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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012 História, Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 13:24

Laureus

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O prêmio Laureus foi fundado e lançado em 1999 pelas empresas Richemont, empresa suíça de produtos de luxo (Dunhill, Baume et Macier, Carier etc) e a alemã Daimler (carros Mercedes-Benz).

O prêmio vem tentando colocar a marca “Oscar” ao lado de sua premiação como uma forma de marcar e combater a sua curta história. Segundo o site, que não é muito “amigável” e transparente, não dá para saber muito. Pesquisando, descobre-se que uma lista de jornalistas globais, das quais não se conhece os nomes, produz uma lista, que é enviada a um painel de 46 ex-grandes atletas, de lista conhecida e divulgada, que faz a definição final dos vencedores. Entre estes alguns tenistas; McEnroe, Nastase, Becker, Seles, Navratilova e um brasileiro, Fittipaldi.

Este ano, o título de “Melhor Atleta” ficou com Novak Djokovic – e quem é que vai contestar tal escolha?! O cara só não fez chover em Roland Garros e no Masters. O resto foi dele, o que não é pouco.

É interessante como o tênis tem tido extraordinário sucesso na premiação, o que comprova a “Época Dourada” do esporte branco. Nos primeiros anos da premiação, Tiger, Schumaker e Armstrong lideraram. A partir de 2005, Federer venceu quatro vezes, Bolt duas, Nadal uma e agora Djoko. Capriati, Serena (duas vezes) e Henin também ganharam. É o esporte que mais ganhou, seguido do atletismo. Futebol? Nenhum, Messi ficou em terceiro este ano.

Com estes títulos, confirma-se, mais uma vez, o alcance do esporte tênis, ainda tão desprezado pela nossa mídia e, por que não?, pelo nosso público, ainda acostumado com o mais fácil.

Entre as diferentes categorias premiadas, uma não pode ficar sem nossa lembrança e menção e a de “Esporte pelo Bem”, com a vitória de Raí e seus projetos sociais. Não deixa de ser uma bela vitória de nosso esporte.

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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012 Light | 11:32

Defesas

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Para começar, e finalizar, a vitória de New York sobre New England no Super Bowl. Durante o jogo percebi que estava torcendo para os Patriots, mas dancei.

Comentando o comentário do Barão. O jogo foi bom, até pelas Defesas. Ao contrário da cultura brasileira do futebol, onde o ataque é tudo e a defesa um mero detalhe de atrapalho realizado por cabeças de bagre, no futebol americano, que deveria ter tudo menos esse nome, a defesa fala alto e tem importância tão grande quanto o ataque. Aliás, essa cultura do futebol brasileiro é fato entre os fãs, não entre o técnicos.

Quanto a tão mencionada “falha” do Welker, a real é que a bola foi “overtrown” pelo Brady, que foi apurado pela defesa – ele simplesmente fez um esforço em tentar pegá-la. E, ao contrário do que está acostumado a fazer, e daí as altas expectativas, deixou bola cair. Vai sonhar com ela por muito tempo.

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domingo, 5 de fevereiro de 2012 Light, Minhas aventuras | 17:43

Super Bowl

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Hoje é dia de Super Bowl XLVI, mega espetáculo do esporte americano que, entre outras coisas, serve para me lembrar que o tempo é, ao mesmo tempo, um carrasco e amigo.

Assisti ao primeiro deles, no início de 1967, com vitória dos Packers de Vince Lombardi, pouco depois de chegar aos Estados Unidos para estudar. No ano seguinte já sofria por ver um dos meus times (Oakland Raiders) derrotado na final pelos mesmos Packers.

Ao contrário da maioria, nunca fui fã de um único time, muito pouco pela minha paixão pelo esporte. San Francisco e Minnesota também fazem parte da lista, todos por razões distintas.

Minnesota eu me apaixonei em uma partida disputada debaixo de neve, em 1967, contra os Cowboys (o único que eu não gosto mesmo) e pelo estilo de então de correr com a bola e ganhar, quando ganhavam, na marra. Nunca deixei de torcer por eles, especialmente nos anos 70, quando foram “O Time” perdendo quatro vezes no Super Bowl, por conta de alguma praga rogada pelo pessoal de Chicago.

San Francisco porque morei lá, uma razão tão boa quanto a melhor do mundo – e eles foram os “melhores do mundo” nos anos 80. Liderados por Joe Montana (The Quaterback) e Jerry Rice e Ronnie Lott ( O Xerifão).

