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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 12:04

No paraíso

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Ao mesmo tempo em que acontece a final da Copa Davis em Belgrado, em Mogi das Cruzes a CBT organiza o Correio Brasil Masters Cup, evento que reúne os melhores do Brasil em evento-exibição que leva o nome do principal patrocinador da CBT.

O evento é realizado no Paradise Golg & Lake Resort, um belo hotel com treze quadras de tênis e várias outras opções de lazer.

O formato são os sete melhores profissionais do país mais um juvenil convidado, no caso o Augusto Laranja. Quem defende o título é Thomaz Bellucci. Todos os tenistas convidados comparecerão, com a exceção do contundido Marcos Daniel. No passado, tivemos eventos similares no fim da temporada, mas agora a CBT tem usado de sua musculatura para convencer os tenistas a jogarem. Normalmente, para esse tipo de eventos, os tenistas exigem uma garantia, além do prêmio, que não costuma ser dos maiores.

Imagino, porque não troquei essas figurinhas com ninguém, a CBT utiliza do fato de pagar uma parte das despesas de viagem de todos eles durante a temporada para convencê-los a participar, o que me parece mais do que justo.

Alem de jogar de sexta-feira a Domingo em Mogi, os tenistas estão, desde quarta-feira em São Paulo, realizando diversos testes físicos sob o patrocínio da CBT e a supervisão do preparador-físico do time da Copa Davis, Eduardo Faria. São três dias seguidos de testes. Sobre o assunto, Faria e o supervisor da CBT Paulo Moriguti ficaram de me enviar detalhes sobre o trabalho.

Ontem eles passaram a tarde em uma das quadras do Clube Pinheiros, onde Faria trabalha, fazendo testes em quadra, feito em total clima de confraternização, dos quais publico algumas fotos abaixo.

Todos eles estão voltando de suas férias e esta semana é o começo do trabalho da pré-temporada. Por isso, nenhum deles estará ainda em sua melhor forma este fim de semana, já que o trabalho de pré-temporada visa os torneios do início do ano e ter uma base do que utilizarão no primeiro semestre de 2011.

Quem estiver nas redondezas de Mogi não deve perder a oportunidade de ver nossos melhores tenistas em um local bem interessante.

No Clube Pinheiros – Bruno Soares, Andre Sá, Thiago Alves, Thomaz Bellucci, Marcelo Melo, Ricardo Mello, Franco Ferreiro e Caio Zampieri, Edu Faria e Cassiano Costa, preparadores.

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sábado, 13 de fevereiro de 2010 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 13:47

O sono dos justos

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Já que um dos leitores colocou o fato na roda, acrescento uma foto para ilustrar e um breve texto para explicar.

Ontem fui para as quadras procurando um parceiro para bater umas bolinhas quando apareceram Marcos Daniel e André Sá para fazer o seu treino de fim de tarde. Como cometeram a bobeira de convidar eu não hesitei em aceitar. Resultado, passei quase duas horas fazendo drills e me divertindo com os dois e tambem com o Daniel Melo, que entrou em quadra para coordenar e ajudar nos drills.

Foi um belo treino/diversão, com empenho e compenetração dos garotos. Como disse o Daniel, é ótimo fazer uns treinos “out of the box” para fazer coisas diferentes. Variedade é bom até numa quadra de tênis.

Sá fez seu último treino no Sauípe – hoje ele embarcou para Buenos Aires – enquanto que Daniel ainda está nas duplas, com Bellucci. Tambem vai a Buenos Aires e depois para casa, acompanhar o nascimento da filha, que completa o casal do casal.

Quanto a mim, aproveitei a cortêsia, matei as saudades e ganhei o dia. E, para coroar, como adiantou o André à minha mulher ainda em quadra, dormi como uma pedra o sono dos justos.

DSC03099 BDaniel, o blogueiro e Sá. Treino e diversão.

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009 Light, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 15:28

De beca

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Abaixo publico a foto do time espanhol, todo de beca, ao ser recebido pelo PM Zapatero. Alguem aí pega uma gravata para o Ferrero, que parece caiu do caminhão, já que o Tommy foi bem de improviso e fashion. Logo abaixo o time completo, simples e duplas no Masters de Londres.

