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Posts com a Tag aberto da austrália

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013 Porque o Tênis., Tênis Feminino, Tênis Masculino | 15:33

O desafio

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Foi-se o Aberto da Austrália e ficaram os números do evento. Alguns interessantes e indicativos de como anda o tênis como um todo. Como o desafio é a grande novidade no mundo do tênis…

Os jogadores aprenderam a usar o desafio. Ou não; só aprenderam a pedir o desafio, algo bem diferente. Sempre achei que um tenista consegue dizer se uma bola é fora ou boa, com razoável segurança, especialmente do seu lado. E também, intuitivamente, logo após o impacto em sua raquete.

Foram pedidos 943 desafios no AO. Somente em 29% dos casos os tenistas estavam certos. Os juízes de linha devem se sentir vingados! Foi uma média de 8.51 por jogo masculino e 4.58 no feminino. Só tem cego ou é algo mais?

Entre os homens – e só vou consideram quem fez mais de 10 desafios no torneio – o que teve a pior porcentagem de acerto foi o Baghdatis. Em 16 desafios só acertou uma vez. O Simon teve 16 e dois acertos. Dois fanfarrões.

O melhor foi James Duckworth, que em 12 desafios acertou 6 – 50%!!! De novo, foi o melhor com mais de 10 desafios. O Tsonga acertou 5 de 21. O Murray 8 de 34. Federer 7 de 16. Djoko 11 de 29.

Entre as mulheres, as brincalhonas foram a Jankovic com um acerto em 16 desafios. É melhor não falar nada! A Azarenka 3 em 17! Ivanovic 3 em 15. As melhores foram Sharapova com 7 em 13 e Radwanska 5 em 10. A Na Li até que desafia pouco – 8 vezes e foi à final. Deve saber que é cegueta, pois só acertou duas. A russa Valeria Savinikh só desafiou seis vezes, em três partidas, mas acertou cinco, um fenomeno. Vale o prêmio de consolação.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013 Tênis Masculino | 14:34

Adrenalina

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É duro acordar 6h da manhã. Na época que fazia os comentários na TV acordava antes das 5h. No caminho, via aquelas pessoas no ponto do ônibus ou acelerando os passos para o trabalho e me invadia um sentimento estranho na alma assistir aquelas pessoas cumprindo suas tarefas cotidianas. Sabia que eu tinha que durar duas semanas, e ainda estava de carro, enquanto elas o fazem há anos e anos por vir, para chegar ao fim do mês e a coisa toda mal dar para pagar as contas.

Agora eu não tenho que acordar o que é diferente de acordar por opção. Ontem à noite cheguei de viagem, ficamos conversando em família até tarde, sempre um bom programa, mesmo sabendo do horário do jogo. Federer x Murray em GS é jogo imperdível e, como já escrevi antes, aproveitem porque durará pouco. Quando minha mulher começou a se mexer de manhã eu estava no meio de um sonho estranhíssimo, uma redundância, porém algo extremamente tranquilo e prazeroso, o que sempre me faz relutar em voltar a este mundo.

Os primeiros sets foram “assistidos” com um olho na TV e outro no mundo paralelo. Mais neste do que naquele. Os comentários da Patricia me traziam de volta quando necessário e um sexto sentido desenvolvido me acordava para os pontos importantes. Assisti todo o TB do 2º set, crucial, e no 3º já estava alegrinho. No quarto estava comentando mais do que o Meligeni, para alegria da Patricia.

O quarto foi o set. De tudo um pouco. Muito de bom e pouco de ruim. É uma beleza assistir tênis nessa qualidade, com intensidade de drama e comprometimento. Especialmente drama.

É raro ver os cachorões se estranhando em quadra como aconteceu hoje. Geralmente o respeito fala mais alto ou alguém acaba engolindo em seco e pronto. Hoje na hora do showdown alguém piscou e esse alguém, surpreendentemente, foi o Federer.

