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sexta-feira, 7 de junho de 2013 Tênis Masculino | 08:25

Boné

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Para variar Nadal ao ganhar o sorteio escolheu receber. Também para variar, a turma do espanhol está sentada à esquerda do camarote presidencial. O q fica à direita é para o tenista melhor classificado – uma das raras vezes q Nadal nao o é nesta quadra.

Djoko escolheu jogar de boné. Rafa só de bandana. Mais de 90% do publico protege a cabeça. E o Djoko tá fazendo o Animal correr!

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Tênis Masculino | 08:07

Pegadores vips

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Nao sei nao, senti um pouco mais de vibração das arquibancadas, especialmente as mais altas, qdo o sérvio entrou. Primeiro entrou o espanhol. Os dois foram bem recebidos pelo publico, q ainda nao lota a QC?

Um detalhe intessante. Um dos lados da quadra, à direita das câmeras de tv, os melhores lugares, os camarotes encima da quadra, estão lotados com os pegadores de bola. Suponho q seja só enquanto os donos nao chegam! Aquilo custa um dinheirão!!

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Tênis Masculino | 07:58

Vai comecar

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O dia mais quente desde o inicio de roland garros. Um calor de assar qq cérebro. Temo pelo o q vai acontecer com esses dois gigantes q baseiam seu tenis no força e durabilidade física, aliada à uma forca emocional descomunal. Imagens da final do Aberto da Austrália, qdo mal conseguiam ficar de pé para receber seus prêmios. Os pegadores de bola já entraram em quadra. O show vai começar.

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quinta-feira, 6 de junho de 2013 Roland Garros | 16:19

Bolt na final

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Todos os anos os franceses escolhem personalidades, a maioria das vezes ex tenistas, mas nem sempre, para entregar os troféus dos finalistas das simples. Já tivemos desde Pelé, em 1998, a Borg, em 1997, premiando Gustavo Kuerten, entre muitos outros. Os escolhidos sentam na Tribuna Presidencial, ao lado do presidente da FFT.

Hoje divulgaram que os troféus na final feminina, entre Sharapova e Williams, será entregue pela baixinha varejeira Arantxa Sanchez, que recentemente jogou tudo no ventilador com a publicação de seu livro, acusando seus pais de roubarem quase todo o seu dinheiro.

A grande surpresa será o convidado para a premiação da final masculina. O homem mais rápido do mundo, o jamaicano Usain Bolt. Eu não duvido que o rapaz, que é chegado à aparecer, não dê uma de Pelé, que fez de tudo, até embaixadinhas com a cabeça, para aparecer, e apareceu, mais do que os espanhóis Carlos Moya e Alex Corretja. De qq jeito o jamaicano vai fazer brilhar ainda mais a apresentação.

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Roland Garros, Tênis Masculino | 06:07

E os sul americanos?

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Por que a ausencia de grandes tenistas sul americanos, homens e mulheres, entre os pros e o juvenis em Roland Garros. Afinal, sul americanos sempre tiveram excelentes saibristas – é uma cultura e uma tradição. Agora este hiato, contaminando também os juvenis.

Nas 4as de final do juvenil feminino não tem nenhuma sul americana. É só americanas (2), russas (2), suíça, eslovaca, croata e alemã. Bia Maia caiu na 3a rodada para uma suíça leve e rápida, que erra pouco e que eu duvido vá jogar muito tênis, apesar de ser inteligente para jogar e ter um pai que a empurra – nunca se sabe

Mas Bia tem arsenal de sobra para bater a suíça, cabeça #2. Mas fica claro que ainda falta algo na fórmula. Os golpes estão lá, o jogo, tático e mental, ainda não.

