Publicidade

Posts com a Tag Bruno Soares

domingo, 2 de junho de 2013 Roland Garros | 11:49

Parceira

Compartilhe: Twitter

O mineiro Bruno Soares está jogando as mistas com Lisa Raymond, uma americana com longa história no Tenis, especialmente nas duplas. A moça completa quarentena este ano, o q dá uma idéia da sua longevidade e a paixão pelo Tenis.

Lisa jogou razoavelmente simples, chegou a #15, mas foi como duplicata q se consagrou. Foi #1, nas femininas ganhou todos os Slams e nas mistas ganhou todos, menos a Austrália. Mesmo aos 39 é uma belíssima parceira e com Bruno são cabeça 4. Hoje passaram pelos checos Dlahoui e Hlavackova, o q nao foi fácil, ambos são ótimos duplistas. Foi 12/10 na negra!

Bruno é o atual campeão das mistas em Paris. Em 2012 venceu o us open com a russa Makarova.

Devo avisar meus leitores q este meu mini iPad, talvez para orgulho do Jobs, mas um certo desespero meu, tem quase que uma mente própria. Ele adora “corrigir” meus textos, colocando palavras em lugares onde nao fazem nenhum sentido. Or isso se, de vez em quando, aparecer algo bizarro no texto, relevem, e acreditem q o vinho local é bom mas só é degustado no hora do jantar e após o trabalho.

Autor: Tags: ,

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 18:50

O duplista elegante

Compartilhe: Twitter

Contradições são ótimas para se construir uma história. Em tempos onde a ATP, por conta da pressão dos donos dos torneios, faz um esforço velado para acabar com os eventos de duplas em seus torneios, o Brasil tem em um duplista o seu melhor exemplo atual de um ídolo tenistico.

Algo um tanto conflitante, já que o tênis é reconhecido por seu individualismo e as duplas continuam a ser relegadas para as quadras e horários secundários. Há tempos os melhores tenistas não participam mais dos eventos de duplas, a não ser em casos raros e onde eles tenham algum interesse pessoal, até pelas exigências físicas envolvidas. As duplas ficaram relegadas a “especialistas” que, no frigir dos ovos, são tenistas que não conseguiram emplacar uma carreira nas simples – quase cidadãos de 2ª classe nos competitivos e cruéis vestiários.

Nada disso tirou a determinação dos mineirinhos (Sá, Mello e Soares) que construíram uma carreira nesse nicho e vem alcançando sucesso com ela – sem mencionar que Andre Sá foi quadrifinalista nas simples em Wimbledon. Mas é Bruno Soares que vem conquistando os melhores resultados e a maior reverberação. Afinal, em tempos de Thomaz Bellucci, que já esteve ali entre os 20 melhores do mundo, mas padece em ser um sem carisma – um ser charmoso, carismático, elegante, simpático e vencedor como Bruno Soares faz a festa.

Já tivemos tão bons ou melhores duplistas que Bruno no Brasil. Thomaz Koch, Carlos Kirmayr e Cássio Motta são alguns deles. Motta foi #3 do mundo e Kirmayr #7, o que não é para qualquer um. Ronald Barnes era um mago, nas simples e duplas, com um tênis tão vistoso quanto o de Federer. Jaime Oncins fazia chover em quadra com seus toques e habilidades. A lista e tradição é longa.

Bruno é especial. É aquele cara se distingue dos outros, independente de resultados. É agradável, bem falante, educado, charmoso, sorridente sem a falsidade que muitas vezes acompanham alvos dentes à vista, e ainda nem falei de como é um bom duplista. Além disso, tem arguta percepção de quando deve intervir para fazer uma diferença, característica de um bom líder. Eu já tive a oportunidade de ver isso pessoalmente em algo que manterei privado.

Ontem Bruno deu mais um, sutil, demonstração de seu caráter. Na entrega de prêmios, quando o publico vaiou o organizador do evento – por qualquer ignorância que seja, e não me digam que ele é culpado por termos vagabundos que falsificam e usam ingressos falsos – Bruno deu um longo abraço em Luiz Tavares e fez questão de posar para as fotos segurando o troféu com uma mão e o abraçando com a outra. Esse é o Bruno, que não se omite nem fica como uma macaca pulando na frente de câmeras implorando por atenção, enquanto faz declarações pseudo engraçadas ou estudadamente polêmicas como outros pseudos ídolos se ridicularizam em fazer.

