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sexta-feira, 28 de março de 2008 Tênis Masculino | 14:22

tenistas e técnicos

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A relação tenista-técnico sempre viveu no fio da navalha. Tenistas estão entre as pessoas mais individualistas na face da terra, até pela natureza do esporte. Se existe algo fácil, não é administrar o ego de um jogador de tênis. Por um lado são freqüentes as relações mais duradoras, mas há tenistas com dificuldades em administrar relações mais estáveis. Para não irmos muito longe, aqui no Brasil temos ambas as realidades.

Gustavo Kuerten e Larri Passos (aquela aventura argentina de Kuerten eu não computo) e, no quesito experiência própria, este que escreve, com Carlos Kirmayr, Jaime Oncins e Luiz Mattar. Na outra ponta, Flávio Saretta e uma lista de tentativas e fracassos. No meio do caminho, Fernando Meligeni, que teve, como profissional, se não me falha a memória, algo como três técnicos.

Lá fora a realidade segue o mesmo padrão. Tirando os argentinos que adoram trocar de técnicos – dizem as más línguas para não pagar bonificações e maiores salários pelo decorrente sucesso. Alguns defendem relacionamentos mais longos como um fator de estabilidade e crescimento mútuo, outros sugerem que certa periodicidade na troca é de bom tamanho. Talvez a resposta não seja tão engessada e dependa de cada indivíduo.

Atualmente os dois melhores tenistas do mundo passam por uma crise com seus relacionamentos tenista/técnico. Federer resiste em contratar um, apesar das suas recentes dificuldades. Ele confessa, aos mais próximos, que está contente em trocar figurinhas com a namorada, uma ex-tenista profissional. Mas o futuro a Deus pertence. Não vou bater nessa tecla novamente.

Rafael Nadal está vivendo algum estresse com seu tio/técnico que não está sendo divulgado, como geralmente é o caso. Tony Nadal não acompanhou o sobrinho à Indian Wells e, parece, não o acompanhará em Miami. Dizem que uma troca está próxima. O sobrinho parece estar ouvindo pessoas falarem em seu ouvido que o melhor era contratar alguém com mais experiência. Rafa acusa estar inseguro em se afastar do tio/técnico que está com ele desde criança.

Andy Roddick é o que me parece estar em pior situação. Até porque não se tornou o tenista que todos – especialmente os americanos – esperavam. Teve seu auge sob a tutela do “mala sem alça” Brad Gilbert, um homem que fala mais do que rádio AM e exige muito de quem está por perto. Andy, que também é hiper ativo, viajou na conversa durante algum tempo, mas a quadra ficou pequena para os dois. Mas foi a interferência familiar que levou ao desquite. Agora, começa a vazar a razão da separação entre Roddick e o técnico Jimmy Connors.

Após o confronto de Copa Davis na Áustria, Andy quis parar em Nova York por alguns dias para visitar Brooklyn Decker – sua noiva desde ontem. O técnico, que só pensa naquilo, queria o tenista na Califórnia treinando. Como tantas vezes acontece nesses casos, o tenista quer um pouquinho de festa e o técnico quer resultados. Certo o Federer que dorme com o técnico!

Como Connors sempre foi de personalidade forte e não precisa do emprego para viver, não houve acordo e a parceria foi desmanchada. Não foi uma grande surpresa que, na semana seguinte, Roddick venceu Dubai. Muitas vezes os tenistas buscam inspiração nas mais diversas emoções. E despeito é só uma delas.


brooklyn- roddick também sabe o que quer

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Tênis Masculino | 14:22

tenistas e técnicos

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A relação tenista-técnico sempre viveu no fio da navalha. Tenistas estão entre as pessoas mais individualistas na face da terra, até pela natureza do esporte. Se existe algo fácil, não é administrar o ego de um jogador de tênis. Por um lado são freqüentes as relações mais duradoras, mas há tenistas com dificuldades em administrar relações mais estáveis. Para não irmos muito longe, aqui no Brasil temos ambas as realidades.

Gustavo Kuerten e Larri Passos (aquela aventura argentina de Kuerten eu não computo) e, no quesito experiência própria, este que escreve, com Carlos Kirmayr, Jaime Oncins e Luiz Mattar. Na outra ponta, Flávio Saretta e uma lista de tentativas e fracassos. No meio do caminho, Fernando Meligeni, que teve, como profissional, se não me falha a memória, algo como três técnicos.

