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quarta-feira, 18 de abril de 2012 Curtinhas, Light, Tênis Feminino | 12:35

Segura a peruca

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Antes do Post da vitória do Bellucci, e que vitória! um Post curtinho só para amansar os mais nervosos fãs de Maria Sharapova que estavam choramingando nos comentários. A moça divulgou que as fotos dela com cabelos curtos foram feitas com uma peruca e que o seu cabelo continua longo como sempre. Isso aqui está virando coluna de fofocas.

De qualquer jeito, acho que os cabelos curtos ficaram ótimos na russa, ao contrário do que a maioria parece pensar – eu e a maioria sempre andamos em trilhos distintos. Ela ficou com cara de mulher e mulher interessante. Fugiu do óbvio. Trouxe um ar de mistério. Mas a maioria, dos homens e consequentemente das mulheres, quer mesmo o óbvio, o fácil, o saturado, aquilo que sabem que todos vão gostar. A personalidade é só uma peruca, que se coloca e tira.

Fora que poucas coisas na vida são mais sensuais do que estar atrás de uma mulher bonita e interessante, na fila, no elevador ou por aí, e poder dar uma boa olhada na sua nuca exposta. Mas isso exige sutileza.

Maria Sharapova, na mesma seção de fotos – com cabelos curtos e longos.

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sexta-feira, 13 de abril de 2012 História, Light, Tênis Masculino | 14:11

Princesa do Mônaco

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O Torneio de Monte Carlo, que começa este fim de semana, um dos mais tradicionais do circuito, foi jogado pela primeira vez 115 anos atrás, o que o coloca ali com Wimbledon, Roland Garros, US Open e o Aberto da Alemanha em Hamburgo. O local é repleto de histórias desde 1297, quando o primeiro dos Grimaldis veio de Genova para tomar aquela encosta rochosa à beira mar e nunca mais abrirem mão dela.

No meio do século passado o principado estava um tanto caído, quando o Principe Ranier decidiu que luxo, glamour, muita grana, pouco imposto, praia e sol são eternos e universais atrativos. A sua estratégia culminou com seu casamento com uma atriz americana, com a fama de ser tão sapeca quanto ter um rosto perfeito. Grace Kelly foi ao Mônaco em 1955 filmar Ladrão de Casaca – um filme para lá de gostoso, onde ela faz o papel de uma espertíssima (no bom sentido) jovem milionária, com uma mãe mais ainda, que se apaixona por ex gatuno ainda mais esperto – foi apresentado a Ranier, que viu nela a personificação de tudo que ele e o Mônaco precisavam.

Grace Kelly voltará às telas, desta vez como personagem e não mais como uma das atrizes mais lindas que Hollywood nos brindou, em um filme que começará a ser rodado daqui a dois anos, se tudo der certo, com Nicole Kidman no seu papel e Olivier Dahan, de “Piaf”, na direção. O filme conta a história do confronto de 1962 entre De Gaulle, então presidente da França, e o Príncipe Ranier, marido de Grace.

Dizem que a princesa foi fundamental para que o incidente, que foi bem para cá de diplomático, tivesse um final sem piores repercussões. De Gaulle achou que era hora de acabar com a mamata que Ranier e a plutocracia francesa tinham armado, com que os ricos e bandidos da França em geral levando dinheiro para o Mônaco para fugir do leão francês. A França chegou a fechar a fronteira com o principado durante seis meses, revistar todos que lá quisessem entrar e sair, dificultando todo tipo de transito entre os dois países. No final, tiveram que chegar a um acordo, supostamente com o auxílio da encantadora loira gelada.

Infelizmente Nicole Kidman aos 47 anos não é mais a mesma de Terror a Bordo, nem mesmo a de Olhos bem Fechados e até mesmo a Isca Perfeita, um dos últimos filmes, onde ainda não tinha enfrentado os bisturis que tiraram o frescor e a beleza que o papel da Princesa do Mônaco aos 33 anos exigirá.

