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sexta-feira, 2 de setembro de 2011 Tênis Feminino, Tênis Masculino | 13:11

Ontem

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Ontem me emocionei com a partida entre Juan C. Ferrero e Gael Monfils. O francês tinha tudo para vencer a partida. Tudo, menos a determinação do espanhol. Não vou entrar hoje no assunto Monfils – este é um assunto à parte. Prefiro escrever sobre o Ferrero que tem 31 anos, foi #1 do mundo há quase 10 anos e sobreviveu a frustração de não ter mantido o apogeu, ameaçou umas duas ocasiões em abandonar a carreira nos últimos dois ou três anos, não chama a quadra dura de preferida e vai lá derrota um top 10, que tem um dos melhores físicos do planeta em partida de quase cinco horas. Uma lição de esportividade. Quem quiser que aprenda.

Vi em quadra a Marjana Lucic. Os arrivistas não conhecem, mas era para ter sido a melhor do mundo e foi vítima de um daqueles “pais do inferno”. Perdeu para a Schiavone.

O partida do Djokovic contra o argentino Berlocq deu vergonha alheia. O argentino é um tenista limitado e um grande lutador. Ontem passou por maus bocados na Arthur Ashe. Felizmente, para ele, conseguiu achar o “clima” para lidar com a situação e escapou de levar um triciclo. No fim até o sérvio estava maneirando.

Fico imaginando como é a cabeça dos Sergeis Bubkas – pai e filho. O pai foi um assombro no seu esporte, é um ícone no atletismo e queria porque queria que o filho fosse tenista. Ele é, mas nunca será um Bubka no tênis. Foi derrotado na 2ª rodada pelo Tsonga.

Atenção. Comecem a preparar os corações para a partida entre Serena Williams e Viktoria Azarenka. O jogo na próxima rodada.

O Karlovic botou a Gasquet para fora do torneio. Por isso digo que que existe espaço para muita realidade no tênis.

Kevin Andreson bateu Llodra 6/1 6/1 6/2. Esse foi um jogo “back to the past”.

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