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Posts com a Tag ana ivanovic

segunda-feira, 5 de agosto de 2013 Sem categoria | 13:34

Nicho

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A imprensa e jornalistas têm seus caminhos, muitas vezes não entendidos ou mesmo concordados pelos leitores. Eu, que não sou jornalista, mas trafego pelas mídias talvez a mais tempo do que deveria, fico em algum meio do caminho, mais fora dele do que dentro, também me dou ao luxo de frequentar, por vezes, esses caminhos.

Quando eu escrevia uma coluna semanal para o Estadão, o mesmo dava um pouco mais de notícias sobre o tênis do que agora. Com certeza pela era Guga, mas nem sempre ele era o personagem. A personagem favorita dos rapazes do editorial era Maria Sharapova – e como incriminá-los? A Serena vencia o torneio e o jornal publicava uma foto enorme da Maria com sua exuberância de pernas. Mas não era só no Estadão. Eu saia da cabine após uma final de um GS com a vitória do Federer e o editor queria falar sobre os dotes da Sharapova que havia perdido uma semana antes. A WTA adoraria esses momentos, já que uma boa parte do seu marketing é em cima desses predicados de suas atletas.

Mas cuidado. O mundo está invadido pelo PC. E no caso não este seu escriba e sim o Politicamente Correto. No início do ano, um veterano comentarista da ESPN americana, Burt Musburger, foi crucificado por parte da imprensa por conta de um comentário seu no ar em um jogo universitário de futebol americano. Em tempos de Twitter e Facebook, as redes sociais conseguem ampliar coisas para uma dimensão inconcebível – que não lembra daquela estudante que foi para o Canadá?

As câmeras da TV mostraram o rosto da namorada de um jogador de Alabama e o comentarista começou a elogiar a moça, dizendo o quanto os quarterbacks (os reis da cocada do football americano) se dão bem com as garotas bonitas. Coisa de 15 segundos. Terminou comentando: “bem, se você está em Alabama, comece a sair no jardim e atirar a bola com papai”. De um uma confusão dos diabos e a ESPN chegou a se desculpar pelo comentário, chamado de sexista. A hipocrisia não tem tamanho nem fim. Pode mostrar mulher bonita em transmissão esportiva, o que não pode é falar a respeito.

Este fim de semana os campeões foram Juan Del Potro, que encostou no #6 Berdich, batendo John Isner, que volta a ser top20, na final de Washington. Marcel Granollers batendo Monaco na Áustria. Samantha Stosur batendo Vik Azarenka, de quem havia perdido oito jogos seguidos, na Califórnia e Magdalena Rybarikova batendo Andrea Petkovic também em Washington.

Apesar disso, a foto do post é da Aninha Ivanovic, que a semana passada despediu o técnico, mais um,  e nesta saiu em ensaio fotográfico na revista Esquire – a moça achou um nicho perfeito para ganhar muito dinheiro, fora das quadras, posando para revistas de prestígio em fotos sensuais. A moça não é mais #1 do mundo – é #15 – e não ganha um GS há anos. Mas só Maria e Serena saem em tantas revistas quanto ela, e ambas já saíram em revistas em poses bem reveladoras. Não ofereço razões nem desculpas. Mas se vocês insistirem eu coloco uma foto da Stosur ou mesmo do Del Potro.

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sexta-feira, 1 de junho de 2012 Tênis Feminino | 11:47

11.46h – só mulheres

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Maria Sharapova entrou na Suzane Langlen para disputar a segunda partida do dia, logo após a italiana Sara Errani despachar a Aninha Ivanovic. A partida da Maria não deu nem para assistir – a japonesa Morita não ofereceu a menor resistência: 1 e 0.

