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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 12:44

matando as saudades

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Anna e seu tênis novo

Este post é para quem anda com saudades da Anna Kournikova.
A moça hoje só veste roupas de tênis para tirar fotos ou participar de algumas exibições com celebridades. Na última vez que esteve no Brasil abandonou a exibição, ainda no primeiro set, por causa de bolhas!! de tanto tempo sem pegar na raquete.

Mas nada disso impede que a moça continue fazendo sucesso com patrocinadores que adoram, vamos dizer, o que a moça inspira. E não é bater nas bolinhas.

De qq modo, aqui vai uma foto da moça, enquanto fotografava para uma marca de tênis em uma praia de Los Angeles. A moça que, dizem, continua noiva do cantor Enrique Iglesias, não levou o rapaz em recente viagem a Moscou, para visitar a família, após anos de ausência. A grana e o agito estão nos EUA e Anna sabe o que quer. E não é jogar tênis.

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Tênis Masculino | 12:44

matando as saudades

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Anna e seu tênis novo

Este post é para quem anda com saudades da Anna Kournikova.

A moça hoje só veste roupas de tênis para tirar fotos ou participar de algumas exibições com celebridades. Na última vez que esteve no Brasil abandonou a exibição, ainda no primeiro set, por causa de bolhas!! de tanto tempo sem pegar na raquete.

Mas nada disso impede que a moça continue fazendo sucesso com patrocinadores que adoram, vamos dizer, o que a moça inspira. E não é bater nas bolinhas.

De qq modo, aqui vai uma foto da moça, enquanto fotografava para uma marca de tênis em uma praia de Los Angeles. A moça que, dizem, continua noiva do cantor Enrique Iglesias, não levou o rapaz em recente viagem a Moscou, para visitar a família, após anos de ausência. A grana e o agito estão nos EUA e Anna sabe o que quer. E não é jogar tênis.

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terça-feira, 11 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 15:17

Um brasileiro e uma portuguesa

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Durante décadas o Orange Bowl disputado em Miami Beach foi sinônimo de Campeonato Mundial de Juvenis. Nenhum dos Grand Slams tinha o mesmo prestígio.

A lista de finalistas do torneio conta a história do tênis mundial dos últimos 60 anos. Chris Evert, Borg, McEnroe, Lendl, Gabriela Sabatini, Federer, Roddick e Baghdatis venceram por lá. Agassi, Connors, Courrie, Becker e Noah, entre tantos, foram vices.

Muitos brasileiros fizeram história por lá. Ronald Barnes, Carlos Fernandes, Thomas Koch, Vera Cleto, Andréa Menezes, Maria E. Bueno, Cássio Motta, Renato Joaquim e Carlos Chabalgoity foram alguns.

No início da década de 80 o nosso tênis juvenil estava tão encorpado que enviávamos cerca de 50 tenistas na faixa de 14 a 18 anos para o evento. Era uma festa.

O tênis brasileiro estava com a auto-estima em alta e acreditava em si. Tínhamos sempre alguém chegando a uma final ou vencendo e o pessoal que perdia ia para a arquibancada emprestar seu apoio. E o torneio era bem mais competitivo do que o atual, onde os melhores do mundo já não jogam, focando seus esforços no tênis profissional – especialmente entre as mulheres.

O Brasil sempre produziu talentos. Por aqui o bicho pega um pouco mais tarde, quando o tênis deixa de ser uma árdua diversão para ser uma estressante profissão. Mesmo assim, de vez em quando, um dos nossos ainda tenta fazer uma impressão no Orange Bowl, que não é mais jogado nas quadras públicas de Miami Beach, e sim nas mesmas quadras do Aberto de Miami, em Key Biscayne. Decisões corporativas!

Este ano, o alagoano Jose Pereira Jr. fez o nosso tênis sonhar um pouco mais, ao chegar à final dos 16 anos, onde foi derrotado por Bernard Tomic. Este australiano já venceu os 12, 14 e agora os 16 anos, igualando o feito de Carlos Chabalgoity, um dos nossos maiores juvenis.


José Pereira – o brasileirinho

Nos 18 anos, a categoria da elite que antevê os ídolos de amanhã, os vencedores foram o lituano Ricardas Berankis e Michelle Larcher de Brito, uma portuguesinha, com certeza. Michelle, que tem apenas 14 anos, mora nos EUA e é dona de uma direitaça, bateu na final a americana Melanie Oudin, que estava a quatro torneios invicta. Em Março, a portuguesa já tinha se tornado a tenista mais jovem a vencer uma partida profissional, quando bateu Megham Shaughnassy na 1ª rodada do Aberto de Miami.


