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sábado, 1 de março de 2008 Tênis Masculino | 13:02

as finais de acapulco

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Para os que gostam é um prato cheio. Hoje, a partir das 21:30h, a ESPN apresenta as finais do Torneio de Acapulco. O torneio segue o formato que nos anos próximos deve ser o padrão dos grandes eventos. Homens e mulheres juntos na mesma semana e no mesmo local. O que é ótimo para o público, que fica com duas atrações, e para os tenistas, que adoram esse intercâmbio. Afinal, quase tudo que as mulheres estejam por perto fica melhor.

Às 21:30 entram em quadra as mulheres com a previsível final das duas favoritas: Flavia Penetta, 26 anos e #30 do ranking, enfrenta a francesa Alize Cornet. Penetta não faz nenhum pouco aquele jeito russo de ser, sendo muito mais o estilo mulherão. É também uma tenista sólida, com golpes completos e confiantes. Sua direita é uma das melhores do circuito. Se fosse tão faminta quanto suas colegas do leste europeu e as americanas do gueto, teria um ranking melhor. Cornet é uma francesinha de apenas 18 anos, #52 do ranking, grande esperança do tênis francês e joga sua primeira final no circuito WTA. Será o confronto da juventude e ausência de pressão contra a experiência e a obrigação de mais um título.

Logo em seguida entram os homens, com os dois melhores tenistas do circuito latino americano sobre o saibro: David Nalbandian, campeão de Buenos Aires e Nicolas Almagro, campeão do Aberto do Brasil. O argentino dispensa apresentações. O espanhol é tenista com um tremendo potencial que ainda não descobriu o quanto pode ser perigoso. Para se ter uma idéia, em 2004 Almagro, então com 18 anos, chegou a Roland Garros um desconhecido e deu uma canseira em Gustavo Kuerten, perdendo por 7×5 no 5º set. Duas rodadas depois, o brasileiro derrotaria Federer em três sets, perdendo exatamente para Nalbandian nas quartas. Almagro tem uma das munhecas mais fortes do circuito e a hora em que começa acelerar as bolas é um deus que acuda o adversário.

Os jogos serão ao vivo e os comentários serão deste esforçado bloguista. Divirtam-se.


a finalista alize cornet

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Tênis Masculino | 13:02

as finais de acapulco

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Para os que gostam é um prato cheio. Hoje, a partir das 21:30h, a ESPN apresenta as finais do Torneio de Acapulco. O torneio segue o formato que nos anos próximos deve ser o padrão dos grandes eventos. Homens e mulheres juntos na mesma semana e no mesmo local. O que é ótimo para o público, que fica com duas atrações, e para os tenistas, que adoram esse intercâmbio. Afinal, quase tudo que as mulheres estejam por perto fica melhor.

Às 21:30 entram em quadra as mulheres com a previsível final das duas favoritas: Flavia Penetta, 26 anos e #30 do ranking, enfrenta a francesa Alize Cornet. Penetta não faz nenhum pouco aquele jeito russo de ser, sendo muito mais o estilo mulherão. É também uma tenista sólida, com golpes completos e confiantes. Sua direita é uma das melhores do circuito. Se fosse tão faminta quanto suas colegas do leste europeu e as americanas do gueto, teria um ranking melhor. Cornet é uma francesinha de apenas 18 anos, #52 do ranking, grande esperança do tênis francês e joga sua primeira final no circuito WTA. Será o confronto da juventude e ausência de pressão contra a experiência e a obrigação de mais um título.

Logo em seguida entram os homens, com os dois melhores tenistas do circuito latino americano sobre o saibro: David Nalbandian, campeão de Buenos Aires e Nicolas Almagro, campeão do Aberto do Brasil. O argentino dispensa apresentações. O espanhol é tenista com um tremendo potencial que ainda não descobriu o quanto pode ser perigoso. Para se ter uma idéia, em 2004 Almagro, então com 18 anos, chegou a Roland Garros um desconhecido e deu uma canseira em Gustavo Kuerten, perdendo por 7×5 no 5º set. Duas rodadas depois, o brasileiro derrotaria Federer em três sets, perdendo exatamente para Nalbandian nas quartas. Almagro tem uma das munhecas mais fortes do circuito e a hora em que começa acelerar as bolas é um deus que acuda o adversário.

