Publicidade

Arquivo de dezembro, 2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013 Sem categoria | 14:06

Novidades

Compartilhe: Twitter

Aproveito o momento para desejar Boas Festas para todos os leitores.

Peço a atençao de vocês que fiquem sempre atentos a minha página no Facebook: Tenisnet-blog do paulo cleto ou na minha página pessoal do Face: – paulo cleto – para novidades sobre o Blog.

Autor: Tags:

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013 Porque o Tênis., Tênis Feminino | 14:08

Na final.

Compartilhe: Twitter

O handball pouco tem a ver com o tênis. Talvez em outras partes, mas no Brasil, no meu ponto de vista, tem algo sim e que me é bem claro.

O time brasileiro está em Belgrado disputando o Mundial e nesta última quarta-feira passou, pela primeira vez na história, para as semifinais do evento, ao bater a Hungria após duas prorrogaçoes. Sao sete vitórias em sete jogos. Hoje elas jogam a semifinal contra a Dinamarca – uma potência que inclusive nos fornece o técnico da equipe, aliás uma figura. O jogo acontece às 17.45h e será mostrado pelo canal Esporte Interativo, do qual sei pouco, porque tanto a NET como a Sky nao reproduzem o sinal, o que é uma pena. (se alguém tiver notícia diferente a respeito me informe).

Os jogos sao eletrizantes e tremendamente emocionais. O handball é um jogo ágil e rápido, exige bastante de destreza, atleticismo e força – fora a coletividade. Para quem gosta de assistir esporte é um prato cheio e de qualidade. Com o Brasil em quadra fica ainda mais emocionante. Com os nossas meninas fica ainda mais tocante.

E é isso que o handball tem, ou deveria ter, em comum com o tênis – especialmente para o Brasil. Nao conheço a história das meninas a fundo, mas dá para supor que a maioria nao saiu de classes mais abastadas, teve contato com o esporte nas escolas, tem o necessário porte físico, ralaram bastante para subir no esporte, tem comprometimento total com o esporte, a ponto de todas, menos uma, que foram às Olimpíadas de 2012 jogarem no exterior. Entre elas Alexandra Nascimento, uma linda e diabólica canhoteira eleita a melhor do mundo em 2012.

Com isso, volto à tecla que o tênis feminino brasileiro deveria buscar seus talentos na periferia das cidades, em áreas mais carentes, assim como acontece com o futebol e volei feminino. Lá está um universo de talentos e material humano com o necessário requisitos físico e temperamento, esperando ser descoberto, ofertado uma oportunidade, trabalhado, incentivado. O handball, como o volei, detectou isso, trabalhou e investiu, vem conquistando resultados, algo que o Mundial está espelhando. Nao é só uma coincidência que a nossa atual #1, Teliana Pereira, tenha bastante dos requisitos mencionados.

E se o leitor tiver a oportunidade nao deixe de acompanhar o jogo das meninas no Mundial – nao vai se arrepender.

O Brasil bateu a Dinamarca na semifinal e joga a final contra dona da casa, a Sérvia, no Domingo às 14.30h.

Autor: Tags:

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 História, Tênis Masculino | 09:57

Servio, croata, eslovaco e alemao.

Compartilhe: Twitter

O final do ano está mais agitado do que o normal no que diz respeito a mudanças de técnicos pelos tenistas. Fui tomando conhecimento aos poucos da dança das cadeiras. O agito foi desde Thomas Bellucci – e aí nao há muita surpresa – a Maria Sharapova, quem nao se pode afirmar que nos ultimos tempos nao tem sido muito fiel – deve ser seu o recorde de despedir o técnico após uma única partida. Aliás, a moça fez um mea culpa, ao divulgar o novo técnico, quando falou que “impossível”, para nao usar outra palavra, e em crise na época em que despediu Jimmy Connors, uma cara que foi bem mais tenista do que ela, e também um mala ainda maior, e que passou por uma tremenda humilhaçao no episódio.

