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sábado, 23 de junho de 2012 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 14:10

Interessantes

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Dois resultados interessantes das quatro finais jogadas hoje nos preparatórios para Wimbledon.

As pazes de Andy Roddick com a vitória, ao vencer o torneio de Eastbourne, e a vitória da veterana de 21 anos, a austríaca Tamira Paszek.

Roddick porque fazia muito tempo que não vencia nada – 16 meses sem títulos e seis torneios sem vitórias, além de jogar pouquíssimos eventos. Na semana passada saiu rapidinho de Queens e praticamente implorou, segundo suas palavras, o último convite do evento em Eastbourne, onde não havia se inscrito. Não se arrependeram os organizadores nem ele. O americano, que chegaria a Wimbledon mais por baixo do que capacho, renova as baterias para um dos torneios onde seu saque, sua maior arma, fala mais alto.

Paszek gosta da grama, apesar do seu saque horrível e a ausência de voleios dignos do nome. Nessas horas entrego a Deus e penso – sont les femmes. Tamira tem a seu favor uma tremenda direita flat, golpe em que tem confiança ímpar. Já no ano passado havia chegado às quartas em Wimbledon, o que mostra certa intimidade com o pasto. Sua vitória sobre Carrie Bartoli nas semis e sobre a perigosa alemã Kerber na final, onde salvou 5 MP, em uma chave que tinha tenistas como Kvitova, Pavlyuchenkova, Safarova, Hantuchova e Radwanska deve lhe dar confiança bastante para ir a Londres. Quem deve ter tremido em seus sapatos brancos, pelo resultado da austríaca, foi a dinamarquesa Caroline Wozniacki, aquela que foi a #1 do ranking feminino (aíí meus sais), sua adversária na primeira rodada no SW19.

Tamira – agradendo aos céus, e à direita.

Roddick – voltando a voar.

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quarta-feira, 14 de março de 2012 Tênis Feminino | 12:09

Corcundinha

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Não vi, mas imagino o que foi o jogo entre a cruzadinha Wozniacki e a Aninha Ivanovic. Uma batalha das belas em crise. Se Wosniacki não consegue sequer bater Ivanovic, pior, tomou uma aula em 6/2 6/3, então a crise é séria.

Caroline, que até a Austrália era #1 e está indo escada abaixo, teve a audácia de mexer com sua zona de conforto. Se alguns falam que o Bellucci não soube avaliar seus limites, o que acho uma bobagem, consideremos a dinamarquesa.

Ela também quis ser mais e fracassou. Tentou ter um tênis mais audaz e perdeu. Tentou trazer um novo técnico, só para ver seu pai mandá-lo de volta para a terra de D. Quixote, o ícone dos sonhadores.

Ser a número 1 do mundo não bastou para a viking, ela sonhou com mais. Ser campeã de um Grand Slam. Um que fosse. Estaria redondamente errado Danton com seu “l’audace, toujours de l’audace”? Seria pecado sonhar? Sim, ouvimos o grito do sofasista do alto de seu pedestal adornado com um sofá de ouro e couro, provavelmente conquistado através de suas inúmeras conquistas, grandes o bastante para enciumar qualquer tenista mais audaz que teve seus sonhos frustrados pela curvas perigosas da realidade.

Suspeito que Caroline terá que fazer algumas sérias avaliações no seu tênis, no relacionamento com seu pai, nas suas metas e nos caminhos para conquistá-las. Ter tropeços faz parte, não encontrar soluções acarreta em maiores e mais danosos tropeços. Creditar os infortúnios ao “corcundinha” é confortável demais, não serve para o tenista.

Infelizmente, pelo o que tenho visto, mesmo à distância, é que Caroline tem preferido ser “engraçadinha” enquanto sua casa cai. A frustração que vemos na sua expressão quando compete, ela contra balança sendo “over” quando fora do cenário que a estressa, acreditando que está fazendo o maior sucesso. Como é menina e tolinha – e do bem – ao contrário de algumas de suas adversárias, talvez ainda demore um pouco a entender. A lista das que não entenderam é cada dia mais extensa – Aninha, Jelena, Safina, Kournikova, Hingis para ficar em algumas poucas, famosas e que poderiam ter conquistado mais.

