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terça-feira, 4 de junho de 2013 Roland Garros | 10:38

Parceiros

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O jogo entre os mineiros nunca decolou de fato. Bruno Soares e seu parceiro Paya estavam focados e totalmente comprometidos com o match. Já os adversários, Melo e Dodig nao tanto. Dodig era o melhor tenista em quadra, nao necessariamente o melhor duplista, mas o que cansou mais rápido do jogo. Algo sutil, mas real.

Nas duplas o jogo muda muito rápido e qq desatenção, faça nao, pode custar o jogo. Talvez aquele fio de nao comprometimento mexesse com a cabeça de Melo, talvez até tirasse um pouco de sua confiança. Talvez fosse o inverso. O fato é que duas quebras decidiram a partida, enquanto os perdedores tiveram inúmeros break points e nao conseguiram cacifar.

nao conseguiram porque Soares e Peya fecharam as portas. Bruno melhorou muito seu tênis e Peya é um parceiro dedicado e comprometido. Os dois tem todos os fundamentos das duplas e jogam intensos o tempo todo, um diferencial. Além disso é claro que ambos estão confiantes e tem confiança em seus parceiros. Nao dá para dizer aonde podem ir.

Marcelo Melo acaba de entrar em quadra para jogar duplas mistas com a parceira Huber contra Jankovic e Pães. Se ganharem enfrentam, ainda hoje, Bruno e Raymond. Seria a terceira partida do dia de Melo e a segunda contra Bruno. Para quem jogavam juntos é dose…

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segunda-feira, 3 de junho de 2013 Roland Garros | 19:08

Imperdível

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Nesta 3a feira os mineiros Bruno Soares e Marcelo Melo entram em quadra para decidir, juntos com seus respectivos parceiros, quem irá para as quartas de final de Paris. A dupla de Andre Sá e Feliciano Lopez foi eliminada pelos epsanhois Marrero/Verdasco.

Bia Maia também estará em quadra, logo na 1a hora, 11h, enfrentando a #2 da chave, a suíça Belinda Bencic.

Isso sem contar que teremos na QC, talvez a partida mais aguardada pelo publico francês. O combate entre Rodgeur Federer e Jo Tsonga. Amanhã o publico terá que decidir com quem fica. Se com o tênis clássico do suíço ou vão ficar onde o passaporte e o coração mandam. Independente da torcida, que será um espetáculo à parte, a partida seá um belísimo confrontos, reuninado dois tenista que gostam de ir para as bolas, pressionar o adversário e jogar com audácia. É jogo para assistir na beira do assento. Imperdível.

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Roland Garros | 06:11

Exceção

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Só para constar, antes que eu esqueça. Acompanhei in loco, na Suzanne Lenglen, a reação do Robredo para cima do Monfils. Não comentei porque saí de lá tardissimo e naquela quadra não tem wi-fi, porém a imprensa fica no melhor lugar da quadra, ao contrário da Central – atrás a partir da 3a fila e fenomenal. Fiquei grudadinho na cadeira. Então, o Monfils era a notícia e o espanhol um mero coadjuvante. Não mais.

Robredo é o primeiro tenista desde Henri Cochet, um dos quatro moqueteiros, a vencer três jogos consecutivos após estar perdendo por 0x2. Posso garantir ser uma tarefa hecúlea – os 86 anos de hiato provam o que digo.

Na 1a rodada ela já havia penado para passar pelo holandês Sijsling. Depois pelo Monfils que teve, que eu lembre, 2 match points sacando e deixou escapar. Agora podemos dizer que o espanhol não o deixou fechar.

Ontem Robredo completou a trinca amargurando a vida do conterrâneo Almagro, que deve ter começado a suar frio quando perdeu o 3o set e lembrou do perfil do adversário. No fim da partida Robredo, que já havia emocionado o publico, e Monfils, que ficou mexendo o dedo de um lado para o outro com as corridas do adversário, como a dizer “como esse cara consegue correr tanto”, logo ele Monfils, ontem Tommy se desmanchou e chorou em plena Lenglen de emoção. O publico o abraçou de aplausos. A imprensa não deve aplaudir nos jogos, mas exceções são exceções.

