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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016 Brasil Open, Curtinhas, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 08:44

Uma festa

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Se eu fosse Hemingway, e delirar é grátis, escreveria que o Rio Open é uma festa. Só que, ao contrário de Ernest, não estou passando fome ou necessidades – pelo contrário.

 

 

O torneio está bombando, o padrão técnico está excelente e o ambiente ótimo. Tem tanto jogo bom de se ver que não tive tempo para conhecer a promenade com lojas e restaurantes. Fiquei zanzando de quadra para quadra e pude acompanhar um pouco de tudo. Fiquei boa parte do dia com a cara contra a tela de alguma quadra.

 

 

Na Central vi o Bellucci fazer aquelas coisas que ele faz mesmo. Um grupo de tenistas e técnicos mencionava o game (6×5) que ele teve 40×0, perto do fim do 2o set, deu aquela famosa curtinha, errou duas direitas de 1a bola, fez DF e acabou por perdeu o game. Mas o Dog retribuiu rapidinho e foram para o 3o set. Belo teve um break logo no início, após o intervalo da chuva, que interrompeu o jogo por 1 ½ hora e fez 2×0. Aí, e não me perguntem detalhes, perdeu seis games seguidos.

 

 

Enquanto os tenistas não deixavam muito barato, ouvi uma família conversando sobre o jogo. A mulher criticava o brasileiro e suas “viajadas”. O marido, mais lógico e ponderado, fez uma veemente defesa, lembrando que jogar em casa, para Bellucci, é difícil porque existe muita expectativa sobre ele. A filha do casal não perdoou; se não aguenta a pressão não consegue jogar tênis. Eu só ouvi.

 

 

Ví também o Thiem administrar o cansaço e vencer bem o Andujar, que é um tenista difícil de se bater. Percebia-se que administrava o cansaço da semana passada. O que a direita do garoto anda é brincadeira. E seu saque quique na vantagem é lindo de se ver e abre barbaridades o oponente.

 

 

Sentei, sozinho na área da imprensa, para acompanhar os dois últimos sets de Almagro e La Nava. Queria ver de perto, entre outras coisas, o grip e o golpe de esquerda do espanhol. Procurava uma inspiração. Almagro tem um tênis bonito, bate sem medo na bola, usa a munheca como poucos e ganhou na marra porque não queria perder na 1a rodada após chegar à final em BA. Mas o que o cara é chato é brincadeira. Ele pressiona o juiz o tempo todo pra ver se, na hora H, o cara entrega algo pra ele. O que não é muito legal. Os dois discutiram bastante durante a partida e no fim a coisa não estava nada boa. Após vitória o espanhol foi fotografar a marca de uma bola. O juiz, Mohamed Lahiany, estava muuuito irritado na sua conversa com outros árbitros já fora da quadra.

 

Vi mais do que isso, mas vou contando aos poucos.

 

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Com a cara na tela vendo Thiem sacar.

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terça-feira, 15 de setembro de 2015 Curtinhas, História, Novak Djokovic, Porque o Tênis., Roger Federer, Tênis Feminino, Tênis Masculino, US Open | 15:47

O US OPEN em três atos

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ATO 1 – A final masculina e seus contrastantes protagonistas

Assisti na internet uma entrevista de Boris Becker, que sempre foi um falastrão e ao mesmo tempo dono de enorme carisma, afirmando que se fosse na sua época enfiaria um saque “medalha” em Roger Federer, se o Boniton insistisse, após aviso, em receber o saque de perto da linha do serviço. Como seu pupilo nao tem esse perfil, nem o saque para tal, confidenciou ao rapaz o valor do saque no corpo quando o oponente começa a se adiantar e presionar.

A tática funcionou bem e segurou a onda do Topetudo, que assim mesmo insistiu em faze-lo. Eu, como nao tenho nada com isso e gosto mesmo é de Tênis e nao necessariamente de um tenista, vibrei e adorei as invasões suíças. E o cara está ficando melhor no golpe e mais carudo a respeito. No começo, semanas atrás, invadia uns três a quatro passos e respondia um pouco mais de slice. Contra Djoko era quase em cima da linha (acho que estava enviando alguma mensagem ao Kaiser Becker) e reto com uma pitada de spin – lindo de ver. Tao lindo quanto foi ver o servio encaixar lobs milimetricamente perfeitos como contra ataque.

