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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 02:04

Revelação em quadra

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Para quem ainda não viu jogar Thomas Bellucci, 19 anos, revelação do tênis brasileiro, pode acompanhar hoje à noite, diretamente de Aracajú, onde acontece a Copa Petrobras. A Sportv promete passar as três partidas da rodada a partir das 18:30h. O gaúcho Franco Ferreiro abre contra o francês Nicolas Devilder e o campeão olímpico Nicolas Massú enfrenta o uruguaio Pablo Cuevas.

Encerram a rodada Bellucci e o atual primeiro do ranking nacional Marcos Daniel. Os dois recem se enfrentaram em Buenos Aires, com vitória de Daniel. Thomaz está em fase de preparação para a próxima temporada, que deve ser um divisor de águas em sua carreira, e ainda está fora de sua melhor forma. Para quem quer ver seus predicados está aí uma oportunidade.

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Tênis Masculino | 02:04

Revelação em quadra

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Para quem ainda não viu jogar Thomas Bellucci, 19 anos, revelação do tênis brasileiro, pode acompanhar hoje à noite, diretamente de Aracajú, onde acontece a Copa Petrobras. A Sportv promete passar as três partidas da rodada a partir das 18:30h. O gaúcho Franco Ferreiro abre contra o francês Nicolas Devilder e o campeão olímpico Nicolas Massú enfrenta o uruguaio Pablo Cuevas.

Encerram a rodada Bellucci e o atual primeiro do ranking nacional Marcos Daniel. Os dois recem se enfrentaram em Buenos Aires, com vitória de Daniel. Thomaz está em fase de preparação para a próxima temporada, que deve ser um divisor de águas em sua carreira, e ainda está fora de sua melhor forma. Para quem quer ver seus predicados está aí uma oportunidade.

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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 20:58

Festa Australiana

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Em homenagem ao Aberto da Austrália, uma foto natalina de estátua de cera da atriz australiana Nicole Kidman.

O Aberto da Austrália, que começa 14 de Janeiro, divulgou hoje a lista dos jogadores que estão direto na chave. Nenhum brasileiro! Os organizadores avisam que as chaves, feminina e masculina, serão as mais fortes da história do evento. Todos os 100 melhores do ranking masculino estão inscritos. Entre as mulheres uma única ausência – e por contusão. Para um evento jogado em uma data que é um mico, e por isso sofreu horrores com a ausência das grandes estrelas durante anos, é razão de festa. Para se ter uma idéia, Connors e Borg, entre muitos outros, se recusavam em ir até lá. Mas já faz alguns anos o torneio é o Grand Slam que melhor recebe os tenistas, que adoram a hospitalidade “aussie”. Por isso, a presença maciça, apesar do incomodo da data.

Os atuais campeões são Roger Federer e Serena Williams. Justine Henin não jogou em 2007 porque passava pelo divórcio. Após essa ausencia venceu, entre outros, Roland Garros e o U.S Open. Não se pode desprezar a força de uma mulher rejeitada. Com os boatos da contusão de Rafael Nadal, que seu técnico divulgou e o tenista negou, o grande rival de Federer deve ser Djokovic. Entre as mulheres, há uma série de meninas que estarão tentando azarar a vida de Sharapova e, conseqüentemente, de seus fãs. Serena segue sendo uma incógnita a cada torneio.

Quanto aos brasileiros é melhor ninguém ir segurando a respiração. Alguns deles podem ir a Melbourne tentar a sorte na qualificação. Se vão passar são outros 500. As nossas melhores chances são de André Sá e Marcelo Melo nas duplas.

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Tênis Masculino | 20:58

Festa Australiana

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Em homenagem ao Aberto da Austrália, uma foto natalina de estátua de cera da atriz australiana Nicole Kidman.

O Aberto da Austrália, que começa 14 de Janeiro, divulgou hoje a lista dos jogadores que estão direto na chave. Nenhum brasileiro! Os organizadores avisam que as chaves, feminina e masculina, serão as mais fortes da história do evento. Todos os 100 melhores do ranking masculino estão inscritos. Entre as mulheres uma única ausência – e por contusão. Para um evento jogado em uma data que é um mico, e por isso sofreu horrores com a ausência das grandes estrelas durante anos, é razão de festa. Para se ter uma idéia, Connors e Borg, entre muitos outros, se recusavam em ir até lá. Mas já faz alguns anos o torneio é o Grand Slam que melhor recebe os tenistas, que adoram a hospitalidade “aussie”. Por isso, a presença maciça, apesar do incomodo da data.

Os atuais campeões são Roger Federer e Serena Williams. Justine Henin não jogou em 2007 porque passava pelo divórcio. Após essa ausencia venceu, entre outros, Roland Garros e o U.S Open. Não se pode desprezar a força de uma mulher rejeitada. Com os boatos da contusão de Rafael Nadal, que seu técnico divulgou e o tenista negou, o grande rival de Federer deve ser Djokovic. Entre as mulheres, há uma série de meninas que estarão tentando azarar a vida de Sharapova e, conseqüentemente, de seus fãs. Serena segue sendo uma incógnita a cada torneio.