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Grace em cena de Ladrão de Casaca nas encostas do Mônaco – “Você prefere um peito ou uma perna?”

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quarta-feira, 11 de abril de 2012 Light, Tênis Masculino | 00:48

Quem se importa?

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Ouvi dizer que Rafa Nadal convidou seu amigo e freguês Roger Federer para um joguinho e este recusou. Me pergunto por que, mas quem se importa?

Como Rafa acredita que o jogo deve ser importante, apesar de não ser em Nova York, ligou para o seu outro amigo e maior algoz para o mesmo joguinho e este, lógico, aceitou.

Estes dois amigos vão jogar aquilo que o espanhol espera que seja um novo recorde de público para uma partida de tênis – o recorde atual é da partida entre Billie J. King e Bobby Riggs, que se você não sabe o que foi, cuidado para não cair do sofá. Na verdade, o recorde acima foi quebrado em 2010 em uma partida entre Kim Clijsters e Serena Williams e na Bélgica, mas quem se importa?

A partida será jogada no Santiago Bernabeu, estádio do Real Madrid, time do coração de Rafa Nadal, no dia 14 de julho, 223º aniversário da Queda da Bastilhauma data relevante para a humanidade e dos 110 anos do Real Madrid, data importante para os madrilenhos. Não escrevo espanhóis porque os catalões são capazes de discordar. A data é durante entre quatro ATP Tour menores, que não devem ter cativado os dois tenistas – será que Federer jogará um deles – e Wimbledon e Olimpíadas. Não sei se já escolheram o piso, mas quem se importa?

As notícias são que o valor arrecadado irá para o clube e fundações escolhidas por Nadal. Imagino se Djoko não tem também alguma Fundação na Sérvia para colocar na roda ou se Rafa irá retribuir a gentileza lá pelos lados dos Bálcãs, mas quem se importa?

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terça-feira, 10 de abril de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 12:19

Amelie e Zazá

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A atual #1 do mundo, Victoria Azarenka está trabalhando com a tenista francesa Amelie Mauresmo. Do que se sabe até agora, o técnico de Victoria, Sam Sumik, continua trabalhando com a bielorussa.

Talvez a contratação tenha a ver com a temporada de saibro européia que começa esta semana e termina em Roland Garros. Apesar de francesa, Amelie sempre teve mais sucesso em outros pisos e nunca se deu bem em casa, sempre amarelando quando jogando na frente de seu público.

Não se sabe as razões da atual #1, mas a contratação foi uma exigência que ela levou a seu técnico e que este concordou na hora, até porque não deve ter outro jeito. O time está reunido em Monte Carlo e vem treinando no MCCC, local do torneio da cidade e onde, este fim de semana, a França foi derrotada pelos EUA.

Até perder em Miami para a Marion Bartoli, Azarenka estava invicta na temporada, o que não a impediu de pensar em novas maneiras de crescer em quadra. A foto abaixa, tirada no clube de Monte Carlo, tem o interessante detalhe do uso elástico para treinamento físico em quadra, algo semelhante ao de Bartoli, cuja foto postei na página do Blog no Facebook. Só que Victória é amarrada na cintura e um assistente segura o elástico.

A prática com elástico não é nenhuma novidade, mas não deixa de ser interessante comparar o trabalho das duas tenistas, o que, talvez, evidencie, o quanto o papai Bartoli é um personagem, vamos dizer, estranho, já que o esquema de Marion é bem mais intrusivo, complicado e, estranho.

Quando fiquei sabendo de Mauresmo, por um instante fiquei preocupado com o uniforme que Azarenka vem usando esta temporada – o shortinho – até lembrar que ela não esconde de ninguem que namora o também tenista, Sergei Bubka Jr, filho do ubber-campeão de salto com vara, e com quem ela vive em Monte Carlo.

