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domingo, 15 de julho de 2012 História, Light, Tênis Brasileiro | 00:43

No Hall of Fame

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Enquanto Thomaz Bellucci fazia seus esforços na Alemanha para chegar a mais uma final de um ATP Tour, esforços que infelizmente se provaram infrutíferos, ao ser derrotado na semifinal pelo sérvio Tipsarevic no 3º set, Gustavo Kuerten, apesar da quase década longe das conquistas, foi receber os louros da imortalidade em um país que sabe respeitar e homenagear as glórias do passado.

Homenageado pelo Hall of Fame do Tênis, instituição que segue a ampla tradição dos americanos de homenagearam os melhores, de roqueiros a atletas, Kuerten só ouviu falar do local e da homenagem quando foi sondado sobre esta. Como nunca quis saber de colocar os pés no tradicional evento de Newport – em um maravilhoso e tradicional clube, e local da instituição, na costa leste americana, por ser um torneio menor e jogado sobre a grama – para ele bastava ter que jogar Wimbledon sobre esse piso – Gustavo desconhecia o peso da homenagem, mas foi facilmente convencido e seduzido quando informado da tradição envolvida.

Aliás, nada mais justo, já que foi numero 1 do mundo, com três títulos de Grand Slam, o que pode parecer pouco em dias em que os melhores ganham muitos, mas merecido também pela personalidade e carisma. A homenagem também faz, de alguma forma, reparos a maneira como o público americano tratava Kuerten durante sua carreira, com uma certa ausência de respeito pelo o que ele conquistou.

Kuerten aproveitou a homenagem para bater umas bolinhas na grama de Newport, onde neste Domingo Isner e Hewitt fazem a final do ATP Tour local.

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