Lá fora a realidade segue o mesmo padrão. Tirando os argentinos que adoram trocar de técnicos – dizem as más línguas para não pagar bonificações e maiores salários pelo decorrente sucesso. Alguns defendem relacionamentos mais longos como um fator de estabilidade e crescimento mútuo, outros sugerem que certa periodicidade na troca é de bom tamanho. Talvez a resposta não seja tão engessada e dependa de cada indivíduo.

Atualmente os dois melhores tenistas do mundo passam por uma crise com seus relacionamentos tenista/técnico. Federer resiste em contratar um, apesar das suas recentes dificuldades. Ele confessa, aos mais próximos, que está contente em trocar figurinhas com a namorada, uma ex-tenista profissional. Mas o futuro a Deus pertence. Não vou bater nessa tecla novamente.

Rafael Nadal está vivendo algum estresse com seu tio/técnico que não está sendo divulgado, como geralmente é o caso. Tony Nadal não acompanhou o sobrinho à Indian Wells e, parece, não o acompanhará em Miami. Dizem que uma troca está próxima. O sobrinho parece estar ouvindo pessoas falarem em seu ouvido que o melhor era contratar alguém com mais experiência. Rafa acusa estar inseguro em se afastar do tio/técnico que está com ele desde criança.

Andy Roddick é o que me parece estar em pior situação. Até porque não se tornou o tenista que todos – especialmente os americanos – esperavam. Teve seu auge sob a tutela do “mala sem alça” Brad Gilbert, um homem que fala mais do que rádio AM e exige muito de quem está por perto. Andy, que também é hiper ativo, viajou na conversa durante algum tempo, mas a quadra ficou pequena para os dois. Mas foi a interferência familiar que levou ao desquite. Agora, começa a vazar a razão da separação entre Roddick e o técnico Jimmy Connors.

Após o confronto de Copa Davis na Áustria, Andy quis parar em Nova York por alguns dias para visitar Brooklyn Decker – sua noiva desde ontem. O técnico, que só pensa naquilo, queria o tenista na Califórnia treinando. Como tantas vezes acontece nesses casos, o tenista quer um pouquinho de festa e o técnico quer resultados. Certo o Federer que dorme com o técnico!

Como Connors sempre foi de personalidade forte e não precisa do emprego para viver, não houve acordo e a parceria foi desmanchada. Não foi uma grande surpresa que, na semana seguinte, Roddick venceu Dubai. Muitas vezes os tenistas buscam inspiração nas mais diversas emoções. E despeito é só uma delas.



brooklyn- roddick também sabe o que quer

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Tênis Masculino | 13:55

safin sabe o que quer

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Após perder na quinta primeira rodada consecutiva, desta vez em Miami para o qualifier Bobby Reynolds, Marat Safin afirmou que não vai pendurar a raquete só porque está perdendo.

E nos presenteou com uma das suas frases:

“Tenho muito dinheiro e posso fazer exatamente o que quero. E o que eu quero é jogar tênis”.

Sempre gostei de quem sabe exatamente o que quer.


safin-um homem de visão

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Tênis Masculino | 13:55

safin sabe o que quer

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Após perder na quinta primeira rodada consecutiva, desta vez em Miami para o qualifier Bobby Reynolds, Marat Safin afirmou que não vai pendurar a raquete só porque está perdendo.

E nos presenteou com uma das suas frases:

“Tenho muito dinheiro e posso fazer exatamente o que quero. E o que eu quero é jogar tênis”.

Sempre gostei de quem sabe exatamente o que quer.



safin-um homem de visão

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quinta-feira, 27 de março de 2008 Tênis Masculino | 13:46

ultrapassados ou desmotivados?

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Um leitor – Eduardo Bacellar – levanta o ponto sobre tenistas que perdem importância ou deixam de ser perigosos com o tempo e a idade. Quando digo idade não estou falando nem perto dos 30 anos, quando eles mais pensam em como vão gastar do que como vão ganhar a grana. Ele cita os exemplos de Safin, Hewitt e Ferrero, para ficar em três deles. A dúvida; eles pioraram ou os outros que melhoraram?

