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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016 Juvenis, Minhas aventuras, Rio Open, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino, US Open | 11:51

Santas academias

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Logo que cheguei dei de cara com Carlos Kirmayr. Antes do torneio ele medisso que só ficaria no Rio enquanto a pupila Paula Gonçalves estivesse viva na chave. Hoje a moça é única brasileira(o) viva nas simples e ainda já ganhou uma rodada nas duplas. O Kiki segue firme no Rio.

 
Com ele esbarramos no Andre Sá, aos 38 anos, está nas chaves de duplas. Brinco com ele que ainda vou abrir a internet e ver que ele virou presidente da ATP. Nao tem tenista mais querido no circuito.

 
Assisti um pouco do jovem chileno Nicolas Jarry (20 anos) perder para David Ferrer. Se tivesse um pouco mais de maturidade levaria o jogo para o 3o set – teve três set points. Mas o cara é alto (1.98) saca bem, lógico, e tem ótimos golpes dos dois lados, o que nem sempre acontece com esses gigantes. É para ficar de olho.

 
Ontem só teve duplas femininas – os meninos começam hoje. Com esse calor e as tempestades vai ter tenista que ainda está na chave de simples saindo rapidinho das duplas.

 
Uma coisa me chamou a atenção nas duplas femininas. Elas não pensam duas vezes é colocar uma medalha na adversária. Bem no meio dos seios, quando não miram na cara. Meninas más. Os meninos só fazem isso quando querem partir pra ignorância de vez. O que é bem mais raro.

 
Se o tênis masculino mudou na última década, e mudou bem, o feminino mudou ainda mais. As meninas melhoraram demais. Da parte física, à técnica e a mental. Hoje há um prazer bem maior em assistir as garotos. Sem mencionar que, ao contrário de antigamente, são muitas as que são bem agradáveis de olhar. Santas academias.

 
Ouvi e li muita coisa sobre a “piscina” que a quadra central virou no 1o dia. Muita gente dizendo que era um absurdo o que aconteceu. A primeira coisa que o taxista me disse quando cheguei foi que ele iria pra casa depois da corrida por medo de outra tempestade. Ou seja choveu feio aquela noite. Da boca do diretor do torneio ouvi que a questão foi que com a chuva a rua alagou e a água que drenava pelos ralos da quadra retornava – não dava vazão.

 

 

Quem eu sempre encontro no Rio Open é o Bob Falkenburg III. Pra quem não sabe, e um dia escreverei mais a respeito, o avo dele venceu Wimbledon em 1947. Veio pro Rio jogar um torneio – sim, já tinha torneios por aqui – e se apaixonou por uma carioca. Casou e ficou por aqui. Viu uma oportunidade de negócios e abriu o Bob´s, primeira lanchonete como tal no Brasil, no início dos anos 50. O resto é história.

 

 

Escondidinha na arquibancada, se espremendo na única sombra por alí, a atual campeã do US Open, Flavia Penetta, torcia descaradamente pelo namorado Fognini. Os italianos não escondem a paixão.

 

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Flavia na torcida

 

 

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016 Brasil Open | 20:25

Brasil Open

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Este ano, mais uma vez, o Brasil Open muda de casa. Ainda bem que o nome é Brasil e não algo como Rio Open, o que deixaria os organizadores bem mais engessados. Eu diria que encontraram uma boa casa desta vez – o Esporte Clube Pinheiros.

 

O clube é o maior e mais importante do país e tem localização privilegiada, em uma das principais avenidas de São Paulo, com um de seus estacionamento, o que será usado pelo público do torneio, para mais de 800 carros, do outro lado da rua do Shopping Iguatemi, o principal da cidade, que também tem um ótimo estacionamento. Essa proximidade possibilita que o público assista os jogos e vá comer em um dos restaurantes do shopping, algo que demora cinco minutos.

 

O Pinheiros têm 24 quadras de tênis, sendo duas cobertas, já hospedou diversas edições da Copa Davis, eu era o capitão da ultima, contra a India, inúmeros Banana Bowl, alguns Challengers e um ATP Tour, nos anos 90, anteriormente. Tradição de torneios é o que não falta, sem mencionar a tradição na formação de tenistas e atletas de diversos outros esportes.

 

O Brasil Open já foi jogado na Costa do Sauípe, que deu o que tinha que dar e foi legal enquanto durou, e no Ginásio do Ibirapuera, que servia na ausência de coisa melhor, um absurdo que os paulistanos devem a todos os incompetentes que já sentaram na cadeira de prefeitos da cidade, mas que pelo menos serviu para trazer o torneio para a cidade.

 

O Pinheiros era um namoro antigo dos organizadores que se tornou ainda mais urgente depois que o estacionamento e área das novas quadras ficou pronta no fim do ano retrasado. O local ficou muito bonito e conveniente.