Como já disse eu pisquei várias vezes, mas duvido que a coisa começou antes do finzinho do 4º set, ápice do drama da partida de hoje. Começou com a juíza de linha de fundo engolindo sua própria chamada. Chamou pela metade, mas chamou. Aliás, pensando bem começou antes. Começou no Murray sacando 5×4 no 4º set, primeiro ponto. O escocês joga a bola para sacar e Federer pede para parar. Argentinada? Sei lá, podia ter algum gaiato lá atrás. Mas começou.

Voltando à juíza que cantou pela metade. O Murray reclama, o juiz de cadeira deve ter dado overuled, não sei porque os narradores continuaram falando, o Murray reclama mais e o Federer se aproxima para acompanhar. O juizão fala para o Murray que se quiser desafie, o que não faz sentido, porque se a juíza de linha cantou quem teria que desafiar era o Federer, a não ser houve mesmo o overule. O escocês desafia e descobre que pegou linha. Pouco antes, enquanto Murray estava ruminando o Federer retruca para o juiz – e se foi boa, vai repetir? Pressão. O juizão diz que foi um late call e não repetirá o ponto. Federer se afasta, sabe que a bomba vai estourar no colo do outro, como de fato estoura. Murray fica bravo, reclama, perde o game e segue reclamando no intervalo, mas não entendemos nada do que diz, pois os narradores continuam falando em cima. No final do intervalo, Federer, surpreendentemente ( e atenção) decide que também tem algo a dizer (provavelmente reclamando do Murray reclamando). Mais uma vez não ouvimos.

Game seguinte, Murray sacando em 5×6. Federer ataca vai à rede e o escocês lhe mete uma passada maravilhosa – a câmera nele. Claramente ele reage, incrédulo e irado, a algo que o suíço lhe grita. A adrenalina está no auge, o drama intenso e os fuck you voam pela Rod Laver Arena.

Federer vence o TB e jogo vai para o quinto. E aí veio o mais estranho que, suspeito, tenha algo a ver com o antes narrado. No intervalo Federer escolheu sair da quadra, o que, ajudou Murray a se recompor – será que o suíço penso nisso? No 1º game, Andy no saque, e ainda viajando, literalmente escapa de ser quebrado e ver o jogo ir para a cal, sabendo que no fundo continua sendo Andy Murray. E aí então a grande surpresa.

Federer vai para o saque e joga um game horrível, após tanta luta no quaro, sendo quebrado e dando a confiança para o outro sacar como um leão e abrir um 3×0 que provou ser irrecuperável. Antes, um detalhe. No 2º game, quando o suíço foi quebrado, um ponto marcante. Federer na rede e dá uma bolinha curta e convidativa. Murray vem na corrida e a bate de cima da linha de saque. Não escolhe ir na paralela ou na cruzada; vai mesmo no corpo no adversário – se pega nocauteia. O assunto ficara feio e pessoal. A partir desse momento Roger Federer murcha não jogou mais nada.

Nas entrevistas, quando perguntados, os dois desconversaram, dizendo que essas coisas acontecem, que o momento era tenso, coisas foram ditas e esquecidas após o jogo. Tenho sérias duvidas se Murray ficaria calado se tivesse perdido. Se por alguns momentos os rapazes perderam a elegância em quadra, fora dela souberam esgrimar os jornalistas e deixar a ênfase na excelência do tênis apresentado. Isso, é óbvio, vai sem dizer, mas, como em uma partida dessas é um ou dois detalhes que fazem a balança pender para um lado, aqui foi a versão oculta do drama hoje.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013 Tênis Masculino | 01:06

Coveiro

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Esse parceiro do Thomas Bellucci é um brincalhão, um fanfarrão, um coveiro. Vai enterrar assim lá no Araça! O cara não sabe até agora para que saiu da cama. As coisas que ele fez em quadra hoje se fizerem lá no Atpanga a Maysa expulsa do clube. O cara jogou alguma coisa nas primeiras rodadas quando ninguem esperava nada. Hoje, fez uma média de duas jogadas bisonhas por game. Chegou uma hora o Belo entregou para Deus porque ninguem sobrevive a um coveiro desses…

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 Tênis Masculino | 17:07

Pecado

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O mais significativo dos jogos acabou sendo o ultimo – acabou já na madrugada australiana. O que não deixa de ser interessante. Em um dia onde não houve grandes surpresas, a zebrinha do dia foi onde um observador mais atento já podia ver a chuva vindo no horizonte.

