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Posts com a Tag bia maia

segunda-feira, 21 de março de 2016 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino | 13:39

Na primeira

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A Lei de Murphy ataca mais uma vez. Nao sei qual a probabilidade matemática para o caso – algum leitor matemático se arrisca? – mas, na melhor da hipóteses é uma curiosidade. Duas brasileiras, Teliana Pereira e Bia Maia, na chave de 48 tenistas do Torneio de Miami são sorteadas para se enfrentarem na 1a rodada.

 

As duas são parceiras dentro das quadras e amigas fora, mas na hora da onça beber água é cada uma por si e Deus por ambas. Teliana tem mais volume de jogo e mais experiência, mas não tem muito gosto pelo piso duro. Bia gosta de jogar em cima da linha e tem habilidades que Teliana, mais forte e rápida, não tem. A pernambucana é a favorita e Bia não terá responsabilidade. Resta ver como cada uma delas irá reagir emocionalmente, que é o que determina a vitória em tais circunstâncias.

 

Podemos também olhar pelo lado do meio copo cheio. Uma brasileira estará na 2a rodada do Aberto de Miami. E enfrentará então a cabeça 16, Ana Ivanovic. Eu estarei lá para conferir – na 1a fila.

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quarta-feira, 9 de março de 2016 Rio Open | 16:12

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Bia Maia está direto na chave do Aberto de Miami, graças a um convite do torneio. Bia é a atual #270 no ranking, atrás de Teliana Pereira e Paula Gonçalves, o que não a colocaria nem na chave do qualy.

 

Tem a seu favor o fato de ser jovem, completa 20 anos no próximo Maio, e ser um dos maiores talentos recentes no tênis feminino brasileiro. Mas a chave para entrar na chave principal em Miami é o fato de ser gerenciada pela IMM, empresa brasileira, que promove o Rio Open e é parceira da IMG, empresa que promove o Miami Open. Os brasileiros da IMM foram à luta e conseguiram o convite – assim como para João Feijão, outro gerenciado pela empresa.

 

Convites são para isso mesmo. Cada evento tem o direito de determinar suas prioridades na escolha dos convidados. São quatro homens e sete mulheres. Se olharmos os convidados do Miami Open veremos que eles seguem um preceito bastante usado – o de premiar tenistas em início de carreira. Entre as mulheres convidadas, na chave principal, somente a Matek-Sands tem mais de 23 anos, e entre os homens o mais velho tem 21 anos. Chama a atenção que tres britânicos – Heather Watson, Laura Robson e Kyle Edmund receberam convites. A IMG é, há anos, parceira da LTA em Wimbledon.

 

Para Bia é ótima experiência, garante U$12 mil de premiação, vai conviver e competir com os tenistas tops pela primeira vez, o que já lhe deu uma injeção de motivação; vem jogando bem e vencendo nos últimos dias.

 

João Feijao tambem pode fazer uso do convite na qualificação, apesar de que seu trabalho será bem duro, por conta do piso duro e de que qualy não é chave principal!

 

Lista dos convidados:

 

Men’s Main Draw Wildcards:
Name                                 Country         Age   Rank

Kyle Edmund                    Great Britain  21       82

Adrey Rublev                    Russia           18       150

Elias Ymer                         Sweden         19       152
Nicolas Jarry                     Chile               20      491
Women’s Main Draw Wildcards:
Name                                 Country         Age   Rank
Heather Watson               Great Britain  23      53
Bethanie Mattek-Sands  USA                30      88
Naomi Osaka                    Japan            18      106
Paula Badoas                   Spain             18      224
Beatriz Haddad Maia      Brazil              19      270
Laura Robson                  Great Britain  22      551
Sofya Zhuk                        Russia           16      17 (ITF

 

Men’s Qualifying Wildcards:

Name                                 Country         Age   Rank
Joao Souza                       Brazil              27      129
Ryan Harrison                  USA                 23    168
Casper Ruud                    Norway           17       11 (ITF)
Women’s Qualifying Wildcards:
Name                                 Country          Age   Rank
Sorana Cirstea                 Romania         25      148
Indy de Vroome                Netherlands   19      324
Claire Liu                           USA                 15      498
Fanny Stollar                     Hungary          17      509
Katie Swan                        Great Britain    16     513

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015 Novak Djokovic, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 20:47

Sétimo céu

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Certa vez, na quadra central do US Open, John McEnroe mandou um cara que estava nas primeiras filas da arquibancada apagar o charuto que infestava suas narinas enquanto ele corria atrás das bolinhas. Na época ainda tinha uns caras de pau que ficavam pitando praticamente dentro da quadra. A semana passada – seria isso um sinal dos tempos? – Novak Djokovic reclamou para o juiz que estava ficando enjoado com o cheiro de maconha vindo das arquibancadas. Na entrevista pós jogo afirmou, de bom humor, que o mesmo já tinha ocorrido na partida anterior. Ele até que levou numa boa, dizendo que alguém estava se divertindo bastante “no sétimo céu” em suas partidas.