Michelle de Brito — a portuguesinha

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Tênis Masculino | 15:17

Um brasileiro e uma portuguesa

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Durante décadas o Orange Bowl disputado em Miami Beach foi sinônimo de Campeonato Mundial de Juvenis. Nenhum dos Grand Slams tinha o mesmo prestígio.

A lista de finalistas do torneio conta a história do tênis mundial dos últimos 60 anos. Chris Evert, Borg, McEnroe, Lendl, Gabriela Sabatini, Federer, Roddick e Baghdatis venceram por lá. Agassi, Connors, Courrie, Becker e Noah, entre tantos, foram vices.

Muitos brasileiros fizeram história por lá. Ronald Barnes, Carlos Fernandes, Thomas Koch, Vera Cleto, Andréa Menezes, Maria E. Bueno, Cássio Motta, Renato Joaquim e Carlos Chabalgoity foram alguns.

No início da década de 80 o nosso tênis juvenil estava tão encorpado que enviávamos cerca de 50 tenistas na faixa de 14 a 18 anos para o evento. Era uma festa.

O tênis brasileiro estava com a auto-estima em alta e acreditava em si. Tínhamos sempre alguém chegando a uma final ou vencendo e o pessoal que perdia ia para a arquibancada emprestar seu apoio. E o torneio era bem mais competitivo do que o atual, onde os melhores do mundo já não jogam, focando seus esforços no tênis profissional – especialmente entre as mulheres.

O Brasil sempre produziu talentos. Por aqui o bicho pega um pouco mais tarde, quando o tênis deixa de ser uma árdua diversão para ser uma estressante profissão. Mesmo assim, de vez em quando, um dos nossos ainda tenta fazer uma impressão no Orange Bowl, que não é mais jogado nas quadras públicas de Miami Beach, e sim nas mesmas quadras do Aberto de Miami, em Key Biscayne. Decisões corporativas!

Este ano, o alagoano Jose Pereira Jr. fez o nosso tênis sonhar um pouco mais, ao chegar à final dos 16 anos, onde foi derrotado por Bernard Tomic. Este australiano já venceu os 12, 14 e agora os 16 anos, igualando o feito de Carlos Chabalgoity, um dos nossos maiores juvenis.



José Pereira – o brasileirinho

Nos 18 anos, a categoria da elite que antevê os ídolos de amanhã, os vencedores foram o lituano Ricardas Berankis e Michelle Larcher de Brito, uma portuguesinha, com certeza. Michelle, que tem apenas 14 anos, mora nos EUA e é dona de uma direitaça, bateu na final a americana Melanie Oudin, que estava a quatro torneios invicta. Em Março, a portuguesa já tinha se tornado a tenista mais jovem a vencer uma partida profissional, quando bateu Megham Shaughnassy na 1ª rodada do Aberto de Miami.



Michelle de Brito — a portuguesinha

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 15:54

a continental do federer

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Há várias décadas atrás uma boa parte dos melhores tenistas do mundo batiam a direita usando a chamada pegada continental. Não muito tempo atrás, um dos jogadores mais talentosos da história – Ilie Nastase – usava a continental. Mas na década de quarenta, o californiano Jack Kramer mudou o tênis, ao girar um pouco mais a raquete para bater a direita, criando a pegada western – uma alusão à costa oeste americana. O sueco Bjorn Borg radicalizou, girando ainda mais a raquete na mão e acentuando o top spin. Atualmente muitos usam uma variação da western e alguns poucos vão tão longe quanto Borg.

Para ilustrar para os leitores, alguns devem estar pensando que diabos estou escrevendo, Roger Federer usa a eastern, enquanto Gustavo Kuerten é mais radical. O que, para quem não sabe, explica porque Kuerten ficava tão lá atrás para devolver saque, para desespero de alguns analistas que de tênis nada sabem e insistiam para que ele viesse mais à frente. Acontece que o brasileiro não tinha tempo para girar a raquete. O caminho entre suas pegadas – esquerda e direita -, ambas radicais, é muito longo. Especialmente nas quadras rápidas, Gustavo acabava ficando no “meio do caminho” com a pegada de direita e muitas vezes “empurrava” a devolução.

