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Arquivo de abril, 2009

quinta-feira, 30 de abril de 2009 Tênis Masculino | 17:38

Acachapante

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Dois jogos me impressionaram e chamaram atenção hoje em Roma. Primeiro o jogão entre Fernando Gonzalez, a maior direita do mundo, e Jurgen Melzer, um interessante tenista austríaco. É sempre um barato assistir Gonzalez e ver as coisas que ele consegue fazer com aquela direita. E Malzer é um tenista que consegue sacar e volear, bem, na terra, mostrando muito toque e controle. Um habilidoso que poderia incomodar ainda mais se fosse mais sólido emocionalmente.

Os dois fizeram uma partidaça, para quem gosta de tênis. É como sempre digo, estilos distintos oferecem o melhor espetáculo. E esses dois jogam muito em suas características. Particularmente foi interessante ver o Melzer construir bastante do jogo em cima da direita do adversário, recebendo alguns erros inesperados daquele lado, assim como abrindo espaço para ataques no revés e no contra-pé. Uma tática diferente e interessante. 3/6 6/3 7/5 Gonzalez.

A outra partida que me chamou a atenção foi entre Nadal e Soderling. Para quem não sabe, os dois tiveram um desentendimento relativamente sério em Wimbledon 2007, quando o sueco, cheio das demoras do espanhol, foi deselegante com o adversário. Hoje, nos primeiros dois games até pensei que teríamos um confronto tal a disposição de ambos. Soderling sacou e confirmou. No segundo game teve 15×40 e algumas vantagens para quebrar. O espanhol sempre lhe fechou a porta, naquele que foi, de longe, o game mais longo da partida.

Após manter seu serviço Nadal jogou o que sabe e o que não sabe, usando os ângulos como raras vezes assisti, fazendo o outro correr mais do que um cachorro. Talvez seja impressão, mas achei que o espanhol curtiu alongar os pontos fazendo o sueco correr por toda a quadra.

Fiquei pensando naquele bate-boca deles em Londres e o quanto isso motivou o sueco correr demais e o quanto motivou o espanhol jogar com uma vontade assassina. O resultado final foi 6/1 6/1, acachapante o bastante para tirar o sono de qualquer um – especialmente de um rival a nível pessoal. Aposto que Soderling não dorme em Roma.

Nadal x Soderling em Wimbledon 07 – O puxão.

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quarta-feira, 29 de abril de 2009 Tênis Masculino | 20:24

Jogou a toalha

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A primeira vez que vi Guillermo Coria foi no Clube Pinheiros em São Paulo, acompanhado do Gustavo Lusa, um tenista argentino então trabalhando para a federação argentina. O técnico estava empolgado com o talento e as habilidades do pupilo que, aos 16 anos, já era famoso pelo contrato com a Adidas que, me dizia, chegava ao milhão de dólares. Falava do garoto como se falasse de um gigante tenístico; não estava longe da verdade. Ou seja, desde cedo o minúsculo argentino já carregava muitas expectativas, o veneno que um dia iria corroer sua confiança e seu tênis.

Não preciso escrever sobre suas conquistas e talentos neste post. Ele é contemporâneo o bastante para ter seus resultados e méritos conhecidos. A notícia hoje é que o baixinho finalmente abandonou as competições depois de anos lutando contra a falta de confiança, contusões no ombro e um saque que se foi e nunca mais voltou.

Restam poucas dúvidas que a derrocada de sua carreira começou justamente, ironia das maiores, na melhor semana da história do tênis argentino, quando três deles estiveram nas semifinais de Roland Garros 2004 e dois nas finais. O maior favorito ao título dos três era Coria, que só não ganhou porque não quis e não soube, porque, seguramente, o maluco do Gaudio é que não fazia questão. Coria venceu os dois primeiros sets por 6/0 e 6/3, antes de encolher o braço. Até ali estava a 18 partidas invicto contra conterrâneos e perdido só uma partida em quarenta no saibro.

Dali foi escada abaixo. Ele, ao anunciar ontem que desistia da carreira, disse que um dia publicará sua biografia e contará as reais razões de sua queda. E disse que há uma grande razão, mas que não quer falar agora.

Houve também a cirurgia no ombro em Agosto de 2004, três meses após RG, o que interrompeu a melhor fase de sua carreira por três meses. No ano seguinte começaria a queda.