O fato, a foto e o encontro com alguns tenistas presentes na premiação de ontem me lembraram da dificuldade que os jogadores têm em se vestir formalmente quando a circunstância exige. Ao ver Thomas Bellucci, Andre Sá, Marcelo Melo e Bruno Soares vestidos de terno e gravata, mencionei na conversa que em época de Copa Davis a fila era grande no meu quarto para fazer nó de gravata. Bellucci disse que o fato permanece.

Sá, que não tem intenções de parar tão cedo, mas já começa a olhar o seu futuro dentro do tênis, como abordarei em breve, era o mais à vontade e elegante com o terno. Segundo a percepção de Bellucci, que até ontem à noite ainda abotoava os três botões do paletó, Sá se destaca em função da idade e o know-how adquirido. Mas todos têm seus truques; o de Sá é usar sempre a mesma gravata, cujo nó nunca é desfeito.

Pessoal, estou adorando as congratulações deixadas por vocês, mas não se esqueçam que agora é a hora de levantar as pautas especiais. A primeira delas é sobre a “Melhor Partida” do ano. Talvez, melhor dizer a “Mais Importante” partida da temporada. Eu já tenho a minha favorita em mente, mas aceito indicações e lembranças, porque não é raro algo escorregar pelas alamedas da memória.

TENNIS-DAVIS-SPAIN-ZAPATERO

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fopreFoto dos engravatados no Masters de Londres e mini foto, ainda não consegui o arquivo completo da PoaPress, do evento de ontem, com os engravatados nacionais.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009 Tênis Masculino | 17:30

Pão de queijo

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Era uma morte anunciada que se concretizou. Marcelo “Girafa” Melo encerrou sua parceria com Andre Sá e assumiu o casamento com o amigo Bruno Soares, cujo parceiro, Kevin Ullyet, abandonou o circuito. Os três são mineiros, amigos de longa data e, com certeza, devem ter conversado sobre o assunto mais de uma vez.

Até hoje a experiência de André ditou o ritmo da dupla mineira que, como toda dupla, deve ter mais de um componente em comum e mais ainda qualidades que se completam. Na dupla Sá/Melo, apesar da idade e pelo atleticismo natural, o primeiro é o ágil e o segundo, pela envergadura, o ancora. Seguindo essas características a dupla foi formada e teve sucesso.

É óbvio que não são só essas características que devem casar para a formação de uma dupla de sucesso. Diferentes tenistas trazem diferentes características para a parceria e é sempre uma incógnita se a parceria funcionará.
Na dupla Melo/Bruno, o segundo terá que forçar um pouco mais a característica de movimentar pela quadra, intimidando e atrapalhando adversários. Marcelo é mais parado – intimida pelo tamanho, mas não vai ficar varrendo a quadra.

Outra característica, que com certeza foi conversada e determinada, é sobre quem jogará no “deuce” e quem jogará na “vantagem”, já que, atualmente, ambos jogam na vantagem. É mais difícil jogar no “deuce”, pois é preciso bater a devolução de dentro para fora. Por isso, eu diria que Marcelo deve ir para lá, já ele bate a esquerda com as duas mãos. Ao mesmo tempo, a melhor bola de Bruno é exatamente a direita na diagonal, onde ele faz misérias, enquanto sua esquerda é mais fraca. No “deuce” ele ficaria mais vulnerável. De qualquer maneira, essa caracteristica e escolha será fundamental no sucesso da dupla.

O fator determinante para a parceria mineira é o fato de ambos serem bem amigos e terem praticamente a mesma idade (26 anos). Eles viajam juntos há tempos e se conhecem desde os tempos de juvenil. Esse carinho mútuo faz uma diferença enorme no emocional de quem tem que viajar e trabalhar junto e de quem tem que constantemente estar se motivando e perdoando.

Resta ver se funcionará tecnicamente, que é o que determinará a permanência da parceria. Ambos gostam do que fazem e ainda têm muito gás. Duplistas podem jogar bem mais tempo do que singlistas e, se tudo correr bem, a dupla pão de queijo pode ficar junta por uma década.

DSC02649 Bruno – simpatia e categoria.

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domingo, 28 de junho de 2009 O Leitor no Torneio | 22:18

Alexandre na Henman's Hill

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Mais um leitor mata a cobra e mostra o pau, desta vez no Torneio de Wimbledon. O Alexandre Rodrigues acaba de me enviar o relato e as fotos abaixo. O rapaz está de parabens porque teve o amor pelo esporte e a paciencia para exercê-lo. Leiam.