Amelie solta a bola para Zazá, sob os olhos de alguém que não é Sam.

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terça-feira, 3 de abril de 2012 Light, Minhas aventuras, Porque o Tênis., Tênis Feminino, Tênis Masculino | 16:46

O torneio em Miami

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Ir a Miami, ou outra cidade, e acompanhar o torneio é uma experiência bem mais ampla do que acompanhar jogos pela TV. E não estou falando só sobre tênis. Existe mais em uma viagem dessas do que apreciar partidas de tênis. Houve uma época em que eu passava mais horas à beira de uma quadra, hoje prefiro um equilíbrio que pende para outras áreas.

Com a experiência adquirida, tenho alguma ideia do que pode se apresentar em quadra como interessante, marcante, surpreendente e imperdível, sendo que a maioria das vezes me dou por satisfeito com a primeira qualidade.

Acompanhar um evento pela TV pode ser um ótimo programa, especialmente se a cobertura for encorpada e correta, como é o caso aqui no Brasil na maioria das vezes. A SporTV costuma fazer boas coberturas nos Masters 1000, a Band vem nos brindando com os torneios femininos e a ESPN faz ótimas coberturas nos Grand Slams, que são os grandes palcos dos tênis. Em todoss os casos, me refiro ao numero de horas mostradas, à produção, narração e comentários. No que se refere ao meu trabalho, deixo a avaliação a seu critério.

Não sou pago para ir a Miami. Fui porque acho um bom programa dentro dos conceitos acima e uma boa maneira de manter contato com o circuito. É diferente de quando eu o frequentava como técnico ou mesmo como um cronista mais assíduo. Serve para matar as saudades, de pessoas e situações. Além de curtir o evento e a cidade.

Algumas pessoas preferem acompanhar as finais e as partidas da Quadra Central – tenho uns amigos que a mulher e o filho chegaram no sábado de manhã, deixaram a mala no hotel, correram para o clube só para descobrir o WO do Nadal. O marido chegou só no Domingo, o bastante para ver o Djoko vencer em dois sets – voltaram todos no Domingo à noite. Estes são fanáticos e cheios de disposição.

A minha primeira opção em Miami era sempre pela Quadra 1 e 2. Em ambas o pessoal da imprensa tem assentos que ficam imediatamente atrás de onde descansam os tenistas nos intervalos – mesmo local dos técnicos, árbitros e supervisores. É um cenário semelhante na Grandstand, sendo que nesta ficam todos juntos em canto do fundo da quadra. Prefiro a 1 e 2.

Dalí podemos ver a gota de suor do tenista descendo pela sua face nos momentos mais dramáticos. Acompanhamos cada detalhe de suas tensões e reações, o escorregar e o brecar de seus sapatos, sem contar com as vantagens da proximidade para acompanhar os golpes e o jogo em si. Ouvimos ele bufar, reclamar, vibrar, falar, sozinho ou com alguém. Fazemos parte do jogo. Acompanhamos o movimento e a vibração das viradas de lado, hora em que a TV sai para os comerciais – e lhes digo, ali acontece muita coisa.

O local da imprensa na Quadra Central é confortável, espaçoso e com uma boa vista. Abrindo a porta do camarote, estamos na sala onde se escreve e onde são disponibilizadas as informações – refrescada por ar condicionado, algo crucial em Miami. Tenho um conhecido que passou mal durante a final feminina, disputada com o sol a pino. Foi atendido no próprio local, viu muitas estrelinhas, mas ficou sem ver a partida.

Um programa imperdível em um evento desses é acompanhar treinos, aquecimentos e jogos de duplas. Presenciamos coisas que não se vê nas simples nem na TV – fora a casualidade de acompanhar um ídolo a poucos metros, dentro de uma informalidade ímpar, sem perder o fascínio que eles e o esporte apresentam.

