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quarta-feira, 1 de agosto de 2012 Olimpíadas, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 17:32

Dia Olímpico

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Estou com pena da Vera Zvonareva. A russa está mentalmente derretendo mais do que Chernobyl. A moça foi #2 do mundo, esteve a uma vitória de ser #1, mais de uma vez perdeu na final de um GS e, de repente, perdeu a confiança e pirou. Piradinha sempre foi – chegadinha a estraçalhar uma raquete, logo ela com aquela carinha de rezadora de terço. Hoje tomou um chega pra lá da Serena e aproveitou para fazer suas baixarias com a raquete – as quais repetiu, só de birra, quando foi vaiada. Fora que quanto mais mostrava frustração, mais a Serena ficava confiante e enfiava a mão. 6/1 6/0. Em compensação, sua irmã Venus perdeu para a alemã Kerber – 7/6 7/6

O encardido Hewitt deu um trabalhão para o Djoko, mas só nos dois primeiros sets. Depois abriu o bico. Mas até o finzinho do 2º set ninguém sabia para onde iria a partida. 4/6 7/5 6/1.

O sorridente Baghdatis entrou em quadra querendo meter a colher no chá britânico. Mexeu com a bílis e o mau humor do MalaMurray. Mas no final o cara só quer se divertir – para ganhar precisa querer um pouco mais. 4/6 6/1 6/4.

E a Wozniacky ganhou!!! Mas foi da peladona Hantuchova! 6/4 6/2.

Mestre Federer passou fácil pelo Istomin – 7/5 6/3. Mas depois, imagino, chamou o parceiro e em bom alemão explicou; Bonitão, já passei a bandeira pra ti. Tá de bom tamanho. “Agora vou concentrar nas simples, que é um título que não tenho. As duplas, na qual me concentrei após tomar um cacete do Blake, nós já ganhamos lá na China – agora é só simples!”. Perderam para Erlich/Ram: 1/6 7/6 6/3

Os mineirinhos Melo/Soares bateram as belíssima dupla de Stepanek/Berdych – dois tremendos malas -, com a maratona no set final: 1/6 6/4 24/22. Fico imaginando como foi o sono dos dois nesta ultima noite. Agora a perigosa dupla francesa de Llodra/Tsonga, que bateram os híndis Paes/Vardhan.

O Tsonga, lógico, passou pelo Feliciano – 7/6 6/4. Não foi tão lógico assim.

A Sharapova apanhou muito da Lisicki. Mas eu já sabia que, no final, a outra tremeria perante a russa. 6/7 6/4 6/3.

O Delpo mandou o MagroSimon pra casa. 6/1 4/6 6/3. Enfrenta vencedor de Ferrer e Nishikori, que lidera 4/5 no 3º set.

O Isner bateu o Tipsarevic – um doce para quem adivinhar o placar.

Joguinho bom de se ver: Batalha das Musas. Kirilenko bateu Goeorges 7/6 6/3

Kvitova bateu Penetta 6/3 6/0. Quietinha a checa vai progredindo.

E a Aninha não ganha nem da aposentada Cljisters. 6/3 6/4.

E começaram as duplas mistas.

Dijoelhos

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O leitor escreve, Olimpíadas, Tênis Masculino | 00:23

O leitor nas Olimpíadas

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Mais uma vez um leitor tem a cortesia de nos enviar notícias e fotos de um evento – desta vez as Olimpíadas. O nome dele é João Paulo Couy, com um bom texto é ótimas fotos. Aliás, que é a tenista executando o backhand na última foto?

Cleto, apesar de nunca ter me manifestado nos comentários — por pura ausência de tempo –, acompanho o blog há vários anos. É disparado a melhor fonte sobre o esporte na internet. Desde o início achei interessante os relatos que os fãs fazem “in loco” nas quadras do mundo, e julguei que valeria tentar enviar um relato desse torneio olímpico, particular por ser em Wimbledon.

