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Arquivo de agosto, 2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 10:28

Outra dimensão

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Podemos reclamar de muitas coisas nesta vida, mas a transmissão do U.S. Open pelos canais ESPN será algo inédito e espetacular. Foi-se o tempo em que os grandes torneios de tênis aconteciam mundo afora e o Brasil só podia acompanhar pelos jornais ou, na melhor das hipóteses, a final pela TV. As transmissões atuais levam os fãs do tênis a uma outra realidade.

Só que as transmissões da ESPN vão levar os fãs a uma outra dimensão. Vamos ter, diariamente, transmissões iniciando, em ambos os canais, às 12h. Na ESPN Brasil irá até o meio da tarde e na ESPN das 15:30h até o começo da noite.

O U.S. Open tem as seções noturnas, nas quadras Arthur Ashe e Louis Amstrong. Essa seção, que começa às 20h horário de Brasília, será mostrada pela ESPN na sua integra, com os comentários deste blogueiro e de Airton Cunha, ex-jogador de Copa Davis.

A novidade especial é que os assinantes da ESPN HD terão tênis das 12h até o fim da seção noturna. As imagens em HD, que tive a oportunidade de assistir na semana passada em testes, são maravilhosas e totalmente distintas! É realmente uma realidade, uma outra dimensão. E a idéia será que cada um dos canais do ar mostre um jogo diferente.

Espero que vocês aproveitem as transmissões e espero que vocês me ofereçam um retorno aqui nos comentários de como estão as transmissões.

Não é só os Byrds, de David Crosby, que foram a uma outra dimensão

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domingo, 30 de agosto de 2009 Tênis Brasileiro | 14:13

Cacife

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Há algum tempo escrevi que o Thomas Bellucci poderia ser na quadra dura um tenista tão perigoso quanto no saibro. Um jogador com aquele serviço, uma direita agressiva, forte e regulada, apesar de pegada, um revés quase flat que faz a bola andar, e uma excelente envergadura para investidas junto à rede, tem o arsenal necessário. Olhem o Sam Querry, que conseguiu ser o tenista com maior numero de pontos no U.S Open series.

No entanto, até hoje, Thomaz não me provou correto. Sua classificação para a chave principal do U.S. Open era mais do que esperada, até por ser o cabeça-de-chave #1 do qualy. No entanto, uma coisa é ser o favorito, outra é cumprir a expectativa.

Com a vitória em Gstaad, Thomaz ganhou novas forças e confiança no circuito. Foi uma infeliz falta de timing a conquista acontecer no ultimo evento sobre o saibro. No entanto, ele treinou nas quadras duras antes de encarar o qualy e há que se admitir que fez bonito até agora.

Seu adversário, o chinês Yen Lu, não chega a ser uma primeira rodada difícil nos parâmetros de um GS – ele é #71. FoiLu que o eliminou no Aberto da Austrália. No entanto, são essas partidas, as chamadas ganháveis, que Bellucci terá que cacifar dentro de um GS para atingir o progresso que ele não tem receio em dizer que pretende. É uma pressão – mas a carreira é feita disso também.

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009 Light, Porque o Tênis. | 12:32

Irritação e qualidade

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Às vezes fico um pouco irritado com a posição de alguns leitores, e outros torcedores que encontro por aí afora, e o desdém que encaram a imensa maioria dos tenistas, com a exceção daqueles que elegeram como ídolos. O que mais me irrita é a maneira como chegam a desprezar qualquer um que não esteja ganhando Grand Slams ou brigando diretamente para tal. O negócio chega a ser tão ridículo que tentam menosprezar jogadores de enorme qualidade como se fossem pouco mais do que meros carregadores de malas em aeroporto, sem desmerecer a classe.

A maioria dessas pessoas não tem muita, ou nenhuma, ligação com o esporte. Se tem a escondem muito bem ou, pior, não tem nenhuma estima pelo que fazem. Não descarto também a possibilidade de simplesmente desmerecerem outros por conta da frustração interior de não conseguirem se sobressair em algo. Sei lá o que é, mas é irritante.