Os jogos serão ao vivo e os comentários serão deste esforçado bloguista. Divirtam-se.



a finalista alize cornet

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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008 Tênis Masculino | 17:01

pura

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alona, a pura

Para quem não sabe, a foto acima é da tenista ucraniana Alona Bondarenko, atual #23 no ranking, posando para anuncio da K-Swiss e a campanha denominada “keep it pure” (mantenha pura). Sofisticação, ironia, convite, desafio?

O que será que Martina Navratilova pensaria de tal arroubo tenístico?

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Tênis Masculino | 16:17

nadal e as duras

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Parece existir uma diferença de comunicação, vocabulário, ou talvez geração, entre Rafael Nadal e o tio/técnico Toni Nadal. O primeiro insiste que seus problemas com a contusão no pé acabaram em 2005. Suas atitudes, ausências e uma declaração, eventualmente desmentida, do tio indicam outra realidade. Toni chegou a dizer, mais tarde afirmou ser ironia, que a contusão era perene.

De qualquer maneira, esta semana o técnico apontou sua metralhadora na direção da ATP e o assunto, no fundo, era o mesmo. Toni afirma que a ATP é responsável pelas contusões que afligem os tenistas, por insistir em utilizar pisos duros – o tipo o usado nos Masters Series americanos, no Aberto dos EUA, na Ásia e em outros locais. O espanhol diz que nenhum outro esporte é jogado em piso tão hostil. “Muitos esportes acontecem na grama e outros em pisos mais acolchoados, como as pistas de atletismo. Nada em um piso tão duro. Os tenistas vivem afetados por contusões derivadas do piso e a ATP, apesar das reclamações, não faz nada”.

Apesar de ser o #2 do ranking, encostado em Federer, Nadal não vence um torneio desde de Stuttgart, em Julho 2007. São sete meses sem título. Talvez o tio esteja ficando frustrado e nervoso, porque querer acabar com os torneios em pisos de quadra duras é um pouco demais. O que a ATP deveria fazer? Um circuito feito sob medida para o espanhol?

Os pisos de quadra dura são uma herança do tênis jogado na Califórnia e o padrão para o tênis americano. Não existe possibilidade de deixar de existir. Pelo menos não em um futuro próximo, e duvido que em algum futuro. Aposto meus LPs de vinil que estaremos assistindo o Aberto dos EUA em quadra duras e o animal Nadal estará pescando enguias nas praias de Majorca aproveitando sua aposentadoria.

O que pode ser considerado é que o estilo Nadal de jogar pode ter inaugurado uma tendência no tênis. Muita força física, tanto nos braços como, especialmente, nas pernas. Seu estilo é de uma brutalidade ímpar, o que não casa bem com a rigidez das quadras duras. Ali o impacto é enorme e mais propício a contusões. Mais ainda em tenistas com o estilo Nadal do que em tenistas com o estilo Federer, mais suave, elegante e leve. No assunto não existe certo ou errado, e sim diferentes realidades. O que, com certeza, não existe é um tenista ser maior do que o esporte.

O próximo torneio de Rafael é Dubai, um dos mais disputados e difíceis eventos do circuito. São oito dos top ten e doze entre os 15 tops em quadra, o torneio é jogado em uma única semana e distribui U$1.5 em prêmios para uma chave de 32 tenistas. Isso é brutal – mais do que o piso lá usado – o duro.