Os Raiders, os grandes rivais do outro lado da Bay Bridge, porque era o time mais politicamente incorreto da época – de qualquer época. Uma diversão impagável liderada por John Madden – técnico que virou o melhor comentarista da história, o que prova que o cara tem que conhecer o metier – Jim Biletnokoff ( o melhor receiver da história, junto com Rice, Jim Otto, Dave Casper, Ted Hendricks (e cujo quarto eu dormia na Univ de Miami quando ia por lá), Willie Brown e Howie Long.

Colocaria aí também, por uma razão ainda mais distinta, New Orleans (porque eles nunca ganhavam nada, a cidade é charmosa e diferente das outras americanas e o uniforme o mais bonito).

Desta vez não tenho favoritos. Patriots e Giants. New England e New York. Uma rivalidade da costa leste, que nunca foi a minha. Mas para quem conhece a área, sabe que ali o bicho pega tanto quanto São Paulo e Rio, uma rivalidade já não é mais tão grande.

Jogo por jogo, vou decidir na hora para quem torço, como sempre faço. Vou deixar a emoção me levar. E geralmente ela me leva para quem estiver perdendo, o que sempre causa um certo desconforto, e uma emoção ainda mais forte, no finalzinho. Porque hoje não haverá empate.

Como diz o meu enteado sobre Tom Brady – o cara é o melhor do jogo, milionário, bonitão, dorme com a Gisele e ainda vou torcer pra ele?

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012 Light | 13:13

Bolão Aberto Austrália?

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Já que alguns leitores se amarram nesse negócio de bolão e o nosso Barão, eterno diplomata local intercedeu, vou tentar fazer algo diferente.

Deixo claro que eu não me amarro nem me desamarro, nem o site tem a intenção de realizar “bolões” e muito menos compactua ou incentiva com qualquer tipo de aposta. Muito pelo contrário.

Mas como a idéia parece divertir os leitores, e isso definitivamente deve ser considerado, tive a seguinte idéia:

Todos os palpites, comentários, avisos ou seja lá o que for que tenha a ver com o bolão do Aberto da Austrália deverão ser colocados aqui neste Post. Todos os palpites, comentários etc sobre o mesmo em qualquer outro Post serão deletados.

Da mesma maneira que muitos se divertem com isso, muitos não se divertem. E como eu quero que todos fiquem contentes (difícil, senão impossível, mas uma meta) tentarei esta maneira. No fim do torneio, o nosso “Bookmaker” Cavalcanti pode me passar a sua relação (resultados) e eu coloco no Post.

Vamos ver como a idéia funciona, se resolve ou cria problemas.

Divirtam-se!

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sábado, 24 de dezembro de 2011 Light, Minhas aventuras | 20:23

Feliz Natal

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O dia de Natal está associado, há séculos com a celebração do nascimento. O do Sol, em uma época que a nossa estrela-mãe tinha status de deus, e há muitos séculos com o nascimento do Cristo.

Como por aqui vivemos sob a influência total da data, que recebe uma relevância ainda maior pela proximidade com o fim do ano, torna-se uma data de celebração familiar, ao mesmo tempo em que induz, ou deveria, à consciência e temas ligados à religiosidade, que é a origem real de toda essa comoção.

Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que por este Blog passam e prestigiam com a leitura e, por vezes, os comentários. É deveras interessante e prazeroso ter um rol de amigos dos quais pouquíssimos tive o prazer de conhecer.

Assim sendo, aproveito o local e a leitura para desejar a todos sinceros e fervorosos desejos de um Feliz Natal e tudo que essa data possa representar para cada um de vocês. Tenham uma ótima, feliz e farta ceia com seus queridos e amados, esta uma das melhores e mais felizes maneiras de se passar uma noite, de Natal ou outra qualquer.

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011 Light, Minhas aventuras, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 00:54

Karma tenístico

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Outro dia, aproveitando uma dessas tardes maravilhosas que vem se repetindo, nestes tempos em que o verão ameaça, ainda sem sucesso, se instalar, me alojei em uma cadeira, à mesa, debaixo da jaqueira que orna e sombreia a seção de tênis do melhor clube do país – E.C. Pinheiros.

Estava a ter uma conversa um pouco mais séria do que o cenário exigia quando fui interrompido por um amigo, ansioso por me contar uma história. História que é a alma deste Post, história que o meu leitor que não seja um sofasista de almofada cheia conhece várias e que, com a mais absoluta certeza, viveu e sentiu na pele. De um jeito e do outro.

Estava o amigo a enfrentar um de seus maiores rivais – e atentem, são tenistas de categoria, 2ª classes, na pior das hipóteses, dos mais encardidos. O adversário abriu, no set decisivo, um 5×1 que, para quase todos os efeitos, davam as favas como contadas. Como todos, incluindo os amigos do sofá, sabem, o jogo só acaba quando termina. Mas 5×1 é 5×1, pelo amor dos meus filhinhos, como diria o endiabrado Silvio.