A razão de Maria jogar a segunda partida, após este ter sido transferido do dia anterior, e não o primeiro, é por conta de uma antiga regra dos árbitros de torneios. Quando um jogo é transferido no fim do dia anterior, não importa se interrompido ou se nem inciado, ele nunca é colocado como primeiro no dia seguinte. Primeiro, como no caso da Maria, para dar mais tempo às tenistas. Mas a principal razão, em especial com jogos interrompidos, é não atrapalhar quem jogará o segundo jogo. Porque os tenistas deste fazem certas contas padrões de quanto uma partida deve durar para acertar suas preparações. Por conta disso, não dá para colocar em quadra um jogo que pode durar 15 minutos como 2 hs que derruba qualquer um.

Quanto a Aninha, não diria que é um caso perdido, por que uma mulher daquelas não se pode chamar de caso perdido. Mas tenho sérias duvidas de que ela voltará a ser a #1 do mundo. Primeiro, porque perdeu o foco há tempos e, por mais que tente, não tenta tanto como deveria. Depois, não vejo nela a força interior necessária para fazer frente às adversárias que estão aí. Esse negócio de fechar o punho após cada ponto ganho e fazer carinha de brava não engana ninguém. A moça é uma fofa e não tem jeito.

E já que começamos com as moças que terminemos com as mulheres. A Kuznetsova é a típica tenista sazonal. É como o meu pé de manga lá em casa. Só dá quando quer. A moça não é manga, mas se fosse ficaria esfiapada nos dentes.

Hoje o diretor de imagem, que deve ser um brincalhão, passou da imagem em “close” da Sharapova, com aquele novo modelito preto que lhe caiu como uma luva, para a mesma imagem da Svetlana, de calção e penteado predador, e que já declarou não fazer nenhuma questão de ter uma imagem bonita e agradável como suas oponentes. Nem precisava dizer. E agora adicionou mais um charme com uma tauagem no braço que diz: a dor não me mata, eu mato a dor”. Em inglês??!

De qualquer maneira, a russa é um perigo quando decide jogar. Deu uma aula na Radwanska (1 e 2), que é a #3 do mundo, é muito talentosa e vinha massacrando as adversárias. Não sei o que aconteceu, se é que algo aconteceu, na partida, mas é o tipo da vitória de alguém que estava com outro alguém atravessado na garganta.

Veja a foto da tatuagem da Svetlana na página do Face: https://www.facebook.com/BlogDoPauloCletoTenisnet

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sexta-feira, 16 de março de 2012 Tênis Feminino | 14:21

As semis femininas

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Duas semis distintas e interessantes na chave feminina. Maria Sharapova enfrenta Aninha Ivanovic. Antigas rivais se encontrando em novas realidades. Sharapova lidera 3×2 nos confrontos, venceu as duas ultimas, sendo a última no AO 08. A sérvia luta para voltar a competir entre as cachorronas, de onde saiu para brilhar nas revistas fashion mundo afora. Aliás, as duas são as moças que mais brilham nesse cenário entre as tenistas, para o detrimento das unhas das adversárias. Maria tenta ficar por ali, no cangote da Azarenka, na briga pelo topo do ranking.

A confiança, sempre um quesito vital no tênis feminino, aponta para Maria, especialmente após a apertada vitória sobre a maletakirilenko. Mas há muita torcida pela Aninha, que também deve estar se sentindo todatoda depois de bater Wozniacki e a Bartoli.

A outra semi é entre o tremAzarenka, a intensa bielo-russa que não é nenhuma florzinha que se cheire ou se maltrate. A Radwanska, que decidiu desfolhar a margarida, que o diga. Quase levou dois pneus nas quartas. Até ficou a dúvida – a Azarenka deixou a “amiga” fazer o game no 5×0?

Victoria vai enfrentar a alemã Angelike Kerber, desconhecida da maioria, mas que foi às semis do U.S. Open, e deve na próxima semana estar entre as top 15. A alemã já tem seu fã clube, inclusive aqui no Blog.

O tremAzarenka começou o ano como Djokovic na temporada passada; são 21 vitórias e nenhuma derrota – a mulher a se bater. Mas como um dia a casa cai, a esperança será a ultima a morrer para todas as suas ansiosas adversárias.

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domingo, 6 de novembro de 2011 Tênis Feminino | 12:14

Parabens!