 

Mesmo com as ótimas instalações do clube, os organizadores terão que investir e realizar várias intervenções. Aliás, ótima palavra, que me lembra da música do Nick Cave, Into my Arms, uma coisa maravilhosa de simples que começa com “I don´t believe in an interventionist God” só para dizer que, se sim, que seja para trazer sua amada para seus braços.

 

Eles irão transformar quatro quadras adjacentes em uma quadra principal e usarão outras duas para jogos secundários. Para tal, terão que mexer em várias quadras do clube, além de modificar e criar espaços que atendam as exigências de um ATP Tour. Posso garantir que o torneio terá mais ambiente e charme do que no Ibirapuera.

 

Os tenistas associados terão que sofrer com a restrição das quadras, pois o uso das destas não se restringe aos dias do evento, sendo necessário mais de um mês só para a montagem, depois os jogos e depois a desmontagem. Mas, imagino, os associados serão plenamente recompensados assistindo de perto as feras que estarão presentes. Não existe jantar gratuito.

 

Hoje os organizadores divulgaram a lista dos tenistas que estarão presentes. Ela é composta na sua maioria por latinosamericano e espanhóis, com uma pitada de italianos, of course. Não têm as estrelas do Rio Open, que acontece na semana anterior, como Nadal, Ferrer, Tsonga e Isner, mas têm, para a alegria de muitos, o bagaceiro Fabio Fognini. Veja a lista completa abaixo. O torneio acontece de 22 a 28 de Fevereiro:

 

 

Fabio Fognini (ITA) – 21o.
Thomaz Bellucci (BRA) – 37o.
Pablo Cuevas (URU) – 41o.
Federico Delbonis (ARG) – 52o.
Albert Ramos-Vinolas (ESP) – 55o.
Pablo Andujar (ESP) – 59o.
Pablo Carreno Busta (ESP) – 67o.
Paolo Lorenzi (ITA) – 69o.
Santiago Giraldo (COL) – 70o.
Inigo Cervantes (ESP) – 72o.
Nicolas Almagro (ESP) – 74o.
Guido Pella (ARG) – 76o.
Daniel Munoz de la Nava (ESP) – 77o.
Dusan Lajovic (SRB) – 79o.
Marcel Granollers (ESP) – 84o.
Diego Schwartzman (ARG) – 89o.
Marco Cecchinato (ITA) – 91o.
Paul-Henri Mathieu (FRA) – 96o.
Daniel Taro (JPN) – 97o.

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sábado, 21 de fevereiro de 2015 Rafael Nadal, Rio Open, Tênis Masculino | 12:20

Satisfeito

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Quem queria ver Rafael Nadal, assistiu Fognini bater o argentino Delbonis, naquele que foi a melhor partida do torneio e me lembrou do épico do ano passado, entre Nadal e Andujar. Por conta desse, e outros jogos que alongaram, a programaçao se atrasou e Rafa entrou em quadra mais de 1h da manha (saiu era 3.25h!).

Mas o publico nao pode falar um ai do atraso, por conta do espetáculo oferecido pelos dois tenistas que antecederam a estrela máxima. Se as arquibancadas estavam frustradas, ficaram também totalmente envolvidas pela qualidade e dramaticidade do confronto, que foi decidido na bacia das almas, no TB do 3o set, com 3.12h de jogo e só definido no nono match point. À parte do drama, os dois jogaram muito tenis, apresentado em dois estilos contrastantes; Delboni é um canhoto agressivo, que joga em cima da linha de fundo, bate reto no backhand e com pesado top no forehand para angular e reto para definir. Como é bem alto, bate de cima para baixo e seu back cruzado e curto, que ele tem muita confiança, é uma das melhores bolas do circuito. Ele sofre na rede e no saque, um dos mais estranho e que, na hora da onça beber água o abandonou, por conta de uma deficiencia técnica que ele consegue camuflar quando o momento nao é crucial.

Já Fognini é um contra atacador, cedendo a quadra e se posicionando de 3 a 4 metros para contra atacar, pelo menos no jogo de ontem. E que talento. Faz tudo bem parecendo ser fácil. Só o saque, talvez por conta do tamanho, nao está no mesmo padrao, especialmente quando saca no lado da vantagem. O resto ele tem para dar e vender. O publico acaba torcendo pra ele, por conta de ser um bagaceiro e ter uma atitude de desdem e irritadiça que mexe com as arquibancadas. Mas tem, pelo menos em quadra, um caráter duvidoso, nao hesitando em dar uma de gerson e levar vantagem pra cima do oponente de formas que derrubam qualquer ética.

