Publicidade

Arquivo da Categoria Light

domingo, 3 de maio de 2009 Copa Davis, Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 22:58

Fim de semana

Compartilhe: Twitter

Monte Carlo mais lento, Roma mais rápido. Madrid mais rápido, Paris nem tanto. Para Nadal, pouca ou nenhuma diferença faz. Hoje ele é o homem a se bater, e não parece haver adversário para ele. Muito menos no saibro. Alguma coisa teria que mudar, drasticamente, na sua cabeça, ou na de alguém, para seus adversários enxergarem alguma luz.

Com a vitória em Roma o espanhol, de 22 anos, arregimenta 15 títulos nos Masters 1000. Mais dois iguala Agassi, que se aposentou aos 32 anos. Agora são 30 vitórias consecutivas no saibro. E em Roma não perdeu um set. E o mar de pontos que o separa de Federer continua em maré alta.

O Djokovic que, como eu já escrevi, tem a mente muito forte, consegue levar o samba até o ponto onde é obrigado a encarar a besta de frente. A cabeça do sérvio é ótima, mas ainda não tão ótima quanto a do Animal Nadal. Pelo menos nas horas da onça beber água. Algo que o vice-campeão teve a humildade de reconhecer após a derrota; para sua agonia.

A pressão sobre Djoko era grande. Lutava não só pelo título, mas para fechar a porta por onde acabou entrando o escocês bagaceiro. Ao invés de passar Federer – ele teve três oportunidades nos últimos meses – Novak será passado para trás no ranking por um adversário que ainda não se encontrou na temporada de saibro. C’est la vie.

Gaston Gaudio, que a esta altura eu pensava estava se dedicando a pesca nas águas gélidas da Patagônia, voltou a vencer lá pelos lados do Saara. Um torneio pequeno, mas para ele uma vitória gigantesca. A cabeça desse rapaz consumiria vários charutos de Freud. O que será que ainda o leva a insistir se cada vez que chega lá joga tudo fora? Será que é tão difícil parar? Podia pedir umas dicas para o Coria, já que esse o ajudou mais do que se fosse seu pai.

Freud pediria uma linha de crédito em Havana ou queimaria seu divã se tivesse que percorrer o circuito de tênis por uma única temporada. Ou alguém sabe explicar, de uma maneira que eu e vocês entendamos, o que se passa pela cabeça do quase, quaaaaase, melhor da história, Roger Federer?

E provavelmente Sigmund colocaria sua barba de molho tentando entender o tênis feminino. No primeiro torneio, em Stuttgart, como número 1 do mundo, Dinara Safina foi derrotada na final pela freguesa Svetlana Kusnetsova. Dinara havia vencido os últimos quatro confrontos entre as conterrâneas. Foi só virar numero 1 do mundo que o encanto acabou.

Um só Freud seria pouco no circuito.

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 27 de abril de 2009 Light | 18:37

Banho de gelo.

Compartilhe: Twitter

Vocês já se perguntaram o que os tenistas e seu staff fazem quando não estão em quadra ou sentados jogando cartas e falando de mulheres? – por favor, não se esqueçam que a testosterona corre solta no sangue de atletas em seus auges!

Bem as opções não são muitas, já que a vida deles é regrada e focada. E como o staff acaba sendo as pessoas mais próximas, pelo menos quando as mulheres não estão por perto, a vida é compartilhada em detalhes.

E essa luva na mão?!

Autor: Tags:

sexta-feira, 24 de abril de 2009 Light | 13:33

Precisamos dos ovos

Compartilhe: Twitter

Já que o pessoal é chegado um filminho – e quem não é? – ofereço dois filmes onde o tênis teve alguma participação e que tiveram um significado especial para mim. É óbvio que a lista de filmes onde o tênis é um personagem é mais extensa, mas esta é a minha lista de agora.

Blow Up. Um cult dos anos 60, dirigido por Antonioni, baseado em um conto de Julio Cortazar, com Vanessa Redgrave e Jane Birkin (que se vocês desconhecem preparem-se para cortar os pulsos e nunca mais falar mal da cultura de tenistas) tendo suas roupas arrancadas por David Hemmings, que fazia o personagem inspirado no fotografo David Bailey. Para quem gosta de música, uma cena em um bar londrino onde os Yardbyrds (Jimmy Page e Jeff Beck) tocam, Beck arrebenta a guitarra e a joga para o público. Clássico!
A cena do tênis, imperdível e inesquecível, foi filmada com Marcel Marceau, o maior dos mímicos (o mesmo raciocínio do parêntese acima) e sua trupe. Anos mais tarde eu ia Clube Harmonia e encontrava um famoso arquiteto paulistano “batendo” paredão sem raquete e sem bolinha e me lembrava de Marceau. Um prêmio para quem encontrar a cena no internet.

Annie Hall. Porque é um dos meus filmes favoritos e o melhor de Woody Allen. O casal se conhece jogando uma duplinha em um parque em Nova York. A melhor cena, que me lembro desde o lançamento em 1977, é a da cozinhando a lagosta na cozinha. Ela para sempre me marcou o que é imprescindível em um relacionamento. Além disso, nós precisamos dos ovos.

Woody armado e amando.

E para quem não conhece Marceau, uma introdução ao som de Carlos Gardel

Marcel Marceau, joga tênis, em Blow Up – cortesia do nosso Matteonni.

Autor: Tags:

quinta-feira, 23 de abril de 2009 Light, Tênis Feminino | 13:40

Os filmes favoritos

Compartilhe: Twitter

Os leitores, os que estão sempre sonhando em acompanhar um dos grandes torneios do circuito, podem imaginar em uma das noites darem uma escapadinha ao cinema e se descobrir ao lado de uma das estrelas do circuito?

Para que tal aconteça é bom vocês terem uma idéia do que eles preferem ver na tela. Para isso não escolham um filme cabeça, senão o único que encontrarão por lá será Ivan Ljiubicic. Nadal adora filmes em geral, especialmente os espanhois. Federer adora os de ação, tipo Rambo, James Bond e “Dirty Dancing”. Gonzalez confessa que pensar lhe dá sono. Murray curte o humor bagaceiro dos irmãos Farrelly. Roddick adora “Um sonho de liberdade”, o filme mais popular da história. Sam Querrey sabe todas as falas de “Um maluco no golfe”.

Boa parte prefere comédias. Mas o favorito mesmo é o Gladiador, o que nos diz bastante de como esses atletas se vêem. Acompanhem abaixo.

Autor: Tags: ,

  1. Primeira
  2. 10
  3. 15
  4. 16
  5. 17
  6. 18
  7. 19
  8. Última