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Arquivo de março, 2008

domingo, 30 de março de 2008 Tênis Masculino | 18:32

heterodoxo

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Não sei quanto a vocês, um tenista que faço questão de assistir é o francês Fabrice Santoro. Sempre me divirto. Eu ainda estava no circuito quando o rapaz apareceu. A primeira vez que o vi foi em 1990 – na época ele com 18 anos incompletos – no torneio de Toulouse, onde recebeu um wild card e surpreendeu a todos com seu estilo heterodoxo e o talento necessário para chegar à final, batendo no caminho Andrés Gómez, Jaime Izaga, Bergstrom e Agenor.

Fabrice completará 36 anos em Dezembro e poderá deixar o circuito, como ele mesmo concede. Faz parte do seu estilo um tremendo gosto pelo tênis e pela competição. Por isso, não será, como não está sendo, fácil o “au revoir”. Não faltarão convites para o circuito Masters. Afinal é muito mais divertido assistir Santoro jogar do que, por exemplo, Sergi Bruguera, que é só um mês mais velho do que o francês.

Enquanto isso, Santoro continua nos oferecendo o seu espetáculo particular. Hoje foi a emocionante partida com James Blake, onde foi derrotado em um apertado terceiro set. Quem teve a oportunidade de acompanhar a partida foi lembrado da falta que ele fará no circuito. Fica a sugestão; toda a oportunidade de acompanhar suas partidas, até o fim desta temporada, devem ser aproveitadas. O homem não deve estar aí no ano que vem. E tão cedo não vamos ver um tênis e um estilo igual ao desse interessante tenista francês.

fabrice – vai fazer falta!

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Tênis Masculino | 18:32

heterodoxo

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Não sei quanto a vocês, um tenista que faço questão de assistir é o francês Fabrice Santoro. Sempre me divirto. Eu ainda estava no circuito quando o rapaz apareceu. A primeira vez que o vi foi em 1990 – na época ele com 18 anos incompletos – no torneio de Toulouse, onde recebeu um wild card e surpreendeu a todos com seu estilo heterodoxo e o talento necessário para chegar à final, batendo no caminho Andrés Gómez, Jaime Izaga, Bergstrom e Agenor.

Fabrice completará 36 anos em Dezembro e poderá deixar o circuito, como ele mesmo concede. Faz parte do seu estilo um tremendo gosto pelo tênis e pela competição. Por isso, não será, como não está sendo, fácil o “au revoir”. Não faltarão convites para o circuito Masters. Afinal é muito mais divertido assistir Santoro jogar do que, por exemplo, Sergi Bruguera, que é só um mês mais velho do que o francês.

Enquanto isso, Santoro continua nos oferecendo o seu espetáculo particular. Hoje foi a emocionante partida com James Blake, onde foi derrotado em um apertado terceiro set. Quem teve a oportunidade de acompanhar a partida foi lembrado da falta que ele fará no circuito. Fica a sugestão; toda a oportunidade de acompanhar suas partidas, até o fim desta temporada, devem ser aproveitadas. O homem não deve estar aí no ano que vem. E tão cedo não vamos ver um tênis e um estilo igual ao desse interessante tenista francês.



fabrice – vai fazer falta!

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sábado, 29 de março de 2008 Tênis Masculino | 22:28

no ar e na água

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O Torneio de Miami é um dos eventos mais festeiros do circuito, mais ainda que Monte Carlo, um dos favoritos dos tenistas. Todos os dias os tenistas assinam listas no lounge para receber ingressos para os mais diversos shows, festas e partidas de basquete e hockey no gelo. As melhores danceterias da cidade abrem suas portas para quem tenha um crachá do torneio. Obvio que quanto melhor seu ranking, melhor os ingressos, uma realidade que acompanha os tenistas em todo o circuito. E não só para ingressos. As regalias vão desde detalhes críticos como $$$ para jogar certos torneios, hotéis e quartos diferenciados, carros exclusivos, mimos dos mais variados e outras cositas mais que acrescentam à favor dos já favoritos.

Esta semana Rafael Nadal foi convidado pelos organizadores de Miami para uma seção de fotos sobre a água, com o propósito de divulgar o torneio. Para isso, precisavam de Rafael e Serena Williams em um certo lugar e em uma certa hora. Como Nadal ainda estava na Califórnia, seus agentes, no caso o ex-tenista Carlos Costa, “pediu” um jato particular para fazer a viagem. Toda a entourage de Nadal veio no avião. Como ainda sobrava espaço, Nadal ofereceu uma carona a Aninha Ivanovic, provando que de bobo só tem a cara. O vôo de cinco horas durou a noite inteira e o pessoal chegou em Miami às 6:30 da manhã. Para quem possa pensar alguma bobagem, acompanharam Aninha o seu preparador físico e a sua mãe. Não há notícias que o mineiro Marcelo Melo tenha ido ao aeroporto esperar pelo avião.