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Roland Garros, Tênis Masculino | 05:52

O leitor lá

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Mais um Leitor no Torneio, uma das minhas seções favoritas do Blog. Desta vez estrelando o leitor Osvaldo Soares, mais conhecido por aqui como Osvjor. Durante a primeira semana, ele foi nos deixando algumas dicas e suas visões do torneio, pelo o que agradeço, já que estas sempre enriquecem o ambiente. Mas estes seus comentários abaixo são excelentes e valiosissimos para quem nunca veio, e mesmo para quem veio. Obrigado e divirtam-se:

Se alguém me perguntar se vale a pena ir a Roland Garros, mesmo num esquema mais econômico, eu respondo que vale muito.  Desde o início, meu objetivo ao ir ao meu primeiro Grande Slam era me concentrar mais nas quadras secundárias, pra ver os jogos de perto. Então juntou a fome (orçamento modesto) com a vontade de comer (ficar junto às quadras, o que não seria possível nos estádios).  Assisti tanto a partidas do qualy, quanto as do torneio principal. Algumas coisas que notei:

– Ver os jogos do qualy é uma ótima opção pra quem quer “sentir” como é o tênis de alto nível. Claro que nós, pangas, já temos uma ideia meio por alto do que ele seja. Mas, vendo de perto os atletas, ouvindo sua respiração ofegante, seus resmungos, observando seus olhares, a velocidade incrível da bola, tudo isso fica muito mais vívido. E ver os jogos assim de perto é bem mais fácil no qualy, já que o público é muito menor e não há filas. Ver o qualy tem ainda outra vantagem: o ingresso é mais barato.

– Filas, filas e filas. Passado o qualy, não há como fugir delas em Roland Garros. Cleto já citou que a estrutura precisa ser ampliada. O espaço do complexo é gigantesco, com lojas, telões e áreas de convívio, mas não dá conta de acomodar e atender bem tanta gente. Achei que nos dias úteis a frequência ia diminuir, mas não, parece que aumenta até. E não são apenas turistas. Pelo que percebi, a maioria é de franceses mesmo. É fila pra ingressar no complexo, pra entrar nas quadras, pra ir ao banheiro, pra comprar comida… De todas, a mais demorada costuma ser a fila pra entrar nas quadras, dependendo do jogo que está sendo realizado nelas. As outras andam bem. Mesmo pra entrar no complexo, momento em que são revistados sacolas, mochilas e casacões, a espera não é muito longa, ainda que a quantidade de gente seja grande.

– Já citei num comentário, mas vou repetir: com o volume enorme de gente, não há como acomodar direito o público quando chove. Você pode ficar sob as arquibancadas dos estádios, entrar nos túneis de passagem da Philippe Chatrier, ir pras lojas… Mas não cabe todo o mundo. E, se estiver o frio que está fazendo este ano, você não foge dele.

– Parece obsessão voltar a falar sobre banheiros, mas vamos lá. O Renato Z tinha falado, quando houve o evento com o Federer no Ibirapuera, que reclamações sobre banheiros existem também em relação a Roland Garros. Acho que precisaria haver mais banheiros mesmo em RG. Como também já comentei, as mulheres sofrem mais e teve espectadora entrando na fila do banheiro dos homens pra esperar menos. Agora, pelo que notei, no caso dos homens, o banheiro com menor espera é o que fica sobre a quadra número 1.

– Parece obsessão II. Essa história de banheiro em Paris é meio complicada. Há atrações turísticas que nem banheiro têm (as catacumbas, por exemplo). No Louvre, os banheiros são mínimos e escassos. Você encontra alguns banheiros públicos em praças, parques ou lojas de Paris. Em alguns você paga (até 1,50 euro na minha experiência), em outros vai de graça. Tem até um livrinho “Où faire pipi à Paris” (“Onde fazer pipi em Paris”), que localiza toaletes gratuitos na Cidade-Luz, caso você queira se aprofundar em assunto tão candente.

– Paris tem um sistema de transporte ótimo. Ir pro complexo de Roland Garros, portanto, não é problema. Há duas estações de metrô próximas (Porte d’Auteil, na linha 10, e Michel Ange Molitor, na linha 9). Mas o conceito de próximo pode ser relativo. É preciso andar um tanto. Eles dizem oito minutos. Dá mais. No frio, pode parecer ainda mais. Uma opção é usar as vans (“navettes”) oferecidas gratuitamente pelo torneio pra pegar o pessoal em determinados pontos. Mas são de capacidade limitada, claro. Então, se suas pernas funcionam bem, é só usá-las.

– Se o assunto transporte público em Paris ainda importa, há várias opções de bilhetes (que servem tanto pra metrô como pra ônibus e trem suburbano (o RER). Basta perguntar numa bilheteria. Eu fiz o passe Navigo (5 euros do cartão + 19,80 euros da tarifa), que vale de segunda-feira a domingo, com viagens ilimitadas. Esse valor cobre as zonas tarifárias 1 e 2. Roland Garros, por ser longe, já está na zona 2. É preciso pôr uma fotinho no passe.

