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Arquivo de maio, 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011 Tênis Masculino | 08:31

Keaton 2

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Complementando o Post abaixo, o italiano Fognini anunciou esta manhã que abandona o torneio. Quando perguntado não esclareceu qual foi a sua contusão. Disse apenas que, junto aos médicos, decidiu por não continuar, apesar desse ter sido o melhor evento de sua carreira.

Lembrando, quem assistiu a partida percebeu que o que ele teve foram cãimbras e que, se a regra fossem seguida, não poderia receber atendimento como aconteceu. Agora, seu anuncio faz tão pouco sentido, já que iss é normalmente anunciado só no dia do jogo, que seria amanhã. Seria a culpa?

Fognini é atendido e Montanes espera

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domingo, 29 de maio de 2011 Tênis Masculino | 21:34

Keaton

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Quando eu cheguei à ESPN hoje de manhã vi em um dos monitores da sala que a ESPN BRASIL  transmitiria a partida entre o Fabio Fognini e o Albert Montanes. Virei para o Romulo, meu companheiro de transmissão, e previ – isso aí vai longe.   Foi!

Também não precisa ser nenhum Bidu para saber. Bastava conhecer um pouco o estilo do Fognini. Ou só lembrar a partida do ano passado quando o “empurrador” italiano encontrou o “empurrador” francês Gael Monfils na mesma quadra. Demoraram dois dias para sair.

Naquela ocasião aconteceu de tudo um pouco, inclusive uma daquelas bobagens que os árbitros fazem ao deixarem rolar o jogo para ver se acaba, mesmo que a luz ambiente esteja pior do que a de um inferninho de quinta categoria. Um dos vídeos abaixo mostra as condições que os dois jogaram antes que interrompessem a partida.

Voltaram no dia seguinte e o italiano venceu a partida por 9/7 no quinto set após um sem numero de horas. Com isso, o rapaz adquiriu um know-how interessante, apesar de uso restrito. Pois não é que logo no ano seguinte o Buster Keaton da Cinecittá tem uma nova e idêntica oportunidade?!

Desta vez a partida foi até um pouquinho mais longa – 11/9 no quinto. Se no ano passado o jogo foi emocionante pelo suspense e o conflito de jogar com um tenista da casa, com a torcida contra, e a duvida se a partida terminaria ou não, com o publico apupando a cada vez que se fazia menção de suspender o jogo, hoje o drama foi outro.
Fabio começou a ter cãimbras e a dar sinal de que não conseguiria terminar o jogo. Todas as nuanças do que aconteceu no quinto set são impossíveis de transmitir aqui e não irei nem tentar. Só posso dizer que o Fognini às vezes está mais um Mastroiani do que um Panatta.

Em 6/7 15/30 o italiano, sem conseguir andar por conta das cãibras, parou o jogo para ser atendido. Voltou e ganhou o game. No 7/8 teve 2 match points contra e jogou como se não tivesse mais absolutamente nada a perder. Não perdeu o game.

Sem poder correr, sacava meio movimento e encurtava os pontos com bolas do estilo ou vai ou racha. Em 8/9 ele teve mais três match-points salvos nessa maneira. Nos intervalos recebia massagens milagrosas.

Vale lembrar que as regras atuais não permitem que o tenista receba tratamento por conta de cãibras. Por conta disso, só ele e a juíza, sim, era uma mulher, sabem o que foi dito para ele continuar recebendo vários tratamentos por algo que ficou bem claro que eram câimbras. Foi a mesma percepção que teve o publico, que vaiou o italiano, e também o adversário, que lhe deu um aperto de mãos dos mais gelados.

À parte disso, o jogo foi emocionante, cheio de suspense e drama e manteve todos na beira das cadeiras até o fim com a pergunta: será que o cara vai ganhar? De algum jeito ele ganhou. Ou, sinto em dizer, de algum jeito o espanhol perdeu.

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sábado, 28 de maio de 2011 Tênis Brasileiro | 00:08

Melhor

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Recebo sempre as declarações de Thomaz Bellucci através de sua assessora de imprensa, a Daniela, uma pessoa simpaticíssima e profissional competente. No entanto, imagino que a moça às vezes se veja frente a frente com a tela do computador e se pergunte se aquilo é o melhor que dá para ser feito. Isso não é uma crítica ao trabalho dela, pelo contrário. A razão é que normalmente o que ela recebe não é muito para criar um release dos mais interessante.

O email de hoje me surpreendeu. Foi uma das poucas vezes que não havia desculpas pela derrota por parte do tenista e uma das raras que havia uma crítica concreta e real da partida nas palavras do rapaz. Aliás, se fosse sempre assim, com essa acuidade, pouco espaço haveria para as críticas jornalísticas.

Bellucci diz que “Hoje o Gasquet começou pagando para ver, esperando eu errar e acabei errando muito mais que o normal, principalmente nos dois primeiros sets. Não consegui ser agressivo como tinha que jogar. Joguei abaixo do que vinha jogando, não consegui repetir o meu melhor tênis”. Apesar de não entrar em detalhes do porque errou tanto, Thomas assume a responsabilidade pela derrota, o que é o que realmente importa.

 “As condições estavam diferente dos dois jogos anteriores. A quadra grande estava mais lenta, a bola mais pesada, estava difícil agredir o adversário. No terceiro set ainda joguei um pouco melhor. Tentei dar a volta por cima, mas na hora de levar para o quinto set, não pisei no pescoço dele”. Ele descreve as condições que lhe dificultaram o jogo, mas faz um severo mea culpa ao afirmar que, no fim do dia, a responsabilidade pelo fracasso, no caso em levar o jogo ao quinto set, foi novamente somente dele.

Thomaz comenta também a temporada européia sobre o saibro que terminou em Paris. “Tive meus pontos altos, mas ano que vem sei que tenho que melhorar. Acho que poderia ter feito mais pontos, tive alguns percalços no caminho, encaixei uma semana boa em Madri, mas no geral não foi o ideal. No ano que vem vou ter que aproveitar melhor a gira”. Thomaz fala sobre a temporada européia de maneira transparente e real. Ela foi abaixo de suas expectativas, especialmente após elas terem sido reavaliadas por seus fãs com a boa participação em Madrid.

Thomaz Bellucci pode não ter jogado no padrão que ele e seus fãs gostariam. Mas, sob nova administração técnica, parece estar mais em contato com a sua própria realidade do que estava alguns meses atrás. É um progresso e é disso que todos nós vivemos. De correr atrás de nossos sonhos e ambições, enquanto lutamos, todos os dias, para sermos melhor do que no dia anterior. Em alguma coisa.

Bellucci – uma melhor perspectiva.

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quinta-feira, 26 de maio de 2011 Tênis Masculino | 14:13

Touro

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Apesar da vitória por três sets a zero, Rafael Nadal enfrentou mais dificuldades com o conterrâneo Pablo Andujar do que o placar demonstra.

À parte do que todos já sabemos – a capacidade do Animal crescer quando confrontado – um detalhe me chamou a atenção. Mais uma vez, e foram poucas, um adversário mostra o caminho das pedras para se bater Nadal, na terra ou outro piso: ser agressivo, tomar a quadra, comparecer à rede sempre que possível, não tentar jogar só no revés, mas atacar lá com insistência.
 
Fica claro que a esquerda com as duas mãos é quase que um quesito imprescindível para isso. Andujar ficava em cima da linha do fundo e pegava a bola antes que ela começasse a atingir uma altura e distância que o empurrasse o para longe.

Isso faz parte da tal estratégia “Soderling”, primeiro utilizada pelo sueco em sua vitória sobre o espanhol dois anos atrás em Paris e que hoje Djokovic aplica com maestria para a frustração de Super-Rafa. O detalhe é que, contra o Animal, não basta ter a tática correta e lhe maltratar tecnicamente. O rapaz tem tamanha força mental que, como um touro babado, fica buscando alternativas e raspando o tacho atrás de pontos que lhe dêem a vitória. Que foi o caso, mais uma vez, no dia de hoje.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Tênis Brasileiro, Tênis Masculino | 20:06

Valeu

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Valeu a pena esperar por uma quadra com cameras. Assim, os fãs do tênis que não tem a oportunidade de estar em Paris na primavera, puderam acompanha na telinha da ESPN a vitória brasileira. Desta vez, o presidente da CBT não teve razões para teorias conspiratórias e deve ter, como o resto dos fãs, adorado o que assistiu.

A Quadra 6, uma das secundárias do complexo Roland Garros, foi do tamanho certo para a torcida verde amarelo, que fez questão de acompanhar o paulista de Tiête. Infelizmente, ou melhor, felizmente, não teve muitas emoções, algo frequente, e nem sempre bem vindo, nas partidas de Bellucci.

A emoção ficou mesmo para depois do jogo, com o gostinho da vitória e o assunto para ser conversado com amigos brazucas em algum bistrot de nome complicado, regado com um vinho local, o que tambem está de bom tamanho.

Eu sempre escrevo, e não me canso disso, e espero que vocês também não – a confiança é o maior bem do tenista. E a semana de Roma deve ter feito maravilhas para a do Bello. Hoje deu para ver o resultado.

O italiano Seppi não jogou nada com coisa alguma – o que é problema dele. O do brasileiro era jogar bem, conseguir uma vantagem e administrá-la até o aperto de mãos. E isso ele fez, e bem feito.

Seppi não tem golpes para vencer Bellucci. Sua unica chance é se o rapaz de Tietê desse, mais uma vez, um tiro no pé – algo que os fãs brasileiros rezam todos os dias e acendem suas velinhas para que seja um cenário do passado.

Talvez, aos poucos, os sofasistas, ou aqueles que pouco entendem ou entendem pouco de tênis, comecem a compreender quando escrevo que Bello é um tenista com um arsenal de ótimo tamanho e o bastante para jogar com muito cachorrão à sua frente no ranking. O que ele precisa mesmo é ir acertando o seu emocional e sua parte mental.

Não sei se isso está acertado de vez por todas e não apostaria nisso nem o dinheiro do meu cachorro quente já que tenho muita conta à pagar. Mas hoje ele esteve perfeito nesse quesito e crédito há que se dado onde devido.

E o que é essa perfeição? É o tenista sair na frente, manter o adversário na defensiva, tecnica e mentalmente, se impondo através de seus golpes e sua postura, sem oferecer erros que possam o fazer voltar acreditar na vitória. Thomas jogou para o gasto, uma caracteristica de quem se dá bem em torneios, e deve ter saído de quadra pronto para a próxima rodada.

Se isso vai se repetir, conforme as dificuldades ténicas se apresentam, como fazem os Campeões, é uma outra história, a qual vamos descobrir mais na próxima rodada, onde ele enfrenta Richard Gasquet, que vem jogando bem na temporada, está motivado e confiante, tem talento e arsenal, e joga com o apoio do público. O que é uma faca de dois legumes que, se Thomas está pronto para mais um salto em sua carreira, pode, e deve, saber usar a seu favor. A conferir.

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Tênis Masculino | 08:33

Na negra

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Confesso que fiquei surpreso com a estatística de que Rafael Nadal nunca havia sido levado a cinco sets em Roland Garros. O homem venceu o torneio cinco vezes e nunca ninguém o levou à negra!

A partida contra Isner mostrou que as afirmações de jornalistas na Europa, que a bola poderia ajudá-lo, por conta do top spin de seus golpes, só provou que ajuda mesmo são os sacadores e os mais agressivos. Como é uma situação nova, muita gente deve estar quebrando a cabeça para ver qual será a melhor maneira de usar a bolinha taticamente. A ver.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011 Tênis Masculino | 16:50

As bolas

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Ouvi a entrevista de Roger Federer e parece que algumas pessoas se confundiram com o que o suíço disse a respeito das bolas. As bolas foram pela Federação Francesa para este Roland Garros, deixando o jogo mais rápido.
 
Um jornalista lhe perguntou se as bolas rápidas ajudariam aqueles que colocam mais top spin nos golpes como Rafa Nadal.
Em resposta á pergunta, Federer embaçou um bocado, dizendo que não importa que bolas se usa contra o espanhol na terra – ele é sempre bom. Disse tambem que talvez para outros tenistas faça mais diferenças, sem entrar em detalhes de quem e como, acrescentando que o clima também é um fator a se considerar (no calor o jogo fica mais rápido e no frio o inverso).

Aí ele disse que o mais decepcionante no assunto foi o fato das bolas em Roland Garros terem sido trocadas enquanto todos os torneios anteriores foram jogados com as antigas bolas de Roland Garros. Ele deixa claro que a responsabilidade, e a culpa, do assunto estão sobre os franceses que fizeram a mudança deixando os torneios e os tenistas a ver navios. Isso, porque há uma saudável preocupação para que todos usem a mesma bola pelas razões óbvias. Alguns se confundiram com a tradução – como se o decepcionante fossem as bolas, quando insisto, o que ele diz é que a maneira como o assunto foi conduzido é que foi frustrante.
 
No meu modo de ver, a mudança foi benéfica, até para Federer. Há muito tempo eu não via os tenistas no saibro de Paris sacando/voleando, e mesmo indo á rede, com certa insistência, como nos dois primeiros dias deste torneio. Ainda nos resta a ver como o top spin lto de Nadal irá incomodar em Paris, mas suspeito que os agressores e voleadores gostaram da novidade. Em nenhum momento Federer reclama das bolas, mas não se pode esquecer que ele, como presidente da ATP, tem que defender as vozes de todos os tenistas, que devem ter-lhe alugados os ouvidos, como fez Murray pela imprensa, pela falta de sintonia entre os torneios da ATP sobre o saibro europeu e o Grand Slam dessa mesma temporada.

As estrelas do evento.

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domingo, 22 de maio de 2011 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 22:07

Começou

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O torneio de Roland Garros começou neste Domingo e não aconteceu muito. É o quinto ano que os franceses iniciam o evento no Domingo. Antes, começava na 2ª feira e o Domingo era um dia de festa, exibições de 9 games e bilheteria para caridade. A primeira e a ultima continuam, mas agora as partidas são oficiais, apesar de usarem bem menos quadras e, consequentemente, menos partidas acontecem. Desafoga um pouco a 1ª rodada e deixa o pessoal que pode frequentar só os fins de semana mais felizes.

Quem não vai ficar muito feliz são os fãs do Thomaz Bellucci, que não vão poder acompanhar sua partida, já que não há câmeras na Quadra 4, onde ele joga. Talvez os fãs brasileiros fiquem mais contentes em saber que vão poder acompanhar a partida, ou pelo menos boa parte dela, entre Ricardo Melo e Mardy Fish.

Quem vai ficar feliz, com certeza, é fã do tênis em geral que verá, a partir das 7:30, na ESPN, as partidas de Novak Djokovic, que hoje completou 24 aninhos e é o centro das atenções em Paris, enfrentando holandês viajante Thiemo de Bakker, e a de Roger Federer, que pode, ou não, estar feliz por deixar de ser a grande estrela, ou mesmo a segunda, do evento, contra o sacador/voleador Feliciano Lopez, de quem ganhou as oito partidas que jogaram. É um petisco assistir esses dois, um após o outro – a Quadra Central estará lotada.

Outra partida que pode vir a ser interessante será entre Richard Gasquet e o checo Radek “Galã de Praga” Stepanek. Dois tenistas talentosos e de estilos distintos. Duvido que mostrem muito, mas algo devem mostrar dessa partida. Eu adoraria ver.

A ESPN-BRASIL mostrará a partida de Del Potro e o “corta-fisico” sacador Karlovic a partir da 6h. Mas a idéia é quando começar o Ricardo Melo é mostrar esse jogo e flashs do argentino. O hermano deve mostrar com quantos paus se faz uma jangada, pelo menos após pegar o jeito do serviço, o que deve demorar um set.
 
Entre as mulheres, devemos ver alguma coisa da “Cruzadinha” Wozniacki e a coroa/gueisha Kimiko Date, de 40 anos e sempre perigosa.

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sexta-feira, 20 de maio de 2011 Tênis Brasileiro, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 15:07

A chave de Roland Garros

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Rafael Nadal sorteou a chave feminina e Ana Ivanovic a chave masculina. Os dois devem ter ficado contentes com o desempenho do colega. Aninha tirou John Isner, o sacador de 2m de altura que vai comer o pão que o diabo amassou no saibro, nas mãos do Animal. Rafa retribuiu a gentileza, tirando o nome da sueca Johanna Larson, #66 no ranking.

Nadal, que gosta de jogos curtos em Paris, pode vir a encarar Davydenko na 3ª rodada, O russo não ganha mais nada, mas é dos poucos que tem mais vitórias do que derrotas contra o espanhol.

Nessa chave, Verdasco enfrenta Juan Monaco e Soderling corre por baixo. O sueco poderia enfrentar o espanhol nas quartas de final.

Na 2ª parte da chave superior, Murray olha e não vê ninguém que possa lhe incomodar – só se começar a procurar sarna para se coçar, o que não lhe seria estranho. Pode caminhar até as quartas sem susto – no caso dele é arriscado escrever isso – onde enfrentaria Melzer ou Troiscki.

Na chave de baixo, Novak Djokovic chega falando grosso contra o fantasma holandês De Bakker. Pode pegar na 2ª rodada Del Potro ou Gulbis, dois francos atiradores a esta altura; o letão sempre, o argentino pelas circunstancias.
 
Mais acima está o brasileiro Bellucci, que enfrenta o talentoso Golubev, que enfrenta sérios problemas de confiança; não ganhou uma partida em 5 torneios no saibro – não vai me inventar agora. Thomaz enfrentaria o vencedor do italiano Seppi e do russo Gabashvili, dois caras que sabem jogar no saibro, mas que, a esta altura, o paulista deve saber como lidar com. Em uma 3ª rodada, poderia enfrentar o francês Gasquet, que vem jogando bem, mas aperta direitinho quando joga em RG. Temerário falar sobre uma próxima rodada, que seria contra o sérvio-babão.

Na 2ª parte dessa chave, Federer enfrenta o freguês Feliciano Lopez. Tem o Dodig, que é fantasmaço, na 2ª rodada e o Tsonga ou Wawrinka na 3ª rodada. Mais acima, Ferrer e Monfils vão brigar para ver quem incomodaria Federer que, com essa chave, só sofre se quiser – e atualmente vem querendo.

Só para ficar claro; Nadal está na chave de Soderling e depois Murray. Djoko está na chave do Bellucci e Berdich. Federer na do Ferrer. E o Ricardo Melo pega o Mardy Fish na 1a rodada.
Na chave feminina, as Williams não jogam. Caroline Cruzadinha está na chave da Hantuchova e da Kuznetsova. Mais abaixo, a fortinha Stosur na chave da maluquete Bartoli. Mais abaixo ainda, Zvonareva colide com a atual campeã Schiavonne nas quartas.

Na chave de baixo, Clijsters, voltando de contusão, na chave da bonitinha Kirilenko e da ex-dançarina Petkovic. Sharapova, a mais simpática das tenistas, enfrenta Marjiana Lucic, que um dia era para ser a melhor de todas, antes de brigar com um pai daqueles. A russa está na chave da estranha Radwanska.
 
Por fim, a cabeça #4 Azarenka, mais imprevisível que bumbum de nenê, mais igualmente perigosa, está na chave da Li e da talentosa e perigosa Petra Kvitova.

Aninha e Nadal – sorte nas mãos.

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Light, Tênis Feminino, Tênis Masculino | 11:27

Lafayette

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Todo brasileiro, talvez melhor toda brasileira, que vai a Paris, logo descobre as Galerias Lafayette, o mais tradicional magazine, ou shopping, de Paris. Como os organizadores estão sempre buscando um lugar típico da cidade para uma “oportunidade fotográfica” para divulgar o evento, e a cidade, mundo afora, desta vez o escolhido foi o teto das galerias.

O pessoal de Roland Garros não brinca em serviço com seu evento e fizeram uma mini quadra de saibro no teto. Nas fotos dá para ver que o saibro é igual ao de RG e que não daria para jogar uma partida por ali. Mas com uma vista daquelas quem se importa.

Nas fotos vemos os convidados para a visita e o bate bola: Richard Gasquet, Jo Tsonga, Sam Stosur, Aninha Ivanovic, o que deixa de ótimo tamanho e alguns pegadores de bola. Na foto com os troféus do torneio, masculino e feminino, que os tenistas levam uma miniatura para casa, o fundo a mais bela cidade do mundo, com vistas ao longe da Madelaine e a Torre Eiffel e logo próximo os fundos da Ópera Garnier de Paris.
 
Por essas e outras é um evento único e o meu preferido.

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