Quem foi que disse que é fácil? Eu, grita o sofasista.

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terça-feira, 6 de março de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 14:22

Um luxo

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Há exibições e há exibições. Geralmente elas não valem o esforço de sair de casa e algumas nem de se ligar a TV – sou mais um confronto acirrado entre pangarés.

Mas a de ontem, no Madison Squere Garden, em New York, e televisionada pela ESPN-HD valeu o tempo, inclusive a invasão na madrugada.

Primeiro porque se os tenistas normalmente perdem a mão e avacalham demais quando se “exibem”. Ontem foi diferente até pelo palco e pela cidade, onde já dizia Frank “if you make there you make it anywhere”, não é local para se errar a mão sem pagar um preço caro. Os quatro envolvidos deixaram isso bem claro pelos esforços, pelas atitudes e declarações.

Todos eles foram unanimes, e bem treinados, em enaltecer o MSG, mais famoso local esportivo/entretenimento no planeta. Ficou até constrangedor tanta insistência e confete. Mas, afinal, ninguém quer perder a boquinha que paga bem e dá uma tremenda visibilidade.

Todos se saíram bem, uns melhores do que outros. As moças jogaram em um limbo entre a exibição e o sério, mais pela primeira, até porque Caroline é uma brincalhona. Apesar de ter sido a que mais “sentiu” a quadra não se apertou, se divertiu e não se preocupou com o fato que Maria Sharapova jogava sério e para ganhar – o que mais se esperaria?

O ponto alto da partida das moças foi quando Caroline perguntou ao público se não havia “algum gostosão no local para dançar com ela”. Mais do que depressa, seu namorado, o campeoníssimo Rory McIlroy, atual #1 do mundo do golfe, com uma tremenda carinha de cachorro rejeitado e surpreso pela audácia, se ofereceu antes que algum bonitão quisesse ver o que a Dinamarca tem para oferecer além do Noma. Bem à vontade, o rapaz não dançou, mas pegou a raquete da namorada e jogou um ponto, e venceu, contra a russa de 1,88m, no que fez muito bem. Foi dormir pensando, “huuumm, tonight Rory 2 x WTA girls 0!”

A partida entre Federer e Roddick foi outro departamento. Deveriam evitar um jogo masculino depois do feminino. A velocidade de bola e de corpos fica gritaaaaante.

Roddick não vem ganhando nem no truco contra a mulher, a quem, infelizmente, não vi no local. No tênis então não está mais nem entre os 30 melhores do mundo. Ele sabia que ontem, apesar das circunstâncias, era uma oportunidade de redenção.

E o americano foi o melhor da noite. Sacou como nunca – valeu o ingresso só pela aula de saque. Foi brincalhão, pelo menos no seu humor, que pode não ser muito afiado, mas é americano. Foi simpático com o público. Foi reverente com o adversário, mas deixou claro que estava com toda intenção de ganhar a tal exibição. Federer jogou bem, ficou de coadjuvante para as brincadeiras, sorria o tempo todo, mesmo sem saber porque, não tentou roubar o papel principal de Andy, tentou levar para o 3º set, mas não se desesperou por não conseguir.

Foi um espetáculo que valeu pelo o que se propôs que era uma noite de luxo, numa cidade onde o luxo é praxe, tendo como protagonista um esporte que é um luxo permanente e estrelas que sabem valer essa qualidade.

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domingo, 22 de janeiro de 2012 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:49

Campanha

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O meu colega de transmissões, Ari Aguiar, lança a campanha, “Dá um slice, Wozniacki!”, campanha que só teria menos resultados do que seu eu lançasse a campanha “Um saque e voleio, please, Caroline”.

A moça, dona de um tênis unidimensional, seria um porre de assistir se não fosse por um quesito. Ela é extremamente disciplinada, o que é, e sempre será, uma qualidade, dentro e fora das quadras. Imagino que os fãs da escandinava sejam os mesmos do ibérico Nadal. Será que a minha mulher também acha ela uma “fofa”?