Dia 01

Já não é de hoje que tento evitar o pessimismo, mas o esquema de transporte público armado pela organização destes Jogos Olímpicos já me deixa o sabor da vergonha por 2016. Para começar, junto com o ingresso, já se recebe o “Travel Card” — que basicamente te dá o direito utilizar qualquer modal necessário por toda a região metropolitana de Londres com validade por todo o dia do ingresso. Das estações de metrô mais próximas, há um muito bem organizado esquema de ônibus que nos deixa à porta do All England Club. Ao entrar no lugar onde ocorre o evento esportivo mais antigo do planeta, julguei que era improdutivo tentar comparações com as próximas olimpíadas, cujos organizadores mal sabem onde irão construir as quadras de tênis.

O primeiro dia do evento é um deleite para quem ama o tênis. Ver as moças e rapazes no tete-a-tete, batendo bola daquele jeito que você nunca vai fazer (pelo menos eu que comecei há apenas quatro anos) é de dar água na boca. Aliás, é de acabar com toda saliva disponível quando além da ver os efeitos, velocidades, movimentação e “spins”, nos é possível ver as curvas, o sorriso e, porque não?, até o cheiro da Kirilenko e suas amigas do time russo.

Deixando os devaneios de lado, fui circular pelos jogos das quadras secundárias, que se iniciam 30 minutos antes dos da Quadra Central e Quadra 01. Tempo suficiente para ver “Aninha”, mama Clijsters dentre outras. Nesse passeio cruzo com os resultados e vejo que o Berdych já tinha um set abaixo na Central. Corri a tempo de ver todo o segundo set, e entender que não era zebra o que ocorria: o tal de Darcis tem um slice tão rasante, profundo e multidirecionado, que não havia pernas que bastassem ao grandalhão. Que coisa linda ver o jeito se impor à força!

Terminado o primeiro da Central, resolvi dispensar a Serena — que dispensou a Jankovic com o mesmo pouco caso — para voltar às secundárias que estavam lotadas de feras treinando. Aliás é de fato uma disputa intensa pelas quadras de treino. Nego já vai se aquecendo dentro de quadra, “empurrando” quem está treinando para fora. Dessa vez deu para ver o Bellucci sentando a mão com o Sá e a toda a vez deu para ver o Bellucci sentando a mão com o Sá e a toda a transpiração da Maria — cujos gemidos não são tão escandalosos quando treina. Ali do lado me chama atenção aquele bronzeado e o rabo-de-cavalo em total harmonia com o vestidinho justo. Bonitinha mas ordinária essa Cornet: brigou com o juiz de cadeira, chutou raquete, fez cera, cara feia pra platéia e ainda deu um jeito de ganhar o jogo. No final, a gota d’água, beijinho para um metido a gentlement blazé. E depois ainda fica de chamego com o cara! Sou muito mais eu, “mano”.

Corre-corre que o mestre tá entrando na Quadra Central. E a confusão é generalizada, a quadra fica lotada, todo mundo quer ver enquanto-ele-ainda-baila-nas-gramas-por-aí. “Aproveitem enquanto puder” — sábio conselho das antigas transmissões dos canais Espn no Brasil.

E se no primeiro jogo já deu para perceber que os ingleses adoram um “underdog”, agora as coisas se escancaram. Desde o início do segundo set, o Falla era o tenista “da casa”. O Federer perdendo aqueles match-points foi um auê de alegria. E vivas, terceiro set! Tá bom, gostam de zebra mas nesse caso é só para curtir o mestre passear na grama, sei como é! Finalizado o jogo sem eu ter a mínima noção de como ele dá aquelas esquerdas de bate-pronto só com a munheca que vão na profundidade certa, é correr para ver nossa dupla contra os gêmeos-sobrinhos do Tio Sam.