Quase sempre é uma mistura de ambas as hipóteses, como quase sempre a primeira hipótese é a mais marcante. Peguem ainda o exemplo de Gustavo Kuerten. Ele, mantendo todas as suas variáveis!!, teria o mesmo sucesso hoje? A resposta, para desespero dos fãs xiitas, é não. Atenho-me a uma razão – a sua falta de velocidade, o grande diferencial no tênis atual. Seria um grande tenista, mas o 1º do mundo?

Outro cujo tênis ficou “velho” é o espanhol Juan C. Ferrero, que chegou a liderar o ranking, venceu Roland Garros e durante um breve tempo era, junto com Guga, os melhores tenistas do saibro, e importunava bastante nas quadras duras. Ferrero, que tem uma das melhores direitas do circuito, já não faz tanto estrago como há poucos anos atrás. Primeiro, os tenistas estão mais rápidos para chegar em suas direitas de ataque, depois porque com isso os adversários conseguem “achar” mais facilmente a sua esquerda, que não é tão incomoda. Além disso, hoje tem muito $$, academias e hotéis na Espanha, casa na Bahia, uma bela namorada etc. O cara perde aquele diferencial que o faz fechar as portas nos break-points contra. Ganhou mais U$12 milhões só em prêmios! Na Espanha dá para ganhar uma boa grana com patrocínios.

Safin é um caso à parte. Eu o considero um dos maiores talentos que já apareceu no tênis, algo no padrão Federer, com um arsenal distinto. Mas a cabeça do rapaz é um pinico – pelo menos se considerarmos o que ele poderia ter atingido em sua carreira. Foi 1º do mundo, venceu o U.S. Open e a Austrália 2005, quando bateu Federer em um partidaço. Foi seu último título. Ele poderia ter sido o grande rival de Federer e brigado, torneio a torneio, elevando ainda mais o padrão do adversário e do tênis em geral. Assim mesmo, essa sua falta valoriza os feitos de Federer, que é um campeão porque soube aliar habilidade, talento, disciplina e inteligência. Safin jogou bem esporadicamente, o que já é de um bom tamanho, especialmente para nós fãs, mas perdeu a oportunidade que Deus só oferece para alguns poucos. Ele é o primeiro a reconhecer. Nos últimos tempos teve problemas com contusões. Mas, não se esqueçam, acidentes acontecem, mas é dever de todo profissional investir na proteção de seu corpo. Algo que Federer faz com maestria, assim como outros, enquanto outros não o fazem. Por falta de disciplina ou falta de uma boa orientação. Safin ganhou mais de U$13 m, em prêmios. Fez bons contratos no início da carreira.

Lleyton Hewitt foi sempre um casca de ferida. Um competidor para se tirar o chapéu. Ele é o único tenista em atividade que venceu pelo menos um título nos últimos dez anos. Mas, em 2007, pela primeira vez, deixou de atingir uma final de Grand Slam desde 1999. Seu tênis é limitado, e seu estilo, contra-ataque, depende de muita perna e determinação, já que seus golpes não são um grande incomodo. A esquerda é ótima, como golpe de contra-ataque. Sua direita não incomoda. O serviço também. Já as devoluções são excelentes. Com esse perfil foi o 1º do mundo em todas as semanas de 2002. Mas seu tênis também ficou “velho”, pelo menos para mantê-lo entre os top five. Hoje, como 22º, tem sérias dificuldades em bater pelo menos os sete primeiros do ranking. Além disso, talvez mais importante, considerando seu estilo brigador em quadra, como todo homem apaixonado ficou mais “soft” depois do casamento. No último ano teve dificuldades, que dizem estar superadas, em convencer a esposa, que trabalhava na TV australiana, a deixar a carreira e seguir viajando com ele. Lleyton levou mais de U$17 m, só em prêmios. No seu caso pode mais que dobrar o que ganhou fora.

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Tênis Masculino | 13:46

ultrapassados ou desmotivados?