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O torneio não era lá o maior deles, mas era o fechamento da temporada feminina e um evento que a WTA coloca uma certa importância e dá uma boa ênfase. Por isso, o meu lado torcedor, que é pequeno mas grande o bastante para acomodar o 1.86m de Aninha Ivanovic, ficou feliz em saber que a sérvia está fazendo as pazes com a vitória.

Na pior das hipóteses isso asseguraria sua presença mais tempo nos torneios o que nos daria a chance de vê-la com maior frequência, mesmo que na telinha. E não sejamos unidimensionais – a moça tem muito talento e seu tênis é um dos mais interessantes de se acompanhar.

Aninha venceu o torneio de Bali batendo a espanhola Medina-Garigues, o que não é lá nenhum feito para alguém com seu arsenal. Mas venceu o evento, que tinha ainda Bartoli, Lisicki, Pheng, Hantuchova, Petrova e Vinci.

Além do título e da confiança que vai levar para a próxima temporada, Aninha ganhou U$210 mil que dará para as comprinhas de fim de ano e mais um monte de presentes do pessoal de Bali que, não sei porque, a adora. Talvez porque seja bicampeã do evento. Tudo isso no dia de seu 24 aniversário.

A moça deve melhorar seu atual ranking de #26 e investir no início da temporada, quando terá poucos pontos a defender. Ela já foi #1 do mundo, e o foi após vencer um GS, em Paris, o que nos dias de hoje na WTA não é para qualquer uma. Já foi finalista também em Paris e Melbourne.

Nas ultimas temporadas a moçoila perdeu o foco, a confiança, muito mais partidas do que deveria e viu seu ranking despencar. Desde 2009 vem tentando um retorno à antiga forma sem o sucesso que todos, ela primeiro, gostariam. Desde a final na Austrália não chega sequer a uma quarta de final em um GS. A torcida é que a moça consiga, algum dia, equilibrar positivamente as duas que movem o tênis da WTA – a capacidade de gerar resultados em quadra e a de ser uma força de marketing fora delas.

Aninha Ivanisovic – dá ou não dá vontade de levar pra casa?

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terça-feira, 2 de agosto de 2011 Light, Tênis Feminino | 14:09

As 10 mais do Forbes

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A revista Forbes divulgou, e o portal iG publicou, a lista das esportistas mais bem pagas nos últimos 12 meses. Que fique claro, apesar de que a Forbes não o deixa; isso são estimativas. Porque o que elas ganham só elas, seus agentes e, talvez, algum órgão da Receita saibam. Por exemplo, a 2ª da lista, Caroline “cruzadinha” Wozniacki, apesar de dinamarquesa, declara a residência em Monte Carlo, um paraíso fiscal.

Que a Maria Sharapova, 24 anos, seja a primeira da lista não é surpresa. É de longe a mais fotografada, especialmente fora das quadras. Lembro que quando escrevia no “Estadão” uma fulana vencia um evento e publicavam uma foto da Sharapova que perdera na semifinal. Uma loira de 1.88m de altura, com os traços finos, com um fino senso fashion e marqueteira na “úrtima” vai vender melhor do que algumas cafonérrimas que se metem a gostosonas ou fashionistas e que mal conseguem construir uma sentença. O fato de ela não ganhar um Grand Slam desde 2008 (Austrália) e não ser a #1 desde 2005 não mexeu em nada com seus cifrões, o que, de certa forma, delineia as prioridades dos patrocinadores.

Caroline é a 2ª da lista. A moça é a atual #1 do mundo do tênis, loirinha, eu já não acho bonitinha, mas tem uma legião que acha, então faz algum sentido sua colocação. Imaginem se começar a ganhar Grand Slams – afinal ela completou 21 aninhos.