Chego no início do segundo, tendo notícia que no tie break do primeiro perdemos chegando a estar 5-2 Brasil. Acontece. O jogo foi muito bom e divertido: quadra 14, miúda, fica-se do lado dos caras. O Bellucci até uma hora virou pra gente e perguntou: “essa bola foi boa?!” Foi sim, Sid. Vamobora, não viaja, que tamo jogando bem. E os brazucas jogavam muito bem, de fato. Tiveram várias chances de quebra, mas não aproveitam. Também salvaram alguns breaks e partimos por segundo tie break. Brasil 5-2. Acontece que dessa vez foi pro nosso lado. No terceiro a torcida entrou no jogo. Tudo na santa paz, mas disputando o grito mais alto. E assim, num detalhe aqui outro acolá, nossa dupla que jogava melhor foi quebrada. E por detalhes que esses caras já ganharam tanto nas duplas.

Fim do banquete. Ainda com sol às 20:30h, hora de tentar acabar com o jetlag. Amanhã tem mais — mas não para mim, que cai na besteira de comprar de última hora um ingresso para o futebol do Brasil. Em Manchester.

Dia 2

O futebol foi pior que imaginava, não merece nem detalhes. Pelo menos choveu em Londres, e praticamente não teve rodada.

Dia 3

Tempo maravilhoso, ótimos jogos e grandes curiosidades sobre as mudanças polêmicas no “schedule”. Mas só amanhã, porque acabei de chegar e essas 6 horas ainda fazem diferença no meu sono.

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terça-feira, 31 de julho de 2012 Olimpíadas, Tênis Masculino | 15:06

Sacadores

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Isso que dá colocar em quadra dois mega sacadores e não tão megas devolvedores. Eles são capazes de ficar por ali horas. No caso de Tsonga e Raonic, quatro horas para decidir que vai para a próxima rodada.

No fim das contas se deu bem, mais uma vez, aquele que sacou primeiro e dançou quem teve que aguentar o rojão de sacar atrás. O francês bateu o canadense por 6/3 3/6 25/23.

Agora o francês vai celebrar com os amigos, que aguentaram o rojão com ele, e se preparar para a próxima rodada, contra o vencedor de Lopez e Monaco.

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Olimpíadas, Tênis Masculino | 12:47

Cascudo

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Que cascudo tomou o Roddick do Djokovic. Não sei se por conta de estarem jogando indoors (o teto fechado) ou se a grama que está lenta, o fato é que o saque do americano não importunou o sérvio. Por instantes, pareceu que os slices de Roddick poderiam ajudá-lo – mas ele não tem mais as pernas para fugir da esquerda e atacar de direita como necessário. O jogo foi um verdadeiro passeio pela grama. Ele espera o vencedor de Hewitt e Cilic.

Novak – dicostas..

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segunda-feira, 30 de julho de 2012 Olimpíadas, Tênis Masculino | 17:19

Resultados

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Roger Federer não teve nenhum problema com Benneteau, o francês que lhe deu um trabalhão poucas semanas atrás em Wimbledon. Vai enfrentar o usbeque Istomin, que tem talento, mas ainda não mostrou a garra necessária para tal surpresa.

Isner bateu Jazir da Tunisia e Tipsarevic bateu o Petzschner. Golias x David. O Americano deve vencer, mas precisa entrar em quadra e ganhar.

Del Potro passou pelo italiano Seppi e agora enfrenta o Magro Simon, que bateu o Dimitrov. Terá a torcida de todas as mulheres tenistas.

Caroline Wozniacki venceu a belga Wickmayer, uma tenista difícil, em três sets. Será que a moça fará as pazes com a vitória?

Kim Clijsters bateu a espanhola Navarro e agora enfrenta Aninha Ivanovic na próxima rodada.

As duas duplas hindus passaram a 1ª rodada. Ambas jogaram na quadra 19, uma seguida da outra. E amanhã, os quatro enfrentam as duas duplas francesas. O clima continua.

A Serena bateu a Ursula Radwanska. Mas as irmãs polonesas passaram pelas eslovacas Cibulkova/Hantuchova rapidinho.

