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sexta-feira, 1 de junho de 2012 Tênis Feminino | 11:47

11.46h – só mulheres

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Maria Sharapova entrou na Suzane Langlen para disputar a segunda partida do dia, logo após a italiana Sara Errani despachar a Aninha Ivanovic. A partida da Maria não deu nem para assistir – a japonesa Morita não ofereceu a menor resistência: 1 e 0.

A razão de Maria jogar a segunda partida, após este ter sido transferido do dia anterior, e não o primeiro, é por conta de uma antiga regra dos árbitros de torneios. Quando um jogo é transferido no fim do dia anterior, não importa se interrompido ou se nem inciado, ele nunca é colocado como primeiro no dia seguinte. Primeiro, como no caso da Maria, para dar mais tempo às tenistas. Mas a principal razão, em especial com jogos interrompidos, é não atrapalhar quem jogará o segundo jogo. Porque os tenistas deste fazem certas contas padrões de quanto uma partida deve durar para acertar suas preparações. Por conta disso, não dá para colocar em quadra um jogo que pode durar 15 minutos como 2 hs que derruba qualquer um.

Quanto a Aninha, não diria que é um caso perdido, por que uma mulher daquelas não se pode chamar de caso perdido. Mas tenho sérias duvidas de que ela voltará a ser a #1 do mundo. Primeiro, porque perdeu o foco há tempos e, por mais que tente, não tenta tanto como deveria. Depois, não vejo nela a força interior necessária para fazer frente às adversárias que estão aí. Esse negócio de fechar o punho após cada ponto ganho e fazer carinha de brava não engana ninguém. A moça é uma fofa e não tem jeito.

E já que começamos com as moças que terminemos com as mulheres. A Kuznetsova é a típica tenista sazonal. É como o meu pé de manga lá em casa. Só dá quando quer. A moça não é manga, mas se fosse ficaria esfiapada nos dentes.

Hoje o diretor de imagem, que deve ser um brincalhão, passou da imagem em “close” da Sharapova, com aquele novo modelito preto que lhe caiu como uma luva, para a mesma imagem da Svetlana, de calção e penteado predador, e que já declarou não fazer nenhuma questão de ter uma imagem bonita e agradável como suas oponentes. Nem precisava dizer. E agora adicionou mais um charme com uma tauagem no braço que diz: a dor não me mata, eu mato a dor”. Em inglês??!

De qualquer maneira, a russa é um perigo quando decide jogar. Deu uma aula na Radwanska (1 e 2), que é a #3 do mundo, é muito talentosa e vinha massacrando as adversárias. Não sei o que aconteceu, se é que algo aconteceu, na partida, mas é o tipo da vitória de alguém que estava com outro alguém atravessado na garganta.

Veja a foto da tatuagem da Svetlana na página do Face: https://www.facebook.com/BlogDoPauloCletoTenisnet

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