Outros tenistas, até Gasquet, (um pouco de sarcasmo aqui) mudaram de técnico, isso sem mencionar Federer, que mandou o seu andar pouco antes do término da temporada e, dizem, vem aí com novidades a respeito – fico pensando a que altura anda o amor próprio do amigao Severine. Mas a de maior impacto apareceu nesta quarta, quando El Djoko anunciou que Marian Vajda sai de títular da posiçao e entra, e este uma supresa e um achado, Boris Becker.

Vajda, um tenista eslovaco, sai, mas nao de vez. Ainda vai acompanhar el Djoko em quatro torneios ?? – Indian Wells, Madrid, Toronto e Pequim – quase que um em cada continente e época do ano, quando Becker nao estará presente. Confesso que peco em nao ver nenhum tipo de lógica na escolha a nao ser “de vez em quando, bem esparso, você vem”. O alemao estará no camarote do servio em 12 eventos, incluindo os 4 Slams, o que deve acrescentar ainda mais à adrenalina do local. Apesar de que Becker, mercurial em quadra, fora dela gosta de aparentar seu lado mais “cara de poker”, há tempos seu esporte favorito – voce nunca viu Becker se confratenizando e jogando exibiçoes com seus antigos colegas de profissao. O alemao tem sérias encrencas com a ATP, algo que deve tê-lo aproximado de Novak, outro que anda metendo a boca na ATP por conta do affair Troicky – e aí vocês podem apostar que foi uma decisao bem politica da FIT – Djoko também criticara a FIT na final da Davis – ao anunciar o título de “tenista do ano” ao sérvio esta semana, deixando Nadal em segundo.

Nao sei bem qual o raciocínio em ter um técnico em quatro torneios e outro em doze. Mas fica claro que o cara agora é Becker – pelo menos até segunda ordem. No passado Djoko já havia trazido Todd Martin para mudanças, algo que no curto prazo foi um fracasso – fica difícil de afirmar se seu sucesso posterior teve a ver com mudanças propostas pelo americano. Becker nunca trabalhou como técnico e resta ver como será o relacionamento com o time e o próprio Djoko. O alemao é um cara extremamente charmoso, inteligente e do tipo que faz só o que sua cabeça manda; mas nao o vejo tendo o mesmo espírito de “time fechado” do resto do pessoal de Novak, algo que sempre creditei como uma das forças do Djokovic. Além disso, passa longe do perfil encolhido de Vajda, que deixava todas os holofotes sobre Novak, algo que nao será, nem de muito longe, o perfil de Becker, que vai adorar o banho de mídia.

Vajda foi obrigado a dizer que “Novak precisava de um novo técnico para continuar a melhorar certas áreas de seu jogo” ao mesmo tempo que ele, Vajda, terá mais tempo com a família. Sao oito anos de trabalho da dupla. Nao custa lembrar que ambos se conheceram na Alemanha, para onde Djoko foi quando começaram as cair as bombas em Belgrado. Lá Novak foi treinar na academia de Nicki Pilic (aonde trabalhava Vajda), um croata que liderou o time servio quando do título da Copa Davis e que foi capitao do time da Alemanha na época de Becker, inclusive quando da vitória do Brasil sobre eles no Rio de Janeiro. Pilic tem a distinçao de vencer a Copa Davis como capitao por três países: Alemanha (3 vezes) Croácia (2005) e Sérvia (2010), para quem serve como conselheiro na Davis desde 2007. E nao duvido nada que a contrataçao de Becker tenha seu dedo, assim como ele deve ter sido o primeiro a ser procurado para o emprego – mas aos 74 anos e com a academia em Munique nao deve nem querer ouvir falar do assunto.

Autor: Tags:

domingo, 15 de dezembro de 2013 Tênis Brasileiro | 15:43

André Silva

Compartilhe: Twitter

A notícia me foi dada em confidencia e por isso me abstive de escrever a respeito. Coloquei uma nota nos “coments” para ver se alguém chutava pra gol. Como sempre, com os leitores que tenho, alguém logo centrou e outro emendou pras redes.