Desconhecem as dificuldades enfrentadas para se tornar excelente em uma atividade qualquer, em especial a esportiva, e, mais em especial, a tenistica. Isso porque o tenista, para se sobressair, tem que comer a pão que o diabo amassou por toda sua adolescência e mais um tanto, além de possuir, e construir, uma série de qualidades. E essas qualidades têm que, lógico, ser em maior número e mais fortes do que as deficiências que todo ser humano carrega. Ao contrário de um atleta de salta com vara, por exemplo, tem que ser execente técnica, fisica e emocionalmente, além de lidar com um adversário tentando destruí-lo. Quando escrevo sobressair, lembro os milhares que naufragam antes de se posicionar entre os profissionais que tem uma carreira dentro do tênis – algo ali em torno dos 150 do ranking mundial.

Tenho certeza que a maioria dos meus leitores ficaria contente se, entre os 20 e 30 anos de idade, pudesse gerar uma renda semelhante a esses indivíduos ou, mais realistamente, se pudesse gabar de estar entre os, digamos, 100 melhores do mundo em suas respectivas atividades. No meu ponto de vista, qualquer pessoa dentro dessa categoria é uma pessoa que demanda respeito.

Para não me alongar no assunto – já que o tempo médio do leitor no site é de 02:18 minutos por visita – lembro que o tênis é um esporte para se curtir como certas outras atividades na vida. Existem coisas intrinsecamente intuitivas e universais para se apreciar – uma bela paisagem, uma bela forma, uma mulher boa, ou qualquer coisa de gosto pessoal.

Outras exigem que se aprofunde para serem apreciadas de fato. Um bom quadro, uma boa música, um bom vinho, muitas outros gostos adquiridos e, atento, uma boa mulher. Porque senão se corre o risco de tomar sangue-de-boi como se fosse um vinho de qualidade – um dos 100 melhores do mundo, por exemplo – pendurar o quadro de um contemporâneo enganador como se fosse um artista telentoso, e se babar por uma bunduda qualquer como se fosse uma boa mulher. Aliás, mais uma razão porque admiro tanto Federer como Nadal. Eles sabem o que um bom homem precisa. E não é de uma mulher boa.

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História, Tênis Masculino | 00:04

Palpitações

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Uma olhada rápida na chave do qualy de um Grand Slam nos oferece surpresas interessantes. Na chave masculina encontrei o nome do belga Xavier Malisse, que um dia foi um dos melhores juvenis do mundo e rival de tenistas como Federer e Nalbandian.

O rapaz sempre foi um grande talento, joga com a facilidade de quem passeia no parque, teve ótimos resultados, tem 3 títulos no circuito, mas não vingou com a força que poderia. A dificuldade dele sempre teve a ver com o emocional. Tem tenistas que tem problemas sérios com momentos importantes, tanto dentro das partidas como dentro dos torneios.

Uma partida símbolo para Malisse foi a semifinal de Wimbledon 2002, quando Malisse enfrentou Nalbandian após derrotar Kafelnikov, Rusedski e o então campeão Richard Krajicek. Indo à final talvez tivesse lhe dado mais confiança na então jovem carreira, como aconteceu com Nalbandian, que veio do nada para a final de Wimbledon. Aliás, recentemente o argentino declarou que se pudesse mudar um resultado na sua carreira seria aquela final, em que perdeu para Hewitt.

A partida entre Malisse e Nalbandian ficou famosa pelas emoções, por reunir dois jovens talentos virgens em títulos no GS e o incidente com o belga. O rapaz , logo no início, a ter palpitações por conta de um ataque de ansiedade. O pessoal pensou que ele iria ter um ataque do coração e o jogo foi suspenso por 10 minutos, após perder o primeiro set no TB. Ele só retornou à quadra após falar pelo telefone com seu médico na Bélgica.

