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Arquivo da Categoria Copa Davis

segunda-feira, 11 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 00:02

Em casa não

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Se não houve muitas emoções em Montevidéu ou Bucareste, elas não faltaram em Austin, cidade do coração de Andy Roddick, que abraçou o evento na cidade e, mais uma vez, fez questão de defender o time. Os americanos, que tinham dois top 10 no time, além da melhor dupla do mundo, tentaram armar para cima dos espanhóis, escolhendo uma quadra que os ibéricos contestaram, foram à FIT tentar barrar o piso e fracassaram, o que os deixou bravissimos. O piso era rápido, o que, teoricamente, favorecia Roddick e, talvez, outros americanos.

Dançaram, porque os espanhóis, mordidos, vieram de Deliciano Lopez, que bateu Mardi Fish, e o incansável David Ferrer, que venceu tanto Roddick, que já confessou sua admiração pelo espanhol, e o Peixe, que vai demorar a se recuperar emocionalmente das duas derrotas.

Os jogos foram no melhor estilo Davis, com o publico participando, e os tenistas tentando apresentar o seu melhor tênis, tropeçando no emocional, mas nunca na garra e na vontade.

Os espanhóis venceram as duas partidas no sábado, o que não estava na conta americana, venceram as duplas, o que estava nas contas de todos, e os espanhóis não deixaram Roddick entrar em quadra para tentar se vingar. Os dois times têm cinco vitórias cada na Davis, mas foi a primeira vê que os espanhóis ganharam na casa dos adversários.

Os espanhóis recebem os franceses em uma das semis, enquanto os sérvios recebem os argentinos.

David Ferrer – barba e cabelo em Austin.

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domingo, 10 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 23:16

Direitinho

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Não há muito a escrever sobre a vitória brasileira em Montevideu. Depois que Pablo Cuevas sequer entrou em quadra, por conta de uma contusão no joelho, o confronto foi definido antes mesmo de começar. Afinal, o Brasil tem um tenista entre os 30 melhores do mundo e o Uruguai, sem Pablo, não tem ninguém. E o Brasil tem ainda três excelentes duplistas para sobrar e escolher.

Os brasileiros fizeram tudo direitinho, do começo ao fim. Lidaram com a ausência de Ricardo Melo que, ao que ouço, e que um dos meus leitores comentou en passant e com autoridade, foi jogar o torneio inter cidades nos EUA. Ricardo havia assinado um contrato com o time no ano passado e com a mudança das datas da Copa Davis não conseguiu sair do compromisso.
 
O capitão também assumiu a responsabilidade de não levar uma dupla formada e ficar com as opções táticas, tanto para as simples como para as duplas, o que funcionou. Mas, como escrevi, com o abandono de Cuevas tudo ficou bonito e fácil.

Adorei ver a foto de todo o time em quadra, sorrindo e celebrando, dentro do tradicional Carrasco, local onde, como capitão, vencemos o Uruguai, quando este tinha um time forte, em um dos mais dramáticos confronto da minha carreira. Mas isso fica para outra oportunidade. Hoje é celebrar Brasil 5 x Uruguai 0 e torcer por um bom sorteio na terça-feira para definir o adversário, e o local, da repescagem.

Possíveis adversários: Austria, Chile, Croácia, Rep. Checa, India, Russia, Suíça e Israel.

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sexta-feira, 8 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 11:43

Djoko fora

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Novak Djokovic não joga a primeira partida pela Copa Davis contra a Suécia. É bem provável que a decisão existisse há dias, mas foi guardada a sete chaves. Ontem mesmo ele fez declarações enaltecendo a competição e de como gosta de defender seu país.

Hoje, na hora de entrar em quadra, avisou que não jogaria por conta de uma contusão no joelho. No seu lugar entra o Tipsarevic.

Duvido um pouco que a contusão se agravou de ultima hora. É mais provável que já houvesse a decisão no ambiente do time, até porque o time sueco não traz nenhum perigo – o seu adversário, Ervin Eleskovic, é o #355 no ranking e o outro titular sueco, Ryderstedt, é o #297. Ou seja, se a Suécia fosse nosso adversário já estariamos na próxima rodada.

Por conta disso, posso crer que o Djoko aproveitou seus dias de festas, enalteceu a Davis, venderam milhares de ingressos, os fãs adoraram, e ele, que seria um tiro de canhão para matar moscas, deixou seus colegas de equipe serem protagonistas no fim de semana.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 22:35

Bonito

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Agora ficou bonito. Maravilhoso, para falar a verdade. Com o abandono de Pablo Cuevas, por conta de problemas no joelho as chances uruguais despencam. Rogerio Silva que tinha uma encrenca pela frente, agora enfrenta Marcel Felder, que apesar de brigador está a muitas luas de distância do titular. E o adversário de Thomas Bellucci, o #2 dos platinos, Martin Cuevas, está ainda mais distante do irmão original.