Houve outros boatos também, mas como são só como boatos, deixem para lá. Coria também tinha uma certa questão com a soberba. Os próprios compatriotas o caracterizavam como arrogante. Convenhamos, para passar por arrogante por lá, o indivíduo tem que estar caprichando. Isso sempre criou um acerto atrito dentro do circuito e ao seu redor e não havia tantos ombros amigos para as horas difíceis que começaram aparecer.

Anteriormente, em 2001, Coria teve o problema com o doping e suspensão, e sua conseqüente ação contra a empresa americana que vendia vitaminas que, segundo ele, continham o que não deveriam conter. Provavelmente estava certo, porque a empresa pediu para fazer um acordo no dia que ele prestaria seu depoimento nos EUA. Mas houve o desgaste, inclusive com tipinhos como Hewitt dizendo, na semana da Copa Davis, que os argentinos eram todos “sujos”.

O meu sentimento é que foi a pressão, as expectativas e a maneira como isso foi lidado por ele, e por aqueles que estavam próximos, que criaram o diferencial em encurtar carreira tão promissora.

No Brasil tinha um fã clube considerável. Nunca recebi tantos emails nas transmissões da ESPN perguntando sobre um tenista, como recebia perguntando dele. Era gostoso vê-lo jogar. Um daqueles que fazia o tênis ser mais fácil do que realmente é.

Não foi a primeira vez que um tenista teve sua carreira alterada severamente pela perda de um título – até hoje podemos ver isso acontecendo no circuito. Ser campeão de Roland Garros é muito grande para um argentino. Colocar a mão na taça e deixá-la escapar para um azarão como o Gaudio não é tarefa fácil de digerir. Mais umas derrotas aqui e ali, umas duplas faltas a mais, que sempre existiram acima da média, mas no auge da confiança eram facilmente descartadas, foram minando aquilo de mais importante que o tenista tem: sua confiança.

Nos últimos anos, desde 2005, quando venceu Umag, seu ultimo título, e foi às finais de Monte Carlo, Roma e Pequim, Coria vem caindo. Chegou a #3 do ranking em 2004. Em 2006 foi de #7 para #116. No final de 2007 sequer tinha ranking. Em 2008 voltou a jogar, mas nunca passou de #560. Tentou jogar challengers e tentou jogar qualys. Cansou de perder para tenistas que no seu intimo sabia ser presas fáceis para seu tênis. Não há ego que aguente essa afronta. Ontem jogou a toalha.

Coria o habilidoso

Guillermo e Carla Coria

O momento.

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terça-feira, 28 de abril de 2009 Masters | 19:57

Rei de Roma

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A maior razão do tremendo sucesso de Roger Federer com os tenistas – atenção, eu escrevi tenistas e não fãs do tênis – é a maneira clássica como ele joga o nosso esporte. Óbvio que não estou considerando a lista de títulos que o rapaz pode colocar na mesa a qualquer hora.

Existiu uma época que tenistas com esse estilo e plasticidade não eram tão raros como hoje. Isso foi antes do tal tênis-força tomar conta do circuito. Já que esta semana se joga em Roma e um dos leitores pediu, escrevo algumas linhas sobre Adriano Pannata, um dos dois maiores tenistas italianos da história – o outro sendo Pietrangeli, que não por acaso teve a ex-quadra principal do Foro Itálico renomeada com seu nome. Os italianos não têm um bom olho para a beleza só em moda e arte.
E se fosse para escrever só sobre estilo e plasticidade, Pietrangeli apareceria antes do que Panatta.

Adriano era filho do homem que tomava conta das quadras de um clube em Roma, aprendeu olhando e aos 14 anos foi para um centro de treinamento da confederação italiana perto de Nápoli. Isso nos anos sessenta, o que nos coloca 50 anos atrás deles, já que não temos um até hoje.

Além do enorme talento e habilidade, era alto para a época e tinha bastante força e agilidade. Seu jogo era de saque e rede, mesmo no saibro, piso que, ironia, se dava melhor do que nas rápidas. Seus confrontos com tenistas contra-atacadores como Borg e Connors se tornaram históricos e marcantes. Com Borg jogou 15 e venceu 6. As mais memoráveis foram a final de Roma em 78, com o sueco vencendo no quinto set e nas quartas de Roland Garros em 76, ano que o italiano venceu o torneio.