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Um leitor – Eduardo Bacellar – levanta o ponto sobre tenistas que perdem importância ou deixam de ser perigosos com o tempo e a idade. Quando digo idade não estou falando nem perto dos 30 anos, quando eles mais pensam em como vão gastar do que como vão ganhar a grana. Ele cita os exemplos de Safin, Hewitt e Ferrero, para ficar em três deles. A dúvida; eles pioraram ou os outros que melhoraram?

Quase sempre é uma mistura de ambas as hipóteses, como quase sempre a primeira hipótese é a mais marcante. Peguem ainda o exemplo de Gustavo Kuerten. Ele, mantendo todas as suas variáveis!!, teria o mesmo sucesso hoje? A resposta, para desespero dos fãs xiitas, é não. Atenho-me a uma razão – a sua falta de velocidade, o grande diferencial no tênis atual. Seria um grande tenista, mas o 1º do mundo?

Outro cujo tênis ficou “velho” é o espanhol Juan C. Ferrero, que chegou a liderar o ranking, venceu Roland Garros e durante um breve tempo era, junto com Guga, os melhores tenistas do saibro, e importunava bastante nas quadras duras. Ferrero, que tem uma das melhores direitas do circuito, já não faz tanto estrago como há poucos anos atrás. Primeiro, os tenistas estão mais rápidos para chegar em suas direitas de ataque, depois porque com isso os adversários conseguem “achar” mais facilmente a sua esquerda, que não é tão incomoda. Além disso, hoje tem muito $$, academias e hotéis na Espanha, casa na Bahia, uma bela namorada etc. O cara perde aquele diferencial que o faz fechar as portas nos break-points contra. Ganhou mais U$12 milhões só em prêmios! Na Espanha dá para ganhar uma boa grana com patrocínios.

Safin é um caso à parte. Eu o considero um dos maiores talentos que já apareceu no tênis, algo no padrão Federer, com um arsenal distinto. Mas a cabeça do rapaz é um pinico – pelo menos se considerarmos o que ele poderia ter atingido em sua carreira. Foi 1º do mundo, venceu o U.S. Open e a Austrália 2005, quando bateu Federer em um partidaço. Foi seu último título. Ele poderia ter sido o grande rival de Federer e brigado, torneio a torneio, elevando ainda mais o padrão do adversário e do tênis em geral. Assim mesmo, essa sua falta valoriza os feitos de Federer, que é um campeão porque soube aliar habilidade, talento, disciplina e inteligência. Safin jogou bem esporadicamente, o que já é de um bom tamanho, especialmente para nós fãs, mas perdeu a oportunidade que Deus só oferece para alguns poucos. Ele é o primeiro a reconhecer. Nos últimos tempos teve problemas com contusões. Mas, não se esqueçam, acidentes acontecem, mas é dever de todo profissional investir na proteção de seu corpo. Algo que Federer faz com maestria, assim como outros, enquanto outros não o fazem. Por falta de disciplina ou falta de uma boa orientação. Safin ganhou mais de U$13 m, em prêmios. Fez bons contratos no início da carreira.

Lleyton Hewitt foi sempre um casca de ferida. Um competidor para se tirar o chapéu. Ele é o único tenista em atividade que venceu pelo menos um título nos últimos dez anos. Mas, em 2007, pela primeira vez, deixou de atingir uma final de Grand Slam desde 1999. Seu tênis é limitado, e seu estilo, contra-ataque, depende de muita perna e determinação, já que seus golpes não são um grande incomodo. A esquerda é ótima, como golpe de contra-ataque. Sua direita não incomoda. O serviço também. Já as devoluções são excelentes. Com esse perfil foi o 1º do mundo em todas as semanas de 2002. Mas seu tênis também ficou “velho”, pelo menos para mantê-lo entre os top five. Hoje, como 22º, tem sérias dificuldades em bater pelo menos os sete primeiros do ranking. Além disso, talvez mais importante, considerando seu estilo brigador em quadra, como todo homem apaixonado ficou mais “soft” depois do casamento. No último ano teve dificuldades, que dizem estar superadas, em convencer a esposa, que trabalhava na TV australiana, a deixar a carreira e seguir viajando com ele. Lleyton levou mais de U$17 m, só em prêmios. No seu caso pode mais que dobrar o que ganhou fora.

