charme. Maria Esther foi homenageada antes da partida pelos 50 anos de seu 1º título. Gustavo Kuerten também foi chamado à quadra e fizeram a temeridade de lhe entregar o microfone na sua mão. Naquele momento a outra Maria, ali de pé sem entender uma palavra, foi simples coadjuvante.

Após o jogo tivemos um almoço e uma confraternização. A segunda foi ótima, até uma das minhas irmãs, a Vera, estava por lá. É sempre divertido bater rápidos papos com diferentes pessoas. Cruzei com pessoas das mais diferentes tribos; do tênis esbarrei no Carlos Bernardes, nos meus brothers Carlos Kirmayr e Luiz Mattar, ouvi dizer que Cássio Motta também estava por lá, Gustavo Kuerten, Mauro Menezes e outros. Não vou mencionar o resto, a outra turma, porque senão isto vira Quadra de Caras.

O almoço foi disputadíssimo, o pessoal estava morrendo de fome, pois o jogo acabou quase às 15hs, e a fila se movia, com infeliz insistência, mais lentamente que nossa fome. Para nos distrair, a vista do restaurante, que fica no topo de uma colina, como vem chovendo muito na região, estava uma maravilha.

Maria e Gisela pareceram e ficaram por pouco tempo. A russa sempre cercada de seguranças, o que me parece uma babaquice sem tamanho. Tirei algumas fotos com as moças. A da Maria, afagando meus cabelos, fico devendo, pois sumiu depois que minha mulher foi fotografar umas amigas.

Demorou mas o pessoal aprendeu a cacifar um evento tenístico. O evento de hoje foi realizado com esmero e cuidado, que é o que as pessoas esperam e deveriam receber quando saem de casa para se divertir, tanto quando convidadas ou quando pagando. Esse negócio de sair de casa, ser mal tratado ou, pior, correr o risco de tomar porrada em arquibancada é um programa de índio e uma cultura que nosso povo ainda não conseguiu eliminar.

Sei que alguns vão criticar o evento fechado como elitista. C’ést la vie. Os organizadores tiveram suas dificuldades em vender o evento – na Argentina foi cancelado por falta de grana, a Maria não cobra barato – e o plano original era ser aberto para o público.

No final, para a coisa acontecer, quem pagou a conta aqui foi Condomínio Fazendo Boa Vista, que tem sua própria agenda e interesses. Os convidados são possíveis clientes e foram entretidos com evento de se tirar o chapéu.

Quem quiser ver o jogo pode ligar na SporTV. O resto deve se contentar com o texto acima, as fotos abaixo e aguardar pelo Aberto da Austrália, que estarei comentando em Janeiro, quando Maria, e Gisela, voltam às quadras.

arena_montada_especialmente_para_o_desafio_sharapova_x_dulko

gisela

maria1

giga pc kA arena, as artistas, o blogueiro, o cara e o brother.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009 Tênis Masculino | 10:35

Em Las Vegas

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Gustavo Kuerten saiu de Porto Alegre e foi para Las Vegas. Foi convidado pelo colega Andre Agassi para participar de seu evento anual em pró de sua fundação, uma de maior sucesso no mundo esportivo, que mantem uma escola de ensino médio em Las Vegas para alunos da periferia da cidade.

Para a festa, que aconteceu no sábado no Hotel e Cassino Wynn, o tenista teve que inaugurar um tuxedo em sua vida. Lembro que em uma cerimonia de Copa Davis no Chile tive que fazer o nó de sua gravata, já que ele nunca havia usado uma. Tudo tem sua primeira vez.

Kuerten estava acompanhado da namorada Mariana Soncini. O evento teve ainda show de Lionel Richie, Tim McGraw, Chris Daughtry, Dane Cook. Entre as várias celebridades, o pintor brasileiro Romero Brito.

Abaixo; Kuerten e Mariana e Agassi e Graf.