A maconha nao é legal no Canadá, mas foi descriminalizada. Com receita médica na mao o da paz pode puxar seu fuminho sem ter que ir parar na carceragem. Se pego com quantias pequenas de maconha e sem a receita médica a pessoa nao vai presa – no máximo tem sua diversão confiscada ou se o policial estiver de mau humor escreve uma multa. Pelo o que sei nao existem cannabis cafés em Montreal, apesar de encontrados em Toronto. E nao tenho a menor idéia se é permitido ou nao o fulano acender um baseado em local publico – inclusive na arquibancada de um torneio de tênis.

Na final o estádio estava lotado e nao percebi nenhuma fumaça estranha, risadas fora de hora ou reclamações do servio. Se ele tem alguma coisa a reclamar da final é o quanto o seu oponente jogou de tênis. Fazia tempo que nao via Andy Murray tao a fins de ganhar. E mais tempo ainda que nao o via tao agressivo – tanto com a esquerda como com a direita. Isso para nao falar das idas à rede.

O interessante foi que a tática do britânico foi atacar o revés do servio – justamente onde se fala que é cutucar a onça com vara curta. Pois ele cansou de ir lá. Tanto com sua direita na diagonal, como com seu revés cruzado – nunca o vi pegar tanto a bola na subida e soltar o braço. Parecia macho, che!

Murray foi o alfa dog do começo ao fim. Ele determinou o ritmo da partida, ele decidiu se ganhava ou perdia. Djoko parecia nao estar preparado para o que veio do outro lado da rede. Mesmo viajando no 2o set e vacilando na hora de ganhar no 3o o escocês levou. Levou porque jogou mais. Levou porque desta vez quis mais e tem ferramentas para tal.

Dois anos atrás assisti Bia Maia perder no torneio juvenil de Roland Garros para a suíça Belinda Bencic. Na ocasião escrevi a respeito aqui. A partida foi bem equilibrada e a suíça levou porque quis mais e teve mais “cabeça” e coração. Porque golpes nao tinha nao.

Bia está de #167 no ranking, enquanto Belinda, 18 anos, está como #12 do planeta. Bia vem sofrendo com diferentes e graves contusões e mudanças de plano. Semana passada recebi um email notificando que assinou com a IMG, a maior empresa do mundo de gerência de carreira – o que será muito bom para sua saúde financeira quando começar a ganhar. Por outro lado, o email avisava que estava afastada dos torneios, por contusão, a mesma que a tirou do Panamericano e que nao trabalha mais com o técnico Marcos “Bocao” Barbosa, com quem treinava desde 2014, após 4 anos com Larri Passos e ser formada no E.C. Pinheiros. O email nao informava com quem ela irá treinar agora. Bencic ganhou o Aberto do Canadá em Toronto, onde bateu Bouchard, Wozniacki, Lisicki, Ivanovic, Serena e Halep. Tá fácil?

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015 Rafael Nadal, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:21

Falso equilíbrio

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Tenho visto o Marco “Bocao” Barbosa, atual técnico da Bia Maia, que está conseguindo, sem mágias e invencionices, melhorar o tênis da Bia Maia, que é nossa maior esperança de bons resultados no tênis feminino. A hipotese nao é de hoje, mas ainda está para se tornar uma firme realidade. Os bons resultados no Rio Open sao bons indicadores. A moça tem talentos, habilidades e um bom tamanho; agora tem um ótimo técnico ao seu lado, algo que faz enorme diferença na balança das possibilidades.

Os caras continuam sem o sorvete para meu milk-shake, o que é uma tremenda sacanagem e desapontamento. O garçon me sugere substituir por uma tigela de açaí. Açaí eu comia, tirando do pé, na verdade catando do chao, lá no sítio. Aqui no Rio, lá no Jockey, eu quero milk-shake de chocolate. Tem gente que é do açaí, eu sou do milk shake! Minhas dietas e health food eu administro, e bem, em outras áreas. Tem assuntos culinários que têm mais a ver com o emocional do que com a nutriçao.

Nadal é Nadal, e fim de história. O espanhol nao está jogando nem uma pequena parte do que joga. Mas e pra ganhar dele? Aí sao outros quinhentos, bem caros quando você está do outro lado da rede. Ontem, o jovem espanhol que o enfrentou entrou bem briefado pelo técnico – o veterano Duarte, que trabalhou com o Corretja. É interessante assistir esses jogos porque se enxerga como os “colegas”, que conhecem bem a fera, enxergam a tática para enfrenta-lo.