Nas 4as masculinas, temos dois chilenos, o que deve estar deixando o país andino feliz e, de certa forma, nós. Um deles, Guillermos Nunes, tem muuuuita habilidade, mãos rápidas, todos os golpes, ligeirinho, mas tem 1 metro e meio (não tem 1.65M!) Duvido que vá crescer muito e mais ainda que vá conseguir um lugar ao sol entre os pros que hoje são atletas altos e fortes. Mas, por enquanto, dá uma canseira nos marteleiros ignorantes que dá gosto de ver – o mundo é cruel. Um outro para se ficar atento é o italiano Gianluize Quinzi, com seu estilo Nastase, o que cai bem em um italiano. Mas faltam brasileiros e mais sul americanos nessa chave.

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Roland Garros, Tênis Masculino | 05:58

Duplas sul americanas

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Marcelo Melo não conseguiu passar à final das duplas mistas. Mas pelo menos, para ele, conseguiu “vingar” a derrota para o ex-parceiro Bruno Soares na duplas masculina, eliminando-o nas mistas.

Soares ainda está vivo na masculina – joga hj contra os irmãos Bryan a semifinal. Jogo tenso. Apesar de dividir a responsabilidade e o estresse com o parceiro – e isso é imensurável na tênis – as duplas são para quem gosta de viver perigosamente. O jogo muda muito de direção e comando, bem mais do que nas simples. Uma bobagem e o jogo se vai. E vc pode perder o 1o set como se fosse um panga e ganhar o jogo no 3o. É muito rápido, não só a velocidade das bolas, mas também o ritmo e a direção do jogo.

Nas 4as, Soares e Peya pareciam caminhar para o cadafalso – perderam 6/1, sem mais delongas e não conseguiam cacifar o break points que surgiam, o que é sempre um mal sinal. Dava para sentir a frustração no ar. Mas, a experiencia de ambos os manteve na partida, cavando, insistindo e conseguiram levar o jogo para o 3o set. Uma questão de um ou dois pontos que foram para o lado certo e quebraram no 4×4.

Talvez um dos poloneses tenha sentido as costas por alí, no final do 2o set. Talvez não, tenha sido no início do 3o set. De qq jeito, logo no início do 3o, no 2×1, vi que tinha algo estranho. Os poloneses não sentaram e ficaram conversando de pé, ainda dentro da quadra onde jogaram o ultimo game. Fica claro agora que estavam conferenciando sobre seguir ou não. Jogaram mais um game e desistiram.

Se Soares e Peya não tivessem conseguido aquela quebra no 4×4, quando tiveram várias outras, assim como os adversários tiveram oportunidades de fechar o game, o jogo poderia ter acabado e a contusão ter sido driblada ou mesmo não aparecer.

A dupla de franceses Mahut e Llodra tambem passaram por estresse logo na 2a rodada. Perderam o 1o set fácil para o Mirnyi e o Tecau. No 2o ainda não tinham chegado perto de um BP, com o Mahut enterrando legal, mas chegaram no TB e venceram. No 3o set os adversários sacaram no 5×4 e deixaram escapar. A essa altura a quadra 2, uma quadra fechadinha, charmosa, com um ambiente ótimo e com o publico quase “dentro” da quadra estava em ebulição. O publico levou os franceses à vitória. Agora estão na outra semi, enfrentando o Cuevas e o Zeballos, dupla uruguaia/argentina.

Seria legal que vencessem e enfrentassem Bruno e parceiro na final. Afinal, o tênis sul americano foi sofrível neste Roland Garros, o que levanta uma questão a ser comentada: porque os sul americanos, que sempre tiveram grandes saibristas não estão com ninguem no topo, pelo menos nesse piso?

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quarta-feira, 5 de junho de 2013 Roland Garros, Tênis Masculino | 07:22

Zebras?

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Odeio fazer prognósticos, então me resumo a analisar fatos. Muitas vezes eles nos levam a deduções corretas, às vezes não. Um fato a se analisar é o de Novak Djokovic ser o tenista mais jovem de todos os envolvidos nas quartas de final. E já estamos na metade do caminho às semis.

