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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 19:22

Iscas

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As chinesas Zheng Zie e Li Na

As chinesas Zheng Zie e Li Na

Fugir da madrugada e fazer os comentários na TV logo cedo tem lá suas vantagens e desvantagens. Hoje perco as semifinais femininas e faço, às 6:30, a primeira semifinal masculina; Marin Cilic x Andy Murray. Vocês decidam se foi para o bem ou para o mal.

O Federer, que é cabeça de chave 1 vai ter um dia a menos de descanso para a final. Os dois jovens, que ainda buscam seu 1º título de GS vão brigar para ver quem vai à final. Murray já esteve lá, no U.S. Open 08 e perdeu. Cilic nunca jogou uma semifinal.

Tênis por tênis Murray está mais adiantado e tem mais recursos. Mas como todos devem ter percebido por agora, só isso não basta na hora da onça beber água em um GS.

Murray tem muito mais a perder e mais pressão. Não sei quantos jornais tem na Croácia, mas sei quantos jornalistas ingleses viajam o circuito em tempo integral. E eles não alisam nem um pouco nas expectativas.

Cilic tem o salutar hábito de jogar em cima da linha e apurando o adversário. Isso pode ou não atrapalhar Murray. Depende da tática escocesa. Provavelmente vamos ver Murray variando a altura da bola e balões não estão descartados. Será que ele vai ficar jogando iscas ou vai atacar?

Dos quatro confrontos entre eles Murray venceu três. Um em Copa Davis, na grama, um em Roland Garros e outro em Madrid, na dura. Perdeu a ultima, no U.S. Open. Avaliem como quiserem.

Um dia os apressados fãs do Davydenko, ou seriam os secadores do Federer?, vão aprender uma ou duas coisas sobre a hora da onça beber água no circuito. Doha é uma coisa, Grand Slam é outra. Três sets é uma realidade, cinco é outra. Por isso, e por outras, nunca vou concordar com a mudança, pedidas por alguns poucos, de três sets em GS.

A cada torneio jogado eu fico pensando com meus botões se o Djoko vai conseguir ganhar outra GS. Sei não. Agora ele deixou em casa o ex-técnico Vajda e trouxe o Todd Martin. Não vi nenhuma melhora que explicasse a decisão. Ele disse que vai variar de técnico, o que é inédito. Pelo o que a cabeça dele aprontou hoje eu não sei se é a melhor opção. Djoko, que abandonou a quadra no ano passado contra Rodick, também nas quartas, quando defendia o título, disse que teve diarréia antes do jogo e vomitou no vestiário no meio da partida. Mas disse que só comeu pasta?? Se desculpa ganhasse jogo conheço um caminhão de gente lá no clube que seriam campeões de Wimbledon.

Essa Azarenka é uma casca de ferida de primeira grandeza. A moça só tem uma coisa na cabeça – e não é o que alguns marmanjos estão a pensar – é atacar toda e qualquer bolinha que passe na frente dela. Ainda vai ganhar o seu GS. Só quero ver quantos.

O Google que se cuide por que a ESPN vai rocknroll na China esta noite. Duas chinesas nas semifinais. É certo que nenhuma das duas é a favorita, mas acabaram com a festa da Venus, Wozniacki, Hantuchova, Szavai, Kirilenko, Bondarenko, Bartoli etc. Qual será a audiência da TV chinesa?

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 16:46

O sorteio da chave masculina

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A maioria dos tenistas fica apreensiva com a publicação da chave do torneio. Afinal, o rolar dos dados decide a sorte de muitos, para o bem ou para o mal. Alguns – eu sempre suspeito essa afirmação – juram que não olham, mesmo depois que o torneio começa. São adeptos de um susto por vez.

Como sempre, alguns gostaram do sorteio, outros nem tanto e vários devem ter odiado – mas não o confessam nem debaixo de boladas.

Como não odiar o sorteio o Luczak, que enfrenta o Nadal, e o Andreev, que enfrenta o Federer? Voar até o outro lado do mundo para encarar esses malas?! Apesar que existem uns “losers” que adoram pegar essas encrencas logo de cara para poderem dizer que pegaram o favorito ou o campeão. Tem cabeça para tudo.

Federer enfrenta Igor Andreev na 1ª rodada, mas tem Davydenko, o zebrão, nas quartas e, talvez, Baghdatis, uma zebrinha, antes.

Djoko e Gasquet, que voltou jogando bem, podem se encontrar na 4ª rodada. Haas e Tsonga podem colidir na 3ª rodada em um jogo de atacadores. Nessa chave, Marcos Daniel tem um clássico sul-americano com o colombiano Falla – uma partida bem ganhável para o brasileiro. O vencedor encarara o Soderling.

Thomaz Bellucci encara o casca-de-ferida russo Teimuraz Gabashvilli. Não é fácil, mas tem que ganhar essas. O vencedor encara Roddick. Nessa chave tem ainda o Berdich, o Querrey e o Gonzalez.

O Marin Celic vai, infelizmente, acabar com a carreira do mago Santoro. O Delpo, se jogar, por conta de contusão, enfrenta aquele baixinho Russel que quase eliminou Kuerten em Roland Garros. Se vencer, encara o vencedor de Blake x Clement, um jogo que pode ser tanto emocionante como de cortar os pulsos.

O Murray caiu na chave do Nadal, nas quartas-de-final, o que viria a ser uma partidaça, com um monte de coadjuvantes entre eles. Os que podem incomodar são o Monfils, que está mais perto do escocês, e o Isner e o Kohlschreiber que estão perto do Nadal – ou seja, o espanhol não está, como eu, perdendo o sono. Nessa chave temos uma 1ª rodada também tanto imperdível como de cair no sono. Stepanek e Karlovic se enfrentam em mais uma melhor de cinco. Na última, o croata bateu o recorde mundial de aces e fez a proeza de perder o jogo.

angry1

Alguem ao olhar a Chave.

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