Perdia o segundo set por 2×4 quando a chuva caiu. Com o intervalo ele se acalmou e, após perder o segundo, ganhou o terceiro e o quarto. O jogo foi interrompido mais uma vez ao final do quarto set por falta de luz natural. No dia seguinte, Malisse conseguiu um break logo no início, abrindo 2×1. Aí os nervos tomaram conta novamente e o belga perdeu cinco games seguidos. Outro dia um leitor perguntou se uma partida pode determinar uma carreira. Olhei a derrota do Malisse na 1ª rodada do qualy e lembrei-me do leitor.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009 Tênis Feminino | 14:54

As mulheres

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Entre as mulheres, as partidas podem chamar, ou não chamar, a atenção por razões distintas das dos homens. Tem jogos que eu pagaria para assistir in loco. Outros que odiaria até pela TV. Na chave de cima as russas e sérvias. Na de baixo as Williams.

A Dinara está na chave da Jankovic.
A Aninha está perdida na mesma chave. Joga na 1ª rodada contra Katerina Bodarenko. Hoje qualquer jogo é complicado para a moça.
Eleninha e Maria podem se encontrar na 3ª rodada! Um pecado.
A Kuznetsova está na mesma chave das duas. Aliás, das quatro acima.

A Serena vai de pijamas na 1ª semana. Até encontrar a Stosur na quarta rodada.
Venus x Dushevina na 1ª rodada.
Bartoli x Cljisters na segunda rodada! Jogo de Quadra Central.
Azarenka e Venus nas quartas. Jogo da noite.

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Tênis Masculino | 14:23

os confrontos masculinos

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Saiu a chave masculina do U.S. Open.

O Federer deve ter olhado a chave e pensado: esta primeira semana eu posso dormir com as meninas.
Djokovic x Ljubicic é uma daquelas interessantes primeiras rodadas. É bom o sérvio não ficar tenso.
Para o Roddick pegar o Djoko pode ter que passar pelo Haas.
Roddick x Tursonov na 2ª é interessante.
Davydenko x Soderling nas quartas?
Federer e Djokovic ou Federer x Roddick nas semis?

Murray e Gulbis logo de cara. É bom o escocês não sentir pressão e o outro maluco não arrebentar.
Del Potro, Celic, Karlovic, Wawrinka todos na chave do Murray. O escocês vai ter que merecer.
Ferrero x Santoro logo de cara. Os dois jogam o ultimo GS da carreira. O Ferrero eu não sei não.
Del Potro x Murray nas quartas?
Nadal x Gasquet na 1ª.
Llodra x Kiefer tem tudo para dar confusão.
O Tsonga pode encontrar Nadal nas quartas.
Nadal x Murray nas semis?
Chardy x Monfils. Adoro clássicos na 1ª rodada.
Dá para acreditar Gonzalez x Massú e Del Potro x Monaco na 1ª rodada?
O Thiago Alvez caiu na 1ª rodada com o Hewitt. O cara não tem muita sorte nos sorteios.
O Marcos Daniel pode ganhar do Acasuso.

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Tênis Masculino | 10:49

Bolão americano

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Daqui a pouco, às 13h, o Aberto dos EUA realizam o sorteio das chaves do evento, em cerimônia que será transmitida, nos EUA, pela ESPN que tem os direitos do torneio. Os americanos, sempre marqueteiros de primeira, bolaram um “bolão” onde o vencedor ganha uma viagem, para dois, para o torneio de 2010. Os que quiserem mais informações devem acessar o site do evento:

http://www.usopen.org/en_US/news/articles/2009-08-20/200908201250814368437.html

Hoje a sorte será lançada para os confrontos, tanto os das primeiras rodadas como os que determinarão os finalistas.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 16:33

Os cabeças

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Alguns dias atrás, respondendo a uma pergunta de um leitor, escrevi que o U.S Open obedeceria o ranking para determinar os cabeças de chave. Até porque não há razão para ser diferente. Hoje os americanos confirmaram a idéia.

Já se vai os tempos, espero, em que o U.S.Open vá arrumar um conflito com a WTA e a ATP por conta disso. Na verdade, não faz tanto tempo, uns 5 anos atrás, eles arrumaram uma briga com os espanhóis e a ATP por conta disso. Se nem Wimbledon anda fazendo, por que outros o fariam?