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terça-feira, 25 de março de 2008 Tênis Masculino | 19:57

kuerten em miami

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Teve um dia em que eu viajava com bem mais descontração, especialmente a trabalho. Hoje em dia, só penso em pegar avião se for a lazer. Em 1999 eu ainda embarcava para Miami na maior alegria e facilidade. Após 2001 ficou um tanto tenso viajar para os EUA. Pelo menos eles bem que tentam em nos deixar nervosos e constrangidos – especialmente na chegada.

Na ocasião, tive a oportunidade de assistir ao primeiro confronto entre Gustavo Kuerten e Sebastien Grosjean, um francês que sempre incomodou o brasileiro. Jogaram no estádio secundário, ainda no início do evento, e a derrota de Kuerten, em dois sets, foi uma larga surpresa.

Os dois se enfrentaram um total de cinco vezes, com três vitórias do francês – as três em duras. Kuerten ganhou no saibro de Hamburgo e no carpete de Pau, pela Copa Davis, 9×7 no quinto set, ainda em 1999, o que pode ser considerada uma de suas grandes vitórias.

A grande qualidade do baixinho francês – 1.75m – sempre foi a velocidade. O confronto entre os dois sempre foi entre os ataques de Kuerten e os contra ataques do Grosjean. Imagino que amanhã não haverá a mesma competição das vezes anteriores. A velocidade de Grosjean, 30 anos, já não é a mesma. Os ataques de Kuerten também não. O francês tem uma boa direita de ataque, assim como boa esquerda de contra ataque. Quanto a velocidade de Kuerten…

O jogo acontece no meio da tarde desta quarta-feira. A Sportv, que tem os direitos, decidiu não mostrar nem esse nem outros jogos até sábado.

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Tênis Masculino | 19:57

kuerten em miami

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Teve um dia em que eu viajava com bem mais descontração, especialmente a trabalho. Hoje em dia, só penso em pegar avião se for a lazer. Em 1999 eu ainda embarcava para Miami na maior alegria e facilidade. Após 2001 ficou um tanto tenso viajar para os EUA. Pelo menos eles bem que tentam em nos deixar nervosos e constrangidos – especialmente na chegada.

Na ocasião, tive a oportunidade de assistir ao primeiro confronto entre Gustavo Kuerten e Sebastien Grosjean, um francês que sempre incomodou o brasileiro. Jogaram no estádio secundário, ainda no início do evento, e a derrota de Kuerten, em dois sets, foi uma larga surpresa.

Os dois se enfrentaram um total de cinco vezes, com três vitórias do francês – as três em duras. Kuerten ganhou no saibro de Hamburgo e no carpete de Pau, pela Copa Davis, 9×7 no quinto set, ainda em 1999, o que pode ser considerada uma de suas grandes vitórias.

A grande qualidade do baixinho francês – 1.75m – sempre foi a velocidade. O confronto entre os dois sempre foi entre os ataques de Kuerten e os contra ataques do Grosjean. Imagino que amanhã não haverá a mesma competição das vezes anteriores. A velocidade de Grosjean, 30 anos, já não é a mesma. Os ataques de Kuerten também não. O francês tem uma boa direita de ataque, assim como boa esquerda de contra ataque. Quanto a velocidade de Kuerten…

O jogo acontece no meio da tarde desta quarta-feira. A Sportv, que tem os direitos, decidiu não mostrar nem esse nem outros jogos até sábado.

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Tênis Masculino | 15:10

bate-bola 2

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Vai aqui a segunda leva de hoje do Bate-Bola. Divirtam-se.

Suzana – O blog que você menciona gosta de polemizar. Ninguém ganha um jogo por sorte. Muito menos um torneio como Wimbledon o U.S. Open. São eventos que oferecem todo tipo de dificuldades e desafios aos tenistas. Confrontá-las e vencê-las determina o campeão. Não se pode esperar que um jogador simplesmente passeie pelo evento – nem mesmo Federer no seu melhor.

Milton – tem toda razão com a leitura do momento Federer. O homem está há quatro anos sem deslizes. Ele não é robô. Agora está tendo que enfrentar certos demônios, como todos nós de tempos em tempos. Já disse Pete Sampras; a maior arte não é chegar ao topo. É permanecer.