Lembro-me dele ainda jovem, quando ainda queria jogar simples. Não conseguiu, mas não abandonou a paixão. Como todo vencedor procurou uma maneira de se impor na profissão que escolheu. O melhor é que vem melhorando. Sua técnica está mais apurada; saca e devolve melhor, os dois fundamentos do duplista, do que fazia somente um ano atrás. Lembro-me de assisti-lo no ano passado aqui em São Paulo, quando estava mais frágil, especialmente nas devoluções, em especial no revés – deve ter trabalhado bastante, sinal de comprometimento com a carreira, com si próprio e com o tênis.

Às vezes é triste fazer comparações, e então, neste caso, não as farei. Reservo-me em dizer que Bruno – que seguiu a “escola” de Andre Sá, outro tenista com personalidade e características semelhantes a Soares – é um digno representante não só do tênis, mas também nosso; porque sempre considerei tenistas, e outros atletas, verdadeiros diplomatas de nosso país mundo afora.

Bruno Soares e Felipe Tavares

Autor: Tags: , ,

sexta-feira, 30 de novembro de 2012 Porque o Tênis., Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 15:48

Imperdível

Compartilhe: Twitter

A sempre polêmica sem perder a candura e a elegância leitora Maysa, ocupa seu espaço nos comentários para declarar sua ojeriza às chamadas “exibições”. Não é a primeira que me passa essa mensagem, ao mesmo tempo em que outros declaram seu amor pelas mesmas. O que separa as duas vertentes?

Exibição foi algo criado sabe-se lá quando, só posso dizer que há muito tempo, para trazer algo para o qual havia uma demanda. No caso, a presença de estrelas, das mais variadas grandezas, para próximo de seus fãs, em um cenário que não abrigava pelas mais diferentes razões, da tradição à falta de estrutura, torneios compatíveis com a presença de tais tenistas.

Isso são um fato e uma realidade mundo afora, não somente no Brasil. Na verdade, hoje se joga bem menos exibições do que no passado. A demanda do circuito e consequente esgotamento dos atletas, o televisionamento de tudo quanto é torneio tenistico que coloca os ídolos na frente de sofás mundo afora, e, principalmente, o quase obsceno, pelo menos comparado com poucas décadas atrás, dinheiro distribuído em prêmios de torneios oficiais, o que deixa seus bolsos e mentes tranquilos quando não acomodados, são razões pela diminuição da presença das estrelas em exibições.

Por conta disso, as aparições, pelo menos das estrelas, são raras e bem caras – lembrem-se que há demanda no mundo todo. Até mesmo uma cidade como New York, que tem um Grand Slam, demanda e recebe exibições com Federer. Mas imaginem quantas cidades não demandam e aguardam pela oportunidade que provavelmente nunca chegará. Na Europa e na América há a demanda e a oferta por outro tipo de exibições – são os Masters, que atraem o público com seus nomes, mas oferecem pouco mais do que brincadeiras e seções saudades de volta. Não é por menos que a maior estrela dessa troupe é um iraniano naturalizado francês, Mansour Barahmi, que encanta o publico europeu com seus marabalismos em quadra.

A exibição em si é uma arte, muito distinta da competição em si. A personalidade dos envolvidos conta muito para que ela seja um sucesso. Ninguém joga uma exibição como se a vitória fosse a meta. Pelo contrário. É bem mais do que provável que quando dois tenistas se enfrentam, em um treino, longe dos olhos do público, vão procurar a vitória com mais determinação e entrega do que em uma exibição. Por isso, nestas ocasiões é de muito bom tom colocar em quadra somente tenistas que se deem bem – e especialmente se a estrela maior aceita bem o sparring.