Com isso, depois de algumas grandes finais, Federer e Nadal podem se enfrentar ainda nas semifinais, que é a grande novidade. Assim como Roddick deve enfrentar um dos Top4 ainda nas quartas.

Entre as mulheres, Dinara e Serena, que andam se estranhando pela imprensa, só se encontrar na final. As irmãs podem, ou não, se encontrar na final. E Eleninha ficou entre as quatro melhores. Soltas na chave; Jelena e Kuznetsova. Abaixo a lista completa, lembrando que os GS pré classificam 32 tenistas nas chaves.

1. Roger Federer, Switzerland
2. Andy Murray, Great Britain
3. Rafael Nadal, Spain
4. Novak Djokovic, Serbia
5. Andy Roddick, United States
6. Juan Martin Del Potro, Argentina
7. Jo-Wilfried Tsonga, France
8. Nikolay Davydenko, Russia
9. Gilles Simon, France
10. Fernando Verdasco, Spain
11. Fernando Gonzalez, Chile
12. Robin Soderling, Sweden
13. Gael Monfils, France
14. Tommy Robredo, Spain
15. Radek Stepanek, Czech Republic
16. Marin Cilic, Croatia
17. Tomas Berdych, Czech Republic
18. David Ferrer, Spain
19. Stanislas Wawrinka, Switzerland
20. Tommy Haas, Germany
21. James Blake, United States
22. Sam Querrey, United States
23. Philipp Kohlschreiber, Germany
24. Juan Carlos Ferrero, Spain
25. Mardy Fish, United States
26. Paul-Henri Mathieu, France
27. Ivo Karlovic, Croatia
28. Victor Hanescu, Romania
29. Igor Andreev, Russia
30. Viktor Troicki, Serbia
31. Lleyton Hewitt, Australia
32. Nicolas Almagro, Spain

1. Dinara Safina, Russia
2. Serena Williams, United States
3. Venus Williams, United States
4. Elena Dementieva, Russia
5. Jelena Jankovic, Serbia
6. Svetlana Kuznetsova, Russia
7. Vera Zvonareva, Russia
8. Victoria Azarenka, Belarus
9. Caroline Wozniacki, Denmark
10. Flavia Pennetta, Italy
11. Ana Ivanovic, Serbia
12. Agnieszka Radwanska, Poland
13. Nadia Petrova, Russia
14. Marion Bartoli, France
15. Samantha Stosur, Australia
16. Virginie Razzano, France
17. Amelie Mauresmo, France
18. Na Li, China
19. Patty Schnyder, Switzerland
20. Anabel Medina Garrigues, Spain
21. Jie Zheng, China
22. Daniela Hantuchova, Slovak Republic
23. Sabine Lisicki, Germany
24. Sorana Cirstea, Romania
25. Kaia Kanepi, Estonia
26. Francesca Schiavone, Italy
27. Alisa Kleybanova, Russia
28. Sybille Bammer, Austria
29. Maria Sharapova, Russia
30. Alona Bondarenko, Ukraine
31. Elena Vesnina, Russia
32. Agnes Szavay, Hungary

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terça-feira, 25 de agosto de 2009 Tênis Masculino | 13:30

Nossa Senhora!

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Nossa! A idéia me veio à cabeça naqueles instantes anteriores em que cedemos nossa consciência e caímos no sono. Tenho uma técnica infalível para adormecer – a qual não abro nem a pau Juvenal – que inclui esquecer qualquer coisa a ver com o mundo prático e mergulhar no delicioso universo da fantasia. Foi ali, naquela vulnerabilidade que a idéia me assaltou.

Suspeito que tal intrusão foi motivada por uma leve culpa, veneno que nos faz sofrer e sobressaltar, que rondava o coração por conta de não ter escrito, ainda, um post sobre a vitória de Roger Federer em Cincinnati. Premeditado, porém sem maldade. Afinal, meus leitores merecem um pouco de diversidade na vida, ou pelo menos no blog.