Após as partidas de hoje, Ari me perguntou se eu não acho que o arsenal de habilidades de um tenista como o do australiano “Neymar Atômico” não lhe confunde a cabeça. Um bom ponto e uma pena que ele não tenha perguntado durante a partida – eu adoro essas pautas durante a transmissão.

É um fato que, especialmente no início das carreiras, os mais talentosos e habilidosos se confundam com a variedade até estabelecer o seu “modus operandis” e mesmo assim há controversas – Murray acha que estabeleceu o seu MO, enquanto seus críticos acham que deveria continuar procurando. Até mesmo o Federer passou por esse momento, não vejo porque com o australiano seria diferente. Que ele vai jogar muito é um fato – ele tem o espírito competidor, além da “mão”. Resta ver o quanto de espírito estamos falando.

Hoje, Tomic tentou enrolar o suíço Federer com seus slices. Federer não se apertou – não lhe falta arsenal para enfrentar quem quer que seja. Mas, depois de uma dupla falta no 30×30, 4×4, 1º set, Tomic abriu as pernas. É verdade que houveram também várias bolas espetaculares do campeão para lhe ajudar na decisão – mas isso não é novidade, especialmente quando o suíço começa a viajar na confiança. Aliás, até com ele se pode lançar uma campanha – “Aposentar pra que, Federer?”.

Caroline – tentando sair da caixa.

Roger – já fora da caixa.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 Tênis Feminino | 12:17

Maldição?

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Esse assunto de #1 do mundo pega bem mais do que imaginamos na cabeça dos envolvidos. Especialmente entre as mulheres – ahh as mulheres, serão elas realmente mais frágeis? O tênis não tão raro insinua que sim, apesar de eu ter cá minhas sinceras e mais fortes duvidas sobre o assunto no dia a dia.

Caroline Wozniacki é a #1 do mundo há bastante tempo e mesmo assim não recebeu o reconhecimento que gostaria, muito por conta de nunca ter vencido um Grand Slam, o que mancha o seu ranking. Até mesmo em casa ela é acuada pela mídia, como ela mesma choraminga. Isso sempre mexeu com a cabeça da moça, que vem focando em passar a imagem de uma sorridente e bem humorada garota. O que é provavelmente verdade, a não ser quando está disputando um Grand Slam – aí o bicho pega.

Agora o bicho vai pegar tambem em outras paragens também. A simplória checa Petra Kvitova está às portas de destronar Caroline e começou a sentir “La pressione”. Petra perdeu ontem para a chinesa Na Li – outra que pirou após vencer um GS e que recentemente disse que o maridão como técnico era um ótimo marido – e assim perdeu a chance de chegar a Melbourne como “el numero 1”. Fato que, imagino, seria mais benéfico à Caroline do que à Kvitova. Caroline, no fundo de sua alma, bem que gostaria de jogar este GS correndo atrás e não na frente. A derrota da checa não deixou. Vai sofrer mais uma vez.

Fico imaginando como será esse evento feminino na Austrália. Talvez melhor não imaginar. De qualquer maneira, o assunto está em aberto, com as irmãs Williams cada vez mais longe das quadras e dos títulos, o que deixa um vácuo estelar no ranking feminino. Isso sem falar nas outras que já tentaram casar GS com #1, fracassaram, algumas abandonaram as quadras e outras ainda estão por aí tentando se acertar. Quem tiver mais sangue frio sobreviverá e ficará com o título e, talvez, com a posição de #1. O que, entre as mulheres, atualmente, tem sido mais uma maldição do que uma benção.

Caroline – ainda se agarrando à posição de #1 do mundo.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Masters, Tênis Feminino | 11:34

Risotas ao Bósforo

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Parece que a semana de Maria Sharapova em Istambul não foi lá muito proveitosa para a moça. Dentro e fora da quadra. Como eu sugeri no fim de Turkish Delights alguém iria tremer. E foi a fashion russa. A moça deve ter feito as contas com seu ambicioso manager de quanto poderia faturar e o bracinho travou.