A essa altura, o amigo – deixarei os nomes de fora, até porque, como já disse, a história é universal – começou a desviar o assunto pelas mudanças táticas que executou, lembrando; nada acontece de graça. Mas as suas táticas não são o ponto da história, por conta disso privarei os leitores de uma aulinha tática. Só vale lembrar que a não mudança de uma tática claramente perdedora só é uma alternativa para os mais teimosos, burros, ou se preferirem sem imaginação; ou se seu nome for Roger Federer, que não cai em nenhuma das alternativas anteriores, seria o que me faltava, mas tem uma só sua.

Pois é. O amigo foi lá, mudou o jogo e começou a cacifar. Esqueci de dizer; era 5×1 40×0, o que não é mole não. E, no game seguinte, 2×5, 15×40. Pois é. O amigo escapou de ambas sinucas. E aos poucos, que nem a galinha enche o papo, foi vencendos os pontos, adquirindo a água benta dos tenistas, a santa confiança, e virou o jogo. Sim, 7×5.

O amigo babava enquanto nos contava seu feito nos mínimos detalhes. Dava para ver o prazer saltando de seus olhos, sorvido como saliva pré churrasco em reunião de peão. Como é linda a vitória, especialmente uma tão arduamente conquistada, uma tão improvável.

O amigo se despediu, sem muita vontade, é fato, já que a conversa lhe era prazerosa nas últimas, com um sorriso nos lábios evidenciando que o karma tenistico o acompanharia por mais alguns dias, pelo menos até que um novo infortúnio o atropelasse em quadra, como sempre, mesmo para os Djokovics, acontece.

E não é que não deu 5 minutos, nem dando tempo para eu embalar a conversa interrompida, chega o amigo protagonista, ou seria coadjuvante, da história acima.

O rapaz chegou com aquela cara de quem não sabe ao certo se cumprimenta e passa reto ou se arrisca uma estadia mais prolongada. Pois é, Kurosawa já nos mostrava que os dois lados de uma história quase sempre nos apresenta uma terceira tão ou mais interessante.

Sem nenhuma intenção masoquista, não pude deixar de mencionar o fatídico. E aí, como foi? Ele me contou o seu lado da história, onde ele era muito mais o vilão do que o amigo mútuo o herói. Não importa, até porque não é essa a questão também. Naquele dia, com o céu azul, o conforto do calor aliado às delicias da sombra de uma frondosa árvore, complementados pelo prazer de uma bebida refrescante, a minha mente tinha uma única curiosidade, que não vi porque não a satisfazer.

De sopetão, sem o menor perdão ou cerimônia, perguntei. Quando você pirou?

Sem pestanejar, até porque não se trata de safasista ou mesmo panga, ele voleou de volta – “no 5×3!!”. Alí já comecei pensar muita merda.

Pensei com meus botões – “um pouco cedo, talvez”. Mas lembrei de 40×0, do 15×40 e aquiesci com a cabeça sabendo que nesses affairs melhor se passa sem o julgamento alheio. São cruéis esses percalços mentais. Como lidar com eles? Como os cachorrões conseguem escapar delas – se é que escapam?

Já no fim de sua história, o segundo amigo menciona que um terceiro – adversário de ambos – estava sentado na cadeira do juiz, por conta de uma daquelas recorrentes e danosas contusões, nada mais podendo fazer em uma quadra. Os três saíram da quadra ao mesmo tempo e caminharam para aquela mesma jaqueira que eu então aproveitava. Chegando à mesa, já pedindo e pensando nos prazeres de uma Norteña gelada, o terceiro vira para o segundo e diz: “agora que você nunca mais meta o pau no Bellucci quando ele fizer das dele”. Quanta verdade dita em frase tão curta. E não somente por conta do nosso melhor tenista.

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 Light, Tênis Masculino | 11:43

Um a menos

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Uma notícia, que não sei bem se boa ou ruim, é que o holandês Richard Krijicek, ex top 10 e campeão de Wimbledon e atual diretor do Torneio de Rotterdam, parece ter abandonado suas intenções de ser escolhido como o próximo presidente da ATP – o atual sai no fim deste ano. Richard era o favorito ao cargo que é o principal do tênis masculino.

Nos últimos muitos anos a ATP vem sendo gerida por executivos pescados em diversas áreas do esporte e mesmo fora delas. O ultimo que realmente fez uma diferença foi Mark Miles – de lá para cá nenhuma unanimidade.

