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Arquivo de agosto, 2008

domingo, 31 de agosto de 2008 Tênis Masculino | 18:50

Aviso aos navegantes

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Finalmente consigo postar algo! Estávamos com problemas no portal. Não sei se tem algo a ver com minha ausência, mas o povo ensandeceu nos últimos dias. Para quem não leu, peço atenção a uma mensagem que postei nos “Comentários” dois dias atrás.

Sintetizando, o tema central do blog é sobre tênis, mas não precisa, nem deve, se resumir ao assunto. Especialmente porque o jogo do tênis permite infindáveis analogias com a vida em geral. É só uma questão de usarmos imaginação, cultura e conhecimentos gerais aliados com experiências pessoais, recheados com boas maneiras e civilidade em geral, já que o espaço arregimenta pessoas diferentes com opiniões distintas.

Odeio esse negócio de se utilizar o anonimato para lançar agressões a ataques pessoais. Insisto, todos tem o direito a opiniões e tentar diminuí-las com agressões é patrulhamento, totalitarismo e ignorância disfarçada de soberba. Discutam opiniões e assuntos e não pessoas.

Daqui para frente ataques pessoais rasteiros serão deletados. Não invisto meu tempo para abrir espaço para coisas que detesto e pessoas que não respeitem o espaço, a mim e aos meus leitores. Os que não concordarem comigo e quiserem divergir, sejam bem vindos. Mas o façam com respeito e tentando engrandecer a discussão. As discussões podem ser sobre temas que lanço nos posts, assim como sobre temas e idéias que os leitores colocam com suas opiniões. Quem só quiser trazer ignorância e se impor através dela não é nem será bem vindo. Quanto a esmagadora maioria que freqüenta o ambiente, mais uma vez agradeço a presença.


Sem repressão de idéias e sem trulência.

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Tênis Masculino | 18:50

Aviso aos navegantes

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Finalmente consigo postar algo! Estávamos com problemas no portal. Não sei se tem algo a ver com minha ausência, mas o povo ensandeceu nos últimos dias. Para quem não leu, peço atenção a uma mensagem que postei nos “Comentários” dois dias atrás.

Sintetizando, o tema central do blog é sobre tênis, mas não precisa, nem deve, se resumir ao assunto. Especialmente porque o jogo do tênis permite infindáveis analogias com a vida em geral. É só uma questão de usarmos imaginação, cultura e conhecimentos gerais aliados com experiências pessoais, recheados com boas maneiras e civilidade em geral, já que o espaço arregimenta pessoas diferentes com opiniões distintas.

Odeio esse negócio de se utilizar o anonimato para lançar agressões a ataques pessoais. Insisto, todos tem o direito a opiniões e tentar diminuí-las com agressões é patrulhamento, totalitarismo e ignorância disfarçada de soberba. Discutam opiniões e assuntos e não pessoas.

Daqui para frente ataques pessoais rasteiros serão deletados. Não invisto meu tempo para abrir espaço para coisas que detesto e pessoas que não respeitem o espaço, a mim e aos meus leitores. Os que não concordarem comigo e quiserem divergir, sejam bem vindos. Mas o façam com respeito e tentando engrandecer a discussão. As discussões podem ser sobre temas que lanço nos posts, assim como sobre temas e idéias que os leitores colocam com suas opiniões. Quem só quiser trazer ignorância e se impor através dela não é nem será bem vindo. Quanto a esmagadora maioria que freqüenta o ambiente, mais uma vez agradeço a presença.



Sem repressão de idéias e sem trulência.

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sexta-feira, 29 de agosto de 2008 Tênis Masculino | 02:25

A diferença

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Se a partida de hoje entre Thiago Alves e Roger Federer ainda deixa algumas dúvidas para quem os leitores vão torcer, acredito que a partida de ontem, entre Thomas Bellucci e Juan Del Potro, não houve espaço para dúvidas. Brasileiro torcer por argentino em jogo contra brasileiro é algo que nem o cabra mais doido pode cogitar. Mas a torcida não foi o suficiente para fazer o brasileiro torcer.