O que eu iria escrever? Que o Roger jogou bem, está em ótima fase, viajando na confiança? Grande novidade. Descrever os aspectos técnicos e táticos é sempre interessante, para mim e, espero, para os leitores. Gosto também do lado emocional, no entanto, percebo, ser um tanto mais subjetivo para leitores mais “torcedores” que vêem neles razões obscuras para enaltecer ou denegrir momentos de seus favoritos. Mas, após a conquista inédita de 15 Grand Slams, Cincinnati pareceu “só” mais um mero título para o suíço; quase cotidiano.

Fora isso, como meu pai nunca me deixou esquecer, de uma maneira nem tanto agradável, sou um pouco rebelde. Acaba o jogo é já vem o leitor exigindo? Quem tem tal obrigação é funcionário público, apesar de serem os que menos aparentam tê-las. Eu preciso de, e adoro ter, inspiração para o trabalho. Estou aqui por ser um entendido, mas, acima de tudo, um apaixonado. E, como toda paixão, não deve ser negada nem forçada. Confesso, porém, que isso é mais bonito escrito do que sempre realidade.

De volta àquele momento mágico quando a idéia me invadiu, a reação natural foi: Nossa, Nossa Senhora!! Desculpem a blasfêmia; mas e se for isso?

Imaginem que agora, ao invés de desmotivado, desinteressado e estressado pelos recordes conquistados, o que não seria de todo surpreendente, o campeão percorra caminho inverso. Imaginem que, por conta da mesma razão acima e da ampliada felicidade familiar, com a chegada das duas pequerruchas, o cara fique mais feliz, solto, à vontade, inspirado. Ele, um tenista que depende bastante da criatividade intuitiva e de uma maneira depreendida e confiante de jogar, do que será capaz? Nossa Senhora!

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Tênis Masculino | 08:09

Dúvidas

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Rumores dão como certo de que o ex-tenista Todd Martin, que vinha trabalhando parcialmente com Mardy Fish, começa a trabalhar esta semana com Novak Djokovic.

O mais estranho é que o que o time de Djoko tem deixado transparecer que Martin viria para ser o “técnico físico”, o que entre nós é mais conhecido como “preparador físico”. Mais estranho ainda é que Marjan Vajda segue sendo o técnico.

Não era nenhum segredo de estado que o sérvio vem achando que “bateu na parede” nos últimos tempos enquanto seus rivais se movimentaram. Lógico que a culpa cai no….

Agora, esse negócio de contratar um técnico enquanto tem outro no pedaço não deve ter bom fim. Pode ser que Martin seja promovido a “técnico” e que Vajda caia para “carregador de mala”. Alguém vai dançar. O certo é que o grandalhão e desengonçado Martin de preparador físico é que não tem nada. Para quem não se lembra dele, era sacador/voleador e um tenista com a inteligência acima da média.

O fato é que a quarta posição no ranking está de bom tamanho para Novak, enquanto os três que estão à sua frente jogarem no atual padrão. O sérvio é um dos tenistas mais fortes mentalmente no circuito – adoro como joga atrás no placar do game – sua principal arma, é muito sólido tecnicamente, mas não possui um golpe devastador.

Tem tambem ótimo físico, algo que ele trabalhou bastante na pré-temporada e, após as derrotas do começo do ano, começou a colocar em dúvida esse esforço. Com as derrotas inesperadas, pelo menos para ele, as dúvidas aumentaram e se alastraram minando sua confiança. Por isso, o meu comentário sobre sua alegria de estar na final, após bater um ainda hesitante Rafa Nadal.

Veremos como essa novela se desenrola. Alguma coisa Novak deve estar esperando que Martin acrescente ao seu jogo. Já no U.S. Open devemos ter uma idéia do que seria. Enquanto isso, Roger deve estar pensando que é melhor uma Mirka do que em Marjan e/ou um Todd.

Todd Martin como técnico. Técnico físico?

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