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Arquivo de junho, 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011 Tênis Feminino | 13:13

Experiência

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Experiência ganha jogo, assim como a falta desta pode trazer a derrota. Maria Sharapova derrotou a alemã Sabine Lisicki em dois sets rápidos porque há sete anos descobriu o caminho das pedras enquanto Sabine ainda não o achou.

Aalemã saiu na frente, abrindo 3×0, como se não fosse tomar conhecimento da russa, distribuindo pancadas enquanto Sharapova acumulava erros e duplas faltas. Ledo engano. Maria agüentou o rojão sabendo que sempre há um amanhã e que uma oponente pode sempre começar a pensar o que não deve.

Bastou igualar a partida, o que não foi difícil, para a Lisicki desmoronar emocionalmente como um castelo de cartas, expondo suas ainda existente deficiências técnicas. A partir desse momento, Maria soube enfiar a mão na bola, acuando e inibindo a adversária, apesar do martírio das duplas faltas, um total de 13 delas.

Maria e Petra fazem a final no Sábado. Uma final feminina, onde a devolução, e não o serviço, será o diferencial técnico. Mas o que determinará o título será, como muitas vezes acontece em finais, o fator emocional. Se Petra segurar a peruca leva, por ser mais completa; se vacilar leva Maria, mais experiente.

Maria – experiência, arrojo e uma bela direita.

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Tênis Feminino | 12:03

Petra

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O que essas meninas estão dando na bolinha é um assombro. A partida entre Petra Kvitova e Vitoria Azarenka, vencida pela primeira, foi um tiroteio do início ao fim.

Venceu a tcheca Petra, mais alta, mais forte e mais habilidosa. Mas, que fique claro, Vitoria é uma moça muito forte e talentosa e uma tenista vibrante.

O que a tcheca traz para as quadras de diferencial é uma interessante melange de força, sutilezas, habilidades naturais e trabalho. É capaz de varrer as adversárias da quadra com seu saque reto ou com slice, assim como arrasar com seus drives planos e reveses penetrantes que podem ser alternados com slices manhosos.

O jogo foi uma loucura, uma viagem de Six Flags. No 1º set, Petra arrasou, indo para bolas vencedoras o tempo todo e não dando chances à adversária. No 2º set, as bolas da checa não entraram e set foi para o saco. Só que ela, numa insistência que beirava a ignorância, tentava winners até em devolução de 1º serviço. Um set suicídio.
 
O terceiro, foi uma mistura da estratégia e resultados dos sets anteriores para Kvitova. A diferença é que a balança pendeu para seu lado. Quanto a Azarenka, só lhe restou ser uma belíssima e eficiente coadjuvante – a moça vai longe.

Quanto a Petra, eu já venho cantando essa pedra há algum tempo, na ESPN e aqui. Na última, no recente Post “Os cabeças de Wimbledon”.

Petra, força e habilidade.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011 Tênis Masculino | 13:36

Milho para bode

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Não é de hoje que Roger Federer está dando milho para bode. Hoje, mais uma vez, ele priorizou o topete e dançou nas mãos gulosas de Jo-Wilfrid Tsonga.

A partida, decidida em 5 sets – uma das raras vezes que o suíço permitiu uma virada quando vencia por 2×0, a única em Grand Slams, após 178 partidas consecutivas quando fez 2×0 – poderia ter ido para vários lados. Tsonga teve um péssimo inicio de jogo, perdendo seu saque logo de cara, após uma pixotada junto à rede, algo do que ele só foi se recuperar quando o suíço viajou no início do 3º set e ele quebrou com uma bola que pegou uma casquinha da linha.

Após vencer o terceiro set, o francês se encheu de confiança e começou a acreditar que era o seu dia ou, na pior das hipóteses, não tinha nada a perder e que o suíço poderia tropeçar no cadarço.

Tsonga começou a sacar como sabe e a bater umas direitas as quais imitiam um som no impacto que eu nunca ouvi. A bola andava barbaridades. E, como é quase sempre o caso, depois que se começa a dar milho para o bode, este quer sempre mais.

No quinto set, Federer, mais uma vez, foi quebrado no início o que decretou sua derrota. Até porque se ele segura o chapéu e leva a partida para a hora da onça beber água – termo qual o comentarista de Dácio Campos usou pela primeira vez, que eu ouvi, e se não deu crédito nominal, pelo menos disse que é frase de quem entende das coisas, o que elejo acreditar que foi simpático da parte dele – o suíço poderia ter ganho a partida porque tem mais sangue frio nessas horas do que o francês. Como deu essa colher de chá, Tsonga se encheu de moral, foi agressivo até o fim e sacou muito para fechar a partida.