O argentino é um dos tenistas mais “quentes” da atualidade, após vencer quatro torneios seguidos, independentes da qualidade desses eventos. No nível ATP qualquer título é uma conquista. Se por um lado Del Potro chegou a Nova York imensamente confiante, chegou também pressionado, já que a mídia, tanto a argentina como a americana, elegeram o rapaz como um dos favoritos. O primeiro set deixou evidente a última enquanto os três últimos deixaram evidentes a primeira.

Olhando o jogo como um todo, a diferença foi exatamente essa confiança e esse momento do argentino. O brasileiro jogou de igual para igual, mas não soube cacifar os momentos chaves do confronto, quase sempre eles nos break-points, enquanto o argentino o fez. Em um game do terceiro set Thomas, até ali nos calcanhares do adversário, teve um 0x40 e três BP. Jogou mal cinco pontos seguidos e deixou Del Potro escapar. Dali para frente o argentino, percebendo que o brasileiro não estava pronto para batê-lo, ficou mais confiante, tranqüilo e sólido, o bastante para dominar a partida e o placar.

Bellucci está bem melhor do que há alguns poucos meses atrás. Está mais forte de pernas, melhorou os voleios e ambos os golpes do fundo da quadra. Seu próximo passo é vencer algumas boas partidas, algo que acontecerá quando souber exatamente o que, e como, fazer quando as oportunidades surgirem. É isso que separa o 100 do 10 do mundo.

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Tênis Masculino | 02:25

A diferença

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Se a partida de hoje entre Thiago Alves e Roger Federer ainda deixa algumas dúvidas para quem os leitores vão torcer, acredito que a partida de ontem, entre Thomas Bellucci e Juan Del Potro, não houve espaço para dúvidas. Brasileiro torcer por argentino em jogo contra brasileiro é algo que nem o cabra mais doido pode cogitar. Mas a torcida não foi o suficiente para fazer o brasileiro torcer.

O argentino é um dos tenistas mais “quentes” da atualidade, após vencer quatro torneios seguidos, independentes da qualidade desses eventos. No nível ATP qualquer título é uma conquista. Se por um lado Del Potro chegou a Nova York imensamente confiante, chegou também pressionado, já que a mídia, tanto a argentina como a americana, elegeram o rapaz como um dos favoritos. O primeiro set deixou evidente a última enquanto os três últimos deixaram evidentes a primeira.

Olhando o jogo como um todo, a diferença foi exatamente essa confiança e esse momento do argentino. O brasileiro jogou de igual para igual, mas não soube cacifar os momentos chaves do confronto, quase sempre eles nos break-points, enquanto o argentino o fez. Em um game do terceiro set Thomas, até ali nos calcanhares do adversário, teve um 0x40 e três BP. Jogou mal cinco pontos seguidos e deixou Del Potro escapar. Dali para frente o argentino, percebendo que o brasileiro não estava pronto para batê-lo, ficou mais confiante, tranqüilo e sólido, o bastante para dominar a partida e o placar.

Bellucci está bem melhor do que há alguns poucos meses atrás. Está mais forte de pernas, melhorou os voleios e ambos os golpes do fundo da quadra. Seu próximo passo é vencer algumas boas partidas, algo que acontecerá quando souber exatamente o que, e como, fazer quando as oportunidades surgirem. É isso que separa o 100 do 10 do mundo.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008 Tênis Masculino | 13:31

Paulo torcedor

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O leitor Antoniel lança uma bola interessante – diz que vai abrir mão de torcer pelo brasileiro Thiago Alves e torcer pelo suíço Roger Federer quando os dois se enfrentarem na segunda rodada do Aberto dos EUA.

Sou fã do Federer, por várias razões, muitas das quais tenho deixado claro aqui e em outras situações. O fato de minha mãe, que é mais zen do que a maioria dos tibetanos, ficar de mau humor quando o suíço perde, indica uma determinada cultura tenística na família. Mas a D. Ruth que me perdoe, nem por isso abro mão de torcer pelo Thiago.