Antoniel – Gostei do seu comentário sobre o momento de Federer e a polêmica ao seu redor.

Rodrigo Pereira – Suas colocações sobre o Federer são na pinta. O precedente é sempre o maior vírus. O Federer abriu uma janelinha e o pessoal, que fazia reza brava por uma porta, entrou chutando. Agora, vai segurar a horda.

Gerson – No final das contas, toda essa polêmica só pode existir pelo novo cenário. O tênis, como qualquer esporte, fica mais interessante com a competição e as rivalidades. Os fãs querem ver o circo pegando fogo.

Mario Marcio – Não consegui entender qual é o seu email para correspondência. Por favor, repita. Quanto a um técnico para o Federer, acho que, considerando a fase, ele, no mínimo, deve estar considerando.

César – Os golpes – curtinhas e direitas de ataque na diagonal – devem aparecer novamente no tênis do Nadal quando ele for para o saibro, onde ele tem mais tempo para armá-los. Espero.

Daniel, Joel e outros – A comparação de Djokovic com Hewitt foi restrita à garra e a determinação em vencer que ambos trazem à quadra.

Antonio e Gisela – Esse sempre foi o tendão de Aquiles do Fish. Um estilo muito agressivo e de muito risco. Tem dia que entra tudo. Tem dia que parece outro tenista.

Arthur – O Nalbandian sempre quebrou as casas de apostas. Por essa instabilidade não é um dos três primeiros do mundo e segue sem ganhar um GS.

André – Gosto do Jose Pereira e seu trajeto entre os juvenis. Agora, cada coisa no seu tempo. A partir do ano que vem ele deve iniciar suas aventuras nos eventos profissionais. E os dois primeiros anos serão os determinantes em sua carreira. Ele tem algo que vejo não como uma exigência, mas um diferencial. Veio de família pobre, sabe o que é passar necessidades e a diferença que o sucesso em um esporte pode fazer em um individuo. Vamos ver como essa característica o molda nos próximos anos.

Hélio – Eu não escrevi que não tem que colocar o Thomaz! Escrevi que seria uma boa idéia dividir a responsabilidade do novo singlista com um tenista mais experiente como companheiro. E, acredite isso conta e muito. Um tenista entra em quadra na Davis muito mais à vontade e confiante sabendo que seu companheiro pode garantir um ou dois pontos. E o inverso é ainda mais gritante.

Ao Daniel, Ana e outros – Não levam a mal o comentário sobre funcionários públicos. Atire a primeira pedra aquele que não sofreu nas mãos de um funcionário público que, acomodado com seu emprego vitalício, fez pouco caso de suas necessidades e que estava ali, recebendo salário, para ajudá-lo. Mas, como em toda profissão, há uns e outros – e deve haver uma legião de exemplares.

Fernanda – O Aberto de Miami será mostrado pela Sportv, que tem os direitos de todos os Masters Series.

Lauro – Vou insistir novamente com o pessoal do IG para acertar o acesso aos meus arquivos.

Antonio José – Eu que o diga. A parte de ler, e acertar, uma tática é a divertida e até a mais fácil. Agora, correr atrás da “mardita”, acertar os golpes, lidar com o emocional é quando o bicho pega. Mas, se não existisse essa dificuldade, não jogaríamos tênis e só ficaríamos escrevendo em blogs ou comentando em TV ou bares da vida. Somos apaixonados e cativos do tênis pelas suas dificuldades e conseqüentes prazeres.

Barbara – Depois levaram o esporte à TV, ficou mais cômodo assistir em casa. Talvez em outra oportunidade, quando o confronto for um pouco mais interessante e os preços não forem tão exorbitantes.

E, pelo o que vejo, vou ter que me dedicar mais aos comentários técnicos. Protejam-se, comentem, contestem, participem. Com elegância e fineza, que o Blog é de tênis.

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bate-bola 2

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Vai aqui a segunda leva de hoje do Bate-Bola. Divirtam-se.

Suzana – O blog que você menciona gosta de polemizar. Ninguém ganha um jogo por sorte. Muito menos um torneio como Wimbledon o U.S. Open. São eventos que oferecem todo tipo de dificuldades e desafios aos tenistas. Confrontá-las e vencê-las determina o campeão. Não se pode esperar que um jogador simplesmente passeie pelo evento – nem mesmo Federer no seu melhor.