A razão da desistência de Krajicek, que não é oficial, seria a falta de suporte dos membros do Conselho da ATP, que arregimenta representantes de tenistas e dos donos de torneios, sendo que estes são funcionários de empresas com vários interesses no bussiness/tennis.

Pelo jeito alguém, ou um dos setores, não quer o holandês encabeçando a ATP. A escolha é quase similar a de um presidente eleito por donos de empresas e sindicatos de empregados. Que tipo de personalidade vocês acham que é escolhida?

Krajicek – ele não.

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 Light, Minhas aventuras, O leitor escreve, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 15:35

ATPanga

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Para quem está pensando em assumir menos e menos compromissos eu devo estar fazendo algo errado. Na sexta-feira, estava fora de São Paulo, tentando acertar os compromissos do fim de semana. No Domingo eu tinha um em São Paulo e outro fora. No sábado em tinha o ATPanga em São Paulo, mas estava fora da cidade. Sim, confuso, e é isso que aqui menciono.

No fim, como sempre, uma decisão se toma. No Sábado parti em direção a São Paulo. O céu estava desencorajador, a viagem é mais do que curta, mas os Ipods resolvem a questão – som de estrada nas caixas e lá vamos nós. Só uma coisa me incomodava. Para alguém do meu status e responsabilidade eu estava a ponto de dar uma bela pisada na bola. Eu ia encontrar meus caros leitores em um evento tenistico e estava sem um sequer dos meus tacos (raquetes) na mala. Sim, eu os esquecera ao sair de São Paulo e o caminho para o YCP é totalmente fora de mão. Iria, literalmente, chegar de mãos abanando.

Apesar da garoa fina e forte que caia sobre a cidade, descobri que o pessoal, todos tenistas e nenhum sofasista, se adapta. Chove? É hora do almoço! Parou, é hora de jogar.

Quando cheguei o pessoal estava terminando de pedir seus pratos. Logo inseri meu linguado na história e sentei no local indicado pela eterna e irreparável anfitriã Maysa e seu assessor O Barão.

Antes cumprimentei a todos; os que conhecia pessoalmente e os que conhecia virtualmente. Sentado no meio da longa mesa me senti, mesmo que por um átimo de segundo, como o Senhor cercado por seus apóstolos. Por favor, não há comparação e nem me atrevo a me alongar, mas, confesso, senti, em um flash, uma aureola sobre a cabeça enquanto já pensava na sobremesa – um bolo de chocolate, verdadeiro manjar dos deuses.

A Maysa foi gentil e prestativa o bastante para agendar um rodízio de assentos durante e após o almoço. As pessoas vinham e conversavam, trocávamos ideias, debatíamos de tudo e mais um pouco que fosse relevante à nossa paixão – de Federer e Nadal a leitores mais controversos. Não vou aqui reproduzir as conversas, que, confesso, foram do maior interesse tenistico, quando não filosófico – até porque se a curiosidade é grande, o Barão me garante que o próximo ATPanda não tardará.

Mesmo sem que a conversa caísse um tantinho sequer, algum tenista impaciente olhou pela janela, viu que há algum tempo a chuva não caia e logo soltou o verbo; “nós viemos aqui para jogar ou conversar?” Não me pareceu haver alguma resistência em contrariá-lo. O Giulianno, dono da direita sinistra, logo me emprestou um de seus tacos. Em breve estavam todos com suas raquetes em punho marchando em direção às quadras, que, por conta das insistentes garoas, estavam com aquela cor berrante de saibro vermelho, o que sempre é um convite – pelo menos para o tenistas – para o pecado mais contundente que o mais reduzido dos bem preenchidos biquínis.

As duplas logo se emparceiraram, sem maiores delongas com categorias ou sexos. Não se preocupem os de tênis mais ou menos modesto que análises individuais não serão feitas. O importante, como sempre o é em quadra, é que a paixão pelo tênis derruba qualquer preconceito.

Ainda fomos interrompidos, mais uma vez, pela garoa. Nos refugiamos e, até com certa pressa, voltamos à quadra, aí já com os holofotes acesos. As quadras, apesar de pesadas pelo excesso d’águas, como adoram os espanhóis, estavam ótimas. Todos aguentaram até o fim, mesmo aqueles que tinham compromissos com voos, como o elegante casal Martin H, que não só nos honrou com sua presença – eles vieram dos arredores de Porto Alegre – como nos brindaram com bonés vermelhos celebrando a suíça, ofertados pelo Consul helvético que, por acaso, é pai do rapaz. Ontem mesmo já inaugurei o tal.