Normalmente alguém é mais prejudicado do que outro quando uma partida é postergada várias vezes por conta do clima. Na final de domingo, o prejudicado foi Federer; e nao por conta do “aluguel” no vestiário. A diferença esteve no jogo ser realizado à noite e nao debaixo do sol. No calor, o jogo, por conta das bolas e do piso, fica mais rápido, o que ajudaria o suíço, que precisava de qualquer ajuda para vencer. Sabendo disso, o Boniton acabou enfiando um pouco os pés pelas maos na sua ânsia de chegar à rede, fator primordial na sua estratégia, correta diga-se. O problema é que faz tempo que Roger nao joga dessa forma, pelo menos no quesito quantidade, e acabou nao sendo determinante nos seus ataques junto à rede como gostaria e esperaria ser. Sem contar que, por ser uma final, ele nao conseguiu manter a mesma confiança e tranquilidade das rodadas anteriores.

A vaquinha suíça começou seu trajeto ao brejo quando o rapaz perdeu o primeiro set – ali notifiquei minha mulher, e meus seguidores no Twitter, que a sorte estava lançada. Roger precisava do 1o set. Tanto para mexer na admirável confiança do Djoko, como para poupar seu longevo corpo de quatro ou cinco sets.

Mas se Roger nao cacifou como gostaria, o crédito deve ir mesmo para Novak Djokovic, que jogou como um campeão. Soube executar seu plano de jogo e seus golpes com excepcional qualidade. Soube administra seu emocional, mesmo com a esmagadora torcida contra, o talento do adversário que é imenso e a eventual perda do segundo set. Nada disso o abalou a ponta de tirar o seu foco. Ao contrário, como um campeão, aprendeu a usar as dificuldades e contrariedades para ampliar sua motivação e aprofundar seu foco. E sempre que foi necessário, nos momentos chaves que definem uma partida, soube usar e abusar da Confiatrix, o elixir máximo dos campeões.

 

ATO 2 – O nao controle das massas. 

Às vezes chega a dar pena de Novak Djokovic – se é que se pode ter pena de alguém que é o melhor do mundo no seu esporte e ganha milhões por temporada por conta. Mas o rapaz gosta tanto de ser gostado que causa certo constrangimento em observar, repetidamente, que o publico mundo afora simplesmente nao o ama como se ama o melhor em qualquer esporte. Nao é o caso de ser odiado, como acontece com alguns malas ou maus caráter que permeiam o esporte em geral. Longe disso. O caso é que o público simplesmente nao compra seu peixe. É certo que ele mudou bastante, daquele que, no princípio da carreira, gostava de fazer graça às custas de colegas, de sair da quadra quando começava a perder jogos alegando dores e milonguices outras. Temos que reconhecer; mudou, mas parece que o público em geral ainda nao se deu conta. Uma pena, poque ele está cada vez melhor – dentro e fora das quadras.

Que o publico torceria pelo Federer todos sabíamos. Nao importa quem estivesse do outro lado da rede as arquibancadas sao de Roger. Rafa Nadal teve que suar muita camisa para ter alguma torcida ao enfrentar Roger – sem mencionar que passou anos anotando o nome do suíço na sua caderneta. Mas O Cara tem o Tênis mais bonito do circuito e ponto final – algo fácil de ser reconhecido – ainda mais por qualquer um que tenha empunhado uma raquete, a maioria em qualquer final de torneios de tênis.

Talvez Djoko pudesse ter outra estratégia para seu marketing pessoal, algo com o qual se esforça mais do que o Topetudo. Ao invés de tentar ser tao Politicamente Correto – tenho uma séria aversão a isso e a esses – Djoko beirou o ridículo ao ficar se desculpando em quadra por ter derrotado o favorito do público. Disse que seguirá tentando ganhar coraçoes e mentes do público. Talvez devesse ter uma conversinha com Roberta Vinci sobre os benefícios da transparência e da sinceridade.

 

ATO 3 – O bálsamo da humanidade e do humor.

E qual foi o melhor jogo do US Open 2015? À parte daqueles que nao assisti, e daqueles que nunca sairão da mente e o coração dos envolvidos, como a vitória de Fognini sobre Nadal, e a própria final masculina, principalmente pela qualidade técnica apresentada, “A Partida” do torneio tem que ser a vitória da italiana Roberta Vinci sobre Serena Williams, por tudo que envolveu e aconteceu em quadra.