O jogo foi equilibrado, especialmente no 1o set. Mas como já havia sido com Bellucci, o equilíbrio foi só até o Animal “entrar” no jogo. Mas diferença ficou clara em um game em particular. No 2×2 o Busta quebrou a fera e foi sacar para confirmar a quebra. Esse foi o game do jogo. Àquela altura Nadal estava jogando batatinhas, deixando a maior parte das bolas muito curtas, enquanto o adversário se esbaldava. Naquele game nao jogou tao melhor ainda, mas o oponente foi apresentado à famosa “garra nadal”. Rafa sabia que tinha que voltar ao set naquele game, pra nao deixar o inimigo acreditar e crescer. Muitas vantagens depois, de ambos os lados, Nadal conseguiu a quebra e colocou o trem nos trilhos. Entao, foi só um questao de games.

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domingo, 2 de junho de 2013 Roland Garros | 12:03

Oportunidade

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A paulistana Bia Maia passou por cima da francesa Theo Gravouil por 1/0. Bia é nossa melhor chance de termos uma tenista de ponta. Ela recem completou 17 anos e ainda é muito cedo para prognósticos definitivos. Mas a moça bate na bola com uma naturalidade impressionante.

Agora o momento é de investimento e crescimento e os próximos 12 meses vão ser extremamente importantes no futuro de sua carreira. Ela já vem jogando profissional, e já teve algum sucesso no circuito Futures. Nos eventos juvenis em Grande Slams ainda nao teve tanto sucesso, mas ainda tem dois anos de juvenil e muita experiência. O saibro de Roland Garros aos 17 é uma ótima oportunidade de ela testar suas qualidades com a nata do Tenis mundial.

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segunda-feira, 22 de abril de 2013 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 01:50

Na Turquia

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Uma coisa de cada vez. E começamos pelo o que é mais importante para nós brasileiros. Eu sempre achei que os ares da Turquia faz um bem danado. Poucos anos atrás passei um mês por lá e foi uma das melhores viagens que já fiz. O que me fez bem então fez muito bem também a dois jovens tenistas brasileiros.

Bia Maia, que completa 17 anos o mês que vem, ganhou mais um torneio profissional – é o seu quarto e o segundo em 2013 – desta vez na cidade de Antalya, na maravilhosa costa do Mar Egeu. Duvido que Bia tenha tido muito tempo para ver muita coisa por lá, além das quadras de terra tão verdes quanto o mar da região. A cidade é a “capital” da riviera turca e um lugar maravilhoso para passear. São três torneios seguidos no mesmo local, no mesmo Belconti Resort Hotel – este foi o segundo – na semana passada Bia perdera nas quartas de final.

Quem fez ainda melhor uso ainda dos ares turcos é o cearense Thiago Monteiro, 19 anos, que venceu o seu segundo torneio consecutivo – teve que passar pelo qualy em ambos! – no mesmo local onde Bia venceu. É também o quarto título da carreira profissional de Thiago. Além das coincidências turcas, ambos são canhotos e considerados esperanças da nova geração do tênis brasileiro.

Não tão importante, mas tão excitante, pelo menos para mim e alguns colegas, foi a conquista neste fim de semana, do interclubes de 60-65, pelo Clube Pinheiros, batendo na final o eterno rival Paulistano. O confronto foi decidido na bacia das almas (3×2), nas duplas, esta com a parceria Cleto e o colega Romeu Barbosa. Vou dormir como um anjo, com meus sonhos protegidos e embalados pela deusa Nike, que também guardará e iluminará os sonhos da Bia, do Thiago e do Novak, sobre quem escreverei amanhã. Boa noite.

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domingo, 24 de março de 2013 Juvenis, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino | 19:45

Aprendizado

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Pelo segundo ano consecutivo Bia Maia perde na final da Copa Gerdau, o maior evento infanto-juvenil do país e um dos maiores do mundo, razão pela qual arregimenta bons tenistas de todo mundo. Olhando para o copo meio cheio, digo que pelo segundo ano foi à final do torneio.

A não ser que algo sinistro aconteça pelo caminho é natural que Bia venha ser a melhor tenista do país das ultimas décadas. Isso não quer dizer que vá ser, e sim que seria natural. Assim como é natural o talento dela, menina que bate na bola com extrema facilidade desde o início de seu aprendizado. Ela foi formada na Escolinha do Clube Pinheiros e desde os 11 anos impressiona pela naturalidade que golpeia as bolinhas.

É óbvio que o talento e a habilidade natural são muito bem vindos requisitos para um tenista, mas nunca foram ingredientes que assegurassem o sucesso de um campeão. O mar dos esquecidos tem mais ex-talentos do que peixes.