Do lado brasileiro, a mudança maior é que agora passa a existir uma expectativa de vitória sobre Silva que, com uma vitória, entrega a Bellucci a enorme possibilidade de o Brasil abrir 2×0 logo de cara. Aí é só correr para o abraço na Sábado, dia das duplas e, provavelmente, dia da decisão.

Ficou bonito para o brasileiro.

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Copa Davis, Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 11:41

Sem entender

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Acho que o atual capitão do time brasileiro na Copa Davis, João Swetsch, ficou um tanto ressabiado na última edição da Copa Davis. Além disso, mais do que acho, há coisas na escalação do time que enfrenta o Uruguai, em Montevidéu, que não ficaram claras e que não sou eu que vou tentar explicar.

Digo que ficou ressabiado porque decidiu que queria ter um terceiro singlista no time, que pudesse também jogar duplas, abrindo mão de uma dupla formada e aí ficando sem um terceiro singlista para uma eventualidade.

No ultimo confronto, contra a Índia, ficou claro que Thomas Bellucci entrou em quadra para sua segunda partida, que acabou abandonando sem condições, físicas ou emocionais, escolham. A decisão do técnico de colocar o tenista em quadra não tinha o aval do jogador, o que terminou por gerar um estresse entre ambos que deu no que deu. Desta vez, João decidiu que quer ter uma opção tática, já que João Sousa pode jogar simples e duplas, assim como Bellucci e, óbvio, o bom mineiro Bruno Soares que seria sempre o homem fixo das duplas.

O que eu não sei explicar é o porque Ricardo Mello, de longe o mais experiente dos atuais tenistas brasileiros, e o que mais mostrou, até agora, captar o espírito da competição, ficou de fora. Especialmente lá pelo La Plata, onde o bicho pega. Li algo no sentido que ele poderia voltar ao time e que este confronto não era bem o caso, mas nada que explicasse.

Com a ausencia de Ricardo aumenta a responsabilidade de Thomas e Rogério Silva é colocado em quadra para levar o seu tênis combativo a importunar o adversário. Ele joga o primeiro jogo contra o Pablo Cuevas que é o melhor tenista uruguaio e um perigo até para Bellucci, mas que está sem jogar desde Paris por conta de problemas no joelho – sua condição física é uma incógnita. De qualquer maneira, se Rogério conseguir afinar seu emocional pode incomodar, e por que não ganhar, já que não há expectativas e pressão de vitória nessa partida.

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quarta-feira, 6 de abril de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 09:52

Touradas em Barcelona

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Com certa frequência leio e ouço aquelas bobagens ditas na nossa mídia, porque falar não paga imposto, de que uma das razões do sucesso espanhol é como todos eles se dão muito bem. Parece que é mais história para inglês ver ou brasileiro ouvir.

Fernando Verdasco, titular da Copa Davis e 8º do ranking mundial entrou em conflito com alguns de seus conterrâneos, incluindo o capitão do time da Davis.

Seja porque, o espanhol, que anda meio tosco de jogo e da cabeça – talvez uma coisa tenha a ver com a outra, decidiu não se inscrever no Torneio de Barcelona, realizado no Clube mais antigo e tradicional da Espanha. Com o evento se aproximando, decidiu pedir um convite aos organizadores. E eles têm cinco! Aí o bicho pegou.

O pessoal do evento recusou, dizendo que o tenista se recusou a se inscrever no evento e agora veio pedir convite. Verdasco faz ouvidos de mercador ao argumento e parte ao ataque, dizendo que o pessoal do evento é isso e aquilo e se não o querem ele não vai e prefere ir ao Estoril.

Ele acusa alguém do torneio e o capitão da Davis e diretor do torneio Albert Costa de estarem por trás da recusa.

O que pode estar por detrás disso, que não passa de considerações imaginações de quem viveu os dos lados do circuito:

Em 2010 Rafael Nadal elegeu não jogar o evento, o que foi um baque para os organizadores.

O campeão foi Verdasco, batendo Soderling na final em partidaça de três sets.

Este ano, Verdasco começa a negociar com o evento, provavelmente pedindo uma bela grana para defender o título.

Os organizadores fecham com Nadal, que pouco não custou, e osoutros espanhóis o que, talvez, irrite ainda mais Verdasco.

Verdasco insiste, não leva, blefa e não se inscreve. As negociações prosseguem.

O torneio fecha com o vice Soderling, Murray, Ferrer, Berdych, Melzer, Monfils e outros o que não custou pouco.

O processo todo causa enorme desgaste entre todos envolvidos.

João Lagos que não tem nada com o assunto contrata o espanhol. Como não é bobo, deve ter pagado bem menos do que o espanhol queria dos conterrâneos.