Ontem quebrou o saque do argentino, para fazer 5×4 e entao fechar o primeiro set, “garfando” uma bola no seu fundo e que o juiz, bananao, nao teve coragem de contrariar – ele marcou descaradamente fora uma bola que foi na linha e já saiu para sentar e ameaçando o bananao. Quando Delbonis virou de lado, e viu que foi boa, reclamou barbaridades e o juizao se recusou a descer e mostrar a bola. Mais à frente, quando Delbonis virou e forçou o TB do 3o set, Fognini raquetou uma bola pra cima do argentino – e o acertou na perna. Este reclamou com o juiz, que fez que nao viu, reclamou com o supervisor, que fez que nao ouviu. Todos uns bananas com medo de afrontar o italiano que já sabe que de tanto “causar” acua aqueles que teriam que colocar ordem no pedaço. A confusao só nao foi maior porque Delbonis nao tem nem um pouco da milonga argentino, nao mostrando nenhum sinal exterior de emoçao durante todos os dramas da partida.

Mesmo os bananoes e o malamór nao tiraram o brilho do jogo, muito por contrário. Foi um jogo que deu um prazer enorme de assistir. Tanto é que quando terminou, levantei e fui para o hotem tomar um banho e dormir, por que nao tinha o menos sentido em ver outra partida de tênis naquela noite.

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sábado, 20 de abril de 2013 Masters 1000, Tênis Masculino | 12:07

Natureza humana

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Sob extrema pressão o ser humano volta a sua zona de conforto – o tenista não é diferente.

O Mascara Fognini quando descobriu que ainda não tem cacife para enfrentar o Djoko simplesmente abandonou a luta, o que deve ter deixado seu técnico espanhol irado e a sua torcida italiana decepcionada. O cara ainda não descobriu que para ganhar de jogadores como Nadal e Djokovic o tenista tem que estar pronto para colocar a alma no jogo e o sangue pela quadra. E o tal do Fognini, com suas habilidades e facilidade de bater na bola, ainda prefere, nessas ocasiões, se refugiar naquele andar displicente, no ar de enfado e na aparência de quem não está assim tão a fim. Essa fuga emocional e camuflada é mais velha do que andar pra frente nas quadras de tênis, pelo menos para quem já empunhou a raquete em cenário competitivo, mas ainda convence o emocional do italiano.

Não é algo tããão distinto, mesmo sendo diferente, com o Tsonga. O cenário da semifinal de hoje em Monte Carlo me lembrou o de Miami 2012 quando ele também enfrentou Rafa Nadal. Naquela ocasião, o espanhol tinha 6/1 5/2 quando eu decidi sair à francesa para evitar o caótico transito de fim de jornada. Só para descobrir que o francês começou a arriscar tudo, o espanhol vacilou e quando cheguei ao hotel a partida estava no início do 3º set. Minha mulher, fã do “tão fofo” chegou a pedir o divórcio.

Hoje, o touro de Majorca enfiou 6/3 5/1, até Tsonga decidir que era a hora de botar fogo no principado, indo para o tudo ou nada, tática mais velha do que o Simca Chambord quando o tenista percebe que a vaca foi pro brejo e que mais nada tem a perder. Como o francês tem golpes para incomodar qualquer um, desde que entrem, como o saque e a direita, conseguiu quase virar o jogo. Êta “quase” maldito. Levou para o tie-break.

Mas aí, como também é da natureza humana, Tsonga viu que tinha um pássaro nas mãos e queria outro. Esse outro era ir para o 3º set e ter a possibilidade de vencer a partida. Para tal, abriu mão da tática suicida, só para, mais uma vez, ver o espanhol ir para a final de Monte Carlo. Sei.

Amanhã os dois tarados decidem que é o rei da cocada monegasca.

Tsonga e o bicão…

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sexta-feira, 19 de abril de 2013 Tênis Masculino | 14:44

Fabio Fognini vc Richard Gasquet 7/6 6/2

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Um tenista italiano não começa a trabalhar com um técnico espanhol impunemente. Pode-se até dizer que um tenista francês não trabalha com um técnico italiano impunemente, mas aí já é sacanagem.

A escolha de Fognini pelo técnico Jose Perlas era de quem procurava sarna para se coçar, já que o italiano era um dos mais acomodados do circuito. O cara jogava em câmera lenta. Com certeza foi pelo desafio de motivar e mexer com os brios de um talento que o espanhol encarou o desafio. A parceria começa a mostrar resultados, semifinal de Monte Carlo é um ótimo resultado, e, para quem lembra, ter vindo para a América Latina foi um investimento visando o circuito europeu de um tenista que vivia na sua zona de conforto.

A vitória do italiano, que começa agora a jogar quase a metade do que achava que jogava, sobre o francês Gasquet, fala alto sobre os dois. O Gasquet continua o mesmo. Um talento enjaulado em uma mente juvenil que procurou um bom técnico italiano para lhe ajudar. E algum sucesso eles vem tendo, o rapaz se enfiou entre os top10. Mas hoje, após perder o primeiro set, ele simplesmente largou o jogo.