Até aí, normal. Nada a se reclamar ou recriminar. Só ganha ou treme quem entra em quadra.

Opssss. Aí danou. Após perder duas partidas seguidas e ver suas chances de se tornar #1 da temporada naufragarem nas águas do Corno D’Ouro, a simpática resolver abrir a gaveta das desculpas, descobrir uma contusão e mandar o público ir plantar favas lá pelos lados do Mar Negro. Como já dizia Andre Agassi, há muitas luas atrás, “imagem é tudo”. E assim o mundo dos marqueteiros prossegue mais forte do que nunca, independente da realidade, até porque para isso existem as versões e as declarações bem elaboradas mesmo que irreais.

Ouvi dizer que quem passou parte da noite de ontem tomando pequenos goles da raki, observando da varanda de seu quarto a lua iluminar o Bósforo enquanto deitava sobre a Rumélia foi a dinamarquesa, que assegurou a posição de Numero 1, mesmo perdendo para a ranheta Zvonareva, o que comprova que a moça impera mesmo não se sobressaindo.

Com tranquilidade, alegria contida e um CD rolando, preenchendo o vazio da ausência de um golfista com as famosas estrofes do clássico da Broadway de Leonard Bernstein. Houve um amigo que jura que ouviu também a doce voz do Milton atravessando as parede, tudo entremeado por gostosas risotas.

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terça-feira, 25 de outubro de 2011 Masters, Tênis Feminino | 14:19

Turkish delights

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Istambul é a cidade que melhor me apresentou o fascinante casamento de vibração, história, exotismo e contrastes a tornando em um local imperdível de se visitar. Sempre tive uma curiosidade enorme em conhecê-la, desde o meu antigo contato com os livros de história e em especial a leitura do clássico de Edward Gibbon. Intrigava-me também saber que a toda oportunidade o ex-presidente Janio Quadros corria para Istambul, enquanto Paris e Londres davam sopa na Europa.

Quando fui para lá em 2007 descobri que deveria ter ido muito antes. Uma das razões pela qual não fui é que boa parte de minha vida fui condenado a conhecer somente cidades ao redor do mundo que abrigavam torneios de tênis. Como as férias eram raríssimas, quando aconteciam eram passadas, obvio, em casa. Como agora só admito viajar a lazer, Istambul foi uma escolha natural e tardia.

A cidade tem cerca de 2.600 anos de história, já foi o centro do universo e durante toda sua história foi a porta da Europa para a Ásia e vice versa. Ainda hoje a cidade e dividida pelo efervescente Bósforo entre a Istambul européia e a Istambul asiática.

Fico a imaginar o quanto isso teve a ver com o fato de Maria Sharapova chegar uma semana antes à cidade para o Masters feminino de 2011. Normalmente tenistas chegam no máximo dois ou três dias para os eventos.

Agora as oito melhores tenistas da temporada começam hoje o espetáculo para o público local, que é fanático por futebol, mas nunca foi muito fã do tênis. Mas o país está, há anos, em uma campanha ferrenha para ingressar na Comunidade Européia, sempre levando uma buzina do pessoal em Bruxelas. Mas do jeito que a coisa anda atualmente já não sei se vale mais tanto a pena. Mas trouxeram o evento que fecha a temporada para a cidade.

As mulheres estão divididas em dois grupos: O primeiro com Wozniacki, Kvitova, Zvonareva e Radwanska. O outro: Sharapova, Azarenka, Li, Stosur. Este grupo da russa está bem mais “baba” do que o primeiro.

O “plus” do evento é que a posição de #1 da temporada ainda está em aberto. Isso pode significar centenas de milhares de dólares nos contratos das tenistas, especialmente nos de Sharapova, a tenista que mais arrecada fora das quadras – e não se enganem, o #1 da temporada é muito bem recompensado nesses casos. O que talvez explique a precoce presença da russa na cidade, onde treinou, fotografou fez toda uma campanha de marketing para agradar o público.