Serena estava a duas partidas de gravar seu nome no panteão das inesquecíveis, algo que já conquistou por conta de seus 21 títulos de Grand Slams em simples. No entanto, o fato de conquistar o chamado “Grand Slam” – vencer os quatro GS no mesmo ano-calendário – aos 32 anos, algo já conseguido anteriormente por tenistas menos abrasivas do que ela, como Maureen Conolly, Margareth Court e Steffi Graf, faria muito bem à sua história. Até porque é considerada por muitos como a “melhor da história”, algo que nao abraço com a mesma desenvoltura. Todos os campeões, quando comparados com outros, devem ser olhados pela ótica das circunstâncias e das épocas. Serena bateria todas as campeãs do passado, se estas viessem para o presente com o exato mesmo tenis de entao. Mas é mais justo considerarmos as circunstâncias e a época. Além disso, um campeão se justifica por muito mais do que como batia na bolinha. Devem marcar suas épocas por suas posturas, dentro e fora das quadras, como lidaram com adversárias e adversidade, e como administraram todas as facetas de suas carreiras.

Talvez, por saber tudo isso, Serena foi transpirando a pressão que sentia, especialmente desde o jogo com sua irma, Venus, quando quase chorou em quadra mais de uma vez denunciando a perda do controle das emoçoes. Na semifinal nao conseguiu administrar a situação, o que lhe custou caro. E, para seu azar e desespero, enfrentou uma tenista única: Roberta Vinci. A italiana, uma veterana, é a mais “italiana” das tenistas italianas. Enquanto Serena babava de um lado da quadra, indo à loucura de até dirigir, mais uma vez, impropérios à oponente, esta nao só manteve a tranquilidade, como foi vários passos adiante. Aproveitou a “força” das arquibancadas e a tentativa de intimidação e o desespero da adversária para alimentar sua confiança e sua determinação em vencer. E conseguiu isso com uma categoria e alegria que Serena, que se recusou a confessar a pressão que sentiu, nem saberia como buscar.

O discurso de Roberta após a vitória entrará para os anais da história e foi “o momento” do torneio. Deveria é ser mostrado para todas as tenistas, especialmente as jovens, que ainda tem chances de serem “salvas”. A italiana jogou o “Politicamente Correto”, o “Discurso Marketeiro” no lixo e deixou o coração falar sem restrições e censuras. Como tem um bom coração, foi uma maravilha – quem nao ouviu procure na internet que vale a pena.

O jogo foi, mais do que nada, repleto de emoções, como deve ser um espetáculo esportivo. O final do 3o set foi para se ver de pé, andando de uma lado para o outro, como faria o Tio Patinhas se vivesse sob a tutela da presidenta Dilma. Se cobrassem dobrado aquela partida ainda seria barato. Nem Hitchcock escreveria um roteiro daqueles, especialmente pelo epilogo.

A final, contra outra italiana, Flavia Penetta, acabou sendo um desapontamento, considerando a semifinal. O gás de Roberta acabara no dia anterior e no TB do 1o set. Mas valeu por ter oferecido algo que nem o mais macarronico dos italianos teria a coragem de sonhar; duas italianas na final do US Open, disputada em quadras duras (na Itália praticamente só se joga sobre o saibro). A cereja do bolo foi Flavia, dona de um par de pernas e golpes de altíssima qualidade, mas nao da mesmo descontração de sua companheira, conseguir seu único Grand Slam no apagar das luzes de sua carreira e anunciar o fim desta.

Assistir as duas amigas conversarem, sentadinhas esperando a premiaçao, nao teve preço. Nunca aconteceu antes e, apesar de duvidar que acontecerá novamente, é o que espero ver no futuro. Como escreveu no Twitter o meu amigo jornalista Sergio Xavier: “E o que essas italininhas, Pennetta e Vinci, fizeram pelo tênis em dois dias? Injetaram humanidade, humildade, emoção e, de quebra, humor”. Em tempos onde o Marketing Pessoal é considerado artigo da mais alta importância para atletas nao é pouco como é um alívio.