Existem algumas regras não escritas, que quase sempre são respeitadas, ainda que por vezes não. Fica “feio” um dos tenistas mostrar que está a fim de ganhar. Tem que saber aliar bons golpes, com uma dose correta de intensidade e um pouco, não muito, de relax e até humor. Se errar a mão em qualquer dos quesitos fica horrível – e, acreditem, poucos dominam essa arte.

O jogador da casa sempre ganha. E aí eu pergunto, com Federer e Bellucci que será o jogador da casa? Afinal, a grande estrela que o publico quer ver e aplaudir é o suíço. Será que Federer obedecerá a regra e fará a gentileza? Ou será que Bellucci esticará o tapete vermelho? Nosso tenista dá suas esticadinhas de tapete, mas raramente contra tenistas mais fortes e as tais estrelas, a quem gosta de fazer sentir sua mão pesada, pelo menos por um tempo. Será interessante ver como se desenvolve essa apresentação que deve ser o ponto alto do espetáculo, até pelo envolvimento do publico. Lembrando, essa será a primeira partida do suíço, do total de três, que jogará em São Paulo. Eu teria colocado como a última. Ele enchia o Tsonga e o Haas de bola nas primeiras, para delírio do público, e o Bellucci ficava para quando a festa já estava assegurada.

Comentando o comentário da Maysa, é preciso entender que na próxima semana não teremos em São Paulo nem um torneio, nem uma exibição. Teremos um espetáculo, uma festa. Uma festa do Tênis. Uma festa exclusiva, já que os ingressos são caros e em boa parte corporativos. Uma festa que todos gostariam de participar. Uma festa para tenistas, sofasistas e até mesmo estrangeiros do tênis, aquele que irão não por conta do Tênis e sim do ser visto.

Vamos ter o creme de la creme do tênis como poucas vezes reunido, em qualquer lugar que seja – o mundo vai babar de inveja. O foco ainda está no Federer, até porque o patrocinador que pagou a conta principal é seu, as chamadas são dele e o cara é adorado. Mas teremos Tsonga e Haas, dois belíssimos tenistas, com estilos distintos e propícios para a festa, até mais do que Ferrer, que é mais “engessado” e que saiu. Os espetaculares irmãos Bryan enfrentando os mineiros Melo/Soares, o que deve vir a ser um espetáculo à parte, em especial para os fãs tenistas.

E as mulheres! Até as Olimpíadas, agradeçam por ela, não vamos ver tal constelação por aqui: Sharapova, Serena, Azarenka, Wozniacki! As meninas mereciam uma festa só para elas e iriam sobrar. Isso sem falar no Roger. Não será um Grand Slam, mas será um espetáculo que lotaria o Madison Square Garden, um local que já acolheu os melhores de todas as áreas, numa cidade onde if you make it there you make it anywhere. Agora é em São Paulo. Esta, Maysa, é imperdível.

Autor: Tags: , , , , , ,

domingo, 28 de outubro de 2012 Olimpíadas, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 20:33

Basiléia, Istambul e Valencia

Compartilhe: Twitter

Ninguém gosta de perder. Muito menos jogando em casa. Minha mulher fica com vontade de largar a raquete. Roger Federer desiste de ir a Paris. Minha mulher fica louca da vida com as japas baloneiras. Federer detesta encontrar pela frente alguém que dê mais pancada na bola do que ele. Ela começou a competir faz pouco e ainda tem que aprender a lidar com as viadas que fazem das quadras de tênis uma filial de Cabo Canaveral. O suíço deveria lembrar que o argentino não tem nenhuma consideração e adooora alguém que fique lhe dando pancadas à altura da cintura. Aliás, o hermano estava tão com vontade de machucar que quase acaba com a felicidade da Mirka – veja o vídeo abaixo.

A final entre Federer e Del Potro na Basiléia foi tudo o que o publico queria. Em termos de emoção, porque o resultado esperado, lógico, não era a vitória argentina. Mas uma partida decidida no TB da negra, após um TB no 2º, quando Federer escapou de perder em dois sets, teve um tênis de primeiríssima em um estádio que se não é novo, garanto que é de primeiríssima qualidade – padrão suíço.