A maioria das pessoas reclama das refeições disponíveis na área de alimentação. É aquela típica americana para locais de muito público – trash food. Existem locais mais caros e restritos, um pouco melhores, mas na mesma linha.

Não existem restrições à venda de álcool e as bebidas são servidas em vários locais. Mas não vi nenhum problema por conta disso, o que talvez nos faça pensar que o problema não é o álcool e sim as pessoas. Mas, é claro, indispensável não dar a elas a oportunidade de fazer merda e por isso sou totalmente a favor de restrições tipo em beiras de estrada. Mas essa polêmica da Copa me parece bobagem – o que se tem que fazer é aplicar a lei e hoje existe uma condescendência sem fim com os fora da lei uniformizados que se passam por torcedores em estádios. Sem eles a presença de famílias seria muito maior e o ambiente sem comparação.

Centenas de brasileiros estiveram no Torneio de Miami que, como eu já disse, muda de nome oficial no ano que vem. O evento é interessante e acontece na cidade favorita dos brasileiros nos EUA. Não é a minha, mas nem por isso deixo de aproveitar cada dia que por lá passo, especialmente acompanhando tênis.

Na Quadra Central de Miami. Não é o meu assento favorito, mas está de bom tamanho.

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quinta-feira, 29 de março de 2012 Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 13:34

Desafio aos burocratas

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Não é de hoje que escrevo, e especialmente comento nas transmissões de TV, sobre o momento da arbitragem do tênis.

Não há duvidas de que o Desafio foi um progresso para o jogo, tenistas e especialmente o publico, que adora, participa e vibra com cada desafio. Na verdade, o publico é o que parece melhor ter entendido o seu papel no assunto.

O caso é que tenistas e juízes não sabem exatamente como proceder. Os jogadores demoram, reclamam, usam na hora e pelas razões erradas, fazem uma salada infernal.

Mas os juízes são os que pior lidam com o tema. Tornaram-se acomodados e medrosos. Mais o segundo do que o primeiro. Se acostumaram a terem a ultima palavra sempre, sem poderem ser desafiados, e agora que o Sistema pode provar que estão errados, preferem ser omissos e deixarem os outros envolvidos – juízes de linha e tenistas – se queimarem. Se tornaram burocratas da cadeira e não existe raça pior do que burocrata acomodado e, por consequência, com a fachada de arrogância.

Mas os tenistas também tem sua parcela de culpa. Não só em quadra, onde desafiam em algumas situações ridículas, só para encherem o saco, e se omitem, também, em outras, provavelmente pela insegurança que surge pela omissão dos juízes. Ontem, no primeiro ponto do 5×4, 3º set, quando Tsonga precisava quebrar Nadal para sobreviver, o francês executou uma devolução longa que caiu na linha, o juiz de linha cantou fora, o juizão fez cara de paisagem e Tsonga, que já estava às pesadas turras com o burrocrata não desafiou, até porque era na linha de fundo oposta. Esse 1º ponto era crucial e o Tsonga dançou.

Mas a maior omissão dos tenistas é não enquadrarem os responsáveis pela arbitragem em conversa formais e oficiais. Não seria algo tão difícil se houvesse a preocupação da ATP e WTA, organizadores dos circuitos e sindicatos dos tenistas, com o esporte em si e não só com as prioridades financeiras. Existe aí um corporativismo, já que os juízes fazem parte dos quadros destas entidades e da FIT, quando nos GS.

Se os tenistas agissem, não teríamos situações como a presenciada a poucos metros do banheiro da cabine de TV no estádio de Miami, onde o técnico da Azarenka e outros faziam uma inquisição com a mulher que administra o sistema do desafio. Não sei tudo que falavam, até porque as necessidades físicas imperavam, mas o clima não era amigável e definitivamente questionavam a maneira como o software funciona – no que, insisto, não coloco um dólar como avalista. O certo seria uma conversa formal, oficial, envolvendo os responsáveis – tenistas, entidades e árbitros – com uma pauta que qualquer dos meus melhores leitores é capaz de realizar.

