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Arquivo da Categoria Masters

terça-feira, 16 de novembro de 2010 Masters, Tênis Masculino | 13:23

Os últimos oito.

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Grupo A – O modelo do Masters, que reúne os oito melhores da temporada e começa este Domingo, 21/11,  permite que, por exemplo, Federer e Nadal se enfrentem ainda na semifinal, ou mesmo que um tenista “coloque” ou “tire” um outro tenista das semifinais, da maneira que ganha, ou perde, a ultima rodada do qualificatório. O Verdasco é o primeiro a entrar na festa se alguém pular fora, o que frequentemente acontece.

Grupo A 

Rafael Nadal

Semifinalista em ’06-’07. Ficou fora em Paris por dores. Nunca ganhou.

Novak Djokovic

Vencedor em 08, não passou da 1a fase em 09. Está mais de olho na final da Davis que é o que vai contar até o fim de sua vida.

Tomas Berdych

Primeira participação – como zebra é um perigo.

Andy Roddick

Veterano com oitava participação. Depende da velocidade da quadra.

Grupo B
 

Quatro títulos em cinco finais falam alto

Robin Soderling

A zebra sueca corre por fora.

Andy Murray

Joga em casa! Ficou de fora da semi em 09 por um game. Esta semana perdeu o #4 do ranking para o Viking.

David Ferrer

Finalista em 07 e sempre um encardido. Bobeou ele ganha. É a prova viva que um esforçado pode fazer carreira.

Duplistas – Os únicos não “especialista”, ou seja, que não se dedicam exclusivamente às duplas, são o “Abílio” Melzer e seu parceiro Petzschner e o fantasmão Kubot.
Grupo A

Bob Bryan
Mike Bryan

Lukas Dlouhy
Leander Paes

Mariusz Fyrstenberg
Marcin Matkowski

 Jurgen Melzer
Philipp Petzschner

Grupo B

Daniel Nestor
Nenad Zimonjic

Lukasz Kubot
Oliver Marach

Mahesh Bhupathi
Max Mirnyi

Wesley Moodie
Dick Norman

O2 – O local.

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010 Curtinhas, Masters, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 10:00

Investimento tech

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Evento de rico é outra coisa. O Torneio de Indian Wells, localizados em uma das áreas com mais milionários mundo afora, e cidade com a maior porcentagem de republicanos – partidos dos ricos americanos – na Califórnia, atualmente governada pelo Republicano Arnold “I’ll be back” Puxaferro, anuncia que a partir de 2011, as oito quadras do evento terão o “hawkeye”, o sistema de desafios à arbitragem.

A maioria dos torneios tem somente uma quadra equipada garantindo uma melhor arbitragem. Alguns possuem até três quadras. Indian Wells decidiu que se tem oito quadras, que existam oito “olhos de gavião”.

Vale lembrar que cada uma das quadras exigirá no mínimo seis câmeras para que o software possa analisar as imagens e mostrar os resultados. Quem conhece o preço das câmeras e do equipamento necessário para que elas trabalhem tem uma idéia do custo de tal empreendimento.

Além das câmeras, no mínimo 54, é necessário investimento no equipamento de mesa de operações, soft e hardware, pessoal habilitado, telões em cada uma das quadras. Aproveitando a tecnologia, o evento disponibilizará telões em diferentes locais para que o público possa acompanhar as partidas mesmo fora das quadras.

O torneio ainda não divulgou o tamanho do investimento de tal orgia tecnológica – que não deve ser pouco. Ao fazê-lo colocam um novo parâmetro para os eventos tenisticos que, no médio prazo, deve forçar os outros torneios, pelo menos os GS e os Masters 1000, acompanhar.

Indian Wells – um oasis tenistico no meio de um deserto na Califórnia.