Os sérvios Djokovic/Troicki perderam para os suecos Brunstrom/Lindstead 7/6 6/3.

Sabine Lisicki bateu a tunisiana Jabeur 4/6 6/0 7/5. Fiquem atentos a essa tunisiana, que venceu o juvenil em Wimbledon 2011.

Amanhã:

Djoko x Roddick será a grande partida do dia. Lá pelas 10h.

Tsonga x Raonic vão dar muita pancada. Um no outro.

Lisicki enfrenta a secretária Shvedova, na guerra das coxas. Depois a alemã se junta a Kereber para enfrentar as irmãs Williams – noossaa!

Cilic x Hewitt – interessante.

Federer e Wawrinka, que se complicaram para bater os japoneses hoje, amnhã enfrentam os israelenses Erlich/Ram.

Os mineiros Melo/Soares voltam à quadra lá pelo meio dia. Esperam os vencedores de Berdyck/Stepanek x Bracciali/Seppi. O jogo foi suspenso no começo do 3o set poir falta de luz.

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Olimpíadas, Tênis Feminino | 10:39

Badminton

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Como alternativa acompanhei um pouco do badminton. Bem interessante. O jogo requer, além de muita agilidade e pernas, uma “mão” incrível, algo na linha de como era o tênis nos tempos antigos, quando a habilidade falava mais alto do que hoje.

Assisti um pouco da vitória de uma chinesa de Formosa, mirrada e ágil, sobre uma finlandesa grandona e mais dura e depois a vitória de um russo de 2m, bem ágil para o tamanho e abusando da envergadura para cobrir a quadra – chama aí o Isner para assistir-, sobre o chinês com as características opostas. Ou seja, em cada uma das disputas prevaleceu um perfil.

Mas o que gostei mais é que o esporte exige pontos razoavelmente longos e, o melhor, muitas alternativas de alturas, entre lobs e curtas, e forças, alternam pancadas com carinhos só possíveis para quem tem “mão” sobrando e pleno domínio da ação do pulso. Além disso, o jogo é extremamente tático, já que as variações acima permitem angulações, curtas e lobs e contra-pés. Para quem gota de um jogo ágil e tático é um prato cheio. E ainda não assisti as duplas, que são ainda mais ágeis e plásticas.

No fim voltei para o tênis e a Azarenka e achei a bielorussa um pouco limitada. Isso que dá comparar.

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domingo, 29 de julho de 2012 Olimpíadas, Tênis Brasileiro | 15:04

Country side

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Estava assistindo um pouco do jogo da Radwanska e a Georges quando minha mulher vira para mim e pergunta – mas você não disse que é difícil conseguir ingressos para as Olimpíadas? As imagens mostravam centenas de lugares vazios na Quadra Central, especialmente próximo à quadra. Teve uma hora que não tinha ninguém na tal Royal Box.

Expliquei que aqueles lugares deviam ser de patrocinadores e convidados e que esse pessoal, como tem vários convites, acabam ficando com os ingressos nas mãos enquanto vão a outros esportes ou simplesmente nem na cidade estão. O pessoal recebe o convite semanas antes e nem sabe aonde vai naquele mar de opções. Sempre foi assim, enquanto milhares ficam sem sequer opção de comprar ingressos.

Pois a mídia inglesa caiu de pau no Comitê Olímpico por conta desse absurdo. A mídia pede providencias e o Comitê declara que vai dar um jeito na situação, pegando de volta ingressos de quem não os está utilizando. Para mim uma declaração para inglês ver.

Estou adorando a cobertura olímpica – dos quatro canais nas TV fechadas a portais da internet com tudo quanto é esporte ao vivo. Parabéns a todos, pelo esforço e o resultado, independente das gafes e erros, que só comete quem algo faz.