Com a distribuição do ultimo convite, fica publico que o atual campeão não irá defender o título – o caso vai parar na mídia.

Não sei se tem algo a ver, mas Verdasco é de Madrid.

Verdasco – anda meio estranho.

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domingo, 13 de março de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 20:04

As duplas em IW

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Lendo o jornal esta manhã, minha mulher me fez uma pergunta. Agora, lendo os comentários, vejo a mesma dúvida por parte do leitor Otávio Romeo: por que os singlistas como Nadal, Federer, Djokovic, Murray e outros estão jogando duplas em Indian Wells e por que eles estão batendo alguma das melhores duplas do mundo?

Não estou presente na Califórnia, então tomo a liberdade de assumir por conta da experiência e de ter visto esse movimento anteriormente.

Os tenistas vinham jogando eventos indoors ou sobre o saibro, com a exceção recente de Dubai. Eles se inscrevem no evento de duplas para fazer uma melhor adaptação às quadras duras, porém não tão rápidas, sem maiores expectativas e responsabilidades. Eles vão fazer como muitos faziam antes dos duplistas tomarem conta das chaves – vão jogar com um olho na simples e outro nas duplas. Um tenista que vai bem nas simples não fará questão de ir bem nas duplas, basta jogar e pegar ritmo. Um singlista que vai mal nas simples – tipo Murray – fará um pouco mais de esforço para permanecer nas duplas.

A decisão é influenciada também pelo ambiente que encontram em Indian Wells. Um ambiente excepcional, tanto no clima como no criado pelo local e os organizadores.

O clima em si pode ser considerado perfeito – tanto que é um dos locais mais caros e procurados pelos milionários americanos; céu azul, sol perene, calor e ausência de umidade. É só darem uma olhadinha no vídeo da WTA, postado por um outro leitor nos Comentários, para perceberem como fica o astral no local. Um último detalhe é que a informação que esse ou aquele vai jogar corre rapidamente pelos vestiários, o que abre as portas para os outros tomarem a mesma decisão.

Quanto ao fato se é normal eles baterem algumas das melhores duplas, vale lembrar que os melhores tenistas do mundo vão jogar torneios de simples e aqueles que não conseguem o sucesso almejado, e ainda assim querem uma carreira no tênis, vão jogar duplas.

É óbvio que os especialistas em duplas têm uma vantagem por estarem treinados e focados nesse jogo onde a geometria fala mais alto do que a força. Mas não podemos que os cachorrões têm mais repertório e solidez de golpes, além de uma confiança em outro nível. É só lembrar que nas últimas Olimpíadas os campeões foram Federer e Wawrinka – eliminados nas simples mais cheios de vontade em conquistar uma medalha para seu país. Aliás, Federer confirmou que vai estar no time da Copa Davis no confronto em casa contra Portugal. É o exemplo de Nadal e Djokovic inspirando.

O perna de pau Andy, o sarado Djoko e as meninas treinando e se divertindo em Indian Wells.

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terça-feira, 8 de março de 2011 Copa Davis, Curtinhas, História, Tênis Masculino | 14:21

O mais rápido

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Para nós brasileiros não é grande notícia. Já os americanos, tarados por estatísticas e recordes, o saque dado pelo croata Ivo Karlovic a 251 km/h, nas duplas em que foi derrotado na Copa Davis, causou um belo alvoroço. Até porque o recorde anterior, de 249km/h pertencia ao americano Andy Roddick.

É um tanto difícil entender essa cultura americana aqui abaixo do equador. Para eles o mundo é muito mais de números do que é para nós. Aliás, ainda procuro descobrir do que o mundo é feito para nós.

Por aqui, na cultura do futebol, uma firula vale infinitamente mais do que um desarme. Já na cultura do tênis, neste país sem tradição neste esporte, a única coisa que parece contar são resultados. O cara ganha é gênio, o cara perde, um inútil. Ainda querem que eu concorde com absurdos como se minha visão do esporte tivesse a profundidade de uma tigela rasa.

De qualquer maneira, Karlovic, pressionado pelo 40×40 em seu saque e com um set abaixo, enfiou a mão na bola que foi na direção do adversário que não teve nenhum controle da deformada peludinha. Vejam a cara do adversário após o ponto!

Um saque que entra na história em mais uma partida em que o simpático croata preferirá esquecer.

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domingo, 6 de março de 2011 Copa Davis, Tênis Masculino | 21:33

Copa Davis

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Sem transmissões para o Brasil, aconteceu mais uma primeira rodada da Copa Davis mundo afora. O Brasil, cabeça de chave em seu grupo, ficou de fora, aguardando um vencedor, no caso o Uruguai.

Surpresas sempre acontecem e desta vez não foi diferente. A maior delas a vitória do Cazaquistão sobre a Rep. Checa. Até porque eram visitantes.