E se a Na Li aparece em oitavo lugar, após vencer Roland Garros em Maio e ir à final do AO em Janeiro, mostrando que a moça deve faturar com o tempo megas-dólares, ou pelo menos megas-yuans, por resultados em quadra, ainda sobrou um lugarzinho na lista para Aninha Ivanovic, que faturou U$6 milhões nos últimos seis meses, após ter perdido na 1ª rodada de dois dos três GS da temporada, ser #18 do ranking, após ter sido #1 em 2008, quando venceu Roland Garros. Também com 1.88m, mas morena, para um contraponto, a moça prova que aquele corpão e o jeitinho de menina ainda vale milhões.

As duas irmãs Williams estão com rankings horríveis – Venus #34 e Serena #79 . Venus não ganhou nada este ano. Serena nem jogou durante um ano. Mas venceu o AO e Wimbledon no ano passado. As moças não jogam muito, mas quando jogam fazem um estrago, o que é, no mínimo, ambíguo. Além disso, são negras, o que tem suas vantagens e desvantagens nesse mundo maluco que vivemos e, mais ainda, aonde vivem.

O que mais salta aos olhos nessa lista das 10 primeiras esportistas bem pagas, é que sete são tenistas. O que me faz pensar que, independente de diferentes pontos de vista sobre o assunto, o pessoal da WTA está com sua estratégia de marketing afiada. Este mês li em algum lugar o Emilio Sanches metendo o pau na WTA e seu circuito. Ainda bem que as moças não contrataram o rapaz.

De qualquer maneira, no mundo dos esportes, as mulheres tenistas reinam absolutas, o que dá uma importância enorme ao tênis feminino, assim como evidencia uma perspectiva interessante de como o mundo gosta de ver suas mulheres; de sainha e raquete na mão.

1º Maria Sharapova Rússia Tênis 25 milhões
2º Caroline Wozniacki Dinamarca Tênis 12,5 milhões
3º Danica Patrick Estados Unidos Automobilismo 12 milhões
4º Venus Williams Estados Unidos Tênis 11,5 milhões
5º Kim Clijsters Bélgica Tênis 11 milhões
6º Kim Yu-na Coreia do Sul Patinação no gelo 11 milhões
7º Serena Williams Estados Unidos Tênis 10,5 milhões
8º Na Li China Tênis 8 milhões
9º Ana Ivanovic Sérvia Tênis 6 milhões
10º Paula Creamer Estados Unidos Golfe

Maria – super fashion e mega dólares

Aninha – entre as bolas e as fotos.

5,5 milhões
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quarta-feira, 20 de julho de 2011 Tênis Feminino | 11:48

Carta fora do baralho

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Não podem dizer que se trata de implicância minha com a “cruzadinha” Wozniacky. A dinamarquesa, que à distância para ser um doce de pessoa, e encanta mais de um dos meus leitores com suas belezas, é extremamente empenhada e dona de tênis grande o bastante para conduzi-la à posição de #1 do ranking. No entanto, sua posição mais parece ser um produto do misterioso e discutível ranking da WTA do que o de uma tenista reconhecida e respeitada como tal.

A moça segue sendo #1, posição que ocupa desde Outubro de 2010, mesmo sem nunca ter vencido um Grand Slam. De lá para cá foram três GS onde tentou se provar merecedora da posição. Em todas sentiu a pressão, assim como outras em tempos recentes sentiram, solidificando uma tendência única na história do tênis: tenistas que, por conta desse ranking genial da WTA, se tornam #1 sem nunca vencer um GS, o que, consequentemente, coloca uma pressão inusitada que as tenistas apresentam enorme dificuldade em lidar. Resultado, elas chegam ao topo e desmoronam como cartas fora do baralho. Ex; Safina, Jankovic, Ivanovic.

Esse ponto de vista não é só o de um comentarista. Traduzo abaixo as palavras de recente entrevista de Svetlana Kuznetsova, atual #12 do mundo, dois títulos de GS, já foi #2 mundo, mas não #1, o que deve incomodar, de alguma forma.

“Com todo o respeito, não posso realmente chamar Caroline de numero 1. Sim, ela chegou lá e assim o merece, mas é uma questão complicada. Ela é uma daquelas tenistas extremamente consistentes, mas que lhe falta algo diferenciado e marcante em seu tênis. Muito como Safina e Jankovic. Não se pode colocá-las no patamar de tenistas como Serena, Henin e Clijsters.”