Com a maratona olímpica acontece de tudo um pouco. De eu acompanhando a corrida ciclística das mulheres – acho que 140 km – só para curtir o beautiful english country side, a um narrador da SporTV, que narrou a partida do Djokovic como se fosse futebol – óbvio não era um dos narradores de tênis do canal que já tem a manha, especialmente o Eusébio, que é muito bom. Mas o rapaz caiu ali de para quedas e teve seu grande momento quando nos informou que o Fognini era o Djokovic e então ficou uns 45 segundos em silencio enquanto explicavam quem era quem.

E agora de volta ao Bellucci, que já ganhou o 1º set do Tsonga, a quem o narrador de hoje chamou de rodada mais fácil do que a dos irmãos Bryan de ontem – o que não sei se compro tão facilmente.

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sexta-feira, 27 de julho de 2012 Olimpíadas, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 14:17

Porta-Bandeiras

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Aqui no Brasil até que não causou muita celeuma. Mas a decisão de quem é o atleta coroado com a honra de adentrar o Estádio Olímpico carregando a bandeira de seu país é “o assunto” na Vila Olímpica, em todas as delegações, assim como na imprensa de muitos países, o tema é de uma importância que nosso país e sua monocultura esportiva desconhecem. Aqui o negócio é discutir quem é o técnico da equipe de futebol, cargo que todo macho brasileiro tende a ter certeza de que deveria ser o titular.

Não existe um padrão universal para a escolha de tal honra, nem sou a pessoa mais “expert” sobre o assunto. Só tenho cá minhas informações que divido como vocês.

A minha primeira lembrança sobre o assunto é do russo/ucraniano Leonid Zhabotynsky, um halterofilista campeão olímpico, que na Cidade do México, em 1968, causou furor ao desfilar, do começo ao fim, e olha que a tal volta olímpica demora um bocado, segurando a bandeira com um só braço esticado (não achei uma foto do feito). Nem meu pai pensou em tal castigo. Experimentem, em casa, ficar segurando uma garrafa de cerveja, pode ser vazia, 10 minutos que sejam, com o braço esticado. Nunca mais ninguém tentou o feito, pelo contrário, quase todos desfilam segurando a bandeira em um apoio, colocado contra a cintura, onde é colocado o peso da bandeira, já as mãos são só para equilibrar a bandeira. Recentemente estão usando um metal ultr leva e uma bandeira menor para facilitar.

Tal gesto, do russo, tinha tudo a ver com a cultura comunista de usar os Jogos como base de marketing para seu falido regime. “Bota lá o fortão para impressionar e alertar os gringos que qualquer coisa nós vamos enviar um bando de Leonid para cuidar dos Rambos deles”.

Não sei bem, até porque não é totalmente transparente, qual o critério de escolha do nosso porta-bandeira. Pelas escolhas, pelo menos em tempos atuais, tem a ver com as conquistas passadas, algo com as possíveis conquistas da presente Olimpíada e uma personalidade que espelhe os valores olimpicos. Roberto Scheidt, Torben Grael, Sandra Pires, a primeira brasileira a ter tal honra, e uma que causou polêmica maior, Joaquim Cruz, Aurélio Miguel, Walter Carmona, Eduardo Souza Ramos, João do Pulo e Adhemar F. da Silva, ambos do salto triplo e ambos levaram a bandeira em duas ocasiões, o Menon e o Wlamir Marques do basquete, João Gonçalves, um dos maiores atletas do Brasil, que era do Clube Pinheiros e foi olímpico como nadador (duas vezes), jogador de polo aquático (três vezes) e técnico de judô nem sei quantas, o militar Silvio Padilha, que era do atletismo, não ganhou nadinha, e mais tarde foi presidente do COB, em duas oportunidades quando era praxe, não me perguntem porque, colocar uma bando de militares uniformizados com a equipe e alguns outros mais no passado, sendo que o primeiro de todos foi outro militar, Afrânio da Costa, que venceu as duas primeiras medalhas do Brasil, em 1920.