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quarta-feira, 28 de março de 2012 Light, Minhas aventuras, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 15:40

Rápidas bolinhas

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Hoje pela manhã aproveitei mais um dia lindo de sol para ir ver uns amigos, em um evento promovido pela Fábio Sibelberg em Key Biscayne. O Fábio é um ex-tenista, esteve no meu time de Copa Davis contra o México, e atualmente leva brasileiros para assistir grandes torneios de tênis mundo afora. Alguns de meus leitores já viajaram com ele.

O evento é patrocinado pelo negócio de um amigo, Francisco Brandt, e reuniu diversos brasileiros, presentes em Miami, com uma raquete nas mãos e vontade no coração. É sempre divertido reunir pessoas em torno de uma paixão esportiva, especialmente quando é para sair do sofá e entrar em quadra.

Tão bom quanto bater uma rápida bolinha com uns brasileiros e assistir alguns jogos dos pangas amigos, foi encontrar nas quadras de tênis do Crandon Park Golf Club alguns amigos das antigas.

Quem toma conta do local, há 19 anos, é o peruano Pablo Arraya, uma peça raríssima, que esteve muito em torneios no Brasil, dono de uma das grandes direitas do circuito e de uma personalidade muito carismática. Lá estavam também Nicolas Pereira, o venezuelano que ganhou tudo como juvenil e teve boa carreira como profissional e hoje comenta para a ESPN Latina, o boliviao Mario Martinez, hoje vivendo em Boca Raton, dono de uma esquerda venenosa e uma braço muito rápido e ex top 20 do mundo, e o chileno Pato Rodriguez, tenista chileno que foi treinador de vários, entre eles Jose Luiz Clerc e Nicolas Lapentti, hoje vivendo em Key Biscayne e, como disse, levando a vida que pediu a Deus.

Bati umas bolinhas, inclusive com a esposa, o que é sempre bom, revi amigos, voltei para o hotel, tomei um banho de piscina, escrevo para vocês, vou almoçar em algum lugar maravilhoso e, a pedidos, devo assistir o jogo do AnimalNadal mais à noite. Se vocês tiverem alguma sugestão de como melhorar um dia destes, sintam-se à vontade.

Vocês podem ver mais fotos, desta manhã e de minhas visitas ao Aberto de Miami, visite a página do Paulo Cleto no Facebook: https://www.facebook.com/BlogDoPauloCletoTenisnet

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segunda-feira, 26 de março de 2012 Light | 12:29

"Sony Tennis Open" e Rafa fora da ATP

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Dois fortes rumores em Miami. O primeiro, Rafael Nadal teria seu posto como vice-presidente no conselho da ATP após não ter conseguido eleger Richard Krajicek presidente da entidade e não ter conseguido valer sua idéia de que o “ranking de dois anos” se tornasse uma realidade. Vale ressaltar que no outro lado das questões está seu rival e “amigo” Roger Federer, que viu seu favorito ser eleito e é contra o “ranking de dois anos”.

Algumas semanas antes do início do Sony-Ericssson Open, nome oficial do Aberto de Miami, eu noticiei que a Sony tinha se livrado da parceria com a Ericsson e eu indagava como ficaria o nome do evento. Tudo indica que a partir da próxima 2a feira o evento passa a se chamar “Sony Tennis Open”. E, antes de que alguém pergunte, eles não vendem os fios para downloads no local do torneio.

Roger e Rafa – amizade abalada por interesses divergentes?

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Light, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 01:22

Brasileiros – jovens e vets

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O torneio é em Miami, mas as notícias são de brasileiros. Um deles jovem, talentoso e uma jovem promessa de nosso tênis, o outro veterano, aposentado e o ícone das novas gerações.