Porque para mim, ser fã e admirador é uma coisa, torcer é outra. Torcer é mais emocional, irracional, gutural, quaaase ignorante. Conheci o Federer, em mais de uma ocasião, mas não tenho nenhuma intimidade com o rapaz. Não arriscaria cumprimentá-lo sem antes ele fazê-lo, por receio que ele não se lembre da minha bonita face.

O Thiago eu conheço desde garoto. E se não temos maiores intimidades, temos um respeito mútuo, nas falamos quando nos encontramos e acredito ambos desejam que o outro esteja e permaneça bem. Além disso, o rapaz é brasileiro, o que mexe com emoções e vínculos perenes.

Por isso, se o assunto é torcer, ficar ignorantão, sou Thiago e não abro. E vocês aproveitem o momento, que é raro. Sou muito mais um admirador e um analista do que um torcedor.


Paulinho torcedor

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Tênis Masculino | 13:31

Paulo torcedor

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O leitor Antoniel lança uma bola interessante – diz que vai abrir mão de torcer pelo brasileiro Thiago Alves e torcer pelo suíço Roger Federer quando os dois se enfrentarem na segunda rodada do Aberto dos EUA.

Sou fã do Federer, por várias razões, muitas das quais tenho deixado claro aqui e em outras situações. O fato de minha mãe, que é mais zen do que a maioria dos tibetanos, ficar de mau humor quando o suíço perde, indica uma determinada cultura tenística na família. Mas a D. Ruth que me perdoe, nem por isso abro mão de torcer pelo Thiago.

Porque para mim, ser fã e admirador é uma coisa, torcer é outra. Torcer é mais emocional, irracional, gutural, quaaase ignorante. Conheci o Federer, em mais de uma ocasião, mas não tenho nenhuma intimidade com o rapaz. Não arriscaria cumprimentá-lo sem antes ele fazê-lo, por receio que ele não se lembre da minha bonita face.

O Thiago eu conheço desde garoto. E se não temos maiores intimidades, temos um respeito mútuo, nas falamos quando nos encontramos e acredito ambos desejam que o outro esteja e permaneça bem. Além disso, o rapaz é brasileiro, o que mexe com emoções e vínculos perenes.

Por isso, se o assunto é torcer, ficar ignorantão, sou Thiago e não abro. E vocês aproveitem o momento, que é raro. Sou muito mais um admirador e um analista do que um torcedor.



Paulinho torcedor

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Tênis Masculino | 01:25

No coração

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Boris Becker, um tenista extremamente mercurial, especialmente para um alemão, gostava de dizer que o quinto set era decidido na emoção e no coração. Não foi longe disso a vitória do paulista Thiago Alves sobre o chileno Paul Capdeville. Thiago, de 26 anos, teve um bom momento na carreira em 2006, quando chegou a 95 do mundo. Delirou, achou que já era o rei da cocada e acomodou-se, um pecado capital em um circuito competitivo como o do tênis. Não foi o primeiro brasileiro a fazê-lo e, infelizmente, não deve ser o último. Seu ranking despencou a chegou a cair para 383 no fim de 2007.

O rapaz tomou um banho de humildade, voltou a trabalhar duro e começou bem o ano, vencendo o Challenger de São Paulo. Não fez muita coisa de excepcional de lá para cá – foi à final de um challenger em Segovia duas semanas atrás – porém o bastante para elevar seu ranking para 137. Jogou, ao contrário de outros que sequer tentam, e passou pelo qualifyng do U.S. Open, sempre um feito para tenistas de seu nível.