Tanto por parte da britânica/australiana Laura Robson, que aos poucos vai se tornando uma força no circuito feminino, como por parte da Petra Kvitova, que aos poucos vai desperdiçando seu enorme talento.

Robson chamou a atenção do público quando aguentou o rojão e não enterrou o parceiro Andy Murray nas Olimpíadas, até pelo contrário. Ficaram a um game do ouro olímpico, mas, com certeza, a moça sentiu ali que grandes e melhores coisas podiam estar a caminho.

Kvitova é uma incógnita, pelo menos para mim. Tem aquilo que só Deus dá e de sobra. Mas parece carecer do desejo de ser uma campeã e menos ainda uma grande tenista. Lembro que após vencer Wimbledon a moça sumiu. Estava curtindo a fama. Até entendo, mas em um circuito como o do tênis dá para curtir uma semana, talvez duas, depois tem que colocar a faca nos dentes e ir à luta. O Delpo deu uma vacilada na mesma linha após o seu GS, não fou o único, o que mostra que a grandeza não é para todos.

Eu ficava desapontado em ver a tal Kvitova aparecer torneio após torneio com seu top curtinho deixando à mostra uma saliente, flácida e obscena pancinha. Não porque é horrível, mas porque denigre o esporte – quer dizer que dá para vencer Wimbledon com uma barriga daquelas?!

Mesmo após vencer a seu primeiro, e único – e eu esperava que fosse o primeiro de muitos – a moça não se animou a trabalhar o que precisava trabalhar para utilizar o seu enorme potencial. Não dá para colocar uma tenista como ela no mesmo planeta que um Djokovic, um tenista sem esse tal talento, mas com uma vontade de progredir, de ser cada dia melhor, que faz acreditar que todos podemos ser melhores em nossas vidas, seja no que for.

Petra não precisava chegar a tanto, bastava ter a mesma consciência de um Federer, a determinação de uma Sharapova, a coragem de uma Serena, ou mesmo a vontade de tantas outras que sem o seu talento conseguem fazer das tripas coração no circuito. Petra é um talento impar que está jogando tempo – algo sem preço e que não volta mais – fora como se crescesse em árvore. Não trabalha o físico, algo imprescindível nos dias de hoje, é mais lenta que transito das 18hs na Marginal, e depende de um bom dia para enfiar a mão em tudo que lhe aparece pela frente e que os deuses direcionem nas linhas certas.

Maltrata sua confiança como se esmaga uma flor e depois fica com os olhos marejados quando a casa cai ou comete 20 duplas faltas em uma partida. Se fosse uma tenista qualquer seria de um ridículo perdoável, esquecível e sem o valor da menção, mas, com o talento que recebeu de mão beijada, torna-se uma pecadora, um símbolo de como desperdiçar algo que os deuses distribuem com parcimônia e que por conta disso se torna sagrado e precioso, algo que deveria receber toda a atenção do privilegiado. Prefiro um trabalhador sem o mínimo dos talentos – é mais honroso.

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domingo, 6 de janeiro de 2013 Tênis Masculino | 20:42

Come on

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É Austrália mais uma vez. E a cara da Austrália nos últimos anos foi a de Lleyton Hewitt, depois dos aussies terem tido o privilégio de terem a cara do Pat Rafter. Recente eu li uma entrevista de Hewitt, que vive o outono de sua carreira, para um jornal australiano.

O garoto fez sua primeira marca aos 17 anos, sendo um dos mais jovens vencedores de um torneio ATP, no caso Adelaide, após receber um convite. Construiu uma carreira na marra, mostrando uma personalidade forte dentro das quadras, muitas vezes tida como desagradável e até mesmo nojenta. Independente da leitura, não se pode tirar dele o fato de ter sido campeão de Wimbledon, do US Open e #1 do mundo aos 20 anos com um tênis até certo ponto diminuto, onde nunca faltou comprometimento, garra e determinação, o que serve de lição para muita gente.