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Tênis Masculino | 16:17

nadal e as duras

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Parece existir uma diferença de comunicação, vocabulário, ou talvez geração, entre Rafael Nadal e o tio/técnico Toni Nadal. O primeiro insiste que seus problemas com a contusão no pé acabaram em 2005. Suas atitudes, ausências e uma declaração, eventualmente desmentida, do tio indicam outra realidade. Toni chegou a dizer, mais tarde afirmou ser ironia, que a contusão era perene.

De qualquer maneira, esta semana o técnico apontou sua metralhadora na direção da ATP e o assunto, no fundo, era o mesmo. Toni afirma que a ATP é responsável pelas contusões que afligem os tenistas, por insistir em utilizar pisos duros – o tipo o usado nos Masters Series americanos, no Aberto dos EUA, na Ásia e em outros locais. O espanhol diz que nenhum outro esporte é jogado em piso tão hostil. “Muitos esportes acontecem na grama e outros em pisos mais acolchoados, como as pistas de atletismo. Nada em um piso tão duro. Os tenistas vivem afetados por contusões derivadas do piso e a ATP, apesar das reclamações, não faz nada”.

Apesar de ser o #2 do ranking, encostado em Federer, Nadal não vence um torneio desde de Stuttgart, em Julho 2007. São sete meses sem título. Talvez o tio esteja ficando frustrado e nervoso, porque querer acabar com os torneios em pisos de quadra duras é um pouco demais. O que a ATP deveria fazer? Um circuito feito sob medida para o espanhol?

Os pisos de quadra dura são uma herança do tênis jogado na Califórnia e o padrão para o tênis americano. Não existe possibilidade de deixar de existir. Pelo menos não em um futuro próximo, e duvido que em algum futuro. Aposto meus LPs de vinil que estaremos assistindo o Aberto dos EUA em quadra duras e o animal Nadal estará pescando enguias nas praias de Majorca aproveitando sua aposentadoria.

O que pode ser considerado é que o estilo Nadal de jogar pode ter inaugurado uma tendência no tênis. Muita força física, tanto nos braços como, especialmente, nas pernas. Seu estilo é de uma brutalidade ímpar, o que não casa bem com a rigidez das quadras duras. Ali o impacto é enorme e mais propício a contusões. Mais ainda em tenistas com o estilo Nadal do que em tenistas com o estilo Federer, mais suave, elegante e leve. No assunto não existe certo ou errado, e sim diferentes realidades. O que, com certeza, não existe é um tenista ser maior do que o esporte.

O próximo torneio de Rafael é Dubai, um dos mais disputados e difíceis eventos do circuito. São oito dos top ten e doze entre os 15 tops em quadra, o torneio é jogado em uma única semana e distribui U$1.5 em prêmios para uma chave de 32 tenistas. Isso é brutal – mais do que o piso lá usado – o duro.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008 Tênis Masculino | 14:32

de ouro e de choro

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Quem ainda não entendeu que o tenista depende extremamente de sua autoconfiança ainda não entendeu a alma do tênis. Mas não será hoje que vou me aprofundar sobre o assunto. Hoje escrevo sobre o chileno Nicolas Massu, que, como tantos outros, enfrenta uma crise de auto-estima capaz de rivalizar com o time do Corinthians no final do Brasileirão. E que me desculpem os sofredores corintianos. Mas é nessas piores horas que o tenista pode, se tiver o caráter necessário, enfrentar seus lados mais escuros, encarar seus piores medos e, enfim, encontrar sua alma e confiança.

Após sua vitória sobre o espanhol Moya, em entrevista ainda dentro da quadra, que são as melhores, por serem emocionalmente quentes, Massu confessou parte de seus demônios nos últimos meses. Desde o meio do ano passado seu ranking vem despencando graças a derrotas precoces. Nada pior do que uma derrota após a outra. Acaba com o arsenal de auto-estima de qualquer um e faz o fulano pensar em abandonar tudo e ir criar galinhas. A situação estava tão delicada que seus pais o acompanharam ao México para emprestar aquele apoio que só a família pode oferecer.