Logo após a derrota, Federer, que é presidente da ATP, declarou que não jogaria o Masters 1000 de Paris, mesmo sabendo que a decisão vai lhe custar a liderança do ranking no fim da temporada para el djoko. “É a única alternativa para mim!”, alegando que quer preservar o físico para as finais de Londres, e também suas apresentações na América do Sul! Os franceses devem ter adorado a notícia.

Não tem contusão, nem nada que o impeça – simplesmente magoou. Roger já tem 600 partidas, mais de 12 anos de carreira, mas em Janeiro de 2012 ainda não tinha 31 anos, o que o isentaria totalmente das responsabilidades de jogar qualquer Masters 1000 – o que vale dizer que, teoricamente, a partir do ano que vem pode até cobrar para jogar os Masters 1000.

David Ferrer mostrou, mais uma vez, que é “o casca de ferida”. É na Espanha, é na quadra dura lenta, o Nadal não vem, é meu! É a 3ª vez que o casca vence por lá. E desta vez dedicou a vitória a Ferrero, que é um dos donos do evento e encerrou a carreira por lá esta semana.

Para nós, a boa notícia foi mais uma conquista de Bruno Soares, e seu parceiro Peya, batendo na final os ibéricos Verdasco/Marrero em três sets. É o terceiro título com Peya, o seu quinto esta temporada e o seu décimo na carreira. Eue temporada, e que parceria. Essa parceria deve dificultar a possível decisão voltar a jogar com Melo, com quem emparceirou na Davis e com quem ganhou Estocolmo. Com quem ele jogara em 2013?

Maria Sharapova chama Serena Williams de minha rainha do ébano. Não vou tentar adivinhar do que a gringa chama a russa/americana. Eu sei que suas cadelinhas ela chama de Jackie e Lorelei! São oito anos que Maria não vence Serena. Oito anos e nove partidas – uma média legal. O resultado de hoje, em Istambul, na final do Masters, 6/4 6/3, foi melhor do que o ultimo, nas Olimpíadas, 6/1 6/1. Pior do que isso a russa teria que sumir do circuito ou se trocar no carro; sua vida nos vestiários ficaria impossível. Para sempre vai se perguntar: Serena deixou ela fazer um??

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 1 de outubro de 2012 Tênis Masculino | 01:06

Thai

Compartilhe: Twitter

Na semana anterior foram os italianos, esta ultima foram os franceses que se inspiraram. Vai entender. Eles praticamente fizeram um rapa nos dois torneios da semana, Kuala Lampur e Bangkok. Na Tailândia, Richard Gasquet, em final francesa, derrotou, na final, Gilles Simon, com incrível facilidade, por 6/2 6/1. Simon passou por Monfils e Tipsarevic, enquanto Gasquet bateu Dimitrov, Tomic e Nieminem, que eliminou Raonic. Na Malásia, Benetteau acabou derrotado, em final apertada, por Juan Monaco, após ter derrotado David Ferrer no caminho, enquanto o argentino teve que defender um match-point contra Nishikori na semifinal.

Em Kuala, o mineiro Bruno Soares prosseguiu com a boa temporada, conquistando o título das duplas com seu parceiro austríaco Alexander Peya, batendo os britânicos Fleming e Hutchins no tiebreacão. Foi o segundo título da temporada e o sétimo da carreira para o brasileiro. Foi o quarto torneio que a dupla jogou junto, o que deve ser um bom amalgama. Em duplas, só tem uma coisa que mantêm os parceiros juntos – vitórias.

Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 6 de setembro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 15:15

Título para o Brasil!

Compartilhe: Twitter

O brasileiro Bruno Soares e sua parceira, a russa Ekaterina Makarova, conquistaram o título das duplas mistas no U.S. Open, batendo a dupla checa/polonesa de Peschke/Matkowski na final, em jogo apertado, emocionante e televisionado para o Brasil.

Os adversários venceram o 1o set, apertadissimo, 10/8, mega-bobearam no 2o, 1/6, o que deu confiança à dupla do mineiro e no 3o, jogado em um tiebreacão, deixaram escapar dois match-points. Bruno, que não é bobo nem nada, e faz jus à fama de mineiro, aproveitou, junto com a parceira, para fechar na 1a oportunidade que tiveram. Ekaterina sacou no homem, bateu a 1a bola nele, que então veio à rede, só para Ekaterina ser obrigado a ir na adversária. Aí foi só celebrar!