Na entrevista ele fala de um de seus assuntos favoritos. O seu desprezo pelos argentinos, reassaltando que Del Potro e Monaco são ótimas pessoas e com quem não tem problemas – não menciona que nos últimos anos deixou de ser um cachorrão e, principalmente, de agir como mala dentro da quadra, o que, talvez, baixou a sua famosa competitividade.

Seu primeiro caso foi com Chela, que cansou de suas baixarias e come ons e mandou uma cusparada em sua direção em plena Rod Laver Arena. Ele afirma que seu técnico Roger Rashid foi para cima de Chela, seu técnico e preparador no vestiário após o jogo. Com Nalbandian tinha um relacionamento e treinavam juntos, inclusive após bater o argentino na final de Wimbledon. Mas que naquele mesmo Aberto da Austrália ele enfrentou o Pança pelas quartas de final. Venceu os primeiros dois sets, perdeu os próximos dois e no quinto set os dois se colidiram na virada – o clima ficou horrível a partir dali, com mutuas ofensas. Hewitt venceu 10/8. Nunca mais se falaram e se odeiam, como ficou claro nos confrontos seguintes.

Ele omite as trocas de ofensas em diversas partidas com Guillermo Coria, que também lhe cuspiu e deu-lhe um smash no peito em uma partida. Fala horrores do Mariano Puerta – uma dsgraça para o esporte – pego no antidoping em duas ocasiões, uma delas em Roland Garros, onde perdeu na final para Nadal. Em uma Copa Davis, na Austrália, declarou que os argentinos eram todos cheaters (tomadores de droga) o que é uma generalização infame. Quando teve que jogar em Buenos Aires pela Davis foi tratado como cachorro louco e teve que ouvir tudo quanto era barbaridade, inclusive um coro liderado por Nalbandian e cantado pelo estádio “que el hewitt se cago”). Os argentinos venceram. Confessa que jogou alguns de seus melhores matches fora de casa na Davis, o que me fez lembrar da surpreendente vitória sobre Kuerten em Floripa.

Elogia Federer, e diz que ninguém o massacrou tanto em uma quadra como o suíço. Afirma que tem um relacionamento à distância com Roger e que este não é próximo de ninguém no circuito – é bom dia e tchau para todos. O mesmo sobre Djoko, que só se relaciona com os sérvios e croatas. Diz também, no que tem razão, que muitas partidas são vencidas no vestiário, por pura intimidação, e que Nadal é mestre nisso.

O espanhol é seu tenista favorito, com quem treina e conversa, pela postura e garra, algo que ele elogia e admira. Menciona que o show de intimidação do espanhol começa no sorteio, onde a fera fica rondando e encarando. O ato de Nadal tem uma clara mensagem, diz: ameaçar e intimidar, lembrando que ele está pronto para ficar ali horas, até a morte – Federer e Djoko que o digam. Ressalta, e lembra que isso o publico não percebe, que o espanhol é o tenista que mais enfia a mão nas bolas no aquecimento (algo que Agassi também fazia), o que é algo um tanto quanto indelicado e corta físico.

Aos 31 anos Hewitt teve cinco cirurgias nos últimos quatro anos e não incomoda mais como antes. Ainda não fala em aposentadoria, diminuiu muito os come ons que enviava na direção dos adversários, mas ainda fica nervoso ao entrar em quadra, o que, segundo ele, é uma boa indicação do quanto você ainda quer ganhar.

Hewitt – come on!!!

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sábado, 28 de janeiro de 2012 Curtinhas, Tênis Masculino | 21:30

Final do AO – Nadal x Djokovic

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Uma das minhas leitoras – a Sonia – sugeriu e decidi fazer um Post para vcs acompanharem pela ESPN e comentarem a partida por aqui. Assim deixam os outros Posts em paz!

As regras são as conhecidas. Ofensas e palavras de baixo calão só demonstram a falta de educação de quem as escreve. Se alguem conseguir sair do óbvio, melhor – o ganho será de todos.

O bolão continua sendo só no local previamente definido.

Divirtam-se, que a farra vai acabar…

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012 Light | 13:13

Bolão Aberto Austrália?

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Já que alguns leitores se amarram nesse negócio de bolão e o nosso Barão, eterno diplomata local intercedeu, vou tentar fazer algo diferente.