A vitória sobre o experiente Capdeville no quinto set, após estar perdendo por dois sets a zero e com um break abaixo no quinto set, não deixa de ser interessante e valiosa. Esse tipo de virada em um Grand Slam faz maravilhas pela confiança de um tenista, algo extremamente valioso nesse nível em que Thiago se encontra no ranking. Com essa vitória pode se meter entre os 100 melhores e passar a misturar melhor torneios challengers com torneios da ATP, onde estão o dinheiro e os pontos do ranking. Mas isso já é outra história que, infelizmente, a maior parte dos tenistas brasileiros não soube administrar.

Na próxima rodada Thiago enfrenta Roger Federer. Definitivamente será um dos momentos máximos de sua carreira. Como ele gosta de jogar por baixo – lembrem-se que bateu Moya no Sauípe – pode, e deve, se divertir com a oportunidade. Não será tarefa fácil, considerando o que Federer jogou na partida de estréia contra o argentino Maximo. Na pior das hipóteses, espero que seja um bom motivador para a carreira de Thiago.


Thiago – oportunidade contra Federer

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Tênis Masculino | 01:25

No coração

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Boris Becker, um tenista extremamente mercurial, especialmente para um alemão, gostava de dizer que o quinto set era decidido na emoção e no coração. Não foi longe disso a vitória do paulista Thiago Alves sobre o chileno Paul Capdeville. Thiago, de 26 anos, teve um bom momento na carreira em 2006, quando chegou a 95 do mundo. Delirou, achou que já era o rei da cocada e acomodou-se, um pecado capital em um circuito competitivo como o do tênis. Não foi o primeiro brasileiro a fazê-lo e, infelizmente, não deve ser o último. Seu ranking despencou a chegou a cair para 383 no fim de 2007.

O rapaz tomou um banho de humildade, voltou a trabalhar duro e começou bem o ano, vencendo o Challenger de São Paulo. Não fez muita coisa de excepcional de lá para cá – foi à final de um challenger em Segovia duas semanas atrás – porém o bastante para elevar seu ranking para 137. Jogou, ao contrário de outros que sequer tentam, e passou pelo qualifyng do U.S. Open, sempre um feito para tenistas de seu nível.

A vitória sobre o experiente Capdeville no quinto set, após estar perdendo por dois sets a zero e com um break abaixo no quinto set, não deixa de ser interessante e valiosa. Esse tipo de virada em um Grand Slam faz maravilhas pela confiança de um tenista, algo extremamente valioso nesse nível em que Thiago se encontra no ranking. Com essa vitória pode se meter entre os 100 melhores e passar a misturar melhor torneios challengers com torneios da ATP, onde estão o dinheiro e os pontos do ranking. Mas isso já é outra história que, infelizmente, a maior parte dos tenistas brasileiros não soube administrar.

Na próxima rodada Thiago enfrenta Roger Federer. Definitivamente será um dos momentos máximos de sua carreira. Como ele gosta de jogar por baixo – lembrem-se que bateu Moya no Sauípe – pode, e deve, se divertir com a oportunidade. Não será tarefa fácil, considerando o que Federer jogou na partida de estréia contra o argentino Maximo. Na pior das hipóteses, espero que seja um bom motivador para a carreira de Thiago.



Thiago – oportunidade contra Federer

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terça-feira, 26 de agosto de 2008 Tênis Masculino | 16:15

A Era do Tênis Aberto

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Os americanos adoram uma celebração, especialmente após 9/11. Antes, as cerimônias e festas aconteciam no sábado ou domingo anterior. Agora eles criaram o hábito de festejar algo na noite de segunda-feira, primeiro dia do evento. Além da patriótica abertura da bandeira americana do tamanho da quadra e o desfile de policias, milicos e bombeiros, desta vez reuniram um bom número de ex-campeões para celebrar os quarenta anos do Open Tennis.

Para quem não sabe, a “Era do Tênis Aberto” começou em 1968, o ano que o mundo mudou de mais de uma maneira, com a federação internacional e os GS acabando com a hipocrisia e unificando o então chamado tênis profissional e o então chamado tênis amador. O professional era real, o amador era para inglês ver. Como dirigentes e cartolas adoram viver em um mundo paralelo à realidade, levou algum tempo e alguns tapas na cara para aceitarem a realidade. Verdade seja dita, não só no tênis. Os jogos olímpicos foram outros que viveram essa hipocrisia por um bom tempo.