Massu bateu, na 1ª rodada de Acapulco, o argentino Vassallo, o que não é nenhuma façanha. Ontem, o chileno arrasou Moya, que se não tem mais aquele fogo necessário para um tenista fazer chover no circuito, era o cabeça-de-chave #2. Massú mostrou determinação e vontade de vencer – suas principais qualidades como tenista. Quem não se lembra de suas participações na Olimpíada de Atenas? Essa a razão principal de eu escrever este post.

Confesso que hoje choro com um pouco mais de facilidade do que anos atrás. E, que eu me lembre, só chorei duas vezes em cima de um jogo de tênis. A partida final de duplas de Atenas foi uma delas. Poucas vezes fiquei, e poucas vezes ficarei, tão emocionado como na ocasião. Quem assistiu lembrará como um dos grandes momentos do esporte. Nicolas Massu venceu as duplas com seu companheiro Fernando Gonzalez, batendo os irmãos Bryan nas quartas-de-final, e os alemães Schuettler e Kiefer, na final, e ainda venceu a simples, batendo Gustavo Kuerten na estréia e o americano Mardy Fish na final. O Chile ganhou três medalhas de ouro em Atenas, as três no tênis. Massu voltou para casa como herói. Eu, todos os chilenos e muitos outros nunca mais esqueceremos aquele dia.

Na próxima rodada de Acapulco, que a ESPN está mostrando esta semana, Massu enfrenta o campeão do Aberto do Brasil, Nicolas Almagro. Acompanhe o video das simples com a emocional narração de Fernado Solabarrieta e logo abaixo o de duplas.

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Tênis Masculino | 14:32

de ouro e de choro

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Quem ainda não entendeu que o tenista depende extremamente de sua autoconfiança ainda não entendeu a alma do tênis. Mas não será hoje que vou me aprofundar sobre o assunto. Hoje escrevo sobre o chileno Nicolas Massu, que, como tantos outros, enfrenta uma crise de auto-estima capaz de rivalizar com o time do Corinthians no final do Brasileirão. E que me desculpem os sofredores corintianos. Mas é nessas piores horas que o tenista pode, se tiver o caráter necessário, enfrentar seus lados mais escuros, encarar seus piores medos e, enfim, encontrar sua alma e confiança.

Após sua vitória sobre o espanhol Moya, em entrevista ainda dentro da quadra, que são as melhores, por serem emocionalmente quentes, Massu confessou parte de seus demônios nos últimos meses. Desde o meio do ano passado seu ranking vem despencando graças a derrotas precoces. Nada pior do que uma derrota após a outra. Acaba com o arsenal de auto-estima de qualquer um e faz o fulano pensar em abandonar tudo e ir criar galinhas. A situação estava tão delicada que seus pais o acompanharam ao México para emprestar aquele apoio que só a família pode oferecer.

Massu bateu, na 1ª rodada de Acapulco, o argentino Vassallo, o que não é nenhuma façanha. Ontem, o chileno arrasou Moya, que se não tem mais aquele fogo necessário para um tenista fazer chover no circuito, era o cabeça-de-chave #2. Massú mostrou determinação e vontade de vencer – suas principais qualidades como tenista. Quem não se lembra de suas participações na Olimpíada de Atenas? Essa a razão principal de eu escrever este post.

Confesso que hoje choro com um pouco mais de facilidade do que anos atrás. E, que eu me lembre, só chorei duas vezes em cima de um jogo de tênis. A partida final de duplas de Atenas foi uma delas. Poucas vezes fiquei, e poucas vezes ficarei, tão emocionado como na ocasião. Quem assistiu lembrará como um dos grandes momentos do esporte. Nicolas Massu venceu as duplas com seu companheiro Fernando Gonzalez, batendo os irmãos Bryan nas quartas-de-final, e os alemães Schuettler e Kiefer, na final, e ainda venceu a simples, batendo Gustavo Kuerten na estréia e o americano Mardy Fish na final. O Chile ganhou três medalhas de ouro em Atenas, as três no tênis. Massu voltou para casa como herói. Eu, todos os chilenos e muitos outros nunca mais esqueceremos aquele dia.