Deixo claro que eu não me amarro nem me desamarro, nem o site tem a intenção de realizar “bolões” e muito menos compactua ou incentiva com qualquer tipo de aposta. Muito pelo contrário.

Mas como a idéia parece divertir os leitores, e isso definitivamente deve ser considerado, tive a seguinte idéia:

Todos os palpites, comentários, avisos ou seja lá o que for que tenha a ver com o bolão do Aberto da Austrália deverão ser colocados aqui neste Post. Todos os palpites, comentários etc sobre o mesmo em qualquer outro Post serão deletados.

Da mesma maneira que muitos se divertem com isso, muitos não se divertem. E como eu quero que todos fiquem contentes (difícil, senão impossível, mas uma meta) tentarei esta maneira. No fim do torneio, o nosso “Bookmaker” Cavalcanti pode me passar a sua relação (resultados) e eu coloco no Post.

Vamos ver como a idéia funciona, se resolve ou cria problemas.

Divirtam-se!

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domingo, 16 de janeiro de 2011 Tênis Masculino | 22:22

Vai começar

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Para aqueles que gostam de trocar a noite pelo dia vai começar o Grand Slams dos lobisomens e vampiros. Infelizmente, ou felizmente, novamente não vou estar naquele horário em que os boêmios do tênis florescem.

Vou mesmo é começar uma quinzena que costuma fazer horrores no meu emocional e físico, já que levantar de madrugada, para começar meus comentários às 6h da manhã, é algo que só faço em emergências, algo que não me lembro de fazer nos últimos anos a não ser durante o AO.

Quem quiser assistir a estréia de Federer terá que atravessar a madrugada na companhia de Osvaldo Maraucci e Airton Cunha nos canais ESPN. Quem se satisfazer com Sharapova e Wozniacki ficar com eles dormir um pouco mais cedo.

No meu horário teremos, entre outros, Yanina Wickmayer, uma tenista interessante, Djokovic e Verdasco, entre outros, se ficarmos nas quadras principais.

Só quero ver quem de Blog me fará companhia logo cedo.

Eu amanhã e nos próximos 15 dias.

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 Tênis Masculino | 13:08

Bicicleta

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Eu já tinha total pé atrás com aquela frescura generalizada entre os tenistas profissionais de ficar tentando um “Grand Willie” todas as vezes que levam um lob, sendo obrigados a viver com menos de 1% de aproveitamento positivo no ponto. Agora mais ainda.

A semifinal entre Murray e Cilic foi dividida entre dois capítulos. O primeiro com um domínio do croata por um set e meio e o segundo a partir do momento que o escocês consegue a primeira quebra na partida, após 11 tentativas, com um ponto magnífico e uma jogada espetacular.

Dá para dizer que um ponto muda o trajeto e o ritmo de uma partida. Já vi acontecer muitas vezes. Só que nessa partida a mudança veio após uma das jogadas mais incríveis do torneio. A partir daquele momento o croata muxou e o escocês cresceu. E essa tendência foi até o aperto de mãos.

Desde o voleio junto à rede, onde Murray foi obrigado a se contorcer todo para mal colocar a raquete na bola e passá-la para o outro lado, e, após levar o lob, ter a garra e velocidade de correr atrás, realizando a escolha correta do golpe, e ter o talento para executá-lo, surpreendendo o adversário.


“A Jogada”, a partir dos 14 segundos.

Ou então a partir dos 38′ no video abaixo, que tem ainda um bonus na 1a jogada.

 

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:25

Austrália na TV ESPN

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Os canais ESPN (ESPN E ESPN-HD e ESPN-BRASIL) confirmam que devem mostrar a partida entre o paulista Thomaz Bellucci e Andy Roddick. A partida deve começar perto da meia noite. Tambem deve ser mostrada as partidas entre Delpo e Blake e Nadal e Lacko, entre outras.

Amanhã, às 6hs a ESPN mostra Henin x Dementieva, um partidaço logo na 2a rodada. Tambem devemos ver, entre outras, Murray x Gicquel e Cilic x Tomic, a nova sensação australiana.

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