A final de Roma foi épica, com Borg ameaçando se retirar da quadra se o publico não parece de jogar as moedas de 100 Liras na sua cabeça. Ele me disse que cada uma ardia como uma picada de abelha. O sueco foi até o juiz e lhe disse: repita exatamente o que eu lhe falar; “se jogarem mais uma eu vou embora”. Mas foi só depois que Adriano sinalizou que o público parou – com as moedas, porque os apupos, barulhos, xingamentos e roubalheiras continuaram. Borg me disse que ganhou só de marra.

Com Connors a conta foi pior. Sete vitórias do americano contra duas derrotas. A grande partida foi uma terceira rodada no U.S Open, onde Connors jogava muito e Panatta queria muito uma vitória. A partida foi decidida em 7/5 no quinto set para o americano e deixou o italiano famoso nos EUA já que televisionada na integra.

Panatta ainda levou a Itália quatro vezes à final da Copa Davis, o que conta mais para os italianos que qualquer título de Roland Garros. Infelizmente, para ele, só venceu a primeira, em 1976, contra o chilenos, infelizmente para estes.

Panatta abandonou o circuito em 1983. Como ícone do tênis italiano foi capitão da Davis durante 15 anos. Ele era o capitão quando o time por mim capitaneado bateu a Itália em Maceió, uma boa memória. Foi também técnico geral da federação italiana e diretor do Aberto da Itália. Hoje gosta de correr em speedboats e foi campeão mundial da categoria em 2004.

Fora da quadra sempre era muito arrogante e talvez por isso não tenha sido ainda maior – chegou a 4º do mundo, em uma época cheia de Borgs, Connors, Vilas, Nastase etc. Teve lá seus podres na vida, andou com gente errada e só não sujou seu nome de vez porque a Itália, ao contrário de alguns países, sabe cuidar de sua história e ídolos. Mas esse não é o assunto, até porque senão isto ficará longo demais.

Vale dizer que sempre valeu a pena interromper treinos e refeições quando eu estava no circuito para assisti-lo jogar. Tinha uma das esquerdas mais bonitas e eficientes do tênis. Batia flat e com slice – não usava o topspin, e mandava muito com ambas. Sua bola andava barbaridades e ainda usava raquetes de madeira Maxply Dunlop. Na rede era um gato e executava voleios como poucos; tanto com força, como colocados, angulados e acariciados. A ATP devia tornar mandatório à molecada assistir os antigos vídeos de tenistas como ele para ver se os caras de hoje aprendem. É isso.

Isto é uma esquerda bonita.

Isto é um voleio de esquerda.

Isto é um voleador.

Isto é uma final de Roland Garros

Isto é uma final do Aberto de Roma.

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segunda-feira, 27 de abril de 2009 Light | 18:37

Banho de gelo.

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Vocês já se perguntaram o que os tenistas e seu staff fazem quando não estão em quadra ou sentados jogando cartas e falando de mulheres? – por favor, não se esqueçam que a testosterona corre solta no sangue de atletas em seus auges!

Bem as opções não são muitas, já que a vida deles é regrada e focada. E como o staff acaba sendo as pessoas mais próximas, pelo menos quando as mulheres não estão por perto, a vida é compartilhada em detalhes.

E essa luva na mão?!

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Juvenis, Tênis Brasileiro | 17:58

Pressão?

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Quem sou eu para colocar pressão em alguém, mas o Thomaz Bellucci deve estar sentindo uma certa ansiedade com a 1ª rodada de Roma. São várias derrotas inesperadas, ou pelo menos não bem vinda, em rodadas iniciais. Teoricamente, ou pelo menos na sua experiência, ele está jogando em seu piso favorito, apesar de que, como já escrevi, eu aposto nas duras para ele no médio prazo. A pressão é por conta dos 300 pontos que caem nas próximas semanas, a Copa Davis no meio da temporada de saibro e a ânsia por melhores resultados.

Ele executou bem a primeira parte da tarefa em Roma ao passar pela qualificação; nunca algo simples. Agora, pega na 1ª rodada o espanhol Feliciano Lopez, que no saibro está mais para Jose Feliciano. O cara é sacador, bom voleador, tem uma direita decente e uma esquerda que só não é cega porque ele usa bem o elice, sempre uma arma na terra. Mas é vulnerável e não muito confiante nesse piso.
O jogo do Thomaz não é muito distinto do adversário, mas seu revés é melhor, além de ser sacador também e ter uma direita mais agressiva. A pergunta, ainda sem resposta, é se ele já conseguiu colocar todas as peças no lugar.