Na próxima rodada de Acapulco, que a ESPN está mostrando esta semana, Massu enfrenta o campeão do Aberto do Brasil, Nicolas Almagro. Acompanhe o video das simples com a emocional narração de Fernado Solabarrieta e logo abaixo o de duplas.

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Tênis Masculino | 13:39

a sérvia sorridente

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O artista mineiro Gustavo Camargo, um fã do tênis e, suspeito, um fã ainda maior da sérvia Jelena Jankovic, usou de sua arte para fazer um desenho da moça e de sua coragem para enviá-lo a ela. A tenista gostou, agradeceu e o publicou em seu site. Quem quiser conhecer o blog dessa simpática sérvia – ela sorri a partida inteira, com seus acertos e seus erros – coloco o link abaixo. Essa sua qualidade ganhou destaque no desenho do mineiro. O desenho, eu coloco, com a autorização do Gustavo.
http://www.jj-jelenajankovic.com/eng/blog.php


jelena, by gustavo

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Tênis Masculino | 13:39

a sérvia sorridente

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O artista mineiro Gustavo Camargo, um fã do tênis e, suspeito, um fã ainda maior da sérvia Jelena Jankovic, usou de sua arte para fazer um desenho da moça e de sua coragem para enviá-lo a ela. A tenista gostou, agradeceu e o publicou em seu site. Quem quiser conhecer o blog dessa simpática sérvia – ela sorri a partida inteira, com seus acertos e seus erros – coloco o link abaixo. Essa sua qualidade ganhou destaque no desenho do mineiro. O desenho, eu coloco, com a autorização do Gustavo.

http://www.jj-jelenajankovic.com/eng/blog.php



jelena, by gustavo

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008 Tênis Masculino | 18:34

problema antigo

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O problema com as apostas já ronda os vestiários há algum tempo. Quem fez, recentemente, a afirmação foi Mark Miles, ex-presidente da ATP e responsável por comandar o sindicato dos tenistas durante os anos de consolidação do circuito profissional.

Miles diz que desde sua época a ATP estava em contacto com a Betfair, site de apostas inglês, sobre o monitoramento das apostas no tênis. Ele afirma ter certeza que então já tinha a certeza que alguns tenistas forneciam informações “de cocheira” para a máfia das apostas. Coisas do tipo – fulano está jogando contundido, cicrano brigou com a namorada, aquele estava na gandaia ontem à noite, outro está sem confiança.

Miles desconhece qualquer situação onde um jogo foi “arrumado”, mas mesmos as informações ele acredita serem “não éticas”. Miles não menciona um ex-tenista russo, vencedor de um Grand Slam, tão talentoso quanto conhecido por atitudes não condizentes com o esporte, tais como “entregar” jogos e adorar apostas de todos os tipos. Tal tenista foi advertido e “aconselhado” pela ATP a se aposentar, já que havia sérias suspeitas de suas ligações com apostas ilegais.

Miles chegou a contratar ex-agentes da Scotland Yard como consultores para acompanhar os torneios in loco. Considerando a afirmação de Miles, e o fato de Nikolay Davydenko ter abandonado a partida de triste fama com o argentino Arguello por contusão, fica no ar a possibilidade do russo não ter participado diretamente do crime. Talvez alguém tenha informado a tal máfia sobre as condições do russo. Talvez o próprio jogador. Até hoje a ATP não divulgou suas investigações sobre o caso. Só casos periféricos bem menos importantes. Talvez até seja uma escolha estratégica. No fim das contas, eu continuo achando que o problema é a legislação inglesa que permite as apostas em esportes e conseqüentemente incentiva tais corrupções.

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