É o 3o título brasileiro em duplas mistas em GSs. Maria Esther venceu Roland Garros em 1960 com Bob Howe e Thomaz Koch com a uruguaia Fiorella Bonicelli em 1975 tambem em Paris.

Autor: Tags:

quarta-feira, 5 de setembro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 23:39

Dia cheio

Compartilhe: Twitter

Estava louco para desligar o computador e as coisas despencando no U.S Open.

Mais um brasileiro disputará uma final de Grand Slam. Desta vez é o gentil mineirinho Bruno Soares que amanhã joga a final das mistas com a russa Ekaterina Makarova, que vem provando ser excelente parceira. Eles enfrentam os checos Cermak e Hradecka, com direito a televisionamento para o Brasil. O jogo acontece na Quadra Arthur Ashe a partir de 13h. Nas duplas mistas, outros sete brasileiros já estiveram em finais de GS: Maria Esther, Thomaz Koch, ambos campeões. Claudia Monteiro, Cássio Motta, Claudia Monteiro, Jaime Oncins e Marcelo Melo foram finalistas.

A última partida de Andy Roddick foi a grande notícia do dia no torneio – está em 2º plano aqui porque vamos priorizar as coisas. O americano nunca me emocionou como tenista, apesar de uma bela carreira e achar interessante como ele se comunicava. Sempre foi excelente sacador, mas só isso não explica a carreira – era um vencedor e sabia tirar leite de pedra com o que tinha. Após vencer seu primeiro e único Grand Slam, o tênis de Roddick foi bom o bastante para se manter entre os 10 melhores por uma década, mas não bom o bastante para lhe dar um 2º Grand Slam. O mais perto que chegou foi na final de Wimbledon, quando Roger Federer “achou” o jogo. Andy vai sonhar o resto da vida com um voleio alto de revés que errou para abrir 2×0 em sets e, acredito, assegurar a vitória.

Quem não perde mais o sono, espero, é o Bob Brett, técnico do Marin Cilic. Com certeza o rapaz, que treinou Gomez, Becker e Ivanesevic, um dia sonhou que o pupilo seria #1 do mundo. Fundamentos técnicos com certeza o croata tem. Mas sempre lhe faltou aquele algo a mais que os grandes campeões tem e lhe permitem ganhar os break points, contra e a favor, jogos perdidos e jogos ganhos, em uma proporção maior do que o inverso – especialmente nos grandes jogos. Hoje Cilic tinha o malamurray pelas narinas, com um set acima e 5×1. Sacou duas vezes para fechar e não conseguiu. Perdeu em quatro sets, sendo que nos dois últimos fez 2 games – a história da carreira do rapaz.

Isso tudo sem mencionar o fato que Roger Federer caminha a passos largos de ser eliminado ainda nas quartas de final pelo checo Berdich. Pelo menos agora está com 0x2 e break abaixo no 3o set, sem aparentar como vai virar o jogo. A maior esperança, cada vez mais tênue, é o Berdich, que até agora jogou muito, dar uma de Berdich.

Roddick – um lutador e carreira vitoriosa.

Autor: Tags: , ,

domingo, 2 de setembro de 2012 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 12:05

Duplas e adeus.

Compartilhe: Twitter

Imagino que não, mas bem que uma certa culpa pode se abater sobre o mineiro Bruno Soares, e sua parceira Ekaterina Makarova, que derrotaram ontem a dupla de Kim Clijsters e Bob Bryan em três sets, 12-10 no tiebreicão, colocando a pá de cal na carreira da belga.

Imagino que Clijsters escolheu Bob porque queria a oportunidade de ganhar mais um título de GS e desfrutar de mais uns dias da vida de tenista pro, senão poderia escolher o Rochus ou mesmo o Belo. Mas o Brunão não quis saber de história e foi atrás de um aumento de patrimônio, passando para as rodadas seguintes, no mesmo dia, nas duplas mistas e na masculina, com o austríaco Paya.

Antes de perder, Kim salvou quatro match-points, inclusive com um lob que deixou Bruninho olhando a lua, ontem cheia e maravilhosa. Mas um saque de Makarova, no corpo da belga, acabou com a festa do público que lotava a nova Quadra 17 – parece que as mulheres não gostam de ver as outras se darem bem!

Aliás, não foi só com a belga que o mineirinho arrumou inimizade. Na primeira rodada ele havia eliminado o outro Bryan, o Mike, e sua parceira Lisa Raymond – acabou com a alegria dos manos e das minas. Brunão na cabeça, junto com a Makarova, que é boa duplista e maior do que o Bruninho – tudo de bom para uma duplinha mista.

No mesmo dia, ontem, Marcelo Melo venceu suas duplas com o parceiro lutador Ivan Dodig, um tenista que gosto muito por ser parte da turma que luta para sobreviver sem maiores recursos – os dois enfrentam agora o Benneteau/Mahut, enquanto Peya/Soares enfrentam Mertinek/Cermak.

Até aí estava divertido.

Autor: Tags: , ,

domingo, 8 de abril de 2012 Copa Davis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 11:46

O abraço da dupla

Compartilhe: Twitter

Não poderia ser mais contundente a vitória da dupla brasileira. Três sets a zero e sem nunca deixarem os adversários verem uma luz no fim do túnel, maneira correta de se vencer partida tão crucial.

Se tudo correr bem, e como previsto, tal vitória deve encher de confiança os nossos tenistas que entrarão em quadra hoje para definir o confronto. Na mesma medida, os adversários sentirão a derrota e a consequente pressão. Na verdade, a angústia colombiana deve ser ainda maior por conta da vantagem que viram e sentiram quando Falla liderava por 2×0 na 6s feira. Não aproveitaram, dançaram.

Fico feliz também por ver a dupla pão de queijo jogando, e vencendo, juntos novamente. Tomara que a emoção que dividiram em quadra, evidente durante a partida e tocante quando do abraço após a vitória, seja um catalisador para que considerem e voltem a jogar juntos novamente. Como toda parceria, uma dupla formada tem seus altos e baixos, momentos de alegria e tristeza, certezas e dúvidas, mas o que esses dois fizeram juntos neste sábado, após meses separados, é algo para ser considerado e reconsiderado.

Aliás, nesse casamento corro até o risco de colocar uma terceira parte, o que quase sempre é um perigo. Mas a participação de Andre Sá na equação sempre foi extremamente positiva nesse time de duplistas brasileiros e se ele não esteve presente nas quadras de Rio Preto, foi lembrado e honrado pela excelente apresentação de Melo e Soares.

Alô torcida brasileira, aquele abraço!!

Autor: Tags: , ,

segunda-feira, 24 de outubro de 2011 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 23:39

865

Compartilhe: Twitter

De repente, os mineiros Melo e Soares têm uma chance de ir ao Masters de Londres nas duplas. A semana passada eles foram à final de Estocolmo e o resultado deu uma esperança, mesmo que longínqua.

A dupla mineira está em décimo lugar – oito vão à Londres. Eles estão a 865 pontos dos nonos – Butoroc e Rojer – e a 1015 dos oitavos, Fyrstenberg e Matkowski. As chances existem, apesar de mínimas, já que não só eles tem muitos pontos a recuperar como os outros não podem fazer muito.

Quem criou esperanças também após vencer em Moscou foi o sérvio Tipsarevic, que de repente engrenou após um começo de temporada um tanto lento – afinal o rapaz estava em lua-de-mel.

Só existem cinco tenistas classificados até agora: Djoko, Nadal, Murray, Federer e Ferrer. Logo atrás Berdych, Fish e Tsonga. Em nono Almagro, Tipsarevic e Simon – a briga é entre esses. Faltam esta semana, a seguinte e o Masters 1000 de Paris, que onde deve haver a definição – nessa hora tem uns que dão umas piscadas de dar pena.

Autor: Tags: ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. 4
  6. Última