A primeira rodada é sempre tensa. Para os dois tenistas.

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domingo, 26 de abril de 2009 Tênis Masculino | 14:35

Grã-Duque

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Talvez à

distância fique um pouco difícil de entender. Mas o fato é que para um espanhol o título do Torneio de Barcelona tem um peso e um significado muito maior do que o de Madrid, mesmo distribuindo metade dos pontos e prêmios. Como dizia um amigo meu italiano, tradição não se compra; e eu acrescento, se constrói. E isso que o Real Club de Barcelona vem fazendo há pouco mais de 50 anos.

O Torneio Conde de Godo é o mais tradicional da Espanha e ambos os finalistas – Nadal e Ferrer – deixaram claro, na cerimônia de premiação, a importância dele em seus respectivos imaginários. Jogado em um clube fundado no século retrasado e sede de algumas das famílias mais finas, ou frescas, conforme o ponto de vista, de Barcelona. Ali todos se acham condes e marqueses e até o porteiro deve ser achar barão de alguma coisa. Hoje talvez esteja um tantinho melhor, mas até os anos oitenta, ainda sob a sombra da época de Franco, o ambiente era de uma frescura nas úúrtimas. O que não ofusca, de maneira alguma, a fidalga maneira com que acolhem esse maravilhoso evento.

Os jovens espanhóis crescem ouvindo e lendo sobre os grandes embates e os campeões que se apresentam em quadras tão aristocráticas e talvez essa tradição explique a questão que alguns leitores levantaram sobre a participação de Nadal em Barcelona, apesar de espremido entre Monte Carlo e Roma. Um Federer pode esnobar o Conde de Godo, um espanhol é bom nem pensar. Após cinco títulos, lá também, o pessoal do clube deve star planejando lhe entregar o título de Grã-Duque de Tierra Batida y Mallorca.

O Duque – mais um banho em seus súditos

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sábado, 25 de abril de 2009 Copa Davis | 14:34

Bom para a tosse

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Vai mal! Pela segunda vez na temporada a Copa Davis é manchada por cores políticas. Primeiro, foi a Suécia fechando as portas do estádio para o confronto contra Israel. Ruim, mas até entendo. Na avaliação deles, não distante da realidade, a emenda seria pior do que o soneto. Os protestos dentro dos estádios poderiam interromper os jogos de vez.

Agora os australianos esnobam os indianos, afirmando que a cidade de Chennai não oferece segurança para o confronto, por ser época de eleições e a existência do receio de confrontos.

Se fosse assim, o Brasil não poderia ter ido à Buenos Aires nos anos setenta. Não tinha eleições, mas tinha Tupamaros, metralhadoras no hall do hotel e no clube e uma eterna paranóia no ar. Não teria ido ao Peru, onde o governo local nos obrigou a andar, para cima e para baixo, com cinco seguranças armados de metrancas, inclusive nas portas dos quartos, para evitar assédios inesperados dos Senderos. Sempre soubemos dessas realidades, riscos e encaramos com tranqüilidade. Mesmo quando bombas explodiam em um baque surdo perto das quadras e o silêncio momentâneo que vinha das arquibancadas era maior do que o de qualquer quadra central mundo afora.

Os países do chamado primeiro mundo sempre tiveram uma posição arrogante com países em desenvolvimento, inclusive nos esportes. A cada vez que um deles vinha por aqui começavam as pressões e acusações veladas. Os casos são muito numerosos para começar enumerar. E não eram só com o Brasil. O que a Austrália fez, e está fazendo, é isso, além de uma ofensa à Índia.

Os australianos decidiram que não vão a Chennai e a FIT está prometendo multa e suspensão, já que analisaram e concluíram que as condições de segurança são as necessárias. Os que mais pressionaram foram os tenistas, especialmente Lleyton Hewitt – e isso deve ter contado muito na decisão da federação australiana de dar o default.