 

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segunda-feira, 29 de junho de 2015 Curtinhas, Porque o Tênis., Tênis Feminino, Tênis Masculino, Wimbledon | 14:39

Os sem ingressos

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Começa Wimbledon e com ele a famosa fila para os “sem ingresso”. Os organizadores nao fazem nenhuma questao em serem democráticos na oferta dos ingressos. Disponibilizam a maior parte para poucos, segundos critérios nunca divulgados. Os que nao conseguem comprar tem q se sujeitar a ficar em filas intermináveis dia e noite. Durante o dia o pessoal fica em terreno disponibilizado pela prefeitura, onde levantam acampamento, socializam, colocam a leitura em dia, brincam, lêem, cantam, comem e esperam.

Durante a noite a festa rola solta no acampamento dos “sem ingressos”. Tocam musica, dançam, bebem e outras cositas más que a noite propicia. Alguns continuam em colocar a leitura em dia e acordam cedo para curtir o sol, pleno nesta época, mas raro no geral, e esperar que suas senhas sejam chamadas e curtir o seu dia em Wimbledon – que com a espera é sempre mais de um.

Para fotos, curiosidades e detalhes entrem na “Tenisnet-Blog do Paulo Cleto” no Facebook.

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quarta-feira, 10 de junho de 2015 Curtinhas | 13:40

Sumido

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Quero tranquilizar todos meus leitores por conta de minha ausência destas páginas. Estou em viagem e sem acesso à internet e por conta disso longe do Blog, apesar do momento da temporada. Em breve voltarei a publicar quando colocarei minhas opinioes sobre o recém terminado Roland Garros, assim como o Wimbledon que vem por aí.

abs

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013 Curtinhas, Light | 20:11

Lavando a égua

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Inúmeros blogs tem noticiado que Rafael Nadal faturou U$10 milhoes na semana que jogou na América do Sul. Isso foi o que noticiou a agência suíça Blick. Nao compro nada dos suíços de olhos fechados. Mas fica a dúvida: será que chegou a isso os números do espanhol?

Antes que alguém grite que Rafa passa a temporada gritando sobre o calendário cheio e que os tenistas sao obrigados a jogar demais, e que na hora do descanso o rapaz vem para cá atrás mucha plata, o que é um pouco conflitante, é bom fazer uma continha.

Nadal ganhou tudo e mais um pouco em 2013. Foram 10 títulos, 82 jogos e isso somou U$14.5 milhoes em prêmios. E em uma semaninha e quatro jogos pra lá de sem vergonhas ele lavou a égua e faturou esse numero redondo e maravilhoso, o bastante para qualquer mortal se aposentar em uma ótima. Como dizer nao a esses numeros?

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013 Curtinhas, Porque o Tênis. | 20:43

A visão do arquiteto

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Precisou de um arquiteto, um artista, o Becker, um dos nossos leitores, para chamar a atenção de um detalhe crucial sobre os torneios da semana passada. Os três vencedores dos eventos da ATP fazem parte de um clubinho que não é o mais prestigiado do circuito na atualidade. Além de baterem a esquerda com uma única mão, são tenistas habilidosos, praticantes do Tênis Arte.

Richard Gasquet, Grigor Dimitrov e Tommy Haas são tenistas que enchem os olhos dos fãs do tênis, especialmente os que jogam e conhecem as dificuldades, e se maravilham com a facilidade que esses talentos executam seu tênis.

É fato que os tops descansaram esta semana, o que abriu as portas para esses tenistas e seus fãs. Esta semana Federer, que definitivamente é do mesmo clube, volta às quadras, na sua cidade Natal, Basiléia. Del Potro, Berdich e outros marteleiros estarão presentes. Haas e Ferrer lideram a chave em Valencia. Djoko continua descansando enquanto Rafa Nadal saiu da Basiléia no ultimo momento por dores e Murray só o ano que vem. Não duvido que teremos uma dobradinha dos talentosos novamente. Federer é uma boa aposta, enquanto Haas pode ter a ajuda de Fognini e Almagro. Sei, é forçar um pouco, mas não custa imaginar e torcer.

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013 Curtinhas, Masters, Sem categoria, Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 18:10

Pim Pim e outras

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O cara entrou nos comentários e mandou ver nas sugestões. Papo disso tá chato e é melhor aquilo outro. Hum, eu pensei, gosto não se discute, mas pauta sim. Bem, não é porque ele quer que vou escrever, mas também não é porque ele quer que não vou. Na verdade, estou adorando o novo formato dos “comentários”. Afastou muito sofasista e mais ainda chatos. Pena que ainda não trouxe todos os que podem acrescentar, mas vários deles estão por ali.

Temos a sugestão de pauta do Marcelo Melo, que entrou para os Top10 de duplas, a da Teliana Pereira, a volta do PimPim Johansson  e o fulano que entregou um jogo porque a federação (tunisiana) mandou (para um israelita).

Sei lá. Talvez para inovar, tá chovendo mesmo, escrevo um pouco de cada. Comentários No Ads – rapidinho.

Estou para escrever sobre o Marcelo já faz algum tempo – e uma hora chego lá. Talvez a pauta se torne o fato de ele e o Bruno irem ao Masters em Londres, a segunda vez que isso acontecerá na história – dois brasileiros se classificando para o Masters de duplas. Sim, em 1983 Carlos Kirmayr e Cássio Motta já estiveram lá.

A Teliana também estou devendo. É que não queria fazer uma matéria fria a respeito dela. Sei pouco a respeito da moça que um leitor atento não saiba. Tenho sim é um enorme respeito pela tenista e o que vem conquistando. Uns dois anos atrás ia jogar um evento de duplas que ela participaria, mas ela estava contundida e não pode jogar. No fundo, quero escrever coisas ainda mais grandiosas sobre a moça.

Esse assunto de federação proibir alguém de jogar contra alguém de outro país é coisa de quarto mundo e/ou país autoritário. A federação da Tunísia se reuniu com o Ministério da Juventude e Esportes e então comunicou o jovem tunisiano, Malek Joziri, para não entrar em quadra contra o israelense Weintraub em Challenger no Uzbequistão. E o Ministério teve a cara de pau de dizer que não se intromete nos assuntos esportivos. Alguns países árabes  insistem nessa tecla – lembram do assunto Shahar Peer e Dubai? Só dá confusão e prejudica o esporte.

O PimPim Johansson. Tenho uma foto de nós dois quando ele esteve no Banana Bowl. O técnico dele de então era meu conhecido e o Banana foi no Clube Pinheiros – bons tempos. Agora, para os meus amigos sofasistas, a pergunta de uno mijão de dólares. Na verdade são duas perguntas: com quem o sueco Jonhansson jogou, e ganhou, a semifinal do Banana, e com quem jogou e perdeu a final. E não adianta vir com eu sabia que não vai colar, pois já falamos mais de uma vez sobre o viking e nunca alguém mencionou os DOIS fatos – a final é mais manjada. Quero ver se sabem é a semifinal. A resposta vai abaixo do vídeo – onde ele mete um ace de 2º serviço no match point em qualy em 2006, após ter ficado afastado das quadras por contusão – para quem quiser pensar um pouco.

 

http://www.youtube.com/watch?v=0zeza9uvscI

O Joachim PimPim Johansson ganhou do Bruno Soares nas semis e perdeu do Roddick na final de 2000.

 

 

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sábado, 24 de novembro de 2012 Curtinhas, Tênis Masculino | 20:06

O primeiro treino…

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E já que acertaram o ciclista #1 – mas ainda falta o #2 (vejam a atualização do post acima) – vai aqui a candida foto não oficial do primeiro treino em quadra do espanhol após meses afastado. Atentem; quadra coberta e piso duro..

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Curtinhas, Tênis Masculino | 14:07

Grupo Specialized

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Andar de bicicleta faz um bem danado para as pernas e o folego. Vocês conseguem identificar no grupo abaixo quem é que está investindo para a próxima temporada?

20h – Vejo que o pessoal está esperto e identificou o rei de mallorca. Mas adianto que o primeiro à direita não é o mestre da basiléia, apesar de lembrar. Mas ninguem ainda mencionou o 3o à direita do Rafa, que, afinal, foi top10…

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terça-feira, 9 de outubro de 2012 Curtinhas, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 10:19

Dupla perfeita

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Isto não é um Post – é um twipost.

Não me passou desapercebido, apesar de que poderia, a parceria, e consequente derrota, da dupla (im)perfeita Bellucci/Tomic, perdendo para Butorac/Petzschner na 1a rodada de Xangai por 6/0 6/1, um resultado quase inacreditável nas duplas. Das seis ou sete vezes que sacaram venceram só um serviço!? E olhem que Thomaz tem uma patada de saque e Tomic não é mal voleador.

Fico imaginando a cara dos dois a cada game de serviço perdido e as conversas para novas definições táticas na virada. Agora, quem foi que teve a idéia que Bellucci e Tomic podiam jogar juntos – e não estou falando sobre a técnica de ambos.

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