Um problema que Federer não tem. A pegada do suíço permite tanto a devolução sólida, como também a direita de ataque, seu golpe mais mortífero. Mas a surpresa é que nem sempre foi assim. No início o suíço usava, acreditem ou não, uma pegada “continental”, que ainda usa para a esquerda, assim chamada por ter origem na Europa. Sorte dele que teve um técnico de visão, um australiano já falecido, que ajustou a pegada da direita. Já imaginaram Roger Federer batendo direita usando a continental?! Não acreditam? Assistam o mais recente vídeo de propaganda da Gillete, com imagens dele quando garoto, fatiando um salami à continental. De lambuja assistam também um “putt” do Tiger Woods e um golzinho do Thierry Henry.

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Tênis Masculino | 15:54

a continental do federer

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Há várias décadas atrás uma boa parte dos melhores tenistas do mundo batiam a direita usando a chamada pegada continental. Não muito tempo atrás, um dos jogadores mais talentosos da história – Ilie Nastase – usava a continental. Mas na década de quarenta, o californiano Jack Kramer mudou o tênis, ao girar um pouco mais a raquete para bater a direita, criando a pegada western – uma alusão à costa oeste americana. O sueco Bjorn Borg radicalizou, girando ainda mais a raquete na mão e acentuando o top spin. Atualmente muitos usam uma variação da western e alguns poucos vão tão longe quanto Borg.

Para ilustrar para os leitores, alguns devem estar pensando que diabos estou escrevendo, Roger Federer usa a eastern, enquanto Gustavo Kuerten é mais radical. O que, para quem não sabe, explica porque Kuerten ficava tão lá atrás para devolver saque, para desespero de alguns analistas que de tênis nada sabem e insistiam para que ele viesse mais à frente. Acontece que o brasileiro não tinha tempo para girar a raquete. O caminho entre suas pegadas – esquerda e direita -, ambas radicais, é muito longo. Especialmente nas quadras rápidas, Gustavo acabava ficando no “meio do caminho” com a pegada de direita e muitas vezes “empurrava” a devolução.

Um problema que Federer não tem. A pegada do suíço permite tanto a devolução sólida, como também a direita de ataque, seu golpe mais mortífero. Mas a surpresa é que nem sempre foi assim. No início o suíço usava, acreditem ou não, uma pegada “continental”, que ainda usa para a esquerda, assim chamada por ter origem na Europa. Sorte dele que teve um técnico de visão, um australiano já falecido, que ajustou a pegada da direita. Já imaginaram Roger Federer batendo direita usando a continental?! Não acreditam? Assistam o mais recente vídeo de propaganda da Gillete, com imagens dele quando garoto, fatiando um salami à continental. De lambuja assistam também um “putt” do Tiger Woods e um golzinho do Thierry Henry.

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sábado, 8 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 15:33

A máfia russa

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Ainda no início de Novembro, escrevi a coluna “Maçãs Podres”, usada para abrir este blog, como pode se ver abaixo, onde levanto a hipótese do perigo da máfia russa estar por detrás de tudo que vem acontecendo no assunto apostas no tênis. Ontem o americano John McEnroe, que vem liderando o circuito de veteranos e é um dos mais influentes personagens do tênis mundial, veio a público confirmar a lebre que levantei.

McEnroe duvida que tenistas do gabarito de Davydenko se metam nessa lama, se não existissem ameaças por detrás. A máfia russa tem a fama de ser umas das mais bárbaras do planeta, com tentáculos por toda a Europa, e deve encontrar uma zona de conforto junto a seus conterrâneos.

Big Mac acredita que a possibilidade de ameaças a tenistas, e suas famílias, deve ser algo bem mais provável do que tenistas com contas bancárias gordas, como Davydenko, quererem ganhar um troco a mais. Vale lembrar que o russo recusou o convite para jogar o Aberto do Brasil, a ser jogado no início do ano na Costa do Sauípe, onde seguramente receberia uns U$200 mil como garantia. Fora o dinheiro do prêmio, passagens, hospedagens e outros carinhos. Ou seja, o rapaz não está desesperado por dinheiro. Tem muita coisa que não está sendo investigada, divulgada e explicada nesse “affair”. O que não dá mais para aceitar são tenistas afirmarem que alguém ofereceu dinheiro para eles entregarem partidas e não denunciarem imediatamente o bandido.

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Tênis Masculino | 15:33

A máfia russa

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Ainda no início de Novembro, escrevi a coluna “Maçãs Podres”, usada para abrir este blog, como pode se ver abaixo, onde levanto a hipótese do perigo da máfia russa estar por detrás de tudo que vem acontecendo no assunto apostas no tênis. Ontem o americano John McEnroe, que vem liderando o circuito de veteranos e é um dos mais influentes personagens do tênis mundial, veio a público confirmar a lebre que levantei.