– Cleto citou que os franceses preferem Federer a Nadal. Eu estava na quadra 3, vendo um jogo da chave feminina, quando, no intervalo, o placar eletrônico mostrou  os resultados das outras quadras. Quando mostrou que o Nadal havia perdido o primeiro set pra não sei quem, o público aplaudiu (seriam todos federetes?).

– Privilegiei os jogos femininos, e não apenas pra ver as pernocas das moças. O que acontece é que a velocidade do jogo me parece mais humana, consigo acompanhar com mais facilidade e entender melhor o que acontece em quadra. Nos jogos masculinos, a velocidade, vendo de perto, é sobre-humana. Vi uma partida do Granoliers com o Feliciano Lopez, por exemplo, em que mal consegui acompanhar a bolinha. É incrível como esses caras podem ter reflexos tão rápidos.

– Quem ia ver as partidas femininas, aliás, só pelas pernocas das moças se dava mal, já que boa parte das jogadoras estava de calça legging, por causa do frio intenso.

– Na França, os juízes de cadeira usam alguns termos diferentes (bom, pra mim isso foi novidade). “Manche”, por exemplo, é set (pode ser também o grip da raquete). Game é “jeu” e partida é “match”. 40 x 40 não é deuce, e sim “egalité”. 15 x 15 ou 30 x 30 é “15 a” e “30 a”. E, pra retomar a partida, o árbrito diz “reprise”, e não “time”.

– Houve uma vez no blog uma certa controvérsia sobre os atendentes franceses em RG falarem inglês ou não. Não só em RG como em outros lugares de Paris, os franceses, ao me verem com dificuldades com a língua deles, logo falavam inglês, embora às vezes também com dificuldades. Eu é que me recusei a falar inglês. E eles se mostraram sempre pacientes. Eu ainda perguntava frequentemente como se falava determinada coisa e até como se escrevia.

– Ninguém precisa ter vergonha de levar lanche pra RG. Muita gente faz isso. Teve um grupo de holandesas, por exemplo, que tirou da bolsa vários brioches e abriu um pote de manteiga pra passar nos pães em pleno jogo do Almagro com não lembro quem na quadra 3.

– Cristiano queria saber dos cambistas. Não vi. O que vi, no caminho entre a estação de Porte d’Auteil e a entrada do complexo, foram algumas figuras um tanto suspeitas segurando pedacinhos de papel com a frase “cherche place” (“procuro lugares”). Aparentemente, esses cidadãos queriam comprar entradas. Pra isso, no entanto, é preciso 24h de antecedência pelo menos. Esse é o prazo pra se registrar, pela internet, o nome do portador do bilhete (só se entra apresentando identificação).

– O que vou dizer aqui é puramente empírico. Mas, quando você checar a temperatura em Paris, leve em conta que no complexo de Roland Garros ela pode estar um pouco mais baixa. O complexo fica junto ao Bois de Boulogne e a sensação que tive foi que ali estava sempre um pouco mais frio que em Paris.

– A quantidade de funcionários ou voluntários mobilizada pro evento é gigantesca. Além de seguranças, faxineiros, recepcionistas, vendedores etc, nas quadras em si atuam diferentes turmas – e são 18 quadras! Tem os juízes, os pegadores de bola e os arrumadores da quadra. Além disso, tem os que, em caso de chuva, cobrem as quadras com lona e protegem equipamentos. Quando o tempo melhora, eles entram rapidamente em ação novamente, pra retirar a lona, passar o rodo, secar cadeiras etc. E, se não é um grupo por quadra, com certeza não é apenas um grupo pra todas as quadras. Só na quadra principal, cinco homens seguravam a mangueira (sem malícia, por favor!) na hora de molhar o saibro.

– Pardon, isso aqui já tá gigantesco, mas, me repetindo, das jogadoras que vi, a Mandy Minella foi a mais bonita. Além disso, é toda educadinha e graciosa em quadra.

– Por último: Roland Garros é longe e consome suas energias (cheguei a ficar 12 horas por dia lá). Você fica totalmente absorvido. Entra numa quadra, assiste a um set. Vai a outra, mais um set. E assim vai. Não se engane: você não vai conseguir conciliar RG e turismo em Paris. Escolha dias separados pro torneio e pra passear na cidade – o que é obrigatório, claro.

Cirstea e a mania e bater no fundo da quadra entre os pontos.

Mandy, a favorita do Osvjor, que pra mim não contou direito essa preferencia pelo tênis feminino.