Saí do YPC já noite e carregando um outro presente; um exemplar do livro de contos “Mar de Hitórias” gentilmente ofertado e dedicado pelo caro Marcos Pessoa. De lá pegamos a estrada e voltamos para o interior. No caminho eu a esposa repassamos detalhes do encontro. Entre as várias lembranças, um detalhe foi ficando claro. Não posso abrir mão de tais encontros e, prometo, da próxima vez tirar um pouco do ônus da anfitriã e do organizador e tratarei de incrementar ainda mais o nosso ATPanga.

Para completar, peço que os presentes nos brindem com suas histórias e fotos do ATPanga.

Os pangas.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Light, Tênis Masculino | 21:06

Mc, Caetano, Marat etc

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Alguem aí comentou sobre as declarações do John McEnroe sobre Novak Djokovic. Isso ao mesmo tempo que aparecem reverberações na imprensa inglesa sobre suas declarações sobre Andy Murray. Isso logo após suas declarações sobre…

Pois é – o McEnroe é o Caetano Veloso do tênis, posto que ele disputa ferrenhamente com Boris Becker, assim como Caetano disputa espaço com Gilberto Gil. Bem, pelo menos os tenistas falam sobre tênis e tenistas, já outros cagam regras sobre tudo e qualquer assunto, devidamente publicados por jornalistas fanzocas que devem levar gravadores e babadores. Sei…

BigMac, que nunca foi flor que se cheire, alias muuuuito pelo contrário, hoje virou Pietá do tênis. Sei. Na época em que jogava era de uma personalidade no mínimo duvidosa, em uma época que tenista americano achava que tinha que ser FDP para ser jogador de tênis. O contraponto eram os australianos, mas isso é uma outra história.

Mac disse que Djoko é o favorito para o AO, mas não ficaria surpreso se ele abandonar nas quartas de final, perdendo por 2×1. Bela previsão! Eu arriscaria nas oitavas no quinto – se é para falar qualquer coisa…

Disse que imagina que o sérvio ficou contente com os resultados obtidos antes da hora, e por isso o fraco fim de temporada. Bem, pode ser, como pode não ser. Então vamos ser subjetivos.

Disse que o cara não foi bem no fim da temporada, mas, pode voltar a jogar bem. O meu neto, que não tenho e tão pouco fala, disse que isso ele também fala.

Termina discursando sobre seu grande ano, quando no ano seguinte achou que não precisava melhorar e cometeu o erro de não trabalhar como deveria. Conseguiu, no fim, falar sobre ele, que é o que devia querer desde o começo. Mc é hoje comentarista de TV e o tenista, incluindo os que ainda jogam, que mais ganha com patrocínios. Suas constantes declarações ajudam a mantê-lo na mídia, assim como seu sucesso nos eventos de Masters.

Sobre Murray ele nos iluminou como ninguém. Diz que o escocês tem que ficar “positivo”, especialmente nos pontos importantes, se quiser ser melhor. Aí pessoal, vocês todos podem pedir emprego lá na NBC americana, até porque escreveram isso bem antes. Fora o Becker, que falou a mesma coisa algumas semanas atrás.

Fora isso, a D. Judy Murray será a capitã do Fed Cup britânico. Vale lembrar que ela era a principal técnica da Escócia durante quase 10 anos e foi ela que ensinou seu baby boy. Judy deve voltar a trabalhar com o tênis nacional feminino para a LTA.

E por ultimo, Marat Safin foi eleito para o Parlamento russo. Marat foi eleito pelo partido do Sr. Putin, partido que está sendo investigado por fraude eleitoral. Hoje os americanos, através de Hilary Clinton, ministra de estado, acusou Putin e seu partido de fraudes e mais um pouco. Bem, os russos são os russos e o Putin era da KGB.

Recentemente Marat jogou uma exibição com Pete Sampras, que agora profetiza que em 20 anos Marat será presidente da Russia. Quem viver, verá.

A partir do fim de semana ataco as pautas sugeridas.

Marat, um bricalhão, agora deputado.

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011 Curtinhas, Light, O leitor escreve, Tênis Masculino | 20:03

Encore

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Uma leitora, Maria Helena, envia a caricatura abaixo, de um jornal canadense. Infelizmente não envia maiores informações, mas o assunto tem a ver com o Post anterior, o assunto do momento. Quem tiver mais infos a respeito nos envie.

O título é algo como: Federer mais uma dá a volta por cima.

Diz o Djoko: é pelo menos a 3a vez que cavo sua tumba

Diz o Murray: e ele nos enterra a todos.

Diz o Nadal: …….

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