Maia vem conseguindo manter a cabeça acima do nível da água, participando de torneios o ano todo, fazendo um comprometimento total com o tênis. O resto, inclusive estudos, que ela mantêm, é secundário no trajeto de vida que traçou. Mudou de mala e cuia para Balneário Camburiú e lá vem recebendo instrução de quem acredita possa fazer sua carreira vingar.

Como foi incrivelmente precoce, tudo tem sido lucro e não haveria grandes razões para se sentir pressionada com resultados. Mas como o tempo passa e o tênis é um esporte danado, que pressiona a mais lúdica das almas, Bia, que completa 17 anos em Maio, também demonstra que não é fácil viver com as expectativas.

Ela chegou à final da Copa Gerdau, um resultado per si brilhante e totalmente aplaudível, tinha boas chances de ficar com o título, mas ainda falta algo para deixá-la à vontade em um cenário desses.

O saibro das quadras da Leopoldina Juvenil em Porto Alegre tem história, o publico que ali comparece conhece o esporte e sabe que uma arquibancada amigável pode influenciar uma partida. Bia começou solta, animando o público, que adora o enlace de talento e resultados. Do outro lado da rede e do outro lado do mundo, a russa Varvara, moça da mesma idade, sentia a pressão de jogar em lugar estranho, frente a um publico totalmente parcial e uma adversária de talento. Mas, todos os grandes tenistas tiveram que enfrentar e passar por essa situação.

A saída desse labirinto geralmente passa por uma janela de oportunidade que, normalmente, é o adversário que oferece – senão é um caminho sem desvios. O placar da partida, 1/6 6/2 6/1, um placar que já mencionei acontece bem mais no tênis feminino do que no masculino, demonstra algo que hoje deixo para a apreciação de meus leitores. De qualquer maneira, Bia admitiu ao final da partida ter sentido a pressão, admissão que boa parte dos marmanjos tem medo de fazer enquanto elucubram desculpas esfarrapadas – especialmente nos tempos atuais.

Se por um lado vergar à pressão não é o ideal dos sinais, por outro, ter o equilíbrio, a coragem, a sensatez de admitir, exige personalidade e caráter, predicados essenciais aos campeões e pessoas em geral. Se hoje Bia não saiu de quadra com o título que, no fundo de seu coração, sabia, e sabe, ser conquistável, por outro lado talvez tenha aprendido que todo dia é dia de aprendizado e nenhum desses é mais importante que o da final. Pelo andar da carruagem, eu diria que ela viverá muitos outros desses dias para colocar em prática o que espero tenha aprendido hoje.

Bia – A derrota na final dói mais do que qualquer outra. Ensina mais também.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Juvenis, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino | 13:19

A primeira vez de Bia

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Ontem o tênis feminino nacional deu mais um passo à frente em uma data que o tempo pode marcar como histórica. A primeira vitória de Beatriz Maia, aos 16 anos, em um Torneio do Circuito da WTA, em um dia que ela não deixou por menos – venceu em simples e duplas.

A adversária foi a americana Chieh Yu Hsu, que de americana não tem nem o nome, já que nasceu em Formosa, Taiwan, ou Republica da China, sei lá do que devemos chamar. Hsu veio do qualy e é #280 do mundo, ranking não muito alto, mas isso é problema dela, junto com o fato de ter levado uma aula no 6/1 6/2 que a brasileira lhe aplicou.

Mais importante do que o placar e a adversária é a vitória, que pode, esperamos, ser a primeira de muitas – e por isso histórica. Bia, vinda do Clube Sírio, onde seu pai jogava basquete e a mãe tênis, foi formada, desde pequinininha, no Clube Pinheiros, na Escola de Tênis do Pinheiros, sob a tutela do técnico Eduardo Eche. De lá saiu, aos 14 anos, quando foi determinado que o próximo passo seria a tutela da CBT, que é quem dá as cartas no tênis nacional. E lá foi ela para Camboriú.

Bia sempre impressionou pelo talento, habilidade e a incrível facilidade com que bate na bola. Agora, entra em uma nova fase, onde a disciplina fala mais alto do que esses quesitos. Este é o momento de muito trabalho, menos expectativas, pouca mão na cabeça, menos ainda de arroz mediático e nenhuma acomodação. A vitória de ontem é excelente, porém só um grão de areia no areal que é a carreira de uma tenista. Boa sorte e a nossa torcida.

15.30 Hoje Bia foi derrotada pela hungara Czink. Ela venceu o 1o set por 6/1 e perdeu o 2o set por 6/2. No set final, Bia pediu atendimento, fora da quadra, quando a adversária sacaria no 5/4 para fechar o jogo. Czink perdeu o ritmo, o saque, o game seguinte e chegou a ter 3 MP contra no 5/6. Conseguiu escapar . No TB a brasileira acusou ainda mais a contusão e não conseguiu manter o ritmo e acabou derrotada por 7/3.

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