Quanto aos brasileiros é melhor ninguém ir segurando a respiração. Alguns deles podem ir a Melbourne tentar a sorte na qualificação. Se vão passar são outros 500. As nossas melhores chances são de André Sá e Marcelo Melo nas duplas.

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Tênis Masculino | 09:42

Federer, McEnroe e Borg

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Recentemente a ATP intermediou uma entrevista entre Roger Federer, John McEnroe e Bjorn Borg. Federer quis saber do que McEnroe mais se arrependia na carreira. O americano lembrou a final de Roland Garros 1984, quando Ivan Lendl o bateu por 3-6 2-6 6-4 7-5 7-5, após Mac estar liderando 2×0 em sets e 4-2 no terceiro. Foi quando o americano iniciou uma de suas baixarias em quadra, reclamando e brigando, até que conseguiu colocar a torcida, que era sua até então, contra si. BigMac acredita esse ter sido o seu maior erro de julgamento em quadra.

McEnroe lembrou Federer que este nasceu no mesmo ano – 1981 – em que ele e Borg jogarem a segunda final de Wimbledon entre ambos, vencida por BigMac. O americano quis saber se ele estivesse na arquibancada por quem torceria. O suíço não fugiu da raia. Disse que se ali estivesse ainda garoto, torceria pelo americano pela personalidade, controvertida e agressiva. Se estivesse ali agora, torceria por Borg, já que se reconhece muito mais no estilo “cool” do sueco. Trocando em miúdos, como moleque torceria por McEnroe, como homem por Borg. Não sei bem como a resposta caiu na mente do esperto americano. Quanto as perguntas e respostas de Borg não valem a menção. Apesar de gênio em quadra, o rapaz não fala muito coisa com coisa fora delas.


John McEnroe mexe com a torcida

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Federer, McEnroe e Borg

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Recentemente a ATP intermediou uma entrevista entre Roger Federer, John McEnroe e Bjorn Borg. Federer quis saber do que McEnroe mais se arrependia na carreira. O americano lembrou a final de Roland Garros 1984, quando Ivan Lendl o bateu por 3-6 2-6 6-4 7-5 7-5, após Mac estar liderando 2×0 em sets e 4-2 no terceiro. Foi quando o americano iniciou uma de suas baixarias em quadra, reclamando e brigando, até que conseguiu colocar a torcida, que era sua até então, contra si. BigMac acredita esse ter sido o seu maior erro de julgamento em quadra.

McEnroe lembrou Federer que este nasceu no mesmo ano – 1981 – em que ele e Borg jogarem a segunda final de Wimbledon entre ambos, vencida por BigMac. O americano quis saber se ele estivesse na arquibancada por quem torceria. O suíço não fugiu da raia. Disse que se ali estivesse ainda garoto, torceria pelo americano pela personalidade, controvertida e agressiva. Se estivesse ali agora, torceria por Borg, já que se reconhece muito mais no estilo “cool” do sueco. Trocando em miúdos, como moleque torceria por McEnroe, como homem por Borg. Não sei bem como a resposta caiu na mente do esperto americano. Quanto as perguntas e respostas de Borg não valem a menção. Apesar de gênio em quadra, o rapaz não fala muito coisa com coisa fora delas.



John McEnroe mexe com a torcida

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007 Tênis Masculino | 20:03

Os norte-americanos agora torcem na Copa Davis

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Patrick McEnroe aplaude time (Reuters)

Após 12 anos de espera, os americanos entenderam que o EUA já não é dominante como um dia foi no tênis profissional. Assim, o público já não mantém uma distância elitista nas arquibancadas e sabe que pode fazer uma diferença no confronto. Os torcedores aprenderam a se envolver e torcer por seus tenistas. Dentro da quadra já não há mais jogadores dominantes como Ashe, McEnroe, Sampras e Agassi, só para lembrar os mais recentes.

Hoje o time é liderado, em quadra, por Andy Roddick, com 26 vitórias e 9 derrotas. Ajuda, muito, ter um segundo singlista como James Blake – 17 e 9 – que pode vencer algumas partidas. Crucial ter uma dupla, sempre vital na Davis, vencedora como os irmãos Brian, com 13 e 1. Todos liderados por Patrick McEnroe, que substituiu o irmão mais famoso como capitão e passou os últimos seis anos explicando maus resultados. Agora vai poder dormir sossegado – ou pelo menos encarar o irmão – o maior vencedor na história do time – de frente.

Clique aqui para ouvir meu podcast.