Gustavo Kuerten veio a Miami para alguns negócios particulares e aproveitou para dar uma sondada na onda de eventos que podem acabar acontecendo no Brasil por conta da Copa do Mundo e, principalmente, das Olimpíadas.

Dentro da conversa que tivemos o Catarina pode precisar alguns assuntos e deixou no ar outros, porque provavelmente as coisas ainda estão no ar.

Perguntei na lata se ele havia sido convidado para jogar com Federer e ele foi bem claro ao dizer que sim e quer muito fazer esse jogo. Fez algumas brincadeiras sobre preparação física etc, mas ficou claro que está excitado a respeito da possibilidade.

Dentro das imprecisões e não oficialidade da conversa, o que transpareceu é que os ingleses não querem abrir mão do Masters e a ATP adora a grana toda que está ganhando em Londres. Talvez o evento venha para o Brasil, talvez não. Talvez em 2014, talvez após as Olimpíadas. Talvez interesse à ATP abrir uma frente forte no continente, talvez nem tanto. Mas há a possibilidade mais real de um evento menor, um 250 ou 500, vir para o Rio de Janeiro em breve. A dificuldade é encontrar uma data que se encaixe dentro da turnê latino-americana. O que pareceu ser certo é que um torneio da WTA virá para o Brasil em breve.

A outra notícia, uma que me sinto particularmente alegre em dar é a da excelente temporada que vem tendo um tenista jovem e talentoso que treina no Clube Pinheiros, em São Paulo, o maior clube do país na formação de atletas.

Antonioni Fasano ganhou três semanas atrás o Torneio da Argentina do circuito COSAT (Gira Sul-Americana) – sempre interessante ganhar um evento na casa dos hermanos – e este fim de semana foi finalista na Copa Gerdau, o maior evento juvenil da América Latina, perdendo a final para outro talento brasileiro, Orlando Luz, no tie-break do terceiro set. Ambos estão na faixa de 13-14 anos e devem fazer um impacto no nosso tênis infanto-juvenil nos próximos anos.

Para aqueles que se surpreendem com a ausência de fotos, e filmes, aqui de Miami, espero amanhã encontrar em alguma loja o fio para poder download para o meu computador. Sim, eu o esqueci no Brasil…

Como não posso download a foto do Kuerten, temos a foto do Fasano.

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sábado, 24 de março de 2012 Light, Minhas aventuras | 14:56

Parking Permit

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Se eu não recebesse, junto com a credencial, uma permissão de estacionamento, eu juro que não viria ao Torneio de Miami. Eles tratam bem a imprensa, pelo menos na maior parte do tempo, porém não tão bem quanto em um Grand Slam. Em compensação nestes é quase impossível conseguir um “Parking Permit”. Em ambos, os organizadores oferecem vans para transportar a imprensa dos hoteis indicados ao local do evento.

É preciso a compreensão, de quem já veio acompanhar o evento, que parar o carro lá onde o Judas perdeu as botas, como acontece com o público em geral, é um programa de índio inconcebível. Escrevo a frase e fico imaginando se tal expressão já caiu no hall do politicamente incorreto. E olhem que o estacionamento não é nem tão longe como pode acontecer em nossos estádios, e eles disponibilizam vans para fazer o transporte dos mais longínquos. E se alguém tentar nos achacar com a história de “guardar o carro” vai em cana. No Brasil se eu quisesse, como membro da imprensa, parar meu carro dentro do complexo do Ibirapuera, tinha que pagar R$30,00 – moto pagava o mesmo valor, o que acho um absurdo, pagar para trabalhar e R$30,00.

É um fato de que na região do Ibirapuera o espaço para o estacionamento é muito menor e essa é a vantagem de se construir novos e modernos locais para entretenimento. Mas tinha muito amigo de político que não pagava nada e ainda é chamado de Doutor, já que o Ibirapuera é do Estado, o que no Brasil se traduz que é de políticos e não do povo – sei não.

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