Surpresa? Sim, porque Federer era o grande favorito na grama sagrada. Não porque o francês foi à final de Queen’s, mostrando que seu jogo é perigoso sobre a grama e ele está cheio de amor para dar após tantas contusões. Falando em amor, adorei ver no final o sorriso no rosto da sua super-interessante namorada que, nos primeiros sets, demonstrava uma tristeza de doer.

                                                                                                                                                              Tsonga – Bodão!

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segunda-feira, 27 de junho de 2011 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 23:22

Foram-se

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Foram-se nesta 2a feira, entre outros, Gasquet e sua deliciosa esquerda, Caroline seu ranking e suas cruzadinhas, Venus seus títulos e suas ridículas ceroulas, Serena sua garra e intimidações, Del Potro sua periculosidade e bolas retas, Llodra seus voleios e maluquices, Youzhny sua esquerda e continências, Berdich seu vice e inconstâncias, Petrova sua elegância e tremedeiras, Kubot e suas fantasmices, Aninha e Petkovic com suas danças, caras e bocas.

Atenção no curto prazo à Petra Kvitova e no longo prazo à Bia Maia.

Venus e o que é isso? Berdich reclamando. Petra e seu talento.

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Tênis Masculino | 10:32

Companhia ilustre

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O atrevido australiano Bernard Tomic, a maior promessa do tênis australiano dos últimos anos, começa a mostrar ao que veio após quase dois anos de ameaças, promessas e problemas. O rapaz tem talento e habilidades e, para quem não viu, lembra o Murray pelo estilo suave e sem esforço – ainda vamos ver bastante dessa rapaz que, para se dizer o mínimo, traz um bocado de atitude para as quadras

Após derrubar o viking  Soderling ele bateu hoje o belga Malisse e passou para as oitavas de final o que, na pior das hipóteses, lhe garante dois ingressos para o torneio para o resto da vida e alguns recordes.

Além de passar a ser o melhor australiano classificado, para a irritação de Lleyton Hewitt, que não vai com a sua cara e tem o posto desde Maio de 2004 ele é o primeiro tenista a vir do qualy e chegar às quartas desde 2000. Ele passa tambem a ser o mais jovem tenista a chegar às quartas desde Boris Becker em 1986, ano seguinte ao que o alemão surpreendeu o mundo vencendo Wimbledon aos 17 anos e 227 dias. Nos ano seguinte, Becker voltaria às quartas. Tomic terá 18 anos e 255 dias ao final de Wimbledon.

Na lista dos mais novos, à frente do australiano, na Era Aberta (desde 1968), ainda estão Bjorn Borg e John McEnroe, companhia ilustre. Ele enfrenta nas quartas de final o vencedor de Llodra x Djokovic.

Tomic hoje na Quadra 18 derrotando Malisse

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domingo, 26 de junho de 2011 Light, Tênis Feminino | 12:26

102.7 decibéis

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A tradução é Grunhidos. Eu preferia Gemidos. Esse é o nome do CD que a Radio Wimbledon, radio que existe somente durante o tal torneio, gravou e entregou ao Museu de Wimbledon, este aberto durante todo o ano.

O CD reúne os sons de tenistas no momento de bater nas bolinhas e servirão de fundo sonoro para uma nova exposição. Tenistas, imprensa, dirigentes e até vizinhos querem baixar o volume de alguns e, especialmente, algumas. A imprensa londrina não cansa de abordar o assunto, especialmente após algumas apresentações inspiradas de Maria Sharapova, a campeã incontestável dos gemidos, quero dizer, grunhidos. Talvez os ingleses gostem da tradição que exige silêncio nas quadras. Alguém tem mesmo que me explicar por que não pode haver o menor barulho vindo das arquibancadas e uma tenista pode fazer um tremendo escarcéu cada vez que bate na bolinha.

Maria Sharapova, a tenista que vive no imaginário do setor masculino das arquibancadas e de boa parte da mídia é a responsável pela comoção na imprensa. As adversárias também odeiam os gemidos, quero dizer, grunhidos, da deusa loira. Não é para menos. Eles foram medidos a 102.7 decibéis, algo na faixa de uma perfuratriz. Se ela começasse com uma seção de gritos dessa grandeza aqui no prédio, o síndico chamaria a polícia. Na pior, ou melhor, das hipóteses bateria babando na porta dela.

102.7 decibéis é algo para tirar a concentração de qualquer um – dentro e fora da quadra. O comentarista da BBC sugeriu que abaixassem os microfones. Um vizinho, mal humorado, a mais de 1km, reclamou com o clube. É possível que muitos adorariam ouvir a moça gemer, quero dizer grunhir, mas não necessariamente suas adversárias e não em quadra. Várias reclamaram, exigindo que algo fosse feito a respeito. E não só a respeito de Sharapova. Até agora os árbitros não tomaram nenhuma medida. Talvez porque seja subjetivo julgar se esta ou aquele tenista está gemendo, grunhido, além da conta. É o que faltava, um juiz com medidor de decibéis.