Desta vez escolheram o Rodrigo Pessoa que tem três medalhas olímpicas (1 ouro e 2 bronzes, o ouro veio tardiamente após a desclassificação dos irlandeses), e boas chances de repetir o feito. Acho que aqui mesmo no IG o publico votou mais em Cesar Cielo e na Maureen. Ambos têm, atualmente, muito mais mídia do que Rodrigo, mas ainda não tem o mesmo histórico, além de que a escolha de Cielo só colocaria mais lenha na fogueira de atletas estrangeiros que questionam o julgamento de Cesar na questão do doping.

Nesta edição a escolha que está mais dando o que falar é a dos chineses, que, mais uma vez, escolher fazer uma “declaração política” com a escolha do porta bandeira. Os dirigentes deixaram bem claro, logo eles que não gostam de divulgar nada, que os critérios são; alto, bonito e influente. Com isso, mantiveram a tradição, desde 1984, de escolher um jogador de basquete, que se tem uma beleza discutível, são altos barbaridades, o que transparece que os chineses têm sérias questões com seu tamanho padrão. Desta vez vai um tal de Yi Jianlin, de 2.13m. Na ultima, foi o Yao Ming, que fez sucesso na NBA com basquete estiloso e sua altura. Dizem que uma das considerações foi Na Li, que foi mais votada online do que o Yi, mas os chineses ainda devem ter suas questões não resolvidas com o feminismo e Jian Quing.

Que eu me lembre, a maior polêmica entre porta-bandeira e tênis foi com o mala-mor Marcelo Rios que, horas antes do desfile, teve um fanitico e causou um escândalo imenso no país, se recusou a desfilar e carregar a bandeira do Chile. Já ouvi muitas bobagem em esportes, mas essa está em qualquer lista de top 10.

Este ano, Federer abriu mão de repetir a dose pela 3ª vez e o porta-bandeira suíço será o Wawrinka. Sharapova (que deve ser o maior sucesso das porta-bandeiras), Radwanska, Djokovic, Mirnyi (Bielorussia), Baghdatis, Tecau (Romenia), Vogt (Linchenstein) são outros tenistas que terão tal honra.

João Gonsalves no México. Mais tarde coloco a Maria e quem mais fizer sucesso no desfile de hoje.

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quinta-feira, 26 de julho de 2012 Olimpíadas, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 10:56

As chaves olímpicas

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Chavinha interessante essa masculina das Olimpíadas. De repente, você olha para a metade de baixo e pensa: está todo mundo por aqui! Djoko, Murray, Tsonga, que enfrenta Bellucci logo na 1ª rodada, Raonic, Cilic, Birdich e, não menos importante, Andy Roddick, tudo gente com a mão pesada. Dá para pensar; que gelada.

Olhando a chave de cima, temos Federer, que enfrenta o Falla na 1ª rodada, e então o Isner e o Karlovic (que se machucou e está fora), ambos sacadores, mas um pouco lentos para a grama, o quase aposentado Nalbandian e o Tipsarevic, este só coloquei porque é cabeça e enfrenta o argentino na 1ª rodada, todos no mesmo quadrante. Só que, os dois últimos quadrantes, cujos cabeças são Ferrer e Delpo, podem ser considerados babas olímpicas de primeira qualidade.

Se Bello terá estreia dura, contra o semifinalista de Wimbledon Jo Tsonga, as duplas brasileiras não terão vida fácil. A chance do brasileiro reside no fato do francês pirar legal no ambiente dos Jogos. Ajudaria se sacar muito também. Nas duplas, Bello e Sá enfrentam os irmãos Bryan, o que não dá para chamar de sorte, e Mello/Soares pegam Isner/Roddick, dois dos três maiores sacadores do tênis atual. Arreehh!

A chave feminina não tem tantas sinucas, até porque não tem tantas zebrinhas na pastagem. Mas temos algumas partidas interessantes logo de cara. Radwanska e Goerges, Ivanovic x McHale, Vinci x Cljisters, que não é cabeça e pegaria a Stosur na 2ª, Li x Hantuchova, Serena x Jankovic, Venus x Errani (que precisa cuidar para não tomar outro set dourado na grama). Mas a distribuição das forças pela chave ficou equilibrada.