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Nesta sexta-feira parti do Porto rumo a Londres na tentativa de conseguir um ingresso para o Sábado, da cota diária que eles vendem para as quadras secundárias. Na sexta-feira a tarde ainda deu um tempo de dar um giro pela cidade, por alguns dos pontos turísticos outdoors, como o Big Ben, Picaddilly Circus e o Palácio de Buckingham.

A temperatura estava bem agradável, o que é garantia de parques cheios, todos “lagarteando” e fazendo pic-nics nos gramados. Também é interessante a quantidade de pessoas que andam de bicicleta e o respeito dos motoristas pelos ciclistas, independente da existência ou não de uma faixa reservada para ciclistas.

Assim como sabemos que o inverno londrino é tenebroso, quando chega o verão, principalmente à noite, a mulherada sai toda produzida e com muito pouco tecido, por sinal, e a juventude como um todo bebe e bebe pesado, mas isso eram apenas 2 detalhes.

No sábado lá fui pra batalha propriamente dita. Fui para o Wimbledon Park para entrar na fila tentar conseguir entrar. Confesso que não cheguei muito cedo, somente às 10h da manhã. Como o Paulo Cleto mostrou, o Wimbledon Park é um imenso gramado e estava praticamente todo tomado, mas pelo menos posso dizer que estava bem organizado.
Recebi minha senha, que tinha o singelo número: 12265, ou seja, já tinham 12264 pessoas à frente. Estava um belo dia de sol e só restava sentar e torcer por um milagre.
E assim foi. Depois de 7h15 na fila, que sai do Wimbledon Park pra rua e depois retorna novamente pro Wimbledon Park, às 17h15 consegui o bilhete das quadras secundárias para entrar no complexo de Wimbledon, propriamente dito.

A fila.

Nesta altura o sol já tinha ido embora e nuvens ameaçadoras pairavam por ali, o que não gerava uma sensação agradável, a espera toda e correr o risco de entrar e não ver pelo menos um jogo.

Como era minha primeira vez, fiquei mais perdido que cego em tiroteio. Como disse o Paulo Cleto, as quadras são muito bonitas, o tapete verde em si perfeito e com um realce bonito. Rodei por diferentes quadras, em uma delas estava tendo o jogo de duplas mistas da dupla indiana Bhupathi/Mirza contra a dupla britânica Fleming/Borwell (Quadra 4), que por acaso tem uma arquibancada lateral. Estava tomada, mas tomada de torcedores indianos, que torciam fervorosamente. Um quadro que retrata uma das características da cidade londrina.

Alguns jogos dos torneios de juvenis rolando, um jogo de duplas masculinas do Clement/Gicquel contra Blake/Fish, mas que foi impossível de ver, pois a quadra estava bem cheia ao redor. Tive a sorte de pegar o inicio do jogo de duplas mistas do Bruno/Kleybanova contra Huss/Ruano Pascal, mas infelizmente, apesar do jogo parelho, a dupla adversária ganhou nos momentos cruciais da partida. Nesses jogos, realmente não há muitas trocas, pelo que percebi no máximo 5 a 7 trocas.

Durante este jogo, o Marcelo Melo apareceu por lá, infelizmente ele não teve sorte e está fora do torneio, em ambos os torneios de duplas.

Logo após o jogo do Bruno, acompanhei o final do jogo de duplas mistas do André, na quadra 14. Estava bem cheio, principalmente com a presença de muitos japoneses prestigiando a parceira do André. Boa vitória e vaga nas quartas-de-final do torneio. Aproveitei pra tirar uma foto com o André e desejar boa continuação do torneio.


Em outra quadra, uma bela dupla ou uma dupla bela, como queiram; Cirstea/Wozniacki, mas que não tiveram sorte e foram eliminadas. Também dei uma passada na Henman Hill, enquanto rolava o jogo do Murray. Completamente lotado e a galera vibrando com cada ponto do, por enquanto britânico, Andy Murray.

Alexandre na Henman’s Hill

Pra finalizar acompanhei os 2 últimos games da partida do Ferrero contra Gonzalez pelo telão. Depois disso finalizei meu dia em Wimbledon, um dia curto dentro do complexo de tênis em si, mas feliz por ter passado por toda aquela jornada de horas e ainda assim poder dizer que valeu a pena a experiência.

Grande abraço Paulo Cleto e companheiros do Blog

Alexandre Rodrigues.

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