Não sei bem porque os americanos decidiram festejar a data, eles nem eram muito a favor da mudança na época — o maior artífice desta foi o francês Phillippe Chartrier, presidente da federação francesa então. De qualquer maneira, a segunda-feira pedia uma celebração e festa é sempre bem vinda. Lá estiveram tenistas como Rod Laver, que em 68 conquistou o chamado “Grand Slam” – vencer os quatro grandes na mesma temporada, sendo que o tinha conquistado também cinco anos antes. Não conquistou mais por conta da hipocrisia, já que foi proibido de jogar os GS nesses cinco anos.

Presentes também tenistas como Newcombe, aquele que estava com George W. Bush quando este foi pego dirigindo sob influencia do álcool, Lendl, Billie J. King, Navratilova, McEnroe, Becker, Villas, Sabatini, Evert, Seles, Stan Smith, Wilander e Nastase entre outros, além dos atuais Federer, Safin, Roddick, Kustenotsova e as irmãs Williams.

Notadas as ausências, bem suspeitas aliás, de Agassi, Graf e Sampras. Não sei por que não estiveram presente, mas é estranho. Maria Bueno não estava porque só os campeões da Era Aberta foram convidados.


Newcombe, Evert, Seles de costas, Billie Jean, Smith, Sabatine, Becker e Laver

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Tênis Masculino | 16:15

A Era do Tênis Aberto

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Os americanos adoram uma celebração, especialmente após 9/11. Antes, as cerimônias e festas aconteciam no sábado ou domingo anterior. Agora eles criaram o hábito de festejar algo na noite de segunda-feira, primeiro dia do evento. Além da patriótica abertura da bandeira americana do tamanho da quadra e o desfile de policias, milicos e bombeiros, desta vez reuniram um bom número de ex-campeões para celebrar os quarenta anos do Open Tennis.

Para quem não sabe, a “Era do Tênis Aberto” começou em 1968, o ano que o mundo mudou de mais de uma maneira, com a federação internacional e os GS acabando com a hipocrisia e unificando o então chamado tênis profissional e o então chamado tênis amador. O professional era real, o amador era para inglês ver. Como dirigentes e cartolas adoram viver em um mundo paralelo à realidade, levou algum tempo e alguns tapas na cara para aceitarem a realidade. Verdade seja dita, não só no tênis. Os jogos olímpicos foram outros que viveram essa hipocrisia por um bom tempo.

Não sei bem porque os americanos decidiram festejar a data, eles nem eram muito a favor da mudança na época — o maior artífice desta foi o francês Phillippe Chartrier, presidente da federação francesa então. De qualquer maneira, a segunda-feira pedia uma celebração e festa é sempre bem vinda. Lá estiveram tenistas como Rod Laver, que em 68 conquistou o chamado “Grand Slam” – vencer os quatro grandes na mesma temporada, sendo que o tinha conquistado também cinco anos antes. Não conquistou mais por conta da hipocrisia, já que foi proibido de jogar os GS nesses cinco anos.

Presentes também tenistas como Newcombe, aquele que estava com George W. Bush quando este foi pego dirigindo sob influencia do álcool, Lendl, Billie J. King, Navratilova, McEnroe, Becker, Villas, Sabatini, Evert, Seles, Stan Smith, Wilander e Nastase entre outros, além dos atuais Federer, Safin, Roddick, Kustenotsova e as irmãs Williams.

Notadas as ausências, bem suspeitas aliás, de Agassi, Graf e Sampras. Não sei por que não estiveram presente, mas é estranho. Maria Bueno não estava porque só os campeões da Era Aberta foram convidados.



Newcombe, Evert, Seles de costas, Billie Jean, Smith, Sabatine, Becker e Laver

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