Tudo isso a partir de sábado e, que eu saiba, com pouquíssima ou nenhuma televisão.

E vocês acharam que eu iria colocar alguem com a mão em um caneco sorteando um lugar na chave??

E para as moças não reclamarem..


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quarta-feira, 25 de julho de 2012 Olimpíadas, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 23:59

Cabeças de chave e critérios Olímpicos

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Nesta quinta-feira sai as chaves das Olimpíadas. Abaixo os cabeças de chave e os critérios para suas escolhas.

A chave será sorteada no All England, local dos jogos. Os rankings de 23 de julho da ATP e WTA foram usados. Percebam que Andy Roddick, que não é cabeça, estará assombrando algum favorito desde a primeira rodada.

Nas duplas é usado uma combinação dos rankings tenistas das duplas. O ranking mais alto de cada um, de simples ou duplas, foi utilizado.

Ao contrário de qualquer evento de tênis, nas simples e nas duplas, quando há mais de um atleta ou dupla, elas serão separadas na chave através de sorteio. Quando há mais de dois, em diferentes quadrantes.

A chave de 16 duplas mistas serão feitas na terça-feira, 31/07, com tenistas já presentes nas simples ou duplas.

SIMPLES HOMENS

1. Roger Federer (SUI)

2. Novak Djokovic (SRB)

3. Andy Murray (GBR)

4. David Ferrer (ESP)

5. Jo-Wilfried Tsonga (FRA)

6. Tomas Berdych (CZE)

7. Janko Tipsarevic (SRB)

8. Juan Martin del Potro (ARG)

9. Juan Monaco (ARG)

10. John Isner (USA)

11. Nicolas Almagro (ESP)

12. Gilles Simon (FRA))

13. Marin Cilic (CRO)

14. Fernando Verdasco (ESP)

15. Kei Nishikori (JPN)

16. Richard Gasquet (FRA)

SIMPLES MULHERES

1. Victoria Azarenka (BLR)

2. Agnieszka Radwanska (POL)

3. Maria Sharapova (RUS)

4. Serena Williams (USA)

5. Samantha Stosur (AUS)

6. Petra Kvitova (CZE)

7. Angelique Kerber (GER)

8. Caroline Wozniacki (DEN)

9. Sara Errani (ITA)

10. Li Na (CHN)

11. Ana Ivanovic (SRB)

12. Dominika Cibulkova (SVK )

13. Vera Zvonareva (RUS)

14. Maria Kirilenko (RUS)

15. Sabine Lisicki (GER)

16. Nadia Petrova (RUS)

DUPLAS HOMENS

1. Bob Bryan/Mike Bryan (USA)

2. Michael Llodra/Jo-Wilfried Tsonga (FRA)

3. Janko Tipsarevic/Nenad Zimonjic (SRB)

4. Mariusz Fyrstenberg/Marcin Matkowski (POL)

5. Tomas Berdych/Radek Stepanek (CZE)

6. Roger Federer/Stanislas Wawrinka (SUI)

7. Mahesh Bhupathi/Rohan Bopanna (IND)

8. Novak Djokovic/Victor Troicki (SRB)

DUPLAS MULHERES

1. Liezel Huber/Lisa Raymond (USA)

2. Sara Errani/Roberta Vinci (ITA)

3. Maria Kirilenko/Nadia Petrova (RUS)

4. Andrea Hlavackova/Lucie Hradecka (CZE)

5. Angelique Kerber/Sabine Lisicki (GER)

6. Ekaterina Makarova/Elena Vesnina (RUS)

7. Flavia Pennetta/Francesca Schiavone (ITA)

8. Nuria Llagostera Vives/Maria Jose Martinez Sanchez (ESP)

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