nadal jogando na água em miami

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Tênis Masculino | 22:28

no ar e na água

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O Torneio de Miami é um dos eventos mais festeiros do circuito, mais ainda que Monte Carlo, um dos favoritos dos tenistas. Todos os dias os tenistas assinam listas no lounge para receber ingressos para os mais diversos shows, festas e partidas de basquete e hockey no gelo. As melhores danceterias da cidade abrem suas portas para quem tenha um crachá do torneio. Obvio que quanto melhor seu ranking, melhor os ingressos, uma realidade que acompanha os tenistas em todo o circuito. E não só para ingressos. As regalias vão desde detalhes críticos como $$$ para jogar certos torneios, hotéis e quartos diferenciados, carros exclusivos, mimos dos mais variados e outras cositas mais que acrescentam à favor dos já favoritos.

Esta semana Rafael Nadal foi convidado pelos organizadores de Miami para uma seção de fotos sobre a água, com o propósito de divulgar o torneio. Para isso, precisavam de Rafael e Serena Williams em um certo lugar e em uma certa hora. Como Nadal ainda estava na Califórnia, seus agentes, no caso o ex-tenista Carlos Costa, “pediu” um jato particular para fazer a viagem. Toda a entourage de Nadal veio no avião. Como ainda sobrava espaço, Nadal ofereceu uma carona a Aninha Ivanovic, provando que de bobo só tem a cara. O vôo de cinco horas durou a noite inteira e o pessoal chegou em Miami às 6:30 da manhã. Para quem possa pensar alguma bobagem, acompanharam Aninha o seu preparador físico e a sua mãe. Não há notícias que o mineiro Marcelo Melo tenha ido ao aeroporto esperar pelo avião.



nadal jogando na água em miami

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Tênis Masculino | 21:32

surpresas?

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Duas décadas atrás o tênis masculino ainda vivia uma época semelhante ao atual tênis feminino – era difícil os cabeças-de-chave serem eliminado antes de se encontrarem. A razão da mudança é que o masculino aumentou a profundidade de sua qualidade, exigindo atenção, esforço e qualidade dos favoritos desde o início do torneio. Confesso que o feminino também melhorou barbaridades no quesito, mas a sua realidade ainda está muito distante do masculino.

Não por outra razão, não é estranho que às vezes os favoritos caiam como castelos de cartas ainda nas primeiras rodadas. Em Miami tivemos um vendaval de derrotas precoces, o que deixa os organizadores de cabelos em pé, já que é como ver dinheiro voando pela janela. Djokovic, Chela, Robredo, Hewitt, Verdasco, Gasquet, Nalbandian, Ljubicic e Niemenen, todos eliminados ainda na segunda rodada.

Não vou oferecer desculpas para Hewitt, Robredo, Gasquet, Ljubicic e Nalbandian, tenistas que atualmente podem sucumbir em qualquer confronto. Mas, Djokovic deve levantar algumas dúvidas nos fãs do sérvio e do tênis em geral. No entanto é a mais compreensível das derrotas.

Não é novidade a dificuldade em competir na semana seguinte a um grande torneio. É verdade que Djoko teve alguns dias de descanso, mas parece que não foram suficientes. O cansaço é ainda mais mental do que físico. E no tênis atual, esse detalhe pode se traduzir em derrotas surpreendentes. Djoko afirmou que está jogando muito desde o início do ano, uma estratégia que mostrou resultados. Lembro de assisti-lo vencer sete partidas na Hopman Cup, logo antes do Aberto da Austrália. Naquela semana a maioria ainda estava em casa pensando na viagem para a Austrália.

Como uma hora o bicho pega, aconteceu em Miami. E, como disse Djoko, melhor que acontecesse logo na primeira rodada, assim terá mais tempo de descanso. Apesar de não ser cabeça-de-chave, é interessante mencionar que o finalista de Indian Wells, Mardy Fish, também foi eliminado na primeira rodada de Miami.

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Tênis Masculino | 21:32

surpresas?

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Duas décadas atrás o tênis masculino ainda vivia uma época semelhante ao atual tênis feminino – era difícil os cabeças-de-chave serem eliminado antes de se encontrarem. A razão da mudança é que o masculino aumentou a profundidade de sua qualidade, exigindo atenção, esforço e qualidade dos favoritos desde o início do torneio. Confesso que o feminino também melhorou barbaridades no quesito, mas a sua realidade ainda está muito distante do masculino.