Os cazaques foram de Golubev e Kukushkin. O primeiro #43 do mundo. O segundo, #63. Os tchecos, com Berdich, #7 do planet, Hajek, #101 e Dlouhy, #11 de duplas.

Golubev encontrou uma maneira de vencer a primeira partida, sobre Hajek, que acabou sendo decisiva – 7/6 6/7 6/1 6/7 6/3.

Berdich arrasou Kukushkin. Berdich e Dlouhy ganharam as duplas.

Aí o barco começou a dar água. Berdich encontrou uma maneira de perder para Golubev – 7/5 5/7 6/4 6/2. Ou, vamos ser positivos, Golubev encontrou uma maneira de bater o #7 do ranking.

Provavelmente surpreso e não preparado para carregar essa cruz, Hajek permitiu a vitória de Kukushkin – 6/4 6/7 7/6 6/0. Dá para perceber o que aconteceu com a cabeça do tcheco após perder o terceiro set.

A Sérvia, sem Djokovic, bateu a Índia por 4×1, após um primeiro dia equilibrado. Se o duplista Buphatti não tivesse pulado fora, provavelmente não acreditando na vitória (Paes está contundido), o resultado poderia ter sido outro.

A Suécia acabou com a Rússia. Soderling continua bombando.

A Argentina não teve, como se esperava, dificuldades com a Romênia em BA

Os EUA penaram para bater um Chile ainda sem Fernando Gonzales. Paul Capdville bateu John Isner 6/7 6/7 7/6 7/6 6/4 em uma partida que deve ter sido eletrizante. O chileno ainda venceu o primeiro set contra Roddick na quarta, e decisiva, partida, mas terminou derrotado.

A Alemanha surpreendeu a Croácia em Zagreb. O confronto foi decidido na quinta partida, com a derrota do gigante Amaral Karlovic para Petzschner. O croata deu o saque mais rápido já registrado – 251km/h – nas duplas, mas não ganhou nem uma nem outra.

A Espanha, com Nadal, passou fácil pela Bélgica. Tirando a primeira partida que jogou, ainda aos 17 aos, e perdeu, Nadal venceu 15 jogos seguidos em simples na Copa Davis.

O capitão Guy Forget encontrou em Jeremy Chardy a chave de seu sucesso em Viena. Ele derrotou Melzer, #10 do mundo, na primeira partida e desmanchou a estratégia dos donos casa. A curiosidade do confronto foi o fato dos austríacos abrigarem o confronto em um angar dentro do aeroporto de Viena.

Para os brasileiros, o que importa aconteceu em Montevidéu, onde o Uruguai derrotou a Colômbia. Pablo Cuevas venceu as duas simples e ainda venceu as duplas, no quinto set, que acabou sendo a partida decisiva.

Em Julho, os uruguaios recebem os brasileiros, provavelmente no célebre Carrasco Club, tradicional local e verdadeiro caldeirão. Mas isso já é uma outra história.

Pablo Cuevas liderou o Uruguai. Agora o Brasil.

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quinta-feira, 3 de março de 2011 Copa Davis, Tênis Brasileiro | 17:17

Novi Sad

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Novak Djokovic não vai a Novi Sad, terra de Monica Seles, enfrentar a Índia pela Copa Davis. Aliás, nem o Brasil, se é para perder tempo lembrando coisas ruins.

O tenista disse que está cansado após jogar dois torneios em dois meses. Esse negócio de cansar pontualmente pegou entre os melhores tenistas.

A decisão tem algumas implicações e sugestões. O confronto não parece ser tão difícil aos olhos sérvios – senão, duvido, Novak abandonaria o barco. Deve haver um bom relacionamento entre os membros do grupo. Djoko deve estar com altas ambições para a temporada, já que, como os outros cachorrões, está se poupando. A briga pelo topo do ranking está ficando acirrada, o que é ótimo para os fãs do tênis, se não para os fãs de um ou outro tenista.

O que está sendo deixado de fora dessa noticia é a briga, feia, entre a família Djokovic e Slobodan Zivonisovic, ex-tenista e reeleito presidente da federação sérvia. Papai Djokovic tentou derrubar rapaz, não conseguiu e deixa claro que existe um abismo entre a federação de Slobodan e Djokovic. Não tão surpreendente, a FIT continua enchendo a bola de Zimonisovic, entregando a ele dois prêmios pela temporada passada.

Muito para a beleza de Novak.

Para que Djoko não se sentisse tão mal, a dupla Paes e Buphathi também anunciou que o fim de semana nos Bálcãs não está em seus planos. Paes engessou o braço por duas semanas e Buphathi, sentindo aquele bafão no cangote, contundiu-se no Dubai. O Brasil poderia ter ido com força total a Novi Sad.

Slobodan quando tenista – duas vezes semifinalista na Davis pela Iugoslávia.

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