Wozniacki, com 7115 pontos está na liderança e quer lá ficar, porque ganhar um GS nem pensar. Mas Sharapova (6370), Kvitova (5870) e Azarenka (5630) têm chances aritméticas de passar à frente. Com uma vitória na 1ª fase, Caroline tira Azarenka da corrida. Com duas tira Kvitova. Se ela vence os três jogos dessa fase e Maria não vence os seus três a russa está fora. Se ambas vencerem, o bicho vai pegar nas semis e quiçá na final. Acho que alguém treme antes – senão a final pode ser um verdadeiro “Turkish Delight”.

TURKISH DELIGHTS – OS ORIGINAIS E O FORÇADO, AS MENINAS FICAM BEM MELHOR DE SAIOTES….

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terça-feira, 6 de setembro de 2011 Light, Tênis Feminino | 23:19

fra Bremen

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Com a vitória de ontem, sobre a russa Kusnetsova, Caroline ”cruzadinha” Wozniacki deu importante passo em direção a conquistar seu primeiro Grand Slam, algo que, apesar de #1 do mundo há meses, ainda não aconteceu na vida da moça.

Como noticias de segunda mão são mais difíceis de depurar, apresento abaixo dois vídeos sobre a dinamarquesa realizados em seu país de origem. Para os que tiverem dificuldades com os diálogos sugiro que usem a imaginação, o Google translator, liguem para aquela loirinha fazendo intercambio que acabou de mudar para a casa ao lado ou consultem a própria tenista.

Um deles trata da conhecida ligação de pai e filha tenista – algo que já deu muito pano para manga no circuito feminino, e mesmo masculino; perguntem ao Agassi. Talvez fique um pouco mais claro porque a moça corre tanto atrás das bolinhas, assim como porque o pai anunciou semanas atrás que estava se afastando da carreira da loira. Mas, por que, então, ele estava lá ontem com aquela cara de quem comeu e não gostou?

O outro é uma entrevista da moça sobre sua rivalidade com Serena Williams que, confesso, me deixou um pouco no ar. Estou aceitando ajuda com a tradução.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011 Tênis Feminino | 13:22

Enlouquecidas em New York

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Comendo por fora, Maria Sharapova volta a ser um fator no circuito feminino. A fashionista russa já é a #4 do ranking, após a vitória em Cincinnati, sobre Jankovic em quase 3hs de jogo por 4/6 7/6 6/3, e vai para New York como uma das favoritas, sob as luzes da ribalta que ela adora. Afinal, a moça ganha mais dinheiro do que qualquer uma de suas adversárias graças ao seu “trabalho” fora das quadras, no que ela é muito boa, e New York é o centro do universo para tirar proveito desse fator. Se você pode vencer lá, pode vencer em qualquer lugar.

Eu diria que Maria e Serena Williams, outra que vem aos poucos se impondo novamente e que apesar do longo tempo longe das quadras tem mais pegada do que qualquer uma, são as favoritas ao último título de Grand Slam da temporada. O diferencial a favor das duas seria a maior experiência em títulos nos grandes eventos e o piso, rápido, que as ajuda. Serena adoraria mostrar que ainda pode, especialmente dentro de casa, na frente do público mais indócil dos GS, um perfil que ela deve adorar. Isso sem falar que ela deve ter aquela quadra central engasgada.

Mas, do jeito que as gatas andam se estranhando, a nova geração deve ter péssimos planos para acabar com a festa de ambas e começarem a se impor de uma vez por todas. Azarenka, Kvitova, Na Li e, por que não, Wozniacki, todas têm cacife para entrar nessa briga. Isso sem contar com algumas outras, como Zvonareva, Radwanska, Jankovic, Kuznetsova e, por que não, Ivanovic, que podem enlouquecer na Big Apple e surpreender.

Sharapova x Jankovic – as duas se odeiam desde os tempos de meninas.