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Tênis Masculino | 20:03

Os norte-americanos agora torcem na Copa Davis

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Patrick McEnroe aplaude time (Reuters)

Após 12 anos de espera, os americanos entenderam que o EUA já não é dominante como um dia foi no tênis profissional. Assim, o público já não mantém uma distância elitista nas arquibancadas e sabe que pode fazer uma diferença no confronto. Os torcedores aprenderam a se envolver e torcer por seus tenistas. Dentro da quadra já não há mais jogadores dominantes como Ashe, McEnroe, Sampras e Agassi, só para lembrar os mais recentes.

Hoje o time é liderado, em quadra, por Andy Roddick, com 26 vitórias e 9 derrotas. Ajuda, muito, ter um segundo singlista como James Blake – 17 e 9 – que pode vencer algumas partidas. Crucial ter uma dupla, sempre vital na Davis, vencedora como os irmãos Brian, com 13 e 1. Todos liderados por Patrick McEnroe, que substituiu o irmão mais famoso como capitão e passou os últimos seis anos explicando maus resultados. Agora vai poder dormir sossegado – ou pelo menos encarar o irmão – o maior vencedor na história do time – de frente.

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quinta-feira, 29 de novembro de 2007 Tênis Masculino | 18:08

Maçãs podres

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É difícil escrever sobre esse novo câncer que surge no tênis – as apostas. Para nós brasileiros é uma coisa de outro mundo, já que a única coisa de alguma maneira semelhante é a loteria esportiva. Apostar em esportes, por aqui, eu nunca ouvi falar, além de ser ilegal.

Mas na Inglaterra é um passatempo nacional que envolve fortunas. Por lá, se pode apostar em qualquer coisa que se possa imaginar, incluindo jogos de tênis. Isso nunca foi segredo. Mas a primeira vez que ouvi algum tipo de preocupação dentro do ambiente do tênis foi há poucos anos com um tenista russo, um dos melhores do mundo durante a carreira, e que foi aconselhado a encerrá-la, pela ATP, por conta de uma investigação sobre jogatina. O rapaz adorava apostar, e alto, em seus jogos de gamão, golfe e até par ou impar, dos quais estava sempre falando nos vestiários.

Na época a ATP não divulgou, mas as conversas pelos bastidores eram que havia uma forte suspeita do russo estar envolvido em atividades ilegais com apostas de jogos de tênis. Não tão surpreendentemente, o rapaz era conhecidíssimo por perder jogos fáceis nas primeiras rodadas. Hoje parece que joga cartas profissionalmente. Fora essa história, nunca ouvi falar de outra coisa.

Mas onde há dinheiro, há jogo e há coisas nebulosas por perto. E onde há a possibilidade de um dinheiro fácil as coisas podem começar a acontecer. Agora a mesma suspeita surge contra outro russo.

Coincidência? A Máfia Russa tem uma fama tenebrosa na Europa e deve ser capaz de intimidar qualquer um. Essa história do Davydenko ainda vai dar o que falar e a sua suspeita derrota, para um tenista bem inferior, e que gerou um volume bem mais alto de apostas do que o normal, lembra as curiosas derrotas do seu conterrâneo. Como é de se esperar, o atual 4º do ranking alega inocência. Mas também não dá para julgar antecipadamente. Os investigadores da casa de aposta, com a participação da Scotland Yard, e a anuência da ATP, acreditam que há mico no circo. As investigações ainda devem demorar cerca de um mês – aposto que não vão dar em nada, mas vão deixar todo mundo esperto.

O escocês Andy Murray colocou lenha na fogueira ao afirmar que todo mundo no vestiário conhece o problema e vê o que está acontecendo. Engraçado que outro britânico, Tim Henman, também afirmou que o problema existe. Murray levou um “cala boca” de Davydenko – que afirma que se o rapaz sabe tanto sobre o assunto é porque já participou -, e outro de Rafael Nadal, 2º do mundo, afirmando que Murray fala demais e que ele também vive o circuito e nunca viu ou ouviu nada sobre o assunto. E duvida que Murray saiba mais do que ele sobre o circuito. Bem, parece que sabe. A pressão pesou sobre o falastrão Murray, que tem essa fama no circuito. Murray chamou a imprensa e disse que suas palavras foram usadas fora do contexto – o que ele sabe é que alguns tenistas foram contatados e recusaram.

Os brasileiros Saretta e Daniel deram sua contribuição ao afirmarem que tambem foram contactados para entregarem partidas perante uma boa soma em Euros. Só não entendo por que os tenistas que receberam ofertas não contaram à ATP ou mesmo à polícia, já que, segundo eles, essses bandidos frequentam o ambiente dos jogadores.

Já passou da hora de se fazer algo definitivo a respeito. Mas o que deveria mesmo ser feito, que é a determinar a ilegalidade de apostas nos esportes, na Inglaterra, Las Vegas e na internet, eu duvido, e muito, vá acontecer.

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