Só que já falam em suspensão de 12 meses, o que é pouco, por ser só uma temporada. Tinha logo que suspender uns dois anos e mandá-los para a terceira divisão da Oceania, onde da próxima vez teriam que ir jogar lá pelos lados da Indonésia para ver o que é bom para a tosse.


Chennai:lá como cá, uma terra de contrastes.

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sexta-feira, 24 de abril de 2009 Light | 13:33

Precisamos dos ovos

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Já que o pessoal é chegado um filminho – e quem não é? – ofereço dois filmes onde o tênis teve alguma participação e que tiveram um significado especial para mim. É óbvio que a lista de filmes onde o tênis é um personagem é mais extensa, mas esta é a minha lista de agora.

Blow Up. Um cult dos anos 60, dirigido por Antonioni, baseado em um conto de Julio Cortazar, com Vanessa Redgrave e Jane Birkin (que se vocês desconhecem preparem-se para cortar os pulsos e nunca mais falar mal da cultura de tenistas) tendo suas roupas arrancadas por David Hemmings, que fazia o personagem inspirado no fotografo David Bailey. Para quem gosta de música, uma cena em um bar londrino onde os Yardbyrds (Jimmy Page e Jeff Beck) tocam, Beck arrebenta a guitarra e a joga para o público. Clássico!
A cena do tênis, imperdível e inesquecível, foi filmada com Marcel Marceau, o maior dos mímicos (o mesmo raciocínio do parêntese acima) e sua trupe. Anos mais tarde eu ia Clube Harmonia e encontrava um famoso arquiteto paulistano “batendo” paredão sem raquete e sem bolinha e me lembrava de Marceau. Um prêmio para quem encontrar a cena no internet.

Annie Hall. Porque é um dos meus filmes favoritos e o melhor de Woody Allen. O casal se conhece jogando uma duplinha em um parque em Nova York. A melhor cena, que me lembro desde o lançamento em 1977, é a da cozinhando a lagosta na cozinha. Ela para sempre me marcou o que é imprescindível em um relacionamento. Além disso, nós precisamos dos ovos.

Woody armado e amando.

E para quem não conhece Marceau, uma introdução ao som de Carlos Gardel

Marcel Marceau, joga tênis, em Blow Up – cortesia do nosso Matteonni.

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quinta-feira, 23 de abril de 2009 Light, Tênis Feminino | 13:40

Os filmes favoritos

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Os leitores, os que estão sempre sonhando em acompanhar um dos grandes torneios do circuito, podem imaginar em uma das noites darem uma escapadinha ao cinema e se descobrir ao lado de uma das estrelas do circuito?

Para que tal aconteça é bom vocês terem uma idéia do que eles preferem ver na tela. Para isso não escolham um filme cabeça, senão o único que encontrarão por lá será Ivan Ljiubicic. Nadal adora filmes em geral, especialmente os espanhois. Federer adora os de ação, tipo Rambo, James Bond e “Dirty Dancing”. Gonzalez confessa que pensar lhe dá sono. Murray curte o humor bagaceiro dos irmãos Farrelly. Roddick adora “Um sonho de liberdade”, o filme mais popular da história. Sam Querrey sabe todas as falas de “Um maluco no golfe”.

Boa parte prefere comédias. Mas o favorito mesmo é o Gladiador, o que nos diz bastante de como esses atletas se vêem. Acompanhem abaixo.

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quarta-feira, 22 de abril de 2009 Tênis Masculino | 22:15

Staying alive

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A Gillette lançou mais um de seus comerciais usando alguns de seus esportistas contratados. Desta vez Henri e Kaká estão fora. Permanecem Tiger Woods e Federer. Entra Derek Jater. Quem?

Para quem não conhece, é o capitão dos Yankees, time campeão do baseball americano e o macho-man das indóceis americanas. Assistam o vídeo abaixo e vejam se o cara merece a lista de “abatidas” que consta de seu portfólio: Scarlet Johansson, Jessica Biel, Jessica Alba, Mariah Carey entre várias outras, o que retoma as suspeitas sobre o que as mulheres procuram.

Antes que eu me esqueça, a razão do vídeo estar aqui. É só uma continuação da fase do grande Roger Federer ou há alguma coisa no video que eu não pesquei? O cara me entra de blazer para receber a taça em Wimbledon e me faz um personagem destes. Fala sério!

Adorei!

Federer, o blazer e a taça.

Derek, Biel e o troféu.

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