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Light, Tênis Feminino | 14:09

As 10 mais do Forbes

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A revista Forbes divulgou, e o portal iG publicou, a lista das esportistas mais bem pagas nos últimos 12 meses. Que fique claro, apesar de que a Forbes não o deixa; isso são estimativas. Porque o que elas ganham só elas, seus agentes e, talvez, algum órgão da Receita saibam. Por exemplo, a 2ª da lista, Caroline “cruzadinha” Wozniacki, apesar de dinamarquesa, declara a residência em Monte Carlo, um paraíso fiscal.

Que a Maria Sharapova, 24 anos, seja a primeira da lista não é surpresa. É de longe a mais fotografada, especialmente fora das quadras. Lembro que quando escrevia no “Estadão” uma fulana vencia um evento e publicavam uma foto da Sharapova que perdera na semifinal. Uma loira de 1.88m de altura, com os traços finos, com um fino senso fashion e marqueteira na “úrtima” vai vender melhor do que algumas cafonérrimas que se metem a gostosonas ou fashionistas e que mal conseguem construir uma sentença. O fato de ela não ganhar um Grand Slam desde 2008 (Austrália) e não ser a #1 desde 2005 não mexeu em nada com seus cifrões, o que, de certa forma, delineia as prioridades dos patrocinadores.

Caroline é a 2ª da lista. A moça é a atual #1 do mundo do tênis, loirinha, eu já não acho bonitinha, mas tem uma legião que acha, então faz algum sentido sua colocação. Imaginem se começar a ganhar Grand Slams – afinal ela completou 21 aninhos.

E se a Na Li aparece em oitavo lugar, após vencer Roland Garros em Maio e ir à final do AO em Janeiro, mostrando que a moça deve faturar com o tempo megas-dólares, ou pelo menos megas-yuans, por resultados em quadra, ainda sobrou um lugarzinho na lista para Aninha Ivanovic, que faturou U$6 milhões nos últimos seis meses, após ter perdido na 1ª rodada de dois dos três GS da temporada, ser #18 do ranking, após ter sido #1 em 2008, quando venceu Roland Garros. Também com 1.88m, mas morena, para um contraponto, a moça prova que aquele corpão e o jeitinho de menina ainda vale milhões.

As duas irmãs Williams estão com rankings horríveis – Venus #34 e Serena #79 . Venus não ganhou nada este ano. Serena nem jogou durante um ano. Mas venceu o AO e Wimbledon no ano passado. As moças não jogam muito, mas quando jogam fazem um estrago, o que é, no mínimo, ambíguo. Além disso, são negras, o que tem suas vantagens e desvantagens nesse mundo maluco que vivemos e, mais ainda, aonde vivem.

O que mais salta aos olhos nessa lista das 10 primeiras esportistas bem pagas, é que sete são tenistas. O que me faz pensar que, independente de diferentes pontos de vista sobre o assunto, o pessoal da WTA está com sua estratégia de marketing afiada. Este mês li em algum lugar o Emilio Sanches metendo o pau na WTA e seu circuito. Ainda bem que as moças não contrataram o rapaz.

De qualquer maneira, no mundo dos esportes, as mulheres tenistas reinam absolutas, o que dá uma importância enorme ao tênis feminino, assim como evidencia uma perspectiva interessante de como o mundo gosta de ver suas mulheres; de sainha e raquete na mão.

1º Maria Sharapova Rússia Tênis 25 milhões
2º Caroline Wozniacki Dinamarca Tênis 12,5 milhões
3º Danica Patrick Estados Unidos Automobilismo 12 milhões
4º Venus Williams Estados Unidos Tênis 11,5 milhões
5º Kim Clijsters Bélgica Tênis 11 milhões
6º Kim Yu-na Coreia do Sul Patinação no gelo 11 milhões
7º Serena Williams Estados Unidos Tênis 10,5 milhões
8º Na Li China Tênis 8 milhões
9º Ana Ivanovic Sérvia Tênis 6 milhões
10º Paula Creamer Estados Unidos Golfe

Maria – super fashion e mega dólares

Aninha – entre as bolas e as fotos.

5,5 milhões
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