Não por outra razão, não é estranho que às vezes os favoritos caiam como castelos de cartas ainda nas primeiras rodadas. Em Miami tivemos um vendaval de derrotas precoces, o que deixa os organizadores de cabelos em pé, já que é como ver dinheiro voando pela janela. Djokovic, Chela, Robredo, Hewitt, Verdasco, Gasquet, Nalbandian, Ljubicic e Niemenen, todos eliminados ainda na segunda rodada.

Não vou oferecer desculpas para Hewitt, Robredo, Gasquet, Ljubicic e Nalbandian, tenistas que atualmente podem sucumbir em qualquer confronto. Mas, Djokovic deve levantar algumas dúvidas nos fãs do sérvio e do tênis em geral. No entanto é a mais compreensível das derrotas.

Não é novidade a dificuldade em competir na semana seguinte a um grande torneio. É verdade que Djoko teve alguns dias de descanso, mas parece que não foram suficientes. O cansaço é ainda mais mental do que físico. E no tênis atual, esse detalhe pode se traduzir em derrotas surpreendentes. Djoko afirmou que está jogando muito desde o início do ano, uma estratégia que mostrou resultados. Lembro de assisti-lo vencer sete partidas na Hopman Cup, logo antes do Aberto da Austrália. Naquela semana a maioria ainda estava em casa pensando na viagem para a Austrália.

Como uma hora o bicho pega, aconteceu em Miami. E, como disse Djoko, melhor que acontecesse logo na primeira rodada, assim terá mais tempo de descanso. Apesar de não ser cabeça-de-chave, é interessante mencionar que o finalista de Indian Wells, Mardy Fish, também foi eliminado na primeira rodada de Miami.

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sexta-feira, 28 de março de 2008 Tênis Masculino | 14:22

tenistas e técnicos

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A relação tenista-técnico sempre viveu no fio da navalha. Tenistas estão entre as pessoas mais individualistas na face da terra, até pela natureza do esporte. Se existe algo fácil, não é administrar o ego de um jogador de tênis. Por um lado são freqüentes as relações mais duradoras, mas há tenistas com dificuldades em administrar relações mais estáveis. Para não irmos muito longe, aqui no Brasil temos ambas as realidades.

Gustavo Kuerten e Larri Passos (aquela aventura argentina de Kuerten eu não computo) e, no quesito experiência própria, este que escreve, com Carlos Kirmayr, Jaime Oncins e Luiz Mattar. Na outra ponta, Flávio Saretta e uma lista de tentativas e fracassos. No meio do caminho, Fernando Meligeni, que teve, como profissional, se não me falha a memória, algo como três técnicos.

Lá fora a realidade segue o mesmo padrão. Tirando os argentinos que adoram trocar de técnicos – dizem as más línguas para não pagar bonificações e maiores salários pelo decorrente sucesso. Alguns defendem relacionamentos mais longos como um fator de estabilidade e crescimento mútuo, outros sugerem que certa periodicidade na troca é de bom tamanho. Talvez a resposta não seja tão engessada e dependa de cada indivíduo.

Atualmente os dois melhores tenistas do mundo passam por uma crise com seus relacionamentos tenista/técnico. Federer resiste em contratar um, apesar das suas recentes dificuldades. Ele confessa, aos mais próximos, que está contente em trocar figurinhas com a namorada, uma ex-tenista profissional. Mas o futuro a Deus pertence. Não vou bater nessa tecla novamente.

Rafael Nadal está vivendo algum estresse com seu tio/técnico que não está sendo divulgado, como geralmente é o caso. Tony Nadal não acompanhou o sobrinho à Indian Wells e, parece, não o acompanhará em Miami. Dizem que uma troca está próxima. O sobrinho parece estar ouvindo pessoas falarem em seu ouvido que o melhor era contratar alguém com mais experiência. Rafa acusa estar inseguro em se afastar do tio/técnico que está com ele desde criança.

Andy Roddick é o que me parece estar em pior situação. Até porque não se tornou o tenista que todos – especialmente os americanos – esperavam. Teve seu auge sob a tutela do “mala sem alça” Brad Gilbert, um homem que fala mais do que rádio AM e exige muito de quem está por perto. Andy, que também é hiper ativo, viajou na conversa durante algum tempo, mas a quadra ficou pequena para os dois. Mas foi a interferência familiar que levou ao desquite. Agora, começa a vazar a razão da separação entre Roddick e o técnico Jimmy Connors.

Após o confronto de Copa Davis na Áustria, Andy quis parar em Nova York por alguns dias para visitar Brooklyn Decker – sua noiva desde ontem. O técnico, que só pensa naquilo, queria o tenista na Califórnia treinando. Como tantas vezes acontece nesses casos, o tenista quer um pouquinho de festa e o técnico quer resultados. Certo o Federer que dorme com o técnico!