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sábado, 25 de junho de 2011 História, Porque o Tênis. | 21:39

Sábado

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Todos os sábados quando eu chegava ao All England Club, em Wimbledon, era surpreendido e abismado pelo tamanho da fila das pessoas que esperavam para entrar no Clube. Ela começa em uma das 15 entradas do local dos jogos e seguia sinuosa pelas calçadas. Depois de uns quinhentos metros, abandonava a rua e entrava por dentro do maravilhoso gramado do Wimbledon Park que, colina abaixo, terminando em um lago. Todas as pessoas se colocam educadamente uma atrás das outras, não demonstrando sinais de irritação e muito menos ímpetos de furar a fila. Elas passam as horas conversando e se conhecendo, em uma espera que é considerada parte do processo e do programa.

Essas pessoas não fazem essa fila para entrar ou mesmo na certeza de comprar um ingresso. Elas estão ali, desde cedinho, no aguardo que um dos 40 mil donos de ingressos que estão no clube decida que deu para o tênis naquele dia e, ao partirem, jogue seu ingresso em uma das caixinhas vermelhas que ficam na saída especialmente para o ato. Para cada migalha jogada, um valor menos pago por alguém da fila, para ver nem que por alguns minutos o tênis na grama sagrada de Wimbledon.

O sábado sempre foi dia diferenciado, pois é quando os esnobes do All England Club davam uma colher de chá para o povão, aumenta o numero de ingressos vendidos nas bilheterias. Uma segunda fila se forma em uma das entradas, em direção contrária a primeira. O pessoal também é diferente. Estão todos instalados muito à vontade, dentro ou ao lado de suas barracas. No final do dia cozinham seus jantares em fogões portáteis e bebem suas cervejas quentes como lhes é habitual.

Muitos são jovens. Mas há donas de casas e suas amigas fazendo uma aventura sem seus maridões, casais que viajaram desde o outro lado do planeta e famílias com a garotada brincando com raquetinhas. No começo da noite é sempre uma festa, com música, cantoria, jogo de cartas e muita conversa entre os vizinhos. Se tudo correr bem não chove, boa parte consegue uma boa noite de sono e os mais jovens vão viver a aventura de fazer amor em uma calçada londrina, o que sempre vira noticia nos jornais londrinos da manhã seguinte.

Alguns poucos anos atrás o pessoal do All England Club, aproveitando as paranóias do terrorismo, consequência da invasão do Iraque, deu uma escorregada e ao invés dos 2.000 ingressos que eram colocados à venda para o sábado, diminuíram para 500. Alegaram ser difícil (traduza-se dispendioso) administrar tanta gente lá fora. Com a diminuição da paranóia e os sempre maiores lucros, espera-se que voltem a ser generosos.

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sexta-feira, 24 de junho de 2011 Porque o Tênis., Tênis Masculino | 16:06

A grama

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A história tem suas origens nas garden parties, as reuniões sociais celebrando o bom tempo que os ingleses adoram realizar em seus deslumbrantes jardins, e também nos cortadores de grama, invenção inglesa que apareceu no ano de 1830.

Diferente do pic-nic francês, mais informal e quase sempre em petit comite, a garden party se tornou algo prestigioso e com a presença de um maior número de pessoas. Foi, mais do que provavelmente, nas suas origens que os ingleses sentiram a saudável necessidade de inventar brincadeiras e jogos para alegrar, divertir e reunir um grupo. Devia ser uma tentação deitar e rolar nos gramados, os chamados lawns, que começando na Idade Média, se desenvolveram no que hoje caracteriza jardins e parques ingleses. No início não eram muito distintos das pastagens e eram mantidos aparados por carneiros, cavalos e coelhos. Mas quando um engenheiro de Gloucestershire, Edwin Budding, inventou o cortador de grama, uma porta se abriu ao possibilitar o corte rente e uniforme da grama, excitando a imaginação de seus conterrâneos.

Em breve os ingleses estavam adaptando ou inventando jogos, uma bela maneira de se desfrutar um dia de sol tão raro e apreciado naquelas paragens. Com a influência do ainda presente Império Britânico esses jogos se transformaram em esportes e invadiram o mundo. Alguns só vingaram mesmo na Grã Bretanha e em algumas de suas possessões, tais como os sonolentos croquet e o críquete, que por aqui não passou do jogo de taco jogado nas ruas pela molecada de antigamente. O rugby foi ser um sucesso em outros países de influencia britânica como a África do Sul, a Austrália e a Nova Zelândia e originou o quase selvagem futebol americano.