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010 História, Masters, Tênis Masculino | 11:56

Louca imaginação

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Cerca de 20 anos atrás o Brasil era, junto com os EUA, o país que mais torneios de tênis promovia mundo afora. Sempre aos trancos e barrancos, por conta da miopia de patrocinadores que insistiam em se comprometer com eventos por uma única temporada, tanto pela falta de cultura empresarial com o longo prazo, como por conta dos não tão infundados receios das montanhas russas econômicas de nosso país.

Mesmo com essa realidade conflitante, o Brasil tinha inúmeros Chellengers e chegou a ter cinco ATP Series em uma única temporada, algo que só os EUA tem atualmente.

Junto com o meu então parceiro, Paulo Ferreira, chegamos a realizar um torneio em São Paulo, acredito que em 1982, no defunto Centro Paulista de Tenis, conjunto de doze quadras cobertas que marcou época na cidade e no país. A data foi importada de Buenos Aires, que passava por uma de suas crises econômicas. O evento era da denominação “International Series”, hoje caracterizada como “Masters 1000” – a série maior do circuito profissional fora dos Grand Slams.

Desnecessário dizer que o torneio foi um sucesso, lotando as arquibancadas, como sempre temporárias. No entanto, também como sempre, os patrocinadores tinham somente um desejo pontual no evento, que acabou por nos fugir das nossas mãos.

Esse momento na história do tênis brasileiro foi o mais fecundo e rico em termos de eventos, não igualado mesmo em tempos de Gustavo Kuerten e os de muito dinheiro correndo solto. Foi bancado por alguns poucos empresários do ramo de promoções que graças a sua paixão pelo tênis e a visão destemida faziam das tripas coração. Não tinham respaldos de agencias governamentais, estatais, dinheiro estrangeiro, Banco do Brasil, nem verbas contemplando Jogos Olímpicos e muito menos de CBT. Era na raça.

Mas, por inúmeras razões, conhecidas por quem viveu a época, o Brasil perdeu esse bonde e até hoje não passou outro. Ou melhor, tentou passar, em 2000, quando a ATP queria demais realizar o atual World Tour Finals (O Masters) por aqui e se acertou com um empresário português que tinha o dinheiro das empresas telefônicas do velho mundo para realizá-lo.

Tentaram, mas naufragaram na falta de infra-estrutura (não havia um único estádio para abrigar o porte do evento), na burocracia que só se move com um azeite muito especial, na má vontade de políticos que tinham agenda própria e até mesmo na idiotice de alguns tenistas, alguns deles incrivelmente surpreendentes em suas posições, que por razões políticas, pessoais e nunca divulgadas não queriam o evento por aqui. Alguns, mais levianos, chegaram até a dizer que o homem vinha aqui para “lavar dinheiro”. O evento foi para Lisboa, onde Kuerten tornou-se o 1º do mundo longe de casa.

Escrevo isto enquanto assisto Roger Federer oferecer mais uma aula de tênis no Masters 1000 de Xangai, desta vez batendo John Isner. Admiro o estádio, belíssimo, mas sem o numero de fãs que um torneio desses exige para brilhar. Fico imaginando um evento desses acontecendo em São Paulo, ou mesmo no Rio de Janeiro, que deve abrigar tudo quanto é evento nos próximos anos, até por exigência do COI. Trata-se de imaginação, mas quando a realidade aperta não custa lembrar o poeta francês Aveline: a imaginação mais louca tem menos recursos que o destino.

O Estádio Magnólia em Xangai – aqui tentou-se o Ibirapuera e Maracananzinho, ambos rejeitados.

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terça-feira, 12 de outubro de 2010 Masters, Tênis Masculino | 12:55

Momentâneo

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Todos temos aqueles dias em que acordamos com um nó no peito quando momentaneamente nos sentimos sem grandes vontades de sair da cama. O meu, pelo menos, tenho uma boa idéia o que está me deixando assim, que é um tantinho melhor do que quando não temos a menor noção do por que. Mas esse não é o assunto.

O circuito está do outro lado do mundo e quem quer acompanhar as partidas é obrigado a varar a noite, algo que não cai bem com meu sistema. E é exatamente esse fuso horário que os tenistas não vêem com muitos bons olhos. Mesmo assim, duas vezes por ano eles são obrigados a fazer essa peregrinação.

Alguns fazem como Nadal; aos pouquinho. Vai a Tailândia, uma semana antes do evento, para ir se ambientando a tudo que há que se ambientar em um continente tão diferentes do deles ou do nosso.

Outros fazem como Federer que, pelo visto, não está mais na fase de experimentar ou jogar muito e aparece só para competir o que é preciso.

Desta vez o suíço decidiu viajar sem a mulher e filhas, o que faz sentido. Mudar de fuso duas vezes em uma semana não é tarefa agradável, menos ainda para duas crianças, e é bem capaz de deixar alguém com um desagradável nó no peito.

Como sempre acontece, as estrelas são recebidas com um tapete vermelho. Os chineses de Xangai estão realizando, concomitante ao Masters 1000, uma Feira Mundial, algo que movimenta barbaridades uma cidade – eu me lembro de três Feiras Mundiais marcantes; a de Paris, no nascer do século passado e que mudou as características arquitetônicas da cidade, a de Montreal em 1967, a maior delas e que mostrou ao mundo o trabalho de Buckminster Fuller e sua geodésica, e a de Nova York, em 1964, realizada no mesmo Corona Park, hoje casa do U.S. Open, todas com mais de 50 milhões de visitantes, o que dá uma idéia de suas grandezas. São Paulo, ouço, está pleiteando uma para 2020.

Federer fez uma visita à Feira, onde foi passear no teleférico que trafega por cima dos pavilhões nacionais. Nele, o atleta foi fotografado em sua solidão momentânea, algo com que um tenista deve, obrigatoriamente, saber conviver. Pelo menos momentaneamente.

Federer – sózinho no topo.

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sábado, 28 de novembro de 2009 Masters, Tênis Masculino | 23:26

Motivação extra

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Confesso que não presto atenção nos “bolões” dos leitores, mas duvido muito que alguém tenha sido macho de colocar Del Potro x Davydenko na final do Masters. E se aparecer uma nota preta no ucraniano/russo nos sites aposta ingleses, podem apostar que foi a mãe ou, mais provável, a mulher dele que, ao contrário dele, não esconde suas emoções. Fico só imaginando o carequinha lidando com aquela bomba russa – bem vamos ficar na realidade.

Esse negócio dos leitores ficarem criando desculpas para o suíço ou então tentando convencer alguém de que o cara não é mais o mesmo é delírio de torcedor. E como eu já escrevi antes, e o Belluzzo não me deixa mentir, fanatismo é um passo além da ignorância.

O fato é que Federer já estava mentalmente contente com a temporada, apesar de pela cara que fez ao cumprimentar o adversário no final da partida das duas uma: ou não gosta nada do carequinha ou ficou chateado com a derrota. Do outro lado da rede, Nikolay não mostrou a menor emoção.

De qualquer maneira, um pouco que estivesse fora do eixo foi o bastante para abrir a porta ao Davydenko que jogou muito tênis, sim senhor. Além disso, ele que é meio amarelão em grandes momentos, jogou muito na hora da onça beber água. Aguentou a pressão que nem gente grande e jogou um 30×30 no último game, aquele da direita cruzada no contra pé, como um campeão.

Del Potro e Soderling têm o mesmo tênis. Assistir um ou outro na final não vai fazer grande diferença. Prefiro o argentino por questões geográficas. Comendo por fora, não se pressionando por vitórias e com aquela mesma cara de paisagem de sempre chegou lá. Em nenhum momento demonstrou querer tanto esse título como os outros. Talvez por isso chegou à final.

No entanto, amanhã Delpo tem uma motivação extra. Mostrar ao Nalbandian, e aos fãs argentinos, que não é só o Pança que ganha o Masters. No entanto, eu talvez tenha uma motivação extra em ver o Davydenko vencer – ver como é a cara dele vibrando, o que, espero, só a mulher dele conhece.

TENNIS-MEN/FINALSTENNIS-MEN/MASTERS

Vamos deixar algo bem claro: NINGUÉM bate Nikolay Davidenko 13 vezes seguidas!!

Vem cá, meu carequinha!

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Light, Masters, Tênis Masculino | 13:40

Garfos e capetas

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Minha mulher anda indignada com o fato de que alguns adversários roubam. Ela é nova no circuito. Eu tento corrigir – roubam não, garfam. Ela retruca que é a mesma coisa. Eu é que não vou arrumar discussão por uma questão de semântica.

Eu sempre pensei que algumas pessoas mudam drasticamente quando entram em quadra. É mais notável quando mudam para pior. Conheci tenistas profissionais que fora da quadra são uns gentlemen e dentro viram um capeta.

Os mais malas são aqueles que ficam tentando desestabilizar o adversário e os mais descarados são os que ficam garfando. Os primeiros sempre racionalizam suas baixarias. As racionalizações mais usadas é que outros também fazem e/ou que aquilo faz parte de uma estratégia, uma competitividade, e que, em seus delírios, são características elogiáveis. Pior, tem gente que acredita. Algo como os argentinos, os boleiros, tentando justificar suas atitudes e milongas em campo. Os argentinos de então, porque atualmente eles estão bem diferentes.

Mas os garfadores são um caso à parte. São desprezados e olhados como uma casta ordinária no tênis e simplesmente não gostados. E são sempre conhecidos, apesar de que em seus delírios acham que ninguém vê, ninguém sabe. Aparecem mais entre amadores e juvenis, já que entre os profissionais existem os árbitros. O que não impede que tentem dar suas mordidas, como vemos abaixo. E não se iludam, o Robin não é o único. Existem várias formas de garfar, ou ser desonesto, entre os profissionais. Tentar ludibriar o juiz e roubar o adversário é só uma. Vamos ver se vocês lembram de outras.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009 Masters, Tênis Masculino | 22:42

Dói!

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Os ingleses ficaram sem seu jogador nas semifinais por um game. E, pior, justamente por conta de um argentino.

Faz tempo que um grupo não era decidido por um placar tão apertado. O saldo favorável de games de Federer foi quatro, Del Potro dois e Murray um. Com certeza, o escocês vai ficar, mesmo que inconscientemente, fazendo contas durante a noite. “Qual foi mesmo o game que eu não deveria ter perdido?” Ou quais deveria ter feito – uma má lembrança será como “largou” o terceiro set contra Federer (6×1).

Para azar do Murray houve o empate de três tenistas – se tivesse empatado só com Delpo ele estaria na semifinal por ter vencido o confronto deles. E não me venham com teorias conspiratórias entre Federer e Delpo!

O que deve tirar mais o sono de Murray, além de ficar de fora de sua própria festa, é ver Delpo, com quem tem uma encardida rivalidade, mais uma vez lhe dar uma rasteira. A maior delas, lógico, o fato do argentino ter conquistado um GS antes dele. Isso sem falar que o argentino vai se aproximando de seu ranking.
Como sempre acontece, Murray vai esnobar a derrota e o fato e ficará falando do sucesso de sua temporada e das expectativas para a próxima. Mas que dói, dói.

mur

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quarta-feira, 25 de novembro de 2009 Masters, Tênis Masculino | 10:29

A diferença

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Com a vitória sobre Andy Murray, Roger Federer confirmou a posição de #1 para a temporada de 2009. É a quinta temporada que encerra como o melhor do mundo e o 2º tenista a conseguir voltar a fazê-lo, após perder essa posição no fim da temporada. Como o homem está jogando por grandes feitos, fica a pergunta se ele conseguirá manter a motivação para o resto do torneio. Porque fechar a temporada como #1 falará mais alto em seu currículo do que um eventual título em Londres.

