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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016 Brasil Open, Olimpíadas, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 19:01

O Brasil Open

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O Brasil Open ganhou um tremendo upgrade ao sair do Ginásio do Ibirapuera e ir para o Clube Pinheiros. O fato fala alto tanto sobre o Ibirapuera, uma arena que nasceu defasada e que o tempo só acentuou essa característica, sobre o Clube Pinheiros, um clube sempre investindo em ser melhor e que, com sua última obra, ficou ainda mais “public friendly” e o Brasil Open, que há anos namorava a idéia de ir para o Pinheiros, mesmo quando ainda estava na Bahia, atrás de um bom local em São Paulo para também encorpar o evento.

 
O Ibirapuera depende da administração do Estado de São Paulo, o maior do país, cujo governantes, em especial os das últimas três décadas, não tiveram a menor cerimônia em manter de maneira precária e, menos ainda, se animaram em construir uma arena digna da maior cidade da América Latina e o maior estado da federação. É só nós vermos uma arena como a O2 em Londres ou outra qualquer em diferentes cidades do mundo.

 
O Clube Pinheiros é o maior clube social/esportivo do país, um celeiro de atletas olímpicos e um oásis na área mais nobre da cidade. Com a obra que acrescentou mais de 800 vagas de estacionamento, o qual o público do evento pode usufruir, um ginásio coberto lindo com duas, de um total de 24, quadras, milhares de árvores, arbustos e plantas oferecendo um local ímpar para passear, praticar esportes e, no caso, fazer um evento de primeira linha.

 
No pouco que visitei – ontem e hoje – já deu pra ver que a atual é a melhor opção das três que o Brasil Open já teve. Ficou gostoso passear pelas quadras secundárias, inclusive as de treino, onde hoje acompanhei o treino dos duplistas brasileiros, junto com um público que lotava a quadra e, ao final, aplaudiu polidamente os tenistas.

 

 

Ontem assisti a derrota de Clezar na quadra central, que ficou de bom tamanho – não tem a monumentalidade da QC do Rio Open, mas ficou agradável e os assentos ficaram a uma distância boa de se acompanhar uma partida.

 

 

Ou seja, se o fã não foi ao Rio, pode perfeitamente acompanhar o evento com conforto, passando horas assistindo jogos e tenistas de primeira linha, além de vivenciarem o ambiente.

 
Se tudo isso não bastasse, atravessando a rua está o Shopping Iguatemi com várias ótimas opções de refeições. Ou seja, dá para fazer um programão, inclusive em família. Mais ainda. É facílimo deixar as crianças no Clube e pegá-las de volta, em um local de altíssima segurança. Ou seja, um programão, não importa a sua realidade.

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