Mas três desses esportes inventados pelos gentlemen britânicos derrubaram barreiras e ganharam o planeta – o golfe, o tênis e o futebol. Desses, o tênis encontrou seus caminhos também em outros pisos, tais como o continental saibro e o prático cimento americano. Até hoje os Grand Slams, os mais importantes torneios do esporte, espelham essas diferenças. O golfe e o futebol, pelas características, mantiveram a tradição da grama, a não ser em alguns campos da periferia.
 
Estava pensando como os ingleses enxergam a supremacia de outros povos nos esportes que inventaram. Especialmente no futebol e no tênis. No futebol não conseguem se impor como campeões do mundo desde 1966, em uma Copa que argentinos e alemães afirmam ter sido uma patriotada. No tênis o drama é mais evidente. Uma inglesa, Virginia Wade, venceu o torneio de Wimbledon, um dos últimos remanescentes eventos do Lawn Tennis, em 1977. Porém um súdito da Rainha não vence na grama inglesa desde Fred Perry, em 1936.

A presença de Andy Murray é uma promessa de que essa história pode mudar para os britânicos, que nestas horas fazem bom uso do fato dos escoceses fazerem parte do Império, mesmo que a contra gosto. Mesmo que Murray não seja exatamente a figura que os esnobes gentlemen de então tinham em mente como um campeão de Wimbledon.

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terça-feira, 21 de junho de 2011 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 22:51

Virada

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O Ricardo Mello e esse Frank Dancevic não se entendem mesmo. E depois da partida de hoje o canadense, além de não entender não vai querer sequer ouvir falar no campineiro.

Na única vez que os dois se enfrentaram, na Copa Davis em 2007, a situação já foi um tanto escabrosa. Qualquer partida vencida, ou perdida, por 9/7 no 5º set deixa um gosto na boca. Amargo ou doce. Naquela ocasião, jogando em casa, o brasileiro conseguiu virar de um déficit de 0x2 sets abaixo para vencer na bacia das almas.

Fico imaginando o que passou na cabeça dos dois quando, mais uma vez, o agressivo canadense abriu 2xo em sets hoje em Londres. Desta vez vai?! Ou vai engrossar novamente? E o que passava pela cabeça do Ricardo quando, no terceiro set, quebrou o serviço alheio e, no game seguinte, deixou ficar 0x40 no seu serviço, só para fechar a porta, confirmar o saque e ganhar o set. Segundo ele, foi a partir desse game que o jogo mudou.

O que terão ambos pensado quando, ao sacar para fechar o quarto set em 6×5, Ricardo vacilou e perdeu o game! E que tenebrosas nuvens terão entrado na mente do Dancevic quando perdeu o tie-break e se viu novamente no 5º set com o marrudo brasileiro? Tenebrosas o bastante para que o set final fosse mais rápido da partida.

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Tênis Feminino, Tênis Masculino | 00:01

Locais

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Como escrevi, Wimbledon tem várias particularidades. Afinal esse é o maior charme do torneio. Uma delas é sobre o local que os tenistas escolhem para ficar. Em todos os torneios eles ficam nos melhores hotéis, quase sempre indicados pelos próprios organizadores, algumas vezes pelas empresas que os agenciam e algumas raras em hotéis de suas preferências.

Londres é o único lugar que a história muda. Como boa parte deles fica quase um mês, a idéia é alugar casas ou apartamentos e brincar de casinha, muito melhor do que ficar em hotel. Lá eles recebem amigos para jantares informais, conversas, assistem TV, jogam cartas, se recolhem mais cedo.

Podem alugar uma casa em Chelsea, perto do torneio de Queens, e passar duas semanas perto da fuzarca que é Londres. Já na segunda semana, há muitos anos, a tendência é ficar no subúrbio de Wimbledon e arredores. O padrão é os tenistas que ficam por lá serem aqueles que têm sérias pretensões quanto ao evento.
 
Uma boa parte dos residentes da área sai de suas casas para viagens e as alugam por preços exorbitantes. Meses antes de Wimbledon os agentes já começam a ir atrás das casas e mesmo os residentes começam a postar anúncios nos vestiários. Tenistas, agentes, empresas de materiais, patrocinadores e todos os tipos ligados ao circo do circuito alugam casas por ali. Alguns retornam por anos às mesmas. Tenistas quando acham que as vibrações são boas e trazem sorte.

Os residentes deixam tudo para trás e o pessoal só traz a mala de roupas. Fazem suas compras no mercado local e invariavelmente comem em casa, cozinhando ou pedindo entregas. Ainda assim, os poucos restaurantes do centro de Wimbledon ficam lotados à noite durante a quinzena, já que durante o dia a maioria come no clube. Não é raro no caminho para o clube, percorrendo as ruas internas para se fugir do tráfego, que fica infernal, encontrar um Federer ou um Nadal caminhando em direção as quadras como se fossem locais.

Nadal no mercado e fazendo uns tapas em casa.

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