Por outro lado, a partir do momento que o Masters saiu de onde o Judas perdeu a bota – Xangai – e passou a ser jogado em Londres, talvez seja o bastante para um ultimo esforço mental por parte do suíço na temporada.

À parte dessa incógnita, a partida contra Murray foi interessante taticamente. Pelo 1º set, parecia que o escocês pudesse enrolar o suíço mais uma vez. Mas Federer foi humilde o bastante para jogar, quando necessário, no esquema do adversário e não sucumbir aos erros não forçados. Foi paciente a partir do segundo e não hesitou em ficar trocando slices de esquerda.

No final das contas, Federer levou a melhor porque tem também a agressividade e o ataque – tanto do fundo como na rede. Sem falar naquela direitaça. Murray continua contando só com a habilidade, a enrolação e a força das pernas. E fica bravo quando sugerem que ele deve ser mais agressivo. Disse que vai ganhar um GS é dessa maneira. Bem, por enquanto vai esperar.

TENNIS-MEN/FINALSFederer – cinco vezes número 1

E para quem não entendeu, olhem o dedinho…

Britain Tennis ATP Finals


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terça-feira, 24 de novembro de 2009 Light, Masters, Tênis Masculino | 12:50

Savile Row?

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Qual dos elementos abaixo está mais, e o que está menos, confortável, e o mais, e o menos, elegante, com a vestimenta formal que os organizadores acharam por bem colocar nos tenistas, por conta do evento ser jogado em Londres? Os dois elementos mais atrás, de chapéu coco, não contam.

Adianto, não por ter “inside information”, mas por utilizar simples métodos utilizados por famoso residente da Baker Street, próxima do local da foto, que as vestimentas não pertencem aos jogadores e sim foram cedidas pela produção local – atentem para o detalhe dos bolsos duplos em quatro deles, dois com bolsos altos e o mesmo corte do bolso em mais dois – o que prejudica, ou pensando bem, ajuda os tenistas.

Vejamos a avaliação fashion de nossos leitores. Opiniões femininas valem dobrado.

TENNIS-ATP-MASTERS

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009 Masters, Tênis Masculino | 16:20

Nem o pão-com-manteiga?

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Até o fim do primeiro set eu ainda acreditava na vitória do Rafael Nadal. Até o fim do segundo ainda acreditava que o espanhol encontraria um jeito. Nada feito.

Nadal entrou em quadra com um “game plan” diferente do utilizado no ultimo confronto – mais slices, agressividade na devolução de 2º serviços, bolas mais anguladas e não tão altas etc.

O plano era bom, funcionava, mas a diferença foi mental. E aí a grande surpresa. Os dois sets – 6/4 6/4 – foram decididos na hora da onça beber água, um momento da partida onde o espanhol normalmente faz e desfaz à vontade. Não hoje.

O final do 1º set já foi estranho, com aquele 30×40 que Nadal vibrou achando que era um ace, é cantado fora e ele não desafia?! E ainda erra uma direita pão-com-manteiga para perder o set!?

No segundo, o sueco novamente sacou na frente, sempre mais confortável emocionalmente. E na hora H Nadal miou. Erros de revés acabaram com suas chances de, pelo menos, vencer um set, enquanto o revés do Soderling aguentou o tranco.

Mudou Soderling ou mudou Nadal? Talvez um pouco dos dois. O sueco, tenista perigosíssimo, mais do que ele mesmo acredita, vem melhorando tecnicamente e mentalmente; ele que se derretia psicologicamente com frequencia.

Por outro lado, Nadal, apesar dos esforços, não consegue fazer as mesmas barbaridades com a mesma frequência. Ainda as faz, mais do que qualquer outro, mas, desde Maio, nas mãos do mesmo algoz de hoje, alguma coisa carece no tênis do espanhol.

pao

Pão com manteiga, o mais fácil, o mais gostoso.

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