Agassi Grand Slam

andre stefi

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quarta-feira, 3 de junho de 2009 Light, Tênis Masculino | 17:29

Citron, Orange et Bourgeon

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Um leitor me pergunta detalhes sobre a eleição, feita pelos jornalistas, dos prêmios Laranja, Limão e “Brotinho”. Há anos esses “prêmios” são divulgados pela Madame Leuthe, e era a maneira da imprensa mundial, reunida em Roland Garros, externar seus amores e paixões através de uma eleição com votos fechados.

Alguns poucos anos atrás, já na em épocas de “politicamente corretos”, a federação “pediu” que o Premio Limão mudasse de tenista mais “chato” para o politicamente correto “tenista de caráter vitaminado” ou, como eles colocam, o “tenista que odiamos amar”, já que o “amamos odiar” de antes ficou politicamente incorreto. O Prêmio Brotinho, no qual eu sempre fui voto vencido, vai para o jovem tenista que promete vir a ser o “tenista que amamos amar”.

Lógico que sempre foi mais divertido divulgar o Prêmio Citron, mas depois que o mala do Marcelo Rios venceu cinco vezes ficou meio sem graça, pelo menos até o chileno se aposentar. Outros vencedores do Citron foram Lendl, Connors, Agassi (três vezes), Stich, Kafelnikov, Hewitt, Nalbandian, Sharapova, Golovin e até mesmo os franceses bicudos Pioline, Mathieu e Santoro, uma lista que fala um bocado sobre a personalidade de alguns ídolos. A russa foi a primeira mulher a ganhar o Limão, logo seguida da metidinha Golovin, que um dia ganhara o Brotinho.

Entre os vencedores do Prêmio Orange; Gustavo Kuerten(3), Noah, Borg, Navratilova, Edberg, Sampras, Courier, Seles, Davemport, Mauresmo, Corretja, Federer entre outros.

O romeno Ilie Nastase conseguiu a proeza, e só mesmo ele para fazê-lo, de vencer os dois prêmios no mesmo ano (1981).

Alguns dos vencedores do Premio Brotinho: Nadal, Chang, Seles, Santoro, Hingis, Gasquet, Hewitt, Dokic, Pierce, Golovin, Djokovic, Monfils e Cornet, lista que prova que os jornalistas são bem ruinzinhos de previsão.

Este ano, Federer, pelo quinto ano consecutivo, levou o Laranja e Del Potro o Limão. Não sei o que o argentino andou aprontando para tal honra, mas não deve estar lá sendo muito simpático. Para o “Brotinho”, escolheram a simpática Anastasia Pavlyuchenkova.

Gustavo Kuerten recebe seu Laranja em 2002 em uma das quadras de treino.

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quarta-feira, 1 de abril de 2009 Tênis Brasileiro | 12:02

A volta da Era Guga?

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Já que ele esteve por aqui e ganhou o torneio, arrisco mais um post sobre John McEnroe. Ele voltou para casa e imediatamente foi fazer um comercial sobre a prevenção de câncer na próstata para homens com mais de 50 anos – ele que agora é um cinquentenário.

Aproveitou para falar que ficou feliz com o desafio de Gustavo Kuerten e voltaria ao Brasil para enfrentar o catarinense – com condições. Gosta de Gustavo, respeita o que ele fez no tênis e tudo o que o rapaz passou. Acredita que uma partida entre ambos seria competitiva, desde que jogada em uma quadra dura indoors (diferente de um tapete). Avisa que no saibro ele não entra para enfrentar o campeão de Roland Garros.

Pois é, o brasileiro lançou o desafio e o gringo impôs as condições. Resta saber se sai. Conhecendo a índole do brasileiro – que aprecia muito mais um confronto com tons bairristas do que um espetáculo em si – vai dar muito mais público que um torneio repleto de ex-campeões. Cada um tem o que merece e busca.

Com Kuerten treinando, nos intervalos das aulas de teatro, para enfrentar Sergi Bruguera, já posso prever a volta da era Guga – desta vez com o catarinense chamando pro pau diferente veteranos para enfrentá-lo em seu território.

McEnroe x Kuerten – o confronto.

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