Agora, ou tinha muito italiano na quadra central do MCCC, o que não é difícil já que estão a poucos quilômetros da fronteira, ou o cara tem suas questões com a torcida francesa, o que também não seria tão difícil de entender. O fato é que a torcida estava muito mais com o italiano do que com o francês – não custa lembrar que ali é praticamente França.

Fognini – saindo da zona de conforto.

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domingo, 23 de setembro de 2012 História, Tênis Masculino | 21:19

No mesmo dia

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Antes do Domingo os italianos chegaram a festejar o fato de terem dois italianos jogando finais da ATP no mesmo dia. Andreas Seppi foi finalista em Metz e Fabio Fognini em St Petesburgo. Infelizmente ambos perderam as finais – Seppi para Tsonga e Fonini para Klizan – o que impediu maiores comemorações.

A última vez que o fato havia acontecido com o tênis italiano foi em 1988, quando Claudio Panatta (irmão caçula de Adriano) e Massimiliano Nardicci jogaram a final de Florença. Antes disso, Adriano Panatta jogou a final de Geneve e Ginni Oclepo a de Bordeaux em 1980. Depois disso, no ano passado, Seppi e Vinci venceram Eastbourne e Rosmalem no mesmo dia, um resultado bem melhor do que esse, apesar de ser um homem (ATP) e uma mulher (WTA).

Estava aqui tentando lembrar se dois brasileiros jogaram finais de ATP em simples no mesmo dia. Será?

Resposta: Em 1994, no mesmo dia, Luiz Mattar perdeu a final para Andre Agassi em Scottsdale nos EUA e o Roberto Jabali perdeu a final para Thomaz Muster na Cidade do México.

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domingo, 29 de maio de 2011 Tênis Masculino | 21:34

Keaton

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Quando eu cheguei à ESPN hoje de manhã vi em um dos monitores da sala que a ESPN BRASIL  transmitiria a partida entre o Fabio Fognini e o Albert Montanes. Virei para o Romulo, meu companheiro de transmissão, e previ – isso aí vai longe.   Foi!

Também não precisa ser nenhum Bidu para saber. Bastava conhecer um pouco o estilo do Fognini. Ou só lembrar a partida do ano passado quando o “empurrador” italiano encontrou o “empurrador” francês Gael Monfils na mesma quadra. Demoraram dois dias para sair.

Naquela ocasião aconteceu de tudo um pouco, inclusive uma daquelas bobagens que os árbitros fazem ao deixarem rolar o jogo para ver se acaba, mesmo que a luz ambiente esteja pior do que a de um inferninho de quinta categoria. Um dos vídeos abaixo mostra as condições que os dois jogaram antes que interrompessem a partida.

Voltaram no dia seguinte e o italiano venceu a partida por 9/7 no quinto set após um sem numero de horas. Com isso, o rapaz adquiriu um know-how interessante, apesar de uso restrito. Pois não é que logo no ano seguinte o Buster Keaton da Cinecittá tem uma nova e idêntica oportunidade?!

Desta vez a partida foi até um pouquinho mais longa – 11/9 no quinto. Se no ano passado o jogo foi emocionante pelo suspense e o conflito de jogar com um tenista da casa, com a torcida contra, e a duvida se a partida terminaria ou não, com o publico apupando a cada vez que se fazia menção de suspender o jogo, hoje o drama foi outro.
Fabio começou a ter cãimbras e a dar sinal de que não conseguiria terminar o jogo. Todas as nuanças do que aconteceu no quinto set são impossíveis de transmitir aqui e não irei nem tentar. Só posso dizer que o Fognini às vezes está mais um Mastroiani do que um Panatta.

Em 6/7 15/30 o italiano, sem conseguir andar por conta das cãibras, parou o jogo para ser atendido. Voltou e ganhou o game. No 7/8 teve 2 match points contra e jogou como se não tivesse mais absolutamente nada a perder. Não perdeu o game.

Sem poder correr, sacava meio movimento e encurtava os pontos com bolas do estilo ou vai ou racha. Em 8/9 ele teve mais três match-points salvos nessa maneira. Nos intervalos recebia massagens milagrosas.

Vale lembrar que as regras atuais não permitem que o tenista receba tratamento por conta de cãibras. Por conta disso, só ele e a juíza, sim, era uma mulher, sabem o que foi dito para ele continuar recebendo vários tratamentos por algo que ficou bem claro que eram câimbras. Foi a mesma percepção que teve o publico, que vaiou o italiano, e também o adversário, que lhe deu um aperto de mãos dos mais gelados.

À parte disso, o jogo foi emocionante, cheio de suspense e drama e manteve todos na beira das cadeiras até o fim com a pergunta: será que o cara vai ganhar? De algum jeito ele ganhou. Ou, sinto em dizer, de algum jeito o espanhol perdeu.

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