Com um parágrafo, Svetlana fez algumas inimigas, e como elas podem ser inimigas, mas ressaltou uma realidade que vem marcando o tênis feminino que, incrivelmente, passa por um dos momentos mais férteis, equilibrado e imprevisível da Era Aberta, o que não deixa de ser emocionante, instigante e, claramente, de transição.

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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 11:27

Lafayette

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Todo brasileiro, talvez melhor toda brasileira, que vai a Paris, logo descobre as Galerias Lafayette, o mais tradicional magazine, ou shopping, de Paris. Como os organizadores estão sempre buscando um lugar típico da cidade para uma “oportunidade fotográfica” para divulgar o evento, e a cidade, mundo afora, desta vez o escolhido foi o teto das galerias.

O pessoal de Roland Garros não brinca em serviço com seu evento e fizeram uma mini quadra de saibro no teto. Nas fotos dá para ver que o saibro é igual ao de RG e que não daria para jogar uma partida por ali. Mas com uma vista daquelas quem se importa.

Nas fotos vemos os convidados para a visita e o bate bola: Richard Gasquet, Jo Tsonga, Sam Stosur, Aninha Ivanovic, o que deixa de ótimo tamanho e alguns pegadores de bola. Na foto com os troféus do torneio, masculino e feminino, que os tenistas levam uma miniatura para casa, o fundo a mais bela cidade do mundo, com vistas ao longe da Madelaine e a Torre Eiffel e logo próximo os fundos da Ópera Garnier de Paris.
 
Por essas e outras é um evento único e o meu preferido.

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sexta-feira, 25 de março de 2011 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 01:17

Dia de sol em Miami

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Para dar uma idéia de um dia – ou uma parte do dia – passado no Aberto de Miami, colocou algumas fotos tiradas debaixo do sol escaldante que fez esta quinta-feira em Miami.

Os hindus Paes e Buphati coxixando, Federer e Mirny descansando após o treino, acompnhados de seus respectivos pais, Federer assinando autografos na mesma página de Nadal, Aninha se preparando para devolver, e com sua parceira dançarina, o sósia do Muhamed Ali, e o blogueiro imperando sobre o local. 

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terça-feira, 9 de novembro de 2010 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 22:28

Dos mares do sul

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Eu pedi para a moça mandar um “Oi” para o pessoal do Blog, após ela conquistar um segundo torneio em três semanas, mas não esperava exatamente isso.

Como Deus não dá tudo para uma única pessoa, Aninha continua linda, voltou a jogar bem, mas é fraquinha falando em público. Alguém poderia lhe cochichar ao pé de ouvido umas dicas quanto ao valor da pontuação, mesmo no falar.

Como ela ficou ótima com o cabelo preso, o que sempre acho classudo nas mulheres, e a roupa típica local lhe caiu como uma luva – o que não cai bem na moça? – deixo vocês assistirem e apreciarem a mensagem da sérvia, que só volta às quadras no ano que vem.

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domingo, 7 de novembro de 2010 Tênis Feminino | 22:39

Ela voltou

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A moça completou 23 aninhos no sábado, no dia em que despachou a quarentona Kimiko Date pela semifinal, e hoje, ao bater a russa Kleybanova, em dois sets, conquistou o segundo título em três semanas > Confiatrix.

O torneio de Bali não é nenhuma maravilha, pelo menos em termos de ranking pelas quadras, mas deve ser uma maravilha em praticamente em todos os outros quesitos. Quem é que não gostaria de passar uma semaninha em Bali jogando tênis e ainda ganhando uma graninha como recompensa? No caso da moça, um chequinho de U$225 mil.

Com o resultado, muito bem vindo pela enorme legião de fãs da sérvia, Aninha volta a estar entre as 20 melhores do mundo, de onde nunca deveria ter saído e espero não saia tão cedo. O tênis feminino precisa de Ana Ivanovic.

Ana voltou a sorrir e dançar.

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