Além disso, não é tão dificil dizer que ele é o tenista mais bem preparado fisicamente e um dos dois mais fortes mentalmente. Além de que está babando por um título em Paris – o que também pode ser um fator extra de ansiedade; como sempre a ambiguidade.

Enfrentar Tommy Haas é uma caixa de surpresas para Djokovic. Não resta duvidas de que o fator físico em 5 sets está na mente de ambos. O alemão vai tentar os pontos e o jogo. A sérvio, alongar ambos. Haas está muito solto e conseguindo explorar seu talento e habilidades como nunca – nada como a idade para domar as emoções. Mas o Djoko vai tentar sobreviver e levar o assunto para o inferno físico e mental.

Wawrinka é outro que a idade tratou bem. Está mais tranquilo, agressivo e dedicado em quadra. Com isso sobra menos espaço para tremer, sempre o seu problema, assim como o do alemão acima. Será que suas magistrais esquerdas diagonais e paralela serão o bastante para derrotar Nadal? O espanhol tambem tentará levar o assunto para a hora da onça beber água. Mas não é o físico que fará a diferença. Nadal vai querer levar a partida para aqueles momentos densos onde os grandes conseguem performar melhor do que os meros mortais. E Nadal é grande há tempo.

No fundo é uma disputa entre o óbvio e as zebras. Ambas as zebras dispoe de arsenais para surpreender, o que torna o confronto mais interessante. Mas por enquanto os ingressos das semifinais de 6a feira são os mais valiosos do evento.

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terça-feira, 4 de junho de 2013 Tênis Masculino | 13:26

Uma outra história

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Jo Tsonga levou o jogo na ponta dos dedos como se fosse a coisa mais normal do mundo. Passou por Federer em três sets, no jogo q dividiu o coração do publico que, sem nunca desrespeitar Fereder deixou claro quem era seu favorito.

Federer em nenhum momento mostrou a determinação que uma partida dessas exige. Foi tranquilo ao cadafalso. Nao parecia que algo mais do q uma partida estava em jogo. E isso nao é jeito de se ganhar de alguém que joga em casa e carrega todas as expectativas de um publico e uma Federaçao que tem a fama de ser a q mais investe em formação no mundo.

Tsonga esta nas senis e enfrentará o operário Ferrer, q bateu o hj sem pernas Robredo, um cara q vai lutar bem mais do q o suíço fez hj. O espanhol venceu duas das três vezes q se enfrentaram, inclusive a única no saibro e a única este ano. Mas um francês na semifinal de Roland Garros vai ser uma outra história.

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Roland Garros, Tênis Masculino | 12:46

Can he?

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Além de Federer jogar mal o fim do primeiro e começo do segundo set, Tsonga está tirando melhor proveito do vento que açoita a quadra. De um lado a bola anda e do outro ela “para”. Como Tsonga enfia a mão nos golpes e seus golpes são mais pesados,, suas bolas atravessam o vento melhor do q as do suíço. Além disso, Rodgeur nao está tão prendido quanto deveria/poderia.

Por outro lado, Tsonga está bem tranquilo para a situação. Até agora, acaba de fechar 2×0 em sets, nao mostra nem receio, nem ansiedade. Federer, por seu lado, parece apático e sem forças para virar o jogo. Mas a partida é melhor de cinco e como diz o Obama e o Robredo, “yes we can”. Mas O Bonitão acaba de perder seu serviço logo de cara no 3 o set, e com uma dupla falta. A vaquinha Suíça colocou mais uma patinha no brejo.

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Tênis Masculino | 12:08

Milho

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Federer dando milho pra bode nao é nenhuma novidade. Sendo assim, deixar o 1o set escapar após ter uma quebra de vantagem nao vai arregalar os olhos de ninguém. O q arregala é a passada de revés, de costas, no 30×40 5/6 q deixou o Tsonga sem ação. Mas aí ele vai lá e perde dois pontos seguidos, em erros, o saque e o set? Vai entender

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