O brasileiro Andre Silva, dirigente da ATP que vinha comandando o Masters de Londres, foi convidado por Roger Federer e seu manager/sócio Tony Godsick para ser o homem da campo da empresa -a Team8 – que ambos estao montando para administrar carreiras. O único outro contratado é um neto de Mark McCormick, fundador da IMG. Os rumores dizem que tambem Del Potro e BabyFederer Dimitrov vao se unir à Team8.  As conversas já aconteciam há tempos, mas só agora foram finalizadas. O último empecilho, que seria o salário fixo de Andre, foi solucionado com uma canetada do tenista que fez a oferta que se tornou irrecusável.

Se a parceria acontece é porque tem que ser considerada um progresso na carreira do brasileiro. Ele já tinha uma boa posiçao na ATP – Diretor de Players Services – algo bem amplo a ponto de levá-lo a ser o diretor do Masters de Londres por dois anos consecutivos.

Os rumores também dizem que Andre nao estava totalmente feliz na ATP – mas podem ser só rumores, já que era uma estrela em ascêndencia. Rumores também dizem que ele chegou a ser sondado para o cargo de Presidente da ATP e que teria recusado. Também podem ser só rumores. Paralelo a isso, nao deixa de ser interessante que sua decisao final de se juntar a Godsick e Federer, que gosta muito do brasileiro, aconteceu logo após a vaga da presidência da ATP ser preenchida por um colega seu, o inglês Cris Kermode, diretor do torneio de Queens e também um dos diretores do Masters de Londres. De qualquer maneira, a vida e carreira de Andre Silva tem sido um sucesso dentro do tênis -ele foi tenista universitário nos EUA, começou por baixo na ATP e virar parceiro de Federer, o tenista que mais faturou na carreira tenistica, só deve levá-lo mais â frente. Sucesso!

Autor: Tags:

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013 Copa Davis, Tênis Masculino | 11:24

A dor da derrota

Compartilhe: Twitter

Se você já viu um tenista de bom humor depois de perder, o que você viu não foi um tenista. Tal animal não existe. Após uma derrota, o tenista, não importa em qual categoria, do mais frio profissional ao mais apaixonado e delirante panga, todos odeiam perder. Aquele que tem um olhar mais zen à derrota não passa, na melhor das hipóteses, de um cara que se diverte com uma raquete na mão e com um certo gosto pérfido pela chibata no lombo.

Uma derrota em quadra é algo cruel. É uma das piores experiências que se pode ter. É obvio que aí não estão incluídas doenças (as mais aflitantes), dor de corno (algumas), perda de dinheiro (muito) e outras que não me vem à memória; mas que as há, há.

Eu perco o sono. E não sou só eu. Outro dia, em mesa de tenistas, praticamente todos admitiram que não dormem direito, quando dormem, após uma derrota – lógico que sempre há um machão por perto, em quem fingimos acreditar para não dar briga. Lógico que não é qualquer derrota. Ir ao clube e jogar com um de seus velhos rivais e levar uma chacoalhada não vai tirar o sono de ninguém – a não ser que o fulano seja um freguês de carteirinha e você veja nessa derrota uma possível e dolorida tendência. Aí o bicho pega.

Estou falando de derrotas em campeonatos, com algum tipo de oficialidade. Essa oficialidade é que é o veneno. Porque torneio entre amigos e no condomínio não conta – a não ser que seja para aquele mala sem alça que vive contando vantagem ou garfando desavergonhadamente, e que você preferiria, se pudesse escolher, pegar sua mulher na cama com o Faustão do que perder pra ele. Notem que não escolhi o Ricardão.

Eu não só perco o sono, como meu HD dá uma pane total. Fico horas no limbo, sonhando acordado (ou pensando em meu sonhos!?) sobre os pontos jogados, os absurdos cometidos, oportunidades desperdiçadas, erros idiotas. É a seção terror na madrugada.

Como será que os tenistas profissionais reagem nessas horas? Sempre os ouvi reclamar que passaram a noite vendo o vídeo tape das derrotas. O cara corre horas na quadra, acaba com o físico, precisa do sono para se restabelecer e ele não vem.  É o inferno.

O Dácio Campos sempre está lembrando que o tenista precisa se perdoar para vencer. Precisa, e consegue, quando consegue, ali na quadra. Se perde, o raciocínio vai para o saco – junto com a paz de espírito, o sono, a grana, a confiança, a auto estima e tudo mais de bom na vida. É só coisa ruim.

No circuito, o tenista tem uns dias para se recuperar – mental e fisicamente. Se perde na 1ª rodada tem mais tempo para tal. Se perde na final, e joga na semana seguinte, tem menos. Tem tenista que diz preferir perder na 1ª do que na final – acho que é só para estressar um ponto. Doe mais na final, mas é melhor do que perder na 1ª rodada.

Agora, imaginem na Copa Davis. O evento é, de longe, o mais emocional que um tenista pode jogar. Jogos de cinco sets, extenuantes, mental e físicamente. O cara perde, se remoe a noite toda e no dia seguinte tem que encarar novamente. Não existe derrota mais dolorida do que a na Copa Davis. Algumas acabam com as semanas seguintes do envolvido. Algumas têm resquícios para o resto da carreira.

Logo após perder para Djokovic no Masters deste ano, pela segunda vez em cinco dias, Federer foi perguntado se sentia encorajado por ter ganho um set em cada partida para o campeão. A resposta do suíço foi: É, com certeza! Legal! Foi ótimo vencer dois sets e perder quatro. Perder o jogo. Realmente duca!” O mau humor e a ironia ali foram só a pontinha do iceberg.

fed bico

Federer – bico pós derrota.

Autor: Tags:

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013 Curtinhas, Light | 20:11

Lavando a égua

Compartilhe: Twitter

Inúmeros blogs tem noticiado que Rafael Nadal faturou U$10 milhoes na semana que jogou na América do Sul. Isso foi o que noticiou a agência suíça Blick. Nao compro nada dos suíços de olhos fechados. Mas fica a dúvida: será que chegou a isso os números do espanhol?

Antes que alguém grite que Rafa passa a temporada gritando sobre o calendário cheio e que os tenistas sao obrigados a jogar demais, e que na hora do descanso o rapaz vem para cá atrás mucha plata, o que é um pouco conflitante, é bom fazer uma continha.

Nadal ganhou tudo e mais um pouco em 2013. Foram 10 títulos, 82 jogos e isso somou U$14.5 milhoes em prêmios. E em uma semaninha e quatro jogos pra lá de sem vergonhas ele lavou a égua e faturou esse numero redondo e maravilhoso, o bastante para qualquer mortal se aposentar em uma ótima. Como dizer nao a esses numeros?

Autor: Tags:

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013 Light, Porque o Tênis. | 16:08

Gazirada

Compartilhe: Twitter

Vocês sabem o que é uma “gazirada”? Talvez saibam o que é uma “madeirada”, denominaçao que caiu em desuso por conta do material, mas nao o fato. Pifada lembra alguma coisa? Geralmente vem acompanhado de exclamaçoes do tipo; “que tremenda sorte” – na verdade é mais para palavras de baixo calao. O fato é um dos mais irritantes em uma quadra de tênis, especialmente para a vítima, mesmo porque o culpado geralmente fica, ou deveria, com uma vergonha danada do crime, ao mesmo tempo que, em silencio, agradece aos céus.

Nao é nenhum segredo que o tênis é um esporte de grande precisao. Nao é fácil bater uma bolinha que vem na sua direçao a mais de 100km por hora, devolver na mesma moeda, tentando colocá-la o mais longe possível do adversário, de preferencia o mais próximo, ou em cima, de uma linha que tem 5cm de largura e está a uns bons 20m de distância. As açoes neurológicas envolvidas e necessárias para tal sao bem além dos meus conhecimentos da área. Mas, posso garantir de expêriencia própria, nao se trata de feito fácil, nao importa quanto tempo a gente tenha investido na técnica envolvida.

Além da técnica, usamos para isso raquetes encordoadas com diversos tipos de cordas, que obedecem a também diversos tramas e padroes, de acordo com o tamanho da cabeça da raquete e, posso afirmar, da cabeça de quem desenhou a raquete.

Existem raquetes com 20 cordas na horizontal e 18 na vertical, que sao as tramas mais “fechadas”, oferecem mais controle e um pouco menos de “conforto”, spin e velocidade em quase sempre uma menor área de impacto. É uma raquete de cachorroes.

O outro lado do espectro sao raquetes com tramas maiores e menos cordas (até 16×19), normalmente em uma área de maior impacto, oferecendo menos controle e mais “conforto”, spin e velocidade à bola. É claro que essas características podem ser alteradas pelo peso da raquete, especialmente aonde esse peso é colocado – se na cabeça, no centro ou no cabo – pelas cordas usadas e pela tensao nelas colocadas. Mas aí já estou ficando mais técnico do que gostaria e a idéia aqui é outra.

O fato é que se é difícil colocar a bola na linha é um pouco mais fácil, nao muito, acertar o tal do sweet spot, designaçao dada ao local ideal de impacto da bola na raquete. Aliás, esse tal de sweet spot é um tanto efêmero e variável. Variável porque nao em todas raquetes ele fica no mesmo exato local – varia. É só o leitor pegar uma bola, segurar a bola pelo cabo com a face na horizontal e bater a bolinha a uns 15cm que, com um pouco de sensibilidade, dá para perceber o sweet spot de sua raquete.

Eu acho o Tênis um dos esportes mais justo que existe. É impossível sair da quadra nao tendo sido melhor do que o oponente. Talvez se possa dizer que um jogo foi parelho e decidido nos detalhes, o que só prova a afirmaçao. Mas nada daquelas papagaiadas que o pessoal do futebol adora, dizendo que um time jogou melhor mas perdeu, ou “verdades” como “campeao moral” após uma derrota.

Mas com toda essa justiça ainda há um breve componente de injustiça, e por isso irritante. Sendo que o mais colérico, de longe, quando o oponente erra, mas acerta. Uma contradiçao horrível. E é exatamente isso a gazirada, ou pifada.

E o que vem a ser isso?

Sabe quando o adversário abre o braçao, mira na paralela, pega na quina da raquete e acerta uma bola indefensável na cruzada? Ou quando a gente está na rede, pronto para matar o ponto, o cara de pau vai para aquela passada sem vergonha, você se adianta, cobre a paralela, ele pega errado na raquete e sai aquele lob perfeito? Você fica P da vida e o adversário, dependendo da intimidade, levanta maozinha, pede desculpa, e morre de rir por dentro, já sobre apupos de todos na quadra e arredores.

Pois é, lá no clube temos um mestre nesse anti-golpe. E pela denominaçao “Gazirada” dá para se ter uma idéia do nome da fera. O rapaz tem pegadas radicais, tanto para a direita como pelo revés, e vem com a raquete um tanto mais inclinada do que seria o certo, o que faz com que volta e meia atinja a bolinha com a quina da raquete. Quando vai direto nas arquibancadas, nada mais justo, quando cai em cima da linha que é de chorar

Hoje, meu companheiro de quadra nao tem mais nenhum constrangimento, mas continua sendo “homenageado” a cada uma dessas bolas leprosas. A ultima “homenagem” foi a entrega do troféu “Gazirada” ao elemento, que nao teve nenhuma hesitaçao e dar uma de Nadal e meter os dentes no dito cujo. Pelo menos lá no clube é o homem que mais ganha pontos indevidamente, sempre com um sorriso no rosto. Mas o mundo está cheio deles e precisamos sempre estar atentos. E nao deixar passar uma injustiça sequer sem uma vaia, um comentário, algo que os faça entender que tal abominaçao nao é bem vinda em um local onde a perfeiçao é uma meta, nao um desdenho.

gaziri

 

 

 

 

Autor: Tags: