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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010 Tênis Masculino | 12:15

Apagou

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Não há muito que escrever sobre a vitória de Roger Federer na semifinal sobre Jojo Tsonga. O confronto não aconteceu. Ficou claro que as luzes se apagaram prematuramente para o showman francês.

Se foi um caso de exaustão física aliada com depressão emocional ou se algo mais na linha de uma incomoda contusão, fica a critério do freguês. Tsonga me pareceu totalmente vazio, o oposto do que se espera e estamos acostumados a ver do francês.

Durante a partida pudemos observar que o tenista não conseguia sacar com a mesma força e algumas vezes foi flagrado levando a mão ao abdômen como se sentisse algo no local, onde já teve grave lesões no passado.

No entanto, ao contrário de alguns outros tenistas, apesar da insistência dos jornalistas, Tsonga não quis dar desculpas. Insistiu que Federer jogou muito e melhor e que se não estava no seu melhor foi devido às exigências torneio e não devido a uma contusão.

Talvez ainda, como Federer declarou, após perder o primeiro set, quando o seu emocional claramente o incomodou, Tsonga não tenha tido forças para enfrentar a batalha contra O Chefe.

Federer fez o que sabe, devia e se espera de um campeão. Usou da circunstância para acabar com a partida o mais rápido possível, abusando de seu arsenal, distribuindo direitas e surpreendendo junto à rêde, não abrindo as portas da esperança para o oponente crescer, assim como minimizando a vantagem que Murray adquiriu em jogar um dia antes.

TENNIS-OPEN/

Federer – a direitaça.

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