Milton – tem toda razão com a leitura do momento Federer. O homem está há quatro anos sem deslizes. Ele não é robô. Agora está tendo que enfrentar certos demônios, como todos nós de tempos em tempos. Já disse Pete Sampras; a maior arte não é chegar ao topo. É permanecer.

Antoniel – Gostei do seu comentário sobre o momento de Federer e a polêmica ao seu redor.

Rodrigo Pereira – Suas colocações sobre o Federer são na pinta. O precedente é sempre o maior vírus. O Federer abriu uma janelinha e o pessoal, que fazia reza brava por uma porta, entrou chutando. Agora, vai segurar a horda.

Gerson – No final das contas, toda essa polêmica só pode existir pelo novo cenário. O tênis, como qualquer esporte, fica mais interessante com a competição e as rivalidades. Os fãs querem ver o circo pegando fogo.

Mario Marcio – Não consegui entender qual é o seu email para correspondência. Por favor, repita. Quanto a um técnico para o Federer, acho que, considerando a fase, ele, no mínimo, deve estar considerando.

César – Os golpes – curtinhas e direitas de ataque na diagonal – devem aparecer novamente no tênis do Nadal quando ele for para o saibro, onde ele tem mais tempo para armá-los. Espero.

Daniel, Joel e outros – A comparação de Djokovic com Hewitt foi restrita à garra e a determinação em vencer que ambos trazem à quadra.

Antonio e Gisela – Esse sempre foi o tendão de Aquiles do Fish. Um estilo muito agressivo e de muito risco. Tem dia que entra tudo. Tem dia que parece outro tenista.

Arthur – O Nalbandian sempre quebrou as casas de apostas. Por essa instabilidade não é um dos três primeiros do mundo e segue sem ganhar um GS.

André – Gosto do Jose Pereira e seu trajeto entre os juvenis. Agora, cada coisa no seu tempo. A partir do ano que vem ele deve iniciar suas aventuras nos eventos profissionais. E os dois primeiros anos serão os determinantes em sua carreira. Ele tem algo que vejo não como uma exigência, mas um diferencial. Veio de família pobre, sabe o que é passar necessidades e a diferença que o sucesso em um esporte pode fazer em um individuo. Vamos ver como essa característica o molda nos próximos anos.

Hélio – Eu não escrevi que não tem que colocar o Thomaz! Escrevi que seria uma boa idéia dividir a responsabilidade do novo singlista com um tenista mais experiente como companheiro. E, acredite isso conta e muito. Um tenista entra em quadra na Davis muito mais à vontade e confiante sabendo que seu companheiro pode garantir um ou dois pontos. E o inverso é ainda mais gritante.

Ao Daniel, Ana e outros – Não levam a mal o comentário sobre funcionários públicos. Atire a primeira pedra aquele que não sofreu nas mãos de um funcionário público que, acomodado com seu emprego vitalício, fez pouco caso de suas necessidades e que estava ali, recebendo salário, para ajudá-lo. Mas, como em toda profissão, há uns e outros – e deve haver uma legião de exemplares.

Fernanda – O Aberto de Miami será mostrado pela Sportv, que tem os direitos de todos os Masters Series.

Lauro – Vou insistir novamente com o pessoal do IG para acertar o acesso aos meus arquivos.

Antonio José – Eu que o diga. A parte de ler, e acertar, uma tática é a divertida e até a mais fácil. Agora, correr atrás da “mardita”, acertar os golpes, lidar com o emocional é quando o bicho pega. Mas, se não existisse essa dificuldade, não jogaríamos tênis e só ficaríamos escrevendo em blogs ou comentando em TV ou bares da vida. Somos apaixonados e cativos do tênis pelas suas dificuldades e conseqüentes prazeres.

Barbara – Depois levaram o esporte à TV, ficou mais cômodo assistir em casa. Talvez em outra oportunidade, quando o confronto for um pouco mais interessante e os preços não forem tão exorbitantes.

E, pelo o que vejo, vou ter que me dedicar mais aos comentários técnicos. Protejam-se, comentem, contestem, participem. Com elegância e fineza, que o Blog é de tênis.

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