Como Connors sempre foi de personalidade forte e não precisa do emprego para viver, não houve acordo e a parceria foi desmanchada. Não foi uma grande surpresa que, na semana seguinte, Roddick venceu Dubai. Muitas vezes os tenistas buscam inspiração nas mais diversas emoções. E despeito é só uma delas.


brooklyn- roddick também sabe o que quer

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Tênis Masculino | 14:22

tenistas e técnicos

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A relação tenista-técnico sempre viveu no fio da navalha. Tenistas estão entre as pessoas mais individualistas na face da terra, até pela natureza do esporte. Se existe algo fácil, não é administrar o ego de um jogador de tênis. Por um lado são freqüentes as relações mais duradoras, mas há tenistas com dificuldades em administrar relações mais estáveis. Para não irmos muito longe, aqui no Brasil temos ambas as realidades.

Gustavo Kuerten e Larri Passos (aquela aventura argentina de Kuerten eu não computo) e, no quesito experiência própria, este que escreve, com Carlos Kirmayr, Jaime Oncins e Luiz Mattar. Na outra ponta, Flávio Saretta e uma lista de tentativas e fracassos. No meio do caminho, Fernando Meligeni, que teve, como profissional, se não me falha a memória, algo como três técnicos.

Lá fora a realidade segue o mesmo padrão. Tirando os argentinos que adoram trocar de técnicos – dizem as más línguas para não pagar bonificações e maiores salários pelo decorrente sucesso. Alguns defendem relacionamentos mais longos como um fator de estabilidade e crescimento mútuo, outros sugerem que certa periodicidade na troca é de bom tamanho. Talvez a resposta não seja tão engessada e dependa de cada indivíduo.

Atualmente os dois melhores tenistas do mundo passam por uma crise com seus relacionamentos tenista/técnico. Federer resiste em contratar um, apesar das suas recentes dificuldades. Ele confessa, aos mais próximos, que está contente em trocar figurinhas com a namorada, uma ex-tenista profissional. Mas o futuro a Deus pertence. Não vou bater nessa tecla novamente.

Rafael Nadal está vivendo algum estresse com seu tio/técnico que não está sendo divulgado, como geralmente é o caso. Tony Nadal não acompanhou o sobrinho à Indian Wells e, parece, não o acompanhará em Miami. Dizem que uma troca está próxima. O sobrinho parece estar ouvindo pessoas falarem em seu ouvido que o melhor era contratar alguém com mais experiência. Rafa acusa estar inseguro em se afastar do tio/técnico que está com ele desde criança.

Andy Roddick é o que me parece estar em pior situação. Até porque não se tornou o tenista que todos – especialmente os americanos – esperavam. Teve seu auge sob a tutela do “mala sem alça” Brad Gilbert, um homem que fala mais do que rádio AM e exige muito de quem está por perto. Andy, que também é hiper ativo, viajou na conversa durante algum tempo, mas a quadra ficou pequena para os dois. Mas foi a interferência familiar que levou ao desquite. Agora, começa a vazar a razão da separação entre Roddick e o técnico Jimmy Connors.

Após o confronto de Copa Davis na Áustria, Andy quis parar em Nova York por alguns dias para visitar Brooklyn Decker – sua noiva desde ontem. O técnico, que só pensa naquilo, queria o tenista na Califórnia treinando. Como tantas vezes acontece nesses casos, o tenista quer um pouquinho de festa e o técnico quer resultados. Certo o Federer que dorme com o técnico!

Como Connors sempre foi de personalidade forte e não precisa do emprego para viver, não houve acordo e a parceria foi desmanchada. Não foi uma grande surpresa que, na semana seguinte, Roddick venceu Dubai. Muitas vezes os tenistas buscam inspiração nas mais diversas emoções. E despeito é só uma delas.



brooklyn- roddick também sabe o que quer

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Tênis Masculino | 13:55

safin sabe o que quer

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Após perder na quinta primeira rodada consecutiva, desta vez em Miami para o qualifier Bobby Reynolds, Marat Safin afirmou que não vai pendurar a raquete só porque está perdendo.

E nos presenteou com uma das suas frases:

“Tenho muito dinheiro e posso fazer exatamente o que quero. E o que eu quero é jogar tênis”.

Sempre gostei de quem sabe exatamente o que quer.


safin-um homem de visão

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Tênis Masculino | 13:55

safin sabe o que quer

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Após perder na quinta primeira rodada consecutiva, desta vez em Miami para o qualifier Bobby Reynolds, Marat Safin afirmou que não vai pendurar a raquete só porque está perdendo.

E nos presenteou com uma das suas frases:

“Tenho muito dinheiro e posso fazer exatamente o que quero. E o que eu quero é jogar tênis”.

Sempre gostei de quem sabe exatamente o que quer.



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