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domingo, 2 de junho de 2013 Roland Garros, Tênis Masculino | 19:57

Coroas.

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O jogo Federer x Simon saiu bem melhor do que a encomenda. Tanto pela reação e o despreendimento do francês perante a inevitabilidade, como pelo despertar de Rogeur perante a adversidade. O cara vai acabar a carreira e eu ainda ficarei abismado em como ele se permite sair de jogo e, na hora da onça, voltar. Sei, só nao faz isso com o Rafa, que não perdoa mesmo;

A chave masculina está repleta de veteranos. Que já atingiram a casa dos 30, ou mais, temos Federer, Youzhny, Haas, Ferrer, Robredo e o Kohlschreiber que este ano tbm completa trintão. De uma certa maneira é a experiencia fazendo frente à juventude.

Considerando que tanto Nadal como Kuerten, Borg e Wilander, entre outros, já tinham um título de Roland Garros aos 20 aninhos, é interessante saber que não tem nenhum dessa idade vivo na chave.

Na verdade, o mais novinho de todos, de longe, é o japones Nishikori com 23 anos. O que nos faz pensar; quem vai substituir essa maravilhosa geração que acompanhamos atualmente e deu uma tremenda injeção de adrenalina no tênis profissional? No padrão desses Fab4 eu não vejo, por enquanto, ninguem. A sorte está lançada e o campo está aberto e há a possibilidade de um hiato no futuro breve.

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Tênis Masculino | 15:01

Pegou fogo!

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E o circo pegou fogo! Fazia tempo q eu nao via um ambiente como este. A quadra central dividida, com o publico participando, torcendo, gritando, aplaudindo ambos tenistas. Mas o Bonitão já tem uma quebra..

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Roland Garros, Tênis Masculino | 14:15

Rodgeur e Gilou

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Rodgeur, q é como os franceses pronunciam o nome do suíço, para variar deu mole, entrando no modo viagem, apos vencer o 1o set com facilidade, abrindo uma porta para Gilou, que é como Giles Simone é carinhosamente chamado pelo publico. Agora q o jogo pegou fogo, até porque Gilou entrou com as duas pernas na partida e nao erra mais uma bola. Grand Slams nao é lugar para viajadas, mas, por sorte, cinco sets permitem esse deslize. Mas agora vai ter q segurar o Gilou e seu publico. Nao é mole nao.

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Porque o Tênis. | 13:51

Elementar

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Bet@, sobre o assunto do radar e a velocidade medida do serviço, o fato tem menos a ver com o radar, q é burro, do que com a geometria, q não é.

Os radares são colocados no fundo das quadras. Eles lêem a velocidade da bola entre um aparelho e seu par No outro fundo de quadra. Como em linha reta a distancia é mais curta – nos saques fechados – do que na linha em diagonal – nos saques abertos, o radar, que é “burro”, entende q o serviço foi mais lento. Isso aconTece mesmo qdo o serviço é mais rápido, porém “aberto”. Elementar, meu caro Watson.

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Roland Garros | 13:39

Paparrão

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Deve ser um tanto frustrante para um dono da casa, no caso o Simone, entrar em quadra aplaudido, para em seguida entrar Roger Federer e ser aplaudido em dobro. Se tivesse um placar de decibéis ficaria até chato. Só quero ver se o suíço passar pelo Simone, e na próxima enfrentar o Tsonga, como é q vai ser o posicionamento do publico. Mas, por enquanto, O Bonitão vai ter q lidar com o El Paparrão Simon, o que não é assim tão fácil.  Ele levou o primeiro set, mas o francês acaba de quebrá-lo no segundo. E se nao me falha o HD, das cinco vezes q se enfrentaram, Simone ganhou duas. Tem jogo…

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Roland Garros | 12:03

Oportunidade

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A paulistana Bia Maia passou por cima da francesa Theo Gravouil por 1/0. Bia é nossa melhor chance de termos uma tenista de ponta. Ela recem completou 17 anos e ainda é muito cedo para prognósticos definitivos. Mas a moça bate na bola com uma naturalidade impressionante.

Agora o momento é de investimento e crescimento e os próximos 12 meses vão ser extremamente importantes no futuro de sua carreira. Ela já vem jogando profissional, e já teve algum sucesso no circuito Futures. Nos eventos juvenis em Grande Slams ainda nao teve tanto sucesso, mas ainda tem dois anos de juvenil e muita experiência. O saibro de Roland Garros aos 17 é uma ótima oportunidade de ela testar suas qualidades com a nata do Tenis mundial.

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