McEnroe duvida que tenistas do gabarito de Davydenko se metam nessa lama, se não existissem ameaças por detrás. A máfia russa tem a fama de ser umas das mais bárbaras do planeta, com tentáculos por toda a Europa, e deve encontrar uma zona de conforto junto a seus conterrâneos.

Big Mac acredita que a possibilidade de ameaças a tenistas, e suas famílias, deve ser algo bem mais provável do que tenistas com contas bancárias gordas, como Davydenko, quererem ganhar um troco a mais. Vale lembrar que o russo recusou o convite para jogar o Aberto do Brasil, a ser jogado no início do ano na Costa do Sauípe, onde seguramente receberia uns U$200 mil como garantia. Fora o dinheiro do prêmio, passagens, hospedagens e outros carinhos. Ou seja, o rapaz não está desesperado por dinheiro. Tem muita coisa que não está sendo investigada, divulgada e explicada nesse “affair”. O que não dá mais para aceitar são tenistas afirmarem que alguém ofereceu dinheiro para eles entregarem partidas e não denunciarem imediatamente o bandido.

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 15:15

Pezinhos na lama

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A WTA admitiu hoje através de seu presidente, o ex-tenista Larry Scott, que o tênis feminino também foi contaminado pelas tentativas de bandidos convencerem tenistas a entregarem partidas para benefício de apostadores. Inúmeras jogadoras comunicaram a WTA sobre ofertas para “acertar” resultados. Infelizmente a WTA não sabe de ninguém que tenha aceito. Bem, essas não contariam.

Scott afirmou que, junto a outros dirigentes e a polícia, pretendem tomar medidas mais objetivas a respeito, antes do início da próxima temporada. Deixou escapar que, assim como no masculino, a maioria dos casos que levantaram tem algo a ver com Rússia – não foi mais claro do que isso -, mas que não se restringem a esse país.

De fato mesmo, a Betfair, o site que aceita as apostas – que não são ilegais em países como a Inglaterra – suspendeu o pagamento de apostas do jogo entre a ucraniana Maryia Koryttseva e a bielo-russa Tatiana Poutchek, realizado em Setembro no Torneio de Calcutá, por achar que algo não cheirava bem. Assim como já havia feito na partida entre o russo Davidenko e o argentino Vallejo, que trouxe a tona o “affair”.

Os dirigentes, até por tentarem preservar o esporte e a maioria dos tenistas, tem se movido com parcimônia e timidez. A ATP deixa transparecer que está tendo que duelar legalmente com os advogados contratados pelo russo Davydenko, que anda mais sujo que pau de galinheiro no circuito.

O problema só será resolvido com algumas pessoas, que tem acesso aos tenistas, sendo jogadas na cadeia, e alguns tenistas, que escolheram meter o pé na lama, sendo expulsos do tênis. Quanto mais rápido melhor.


Tatiana Poutchek

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Pezinhos na lama

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A WTA admitiu hoje através de seu presidente, o ex-tenista Larry Scott, que o tênis feminino também foi contaminado pelas tentativas de bandidos convencerem tenistas a entregarem partidas para benefício de apostadores. Inúmeras jogadoras comunicaram a WTA sobre ofertas para “acertar” resultados. Infelizmente a WTA não sabe de ninguém que tenha aceito. Bem, essas não contariam.

Scott afirmou que, junto a outros dirigentes e a polícia, pretendem tomar medidas mais objetivas a respeito, antes do início da próxima temporada. Deixou escapar que, assim como no masculino, a maioria dos casos que levantaram tem algo a ver com Rússia – não foi mais claro do que isso -, mas que não se restringem a esse país.

De fato mesmo, a Betfair, o site que aceita as apostas – que não são ilegais em países como a Inglaterra – suspendeu o pagamento de apostas do jogo entre a ucraniana Maryia Koryttseva e a bielo-russa Tatiana Poutchek, realizado em Setembro no Torneio de Calcutá, por achar que algo não cheirava bem. Assim como já havia feito na partida entre o russo Davidenko e o argentino Vallejo, que trouxe a tona o “affair”.

Os dirigentes, até por tentarem preservar o esporte e a maioria dos tenistas, tem se movido com parcimônia e timidez. A ATP deixa transparecer que está tendo que duelar legalmente com os advogados contratados pelo russo Davydenko, que anda mais sujo que pau de galinheiro no circuito.

O problema só será resolvido com algumas pessoas, que tem acesso aos tenistas, sendo jogadas na cadeia, e alguns tenistas, que escolheram meter o pé na lama, sendo expulsos do tênis. Quanto mais rápido